Você sabe o que é lead scoring? Ensinamos tudo o que você precisa saber!

Lead scoring funciona como um sistema de pontuação das leads para otimizar as conversões e aumentar as vendas de uma empresa.

Você já sabe que uma das grandes vantagens do Inbound Marketing é a oportunidade de atrair um grande número de leads para a sua empresa. Mas mesmo que você já tenha estratégia em curso e os leads estejam aparecendo, ainda tem outro desafio pela frente: qualificar cada um deles.

Sem a devida qualificação, seu time de vendas vai perder tempo com pessoas que não estão prontas para comprar e você terá um trabalho maior para gerar novos leads.

É para isso que existe o lead scoring, uma técnica que ajuda a aumentar a eficiência do Inbound Marketing e tornar as empresas que a usam mais sólidas.

Quer saber como o lead scoring funciona? Então continue lendo, pois vamos mostrar agora mesmo!

O que é lead scoring?

O lead scoring é, em termos simples, uma forma de classificar seus clientes em potencial por pontos. Esses pontos servem para determinar quem está pronto para a compra ou não.

Assim que um lead receber a pontuação que for considerada aceitável pela empresa, ele é passado para o time de vendas tentar fechar negócio.

Essa pontuação é definida com base no perfil do lead em comparação com a persona da empresa, e também por suas ações durante jornada de compra.

Sendo assim, quanto mais próximo o perfil do lead for da sua persona estabelecida, mais pontos ele ganha.

Ao mesmo tempo, as ações dele (como baixar materiais ricos, responder pesquisas, etc.) também contam pontos, pois indicam interesse na sua mensagem.

Qual a importância do lead scoring para o seu negócio?

O lead scoring é uma das táticas mais importantes a partir do momento em que uma empresa passa a gerar uma boa quantidade de leads a partir do Inbound Marketing.

Afinal, nem todo lead é igual, e os vendedores não deve ser obrigados a trabalhar contando com a sorte na hora de escolher quem abordar.

Quanto melhor conhecer seus leads, maiores as chances de entrar em contato apenas com aqueles que já estão prontos para se tornar clientes, e é nisso que o lead scoring ajuda.

O resultado são os 3 benefícios que você vai ver a seguir:

Diminuição de custos

A partir do momento em que investe no lead scoring, sua empresa passa a gastar menos com vendas e marketing. Por quê?

A resposta é simples. Os times de marketing e vendas gastarão menos tempo preparando e abordando leads para ter a mesma taxa de conversão que tinham antes.

Isso significa diminuir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes), por encurtar o tempo médio do ciclo de venda e gastar menos recursos para conquistar cada cliente. Com o valor do CAC reduzido, a economia para a empresa é maior.

Aumento na produtividade

O tempo ganho no ciclo de venda pode ser usado pelos profissionais envolvidos para gerar novos negócios e fidelizar os clientes conquistados.

A equipe de marketing vai concentrar seus esforços nos leads que estiverem mais perto da pontuação ideal, mas ainda poderá acompanhar os demais, por meio de fluxos de nutrição automatizados.

Por conta disso, precisará gerar e preparar um número menor de leads para o time de venda abordar a fim de bater as metas estabelecidas de conversão.

Por sua vez, o time de vendas não vai gastar tempo desnecessário abordando leads que não estão perto de comprar, e terá condições de ser mais certeiro nos contatos diretos.

Estratégias mais eficazes

Para gerar e nutrir os leads é preciso ter uma série de estratégias em curso. O marketing de conteúdo e o fluxo de nutrição estão entre elas.

Também é preciso ter uma presença forte nas redes sociais e usar com precisão o email marketing.

À medida que o seu processo de lead scoring se torna maduro, é possível aplicar uma espécie de análise reversa para ver, por exemplo, quais foram os conteúdos que mais tiveram sucesso entre os leads que chegaram à compra.

Também é possível descobrir que padrões na linguagem de interagir com e eles nas redes, variações de email e landing page mais eficazes.

Dessa forma, você poderá replicar as ações de maior sucesso com frequência e conseguir resultados melhores com consistência. Isso levará, por fim, ao que conhecemos como receita previsível.

 

6 passos para fazer o lead scoring com perfeição

Como você deve ter percebido, o conceito de lead scoring não é tão complicado assim. Mas nem por isso a implementação dessa técnica de avaliação deve ser feita de qualquer jeito.

Como em todas as estratégias de marketing digital, é preciso fazer um bom planejamento antecipado, além de acompanhar os resultados depois e aprender com eles.

Pensando nisso, listei 6 passos que você deve seguir para garantir que o seu trabalho de lead scoring realmente dê bons resultados:

1. Defina os MQL e SQL

Você provavelmente já percebeu que o lead scoring é uma estratégia que beneficia diretamente o trabalho dos times de marketing e de vendas.

Por isso, é fundamental que os dois setores trabalhem juntos na sua implantação. Em outras palavras, se o Vendarketing ainda não é usado na sua empresa, essa é a deixa.

O primeiro passo é que os dois times de reunam para definir o que constitui um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead).

Basicamente, MQL são os leads que ainda precisam ser preparadas pelo marketing, enquanto os SQL são aqueles que devem ser repassados ao pessoal de vendas imediatamente.

Definir esses 2 grupos logo de início vai tornar claro o papel de cada setor e facilitar a criação de um sistema de pontuação que condiz com a realidade do negócio.

2. Se baseie nos dados que sua base de leads oferece

O segundo passo é usar dados que você já possui sobre a sua base de leads, a fim de fazer uma boa classificação e definir a pontuação que cada um deve receber.

Mas aí vai uma dica importante: para ter um lead scoring completo, é preciso dividir a sua avaliação em dois tipos de dados principais, os demográficos e comportamentais.

É a combinação desses dois grupos que deve formar a pontuação final de cada lead. Veja no que consiste cada um deles:

  • dados demográficos: informações como idade, renda e cargo que ocupa. Basicamente é o perfil do lead. Quanto mais perto da descrição da sua persona, melhor;
  • dados comportamentais: quanto o lead interage com a sua empresa? Já baixou algum conteúdo importante? Assina a newsletter? Esses dados dizem mais sobre o interesse do lead.

Juntando os dados demográficos e comportamentais, a sua pontuação será mais equilibrada e precisa.

Afinal, não adianta ter o lead com melhor perfil e zero de interesse, nem um totalmente interessado, mas que não se encaixa no perfil ideal.

3. Determine a pontuação de ativação

A pontuação de ativação nada mais é que a linha de corte entre um MQL e um SQL, ou seja,quando o lead deve passar do time de marketing para o de vendas.

Novamente, é importante que essa decisão seja tomada em conjunto pelas equipes de marketing e vendas, para evitar problemas depois.

Ao determinar o limite de ativação, ficará mais fácil partir para o próximo passo, que é decidir quais serão as notas dadas para cada fator que conta a favor do lead na jornada de compra.

4. Crie um padrão de pontuação

Definir um padrão de pontuação é o próximo passo lógico a seguir na jornada pelo lead scoring perfeito. Mas o que isso significa?

Para cada ação dos leads, ou para cada característica demográfica positiva que ele apresente, uma pontuação deve ser atribuída.

Mas os pontos não devem ser definidos aleatoriamente, e muito menos distribuídos de forma igual para todas as ações e características.

O que tiver mais peso para empurrar o lead mais para baixo no funil tem de receber uma pontuação mais alta, enquanto atividades menos importantes, notas mais baixas.

Isso impedirá que os leads sejam classificados como prontos apenas pela quantidade de ações positivas que realizam, e priorizará critérios mais realistas de avaliação.

5. Faça bom uso de pontuação negativa

A pontuação não precisa ser apenas positiva. Aliás, é até bom que não seja. Usar pontuação negativa é uma boa prática que vale a pena seguir. Por quê?

Ao fazer uso de pontos negativos você consegue manter mais facilmente o equilíbrio que falamos entre perfil e o interesse dos leads, como citei acima.

Por exemplo, vamos supor que o limite de ativação seja 50 pontos, e certo lead tenha demonstrado tanto interesse que até ultrapasse essa nota.

Porém, o lead em questão não possui o perfil adequado, talvez por não ser o tomador de decisões na empresa onde trabalha.

Desse modo, não importa qual seja a nota dele, não adianta enviá-lo para um vendedor, a venda nunca seria fechada.

Com o uso de pontuação negativa, você poderia facilmente baixar a nota desse lead pelo fato de ele ter um cargo abaixo do que seria necessário, e evitar problemas futuros.

Se lembre que o objetivo é encontrar as pessoas que já estão prontas para se tornar clientes, e não simplesmente fazer com que o máximo de pessoas possível bata uma pontuação específica.

6. Continue aprimorando a estratégia

O segredo para o lead scoring funcionar é que é um processo sem fim. Não existe forma perfeita de pontuar ou avaliar os leads.

É preciso ter consciência de que esse esforço é contínuo, e deve ser sempre aprimorado com base nos resultados anteriores.

Por isso, dê atenção constante ao seu lead scoring, e aprenda a torná-lo cada vez mais eficaz.

Todas as etapas que descrevemos aqui podem ser feitas manualmente, mas também existem ferramentas excelentes para automatizar o seu trabalho.

Assim, você vai entender melhor a lógica por trás do lead scoring, e terá resultados ainda melhores no futuro.

Mas se preferir mesmo começar automatizando sua pontuação, ou se o seu número de leads gerados for alto demais para trabalhar manualmente, não tem problema.

A seguir, vamos mostrar algumas ferramentas excelentes para realizar esse trabalho.

5 ferramentas úteis para um lead scoring mais completo

De todas as ferramentas que mostraremos agora, é praticamente impossível que você não conheça pelo menos uma.

De qualquer forma, veja agora 5 das melhores ferramentas de automação de marketing do mercado, que podem suprir muito bem sua necessidade de automação do lead scoring:

  1. RD Station: uma das ferramentas mais completas de automação de marketing do Brasil;
  2. Hubspot: principal empresa de Inbound Marketing do mundo, possui recursos para cada etapa do Inbound, incluindo gestão e pontuação de leads;
  3. Marketo: líder mundial em softwares de automação para empresas de todos os tamanhos, o Marketo é uma das apostas mais seguras do mercado;
  4. LAHAR: com profissionais experientes e uma solução completa para gerar e nutrir leads, o LAHAR é uma alternativa sólida no mercado;
  5. Pardot: um produto da Salesforce para automação de marketing B2B, o Pardot tem tudo que você precisa para pontuar seus leads;

Todas essas ferramentas oferecem recursos avançados de lead scoring, que deixarão sua estratégia ainda mais completa.

Mas antes de procurar qualquer ferramenta, é importante relembrar a importância de entender na prática a lógica por trás do lead scoring. Só assim você conseguirá usar todos os recursos que esses produtos oferecem.

Tão importante quanto montar e executar uma estratégia de geração de leads é fazer a gestão deles com eficácia, e o lead scoring é uma das melhores formas de garantir que isso aconteça, e de concentrar os esforços da empresa nas oportunidades com maior probabilidade de dar resultados. Um dos critérios de pontuação do lead scoring são as conversões nas páginas do seu site e blog.

Conteúdo para o funil de vendas: como criar uma máquina de gerar negócios

Aprenda como utilizar o marketing de conteúdo de maneira estratégica, alinhado com as etapas do funil de vendas, para gerar negócios de maneira inteligente.

inbound marketing é uma das estratégias digitais mais poderosas. Afinal, ele utiliza todos os principais canais de marketing online para transformar usuários em clientes.

Seus números são impressionantes: nada menos que 68% dos profissionais que empregam essa estratégia a consideram um sucesso. Já a pesquisa Content Trends 2017 aponta que mais de 70% das empresas brasileiras já adotam o marketing do conteúdo, um dos pilares do inbound.

Se sua organização é uma delas, você provavelmente sabe que a base dessa metodologia é o funil de vendas. No entanto, uma dúvida sobre o assunto persiste: “que tipo de conteúdo devo utilizar em cada etapa?”.

Se você também se pergunta isso, não se preocupe. Neste post, descobrirá os tipos e formatos para cada passo dado pelo seu consumidor. Aprenda, de uma vez por todas, a produzir o melhor conteúdo para funil de vendas:

O que é o funil de vendas?

Primeiramente, é preciso entender o que é o funil de vendas e como é sua funcionalidade.

Basicamente, esse termo é uma metáfora para explicar o processo e cada uma das diferentes fases pelas quais passa um usuário de internet (jornada do cliente).

Um funil é um objeto usado para transferir líquidos de um recipiente para outro. É exatamente o que se faz ao coar café — o que torna a analogia ainda mais precisa, já que o funil virtual é uma espécie de filtro, como você verá mais adiante.

Nessa alegoria, o líquido representa os clientes e o funil, a estratégia. O objetivo é fazer com que os usuários iniciem a trajetória pelo topo do funil, passem pelo meio e cheguem ao fundo. Ao sair dele, sua empresa terá mais um cliente.

O mais interessante nessa técnica é que, ao fim da buyer‘s journey, você fará uma proposta somente para as pessoas certas. Ou seja, com real potencial de fechar um negócio.

E, para isso, você deve usar uma série de recursos de marketing digital, como SEO, redes sociais, e-mail marketing e, em alguns casos, até mesmo os links patrocinados.

Quer entender como funciona o método na prática? Então confira o tópico a seguir:

Quais são as etapas do funil de vendas?

Um usuário de internet que nunca teve nenhum contato com sua marca se encontra fora do seu funil de vendas. Na teoria, qualquer internauta pode representar um prospect, ou seja, alguém que pode se tornar um cliente.

Porém, o inbound marketing vai além. Você não quer vender uma camisa do Flamengo para um corintiano, assim como não pretende vender vestidos de casamento para homens, não é mesmo?

E essa é a 1ª filtragem do funil de vendas. Por isso, para utilizá-la da maneira correta, é muito importante que você defina sua persona.

Dica: você pode desenvolvê-la com o Gerador de Personas.

Topo do funil

Objetivo: atrair visitantes para o site.

No topo do funil, o objetivo é atrair usuários que podem ter interesse em se relacionar com sua marca. Para isso, foque na sua persona e desenvolva textos que respondam suas dúvidas.

O usuário que aqui se encontra ainda não sabe que possui um problema, então não faz sentido oferecer uma solução imediata. Essa é a fase da descoberta.

Observe, mais uma vez, que o topo do funil (o objeto mesmo) possui uma circunferência maior. Isso ocorre com seu análogo digital, pois se trata da etapa para a qual mais se cria conteúdo.

Afinal, é como jogar uma isca em um oceano e esperar que os peixes interessados se aproximem. Quanto mais iscas, mais fisgadas.

Quer um exemplo prático? Então vamos lá!

José é um empresário que possui um hobby: o aeromodelismo. Nas horas vagas, ele navega na internet em busca de informações sobre seu principal passatempo e, em uma delas, depara-se com um texto. O título é “Como montar um aeromodelo elétrico?”.

Logo de cara, é possível identificar uma tática de Searching Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca, em português). Isso porque a palavra-chave “aeromodelo elétrico” possui um volume de buscas razoável e baixa concorrência segundo ferramentas como o SEMrush e o Planejador de Palavras-Chave.

Se você tivesse uma loja virtual de peças de aviões elétricos, provavelmente gostaria que José a visitasse, não é mesmo? Perceba que José, desde o topo do funil, tem boas chances de seguir a jornada do cliente.

Ótimo. Agora um simples usuário acaba de fazer o seguinte caminho:

usuário → visitante

A partir do momento em que ele entra no site, ele entra no funil de vendas. Mas as coisas não são tão fáceis assim. Lembre-se: o funil de vendas é uma estratégia complexa, mas que traz resultados extremamente satisfatórios.

Formatos de conteúdo para o topo do funil

Blog posts

O tipo de conteúdo mais comum do topo do funil são os blog posts. Eles são fáceis de criar e gerenciar por meio de um CRM.

Nesse estágio, geralmente são criados posts mais curtos (cerca de 500 palavras) e em grande quantidade. A ideia é responder dúvidas que possam ser pesquisadas nos motores de buscas.

Algumas boas sugestões são guias, dicas, listas, tutoriais e respostas objetivas. Os textos devem ser educativos e úteis.

O conteúdo viral também é uma ótima pedida, já que podem gerar tráfego orgânico nas redes sociais.

Webinars

Webinars são videoconferências, geralmente ao vivo, nas quais um especialista comenta sobre um assunto.

Na verdade, eles são utilizados em qualquer etapa do funil, mas é preciso se adequar à persona para definir o estágio específico.

No topo, eles devem ter como objetivo responder questões mais básicas, pois o usuário tem interesse no tema, mas não o compreende a fundo.

Vídeos

Sem dúvidas, os vídeos são o formato do momento. Plataformas que investem no audiovisual, como o YouTube, o Instagram e o Vimeo são poderosas ferramentas para atrair visitantes.

Assim como nos textos de topo de funil, eles devem ser curtos, objetivos e responder as dúvidas mais elementares para atrair os usuários.

O importante é lembrar que, nesse estágio, o usuário ainda não possui conhecimento aprofundado acerca do que você vende. Então, o conteúdo deve ser abrangente, mas de qualidade.

Meio do funil

Objetivo: converter visitantes em leads.

O principal objetivo do meio do funil é converter os visitantes em leads. Ou seja, fazer com que ele inicie um diálogo com a empresa.

Existem diversos meios para isso, como enviar um e-mail, seguir em redes sociais e fazer um comentário no blog. Porém, na estratégia do funil, o mais importante deles é o cadastro em uma newsletter.

Voltemos ao nosso exemplo. José acaba de entrar no blog e começa a consumir o que foi publicado.

Provavelmente, se o conteúdo da página de destino for prolixo, supérfluo ou não responder suas dúvidas, ele provavelmente a abandonará e buscará outras fontes.

Agora, pense em um texto informativo, bem redigido e com dicas valiosas para o usuário. Nesse caso, José ficará encantado e, provavelmente, dará credibilidade à marca em questão.

Esse é seu 1º objetivo: estabelecer uma relação de confiança com o usuário. É bem provável que ele navegue por outras abas e volte ao site para sanar outras dúvidas.

Então, ao ler a chamada para a ação no fim do texto, José decide se inscrever na newsletter. Sendo assim, ele acaba de passar para próxima etapa do funil de vendas, fazendo o seguinte caminho:

visitante → lead

Nessa etapa, José provavelmente gostaria de ter acesso a conteúdos mais completos. Por exemplo: “peças que compõem um aeromodelo”, “como funciona a tecnologia dos controles remotos” e “principais aplicativos para quem gosta de aeromodelismo”.

Formatos de conteúdo para o meio do funil

Quando está no meio do funil, o usuário já possui um conhecimento maior e, portanto, o conteúdo é mais aprofundado do que aqueles produzidos no topo do funil. Sendo assim, é preciso responder a perguntas mais específicas e se aprofundar ainda mais no tema.

Blog posts

Aí estão eles de novo. Porém, como o objetivo principal do meio do funil é converter, é possível criar conteúdos mais extensos e elaborados. Afinal, o usuário tem sede pelo conhecimento, e você pode saciá-la.

Posts mais completos, acima de mil palavras, são bastante utilizados nesse estágio. As informações são mais avançadas e destrincham temas que foram abordados de maneira superficial no topo do funil.

E-books

É extremamente recomendado que você ofereça conteúdos mais desenvolvidos ao usuário. Diferentemente dos blog posts, o e-books demandam mais trabalho para serem compostos, já que necessitam de diagramação, imagens trabalhadas e conversão de formatos.

Porém, esse modelo permite o recolhimento de mais informações mais específicas do usuário, como dados geográficos, demográficos, comportamentais etc.

Além disso, pessoas que baixam um e-book revelam que possuem interesse no seu conteúdo, o que é um ótimo indicador de que ele está engajado.

Podcasts

O consumo de mídia em áudio é muito frequente no mundo atual. Isso porque, ao contrário de outros formatos, não exige total concentração do usuário, podendo ser consumida ao mesmo tempo em que o usuário realiza outras atividades, como malhar, dirigir ou caminhar.

Os podcasts são ótimas soluções, já que funcionam como programas de rádio e podem ter uma duração maior.

Apresentações de slides

As apresentações de slides também são muito utilizadas no meio do funil, já que permitem controle do usuário sobre o conteúdo consumido e podem trazer gráficos, imagens e diversos outros recursos inseridos.

Infográficos

Outro formato bastante comum nesse estágio, mas que demanda certo conhecimento técnico para produção, é o infográfico. Nele, agrupam-se texto e imagem para facilitar a compreensão das informações.

Fundo do funil

Objetivo: fechar um negócio.

Agora, é com você. É preciso engajar esse potencial comprador e mostrar a ele que seu negócio pode ser útil na resolução dos seus problemas.

Mas como? Por meio de mais conteúdo relevante, é claro! Agora a empresa possui um canal de contato com José. Então, que tal encantá-lo ainda mais com o envio regular de informações úteis?

Continuemos com a nossa história. Alguns dias depois de assinar a newsletter, José recebe uma mensagem que o convida para acessar outros posts que podem ser de seu interesse.

Temas como “onde comprar aeromodelos baratos”, “dicas para melhorar a técnica de voo” ou “locais em São Paulo para praticar aeromodelismo” parecem bastante relevantes para ele, certo?

Tudo isso deve ser enviado a ele por meio dos canais nos quais ele se cadastrou.

O essencial é focar na persona e proporcionar experiências únicas. Isso tem como objetivo estabelecer um relacionamento e se posicionar como um aliado. No momento em que José decidir pela compra, pode ter certeza que ele vai se lembrar do seu negócio.

Como ele é um usuário cadastrado na sua mailing list, as plataformas de e-mail marketing poderão identificar o engajamento. Para isso, são consideradas métricas como:

  • cliques nos links;
  • taxa de downloads;
  • visualizações no vídeo;
  • cliques em botões sociais;
  • e taxa de abertura de mensagens.

Assim, é possível medir o nível de relacionamento de José. Quando um usuário apresenta altos índices, é chegado o momento de fazer uma oferta. Assim, temos o seguinte caminho:

lead → cliente

Pronto. José acaba de se tornar um cliente. Porém, sua jornada ainda não chegou ao fim, como você verá mais adiante.

Formatos de conteúdo para o fundo do funil

Usuários no fundo do funil estão muito próximos de fechar um negócio. Por isso, ele está interessado em ouvir falar sobre sua marca.

Cases de clientes

Como potencial comprador, usuários nessa etapa dão abertura ao diálogo sobre o que você tem a oferecer.

Então que tal mostrar a ele situações de clientes que tiveram sucesso com o que você oferece? Utilize qualquer um dos formatos para mostrar que seu produto ou serviço pode ajudá-lo.

Ferramentas avançadas

Usuários no fundo do funil possuem alto nível de engajamento. Então o oferecimento de trials, ferramentas gratuitas e versões de demonstração são muito bem-vindas.

Depoimentos

Como dito, as pessoas que estão no fundo do funil estão a um passo da compra. Portanto, é possível mostrar testimoniais de compradores que já tiveram sucesso como seus clientes.

Reviews de produtos

No nosso exemplo, utilizamos uma loja de aeromodelos. Então, que tal mostrar como é a utilização dos aviões na prática, por exemplo? Isso certamente facilitará a decisão de compra.

Depois do funil de vendas

Objetivo: encantar e reter o cliente.

Se você acha que seu objetivo foi cumprido após a venda, está enganado. É muito mais fácil manter um cliente do que conquistar novos. Então, é chegada a hora de você encantar José e torná-lo um consumidor frequente.

A lealdade a uma marca é um dos mais importantes fatores no mundo digital. Portanto, após todas as etapas do funil de vendas, você deve continuar a produzir conteúdo para usuários que compraram.

Formatos de conteúdo para encantar e reter clientes

Nessa etapa, diversos formatos de conteúdo citados anteriormente podem ser utilizados. Acrescentam-se a isso:

  • ofertas especiais;
  • vídeos explicativos;
  • suporte especializado;
  • e tutoriais avançados sobre seu produto ou serviço.

Lembre-se: qualquer formato pode ser utilizado em todas as etapas do funil de vendas. O que realmente define qual deles deve ser utilizado varia de acordo com o nível de educação do usuário e a estratégia escolhida.

Vendarketing: alinhando Marketing e Vendas com resultados excepcionais

O termo Vendarketing (que, como você já deve ter notado, é uma junção das palavras vendas + marketing), representa uma união desses dois departamentos através do alinhamento de objetivos, métricas e processos para aumentar drasticamente a eficiência da aquisição de clientes.

Esse termo deriva do inglês Smarketing (Sales + Marketing).

A boa notícia é que empresas realmente dedicadas ao marketing de conteúdo já estão um passo à frente na implementação do Vendarketing, pois uma boa estratégia de conteúdo vai muito além de só chamar a atenção do público.

Através do mapeamento de conteúdo no funil é possível acompanhá-lo até a tomada de decisão de compra (ou quase), o que já aproxima naturalmente os departamentos de marketing e vendas.

E não precisa confiar somente no que eu digo: segundo um estudo do Aberdeen Group, organizações com times de marketing e vendas alinhados “alcançam 20% de crescimento anual de receitas enquanto as outras viram suas receitas caírem 4% ano a ano”

Mas o que é realmente necessário para implementar uma estratégia de Vendarketing eficiente?

1. Todo mundo falando a mesma língua

Em empresas “tradicionais” é incrível o abismo que às vezes existe entre o departamento de marketing e vendas.

Um departamento simplesmente desconhece como o outro funciona e, basicamente, falam “linguas diferentes” dentro da empresa.

Afinal, quem é o cliente ideal? Qual o objetivo do outro departamento? Quais ações de marketing mais impactam vendas? Qual a duração do ciclo de vendas?

Quando ambos os departamentos não conseguem responder a perguntas como essas, há uma perda de informação, alinhamento e eficiência no processo.

Um time de marketing que foca só no que produzir – para um público que ele acha ser o ideal – pouco ajuda o time de vendas.

Ao mesmo tempo um time de vendas que enxerga o marketing como um departamento subordinado, que serve somente para fazer aqueles flyers bonitinhos para ajudar na venda, não está ajudando em nada o processo de aquisição.

Por esse motivo é importante que os dois departamentos estejam alinhados em relação a definições, termos e processos básicos, como, por exemplo:

  • Qual é a persona que a empresa quer atingir?
  • O que é uma lead?
  • Qual o objetivo final do processo de aquisição?
  • Como é a jornada do cliente no marketing?
  • Quais são as etapas do processo de vendas?
  • etc.

Basicamente, o processo como um todo deve ser o mesmo na cabeça de todos os profissionais envolvidos.

Isso cria uma unidade conceitual que evita erros de interpretação na comunicação entre os dois times.

2. Comunicação entre os times

De nada adianta o chefe de algum departamento simplesmente criar um dicionário, entregar para todo mundo e dizer que agora os departamentos falam a mesma lingua.

O dia-a-dia de departamentos de marketing e vendas é extremamente dinâmico e a troca de informações deve ser constante, para que sempre haja aprendizado.

Para que o vendarketing seja bem implementado é necessário que haja uma comunicação estruturada e constante entre os dois times para troca de informações.

Afinal, como o marketing irá saber se as leads enviadas são boas? Ou se as campanhas estão funcionando? Ou, do outro lado, como vendas poderá se preparar para alguma ação pontual do marketing?

Crie reuniões frequentes entre os times (eu sugiro que sejam no mínimo semanais) para troca de experiências, adote algum software de comunicação – como o Slack, por exemplo – e sempre incentive os profissionais de ambos os departamentos a levantarem da cadeira e irem tirar dúvidas com outros colegas de trabalho.

Essa troca de informações irá levar naturalmente a processos mais eficientes, decisões feitas com mais embasamento e, de tabela, vai diminuir as panelinhas na festa de fim de ano da empresa.

3. Um acordo formal de trabalho (SLA)

funil de vendas

Até o momento todos os pontos mostrados para a implementação do Vendarketing estão focados em melhorar a comunicação entre os times, o que é essencial para que a empresa alcance seus objetivos.

Agora é hora de determinar, dentro do processo de aquisição de clientes, o que cada departamento deve fazer para que isso tudo funcione de maneira eficiente.

E para isso acontecer é essencial que exista um acordo entre os departamentos, chamado de SLA (Service Level Agreement).

Na prática, um SLA é o conjunto de regras que determina as ações e os entregáveis em cada ponto de contato entre os departamentos, evitando que fatores subjetivos façam com que um time culpe o outro caso objetivos não sejam alcançados (se você já trabalhou em uma empresa mais tradicional, sabe como isso acontece o tempo todo e é extremamente estressante).

Aqui vão alguns exemplos de SLAs que podem ser implementados em um processo de vendarketing:

  • Marketing
    • Entregar 100 MQLs por mês para o time de vendas
    • Uma MQL é uma empresa com mais de 100 funcionários, que interagiu com algum conteúdo da empresa no último mês e com budget de marketing acima de R$ 100 mil / mês
  • Vendas
    • Entrar em contato com cada lead em no máximo 1h após ela ser passada pelo marketing
    • Tentar pelo menos 4 conexões antes de desistir de uma lead.

Quando regras assim estão bem definidas, os papéis de cada departamento estão claros e mensuráveis.

A partir daí nenhum vendedor poderá mais reclamar que as leads estão ruins e o departamento de marketing não terá mais argumento para dizer que são os vendedores que não estão sabendo trabalhar as leads.

Desde que todos sigam o acordo, percepções subjetivas estão fora do processo.

Ah, e ajuda muito a trazer paz e harmonia para o ambiente de trabalho 😉

Por últimos, não se esqueça de avaliar os SLAs de tempo em tempo para ver se é possível melhorá-los para que tragam resultados ainda melhores.

4. Métricas, métricas e mais métricas

Essa é a nossa parte favorita de todo o Vendarketing, mas que alguns profissionais de marketing possuem certa dificuldade em entender (vendedores já são mais acostumados): todas as pessoas envolvidas no processo devem ter objetivos específicos e númericos.

Além disso, a performance de cada departamento em cada etapa do processo deve ser medida para que seja possível entender os pontos de falha e oportunidades e seja possível mensurar, financeiramente, o impacto de cada uma dessas etapas.

Exemplo:

exemplo de investimento

Existe muito o que ser analisado e aprimorado nesse funil, como taxas de conversão, custo por lead, etc; mas vamos pelo mais simples: o custo de aquisição de cada cliente (CAC) está em R$ 2.500,00, você sabe me dizer se isso é um bom número?

E aí?

Ok, ok, a pergunta em si é uma pegadinha, pois uma informação essencial ainda falta para você saber a resposta: o que está sendo vendido?

Se o produto em questão for um micro-ondas de R$ 400,00 esse custo de aquisição está altíssimo, mas se for um carro de R$ 80.000,00, a situação se inverte e o custo está ótimo! O que importa é o ROI!

E, na nossa opinião, o foco em métricas é a melhor coisa que pode acontecer para qualquer departamento de marketing.

Pense bem: sem o Vendarketing o departamento de marketing é muitas vezes somente um centro de custo, que é cortado assim que existe alguma crise ou alguma redução de custos.

Afinal, como você mede o ROI de um outdoor ou flyer, por exemplo? Ou até mesmo de um anúncio no Facebook, se as leads geradas não estiverem sendo rastreadas até a venda?

Agora, a partir do momento em que o marketing mostra que com R$2.500,00 de investimento ele gera 50.000 leads e, por exemplo, vende um carro de R$80.000,00, o jogo muda e ele se torna uma fonte de receitas!

Aí é só pedir para seu diretor aumentar seu budget e você irá aumentar as vendas (ok, simplificamos levemente, mas é quase isso).

Logo, marketeiros (e publicitários), é hora de perder o medo do Excel.

5. Integração de softwares

Esse é um dos “segredos” que faz com que o time de vendas aqui da Rock Content seja extremamente eficiente: quando ele recebe uma lead através do CRM ela já possui todo o histórico de interações com os conteúdos e ações do marketing.

Com isso o vendedor já conhece muito mais o estágio de maturidade do cliente em relação ao nosso serviço, os interesses dele, entre várias outras coisas.

Muitos de nossas ligações do time de vendas começam com: “Olá, reparei que baixou um ebook nosso e está interessado em marketing de conteúdo, correto?”.

Esse tipo de conexão é extremamente poderosa.

Para que isso funcione bem é importantíssimo que informações não se percam entre os softwares usados pelo time de vendas e o time de marketing. E você não precisa usar sistemas extremamente complexos para isso:

  • Se você já está em um estágio mais avançado, conecte sua plataforma de automação de marketing a seu CRM através de APIs.
  • Caso ainda não use um CRM, dê acesso à plataforma de automação para todos seus vendedores.
  • Ou, em último caso, se você usa planilhas, garanta que todo mundo tenha acesso a elas.
  • Agora, se você não rastreia nada, é hora de repensar seriamente seu marketing e vendas.

Conclusão

Se você chegou até aqui espero que tenha entendido que o Vendarketing é, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à maneira como as empresas encaram a aquisição de clientes.

Todos os processos e as dicas citadas aqui são somente uma consequência prática dessa mentalidade e, por causa disso, se você quiser criar seus próprios processos, sinta-se à vontade, não há nada de errado nisso.

Na verdade, se você tiver uma ótima ideia, compartilhe com a gente!

Estratégia de marketing: 11 elementos para atrair clientes

Aprenda o que é estratégia de marketing e conheça 11 maneiras de atrair mais clientes e divulgar sua marca.

Estratégia de marketing é o planejamento de todas as ações que serão utilizadas para divulgar uma marca, produto ou serviço. Esse planejamento é acompanhado constantemente para ter certeza de que os resultados esperados para cada uma das ações previstas estão sendo realmente positivos e, principalmente, para melhorar o que precisa de ajustes.

Em qualquer área de atuação, ter uma estratégia de marketing bem definida e implementada é ideal para que seu negócio cresça e seja divulgado das formas mais variadas possíveis. Isso porque é a partir dessas estratégias que você consegue fazer com que mais pessoas conheçam sua marca e, assim, pode atrair mais clientes.

Como o mercado digital está em constante expansão, hoje, não adianta mais apenas ter um bom produto/serviço e esperar que seu trabalho fale por si só. Você não pode definir seu negócio apenas pelo seu produto, afinal, sempre é possível encontrar melhorias no que você faz.

Se você definir seu negócio por apenas um produto, pode ser que, quando ele sair de moda, você perca todo seu empreendimento e tempo investido nisso. É por isso que você precisa pensar sempre em sua estratégia de marketing e nas personas para quem você vende. Assim, você consegue construir um negócio completo, e não apenas um produto sazonal.

O que é estratégia de marketing?

Antes de falarmos sobre os elementos fundamentais para te ajudar a atrair mais clientes, é necessário explicar o que é a estratégia de marketing.

Esse termo é muito utilizado, principalmente no mercado digital, porém, não significa que por ele ser tão difundido todas as pessoas realmente o compreendem como um todo. (Há vários outros termos do mundo online que você pode entender melhor o significado com este glossário do empreendedor digital.)

Basicamente, a estratégia de marketing nada mais é do que planejar com antecedências todas as ações de divulgação de sua marca, produto ou serviço e acompanhar os resultados dessas ações para entender o que deve ser mantido e o que pode ser melhorado.

Além disso, ter uma estratégia de marketing é também conseguir divulgar seu produto/serviço para um cliente em potencial da melhor maneira possível. Isso significa não tentar vender o tempo inteiro e dizer o que as pessoas devem ou não fazer, mas sim entregar valor para as pessoas com o que você disponibiliza e indicá-las soluções que elas podem tomar.

É claro que toda divulgação de produto envolve também campanhas e lançamentos (falaremos sobre isso mais para frente), mas a estratégia de marketing não se resume só a isso. Ela é um conjunto de elementos que conseguem levar as pessoas por uma jornada desde o conhecimento de seu produto até a compra final.

É por isso que você precisa entender e planejar as mais variadas formas de divulgar sua marca para conseguir atrair público de diversos canais de comunicação.

Por que é importante ter uma estratégia de marketing?

É claro que o melhor marketing de algum produto é aquele que consegue vender o que você oferece para seu público. Porém, você precisa ter uma estratégia de marketing bem estruturada antes de começar a efetuar suas ações de divulgação porque, mais do que vender, é muito importante entregar algo de valor para as pessoas.

Mesmo que você esteja vendendo algo pela internet, o processo de vendas ainda é pessoal e exige que seu foco esteja no consumidor. Você precisa empreender com um propósito, e ajudar o consumidor a suprir alguma dor é uma ótima meta.

Se você pensa em estratégias que possam, de alguma forma, mostrar o quanto seu produto ou serviço pode mudar a vida das pessoas, você consegue atrair seus clientes de maneira orgânica, o que ajuda também a aumentar seu lucro, já que suas ações de marketing não terão gastos muito altos.

O mais importante em planejar suas ações de marketing é que, assim, você consegue pensar em estratégias de baixo custo, alto impacto, que sejam criativas e realmente voltadas para a persona de seu negócio. Quanto mais específico forem suas ações para seu nicho, maiores serão suas possibilidades de atrair clientes.

Como atrair clientes com a estratégia de marketing?

Agora que você já entendeu o que é uma estratégia de marketing e sabe como ela é importante para seu negócio, vamos te ajudar com alguns elementos fundamentais para que você consiga atrair mais clientes.

É claro que cada negócio tem um público diferente que quer atingir. Por isso, não significa que todas as ações serão adequadas para você. O importante aqui é perceber a quantidade de elementos que você pode usar para aumentar sua divulgação e utilizar aquelas que são mais assertivas para sua persona.

Além disso, saiba também que você não precisa escolher apenas uma estratégia de marketing para seu negócio. Com planejamento, é possível criar mais de uma ação para sua marca. Com o tempo, você perceberá o que funciona e poderá desfazer aquilo que não é relevante para seu negócio.

1. Blog

O blog é uma das estratégias mais conhecidas e utilizadas por quem quer atrair clientes de maneira orgânica na internet e entregando conteúdo educativo e de qualidade. Isso porque, quando você tem um blog, consegue escrever posts que respondam dúvidas diversas (desde as mais básicas até as mais técnicas) e que mostrem soluções específicas para sua audiência.

2. SEO

De nada adianta ter um blog com muito conteúdo interessante para sua audiência se seus posts não forem acessados. É por isso que você precisa aplicar técnicas de SEO (Search Engine Optimization) em seus post, para que sua página apareça nos primeiros lugares dos mecanismos de busca, como Google.

Trabalhe bem as palavras-chave em seus textos, teste títulos que chamem a atenção dos usuários, escreva conteúdos completos e que realmente eduquem sua audiência. O importante é otimizar todos seus posts para que as pessoas cheguem a seu conteúdo sempre que pesquisarem por algum termo relacionado a seu nicho.

3. E-mail marketing

Muitas pessoas ainda têm a ideia de que o e-mail não é mais uma boa estratégia de marketing, afinal, muitos usuários nem se dão o trabalho de ler as mensagens encaminhadas. Porém, não é bem isso que acontece, principalmente se seus e-mails tiverem conteúdos interessantes para as pessoas, e não apenas propagandas de seus produtos ou serviços.

Crie, por exemplo, uma newsletter e encaminhe informações importantes via e-mail para pessoas que deixarem seus endereços de e-mail em sua página. Envie também materiais ricos, como e-books mais elaborados.

Essa é uma maneira de manter a comunicação com seus clientes em potencial via e-mail e ainda manter o engajamento dessas pessoas com sua marca.

4. Redes sociais

As redes sociais em geral são ótimos canais de comunicação com o público, principalmente porque, atualmente, é difícil encontrar alguém que não use nenhuma dessas maneiras de socializar.

Como estratégia de marketing, o que você precisa fazer é entender onde está sua persona: Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, Snapchat?

É bem provável que você tenha que fazer ações de marketing em mais de uma rede social, mas fique atento para não se esforçar demais em locais onde sua audiência não está.

E lembre-se: suas redes sociais também precisam trazer conteúdo que agregue valor para os usuário. Por isso, não fique apenas fazendo propaganda de sua marca o tempo inteiro.

5. Canal de vídeo

Você sabia que mais de 40% das pessoas dizem ter preferência em consumir conteúdo em formato de vídeo?

É por isso que plataformas como o YouTube estão cada vez mais famosas e sendo utilizadas por diversos setores, sejam eles online ou não.

A verdade é que, quando você cria vídeos, consegue passar informações valiosas para sua audiência de uma maneira fácil para ser consumida. Então, por que não utilizar vídeos para divulgar seus produtos e serviços?

Além do YouTube, existem outras formas de rentabilizar com vídeos, e você pode entender melhor sobre isso lendo este texto sobre como ganhar dinheiro com vídeos na internet – além do YouTube.

6. Links patrocinados

Os links patrocinados são anúncios vinculados em outras páginas, geralmente alguma que esteja relacionada a seu negócio, pelos quais você paga para serem divulgados.

O objetivo desses links é que outras pessoas que buscam por temas parecidos com o seu, mas que ainda não conhecem seu produto ou serviço, consigam te encontrar em outros blogs, redes sociais e sites em geral que eles seguem.

Um estratégia de marketing que tem agradado muito os usuários são os native ads. Isso porque esse tipo de publicidade paga não atrapalha a navegação e a experiência dos usuários nas páginas em que eles estão.

7. Mídia digital out of home (OOH)

Recentemente, é comum encontrarmos painéis de LED ou algumas telas em elevadores e ônibus, por exemplo, com propagandas diversas.

Se seu objetivo é promover uma divulgação e expansão de seu negócio em sua região geográfica, essa é uma outra maneira de difundir mais sua marca. Porém, mais uma vez, você precisa sempre pensar onde seu público está e se essa estratégia é mesmo interessante para seu negócio.

8. Rádio, TV, revistas e jornais

Assim como a mídia digital OOH, fazer divulgação em veículos de comunicação em massa e na mídia impressa depende muito de seu tipo de negócio e dos canais de comunicação que seu público mais utiliza.

Além disso, você precisa planejar também nos gastos que terá, afinal, esse tipo de estratégia de marketing, geralmente, exige um investimento maior.

9. Eventos

Independentemente se seu negócio é físico ou online, fazer eventos para interagir com seu mercado é sempre uma ótima maneira de também divulgar sua marca.

É possível realizar desde eventos pequenos, para alguma empresa com a qual você queira fazer parceria, ou até mesmo eventos maiores e abertos para o público, a fim de atrair novos clientes e educar sua audiência pessoalmente.

Mesmo para quem trabalha com a internet, tudo que envolve pessoas exige empatia. Por isso, é muito interessante criar eventos para que as pessoas te conheçam e consigam até mesmo se enxergarem em você. Isso fará com que elas percebam possibilidades que, se fosse apenas online, poderiam passar despercebidas.

10. Parcerias

Fazer parcerias, principalmente no mercado digital, é uma maneira eficiente para aumentar o alcance de seu negócio. Porém, encontrar parceiros bons e que estejam alinhados com seu modelo de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil.

Há vários tipos de parcerias que você pode fazer, por exemplo:

  • Trocas de guest post com outros blogs;
  • Collab em algum canal do YouTube (quando um youtuber grava com outro e ambos os canais);
  • Co-produção de e-books ou newsletter;
  • Divulgação em uma rede social de algum influenciador digital.

O importante nesse tipo de estratégia de marketing é você conseguir identificar parceiros que pode te ajudar a atrair mais clientes e para os quais você consiga fazer o mesmo. Assim, você terão um aumento na audiência de ambos.

11. Promoções

Por último, crie promoções que incentivem os usuários a comprarem mais ou a levarem novos clientes para sua página.

Você já viu alguns perfis de Instagram fazendo sorteios de brindes sendo que o regulamento é você comentar com o @ de outras pessoas que ainda não conhecem aquela marca?

Essa é uma estratégia de marketing que alguns perfis usam para ficarem mais conhecidos e também para ganhar mais seguidores.

Outro tipo de promoção que você pode fazer é o up-sell, down-sell ou o cross-sell assim que uma pessoa terminar de comprar algum de seus produtos. Com isso, pode ser que o usuário tenha interesse em efetuar uma outra compra em seu site.

Como definir sua estratégia de marketing?

Agora que você já viu 11 formas de atrair mais clientes, é importante saber o que você precisa fazer para escolher exatamente a melhor estratégia de marketing para seu negócio. Afinal, não é porque você aplica todos esses elementos que significa que sua audiência aumentará.

Então, antes mesmo de sair por aí criando ações em todos os canais de comunicação, leve em consideração:

  1. A persona para quem você criou seu produto ou serviço;
  2. O mercado no qual você está inserido;
  3. As tendências de sua área de atuação;
  4. Aquilo que seus concorrentes têm feito;
  5. Os resultados que você espera de suas ações de marketing;
  6. A taxa de conversão em cada canal de comunicação que você está utilizando;
  7. O investimento máximo que você está disposto a fazer.

Com essas informações bem esclarecidas, você conseguirá perceber quais são as estratégias que estão funcionando em seu negócio e poderá se dedicar mais àquelas que realmente trazem retorno. Lembre-se: é muito importante medir tudo o que você faz para ter certeza de que seu trabalho não está sendo feito em vão e que você está tendo lucro.

10 dicas para melhorar sua produção de conteúdo

Saiba como deixar seus conteúdos irresistíveis!

Se você trabalha na internet, com certeza sabe a importância da produção de conteúdo tanto para atrair clientes em potencial, como para se tornar uma autoridade na área que você atua.

Há várias maneiras para entregar conteúdos atrativos que eduquem sua audiência, entre elas, o blog tem grande destaque. Afinal, essa é uma estratégia prática e simples para compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.

Porém, de nada adianta ter um blog se os conteúdos que você compartilha não são lidos.

Quer saber como deixar sua produção de conteúdo melhor?

Acompanhe as 10 dicas que separamos para te ajudar na hora que você estiver escrevendo os textos de seu blog:

1. Escreva para seu público

Uma boa produção de conteúdo é aquela que é feita para um público específico. Afinal, quando você quer atingir várias pessoas com perfis completamente diferentes, pode ser que não consiga abordar tudo que todos procuram em um mesmo texto.

É por isso que o primeiro passo que você deve tomar ao começar a escrever um texto é pensar exatamente para quem você está escrevendo.

Faça uma pesquisa de persona para conhecer sua audiência e utilize essas informações para pensar nos temas que você irá abordar e na maneira como seu texto será escrito. E quando falamos disso, estamos dizendo que você precisa pensar desde os tópicos de seu texto até a linguagem que usará para se comunicar com sua persona.

2. Encontre tendências

Você já viu que sua produção de conteúdo deve ser voltada para sua audiência, mas é possível também ir além das informações que você acha que seu público quer.

Com sua pesquisa de persona em mãos, você consegue entender quais são as principais dúvidas das pessoas a respeito de sua área de atuação e pode fornecer informações completas sobre esses assuntos.

Porém, além disso, é possível também procurar tendências para desenvolver textos que podem atrair mais audiência para seu blog.

Uma das maneiras de encontrar essas tendências é utilizando o Google Trends.

Com essa ferramenta, você consegue encontrar informações sobre os desejos e atitudes das pessoas na internet. O Google Trends oferece esse tipo de dado conforme as pesquisas feitas pelos usuários no Google.

A partir dessas informações, você consegue entender quais palavras-chave são mais procuradas em um período de tempo e um país específicos e, assim, pode planejar sua produção de conteúdo a respeito daquele tema.

3. Crie títulos atrativos

Você provavelmente já deve ter deixado de clicar em algum conteúdo durante suas pesquisas no Google porque não achou que fosse encontrar todas as respostas que esperava lendo apenas o título de um texto, não é mesmo?

Quando as pessoas pesquisam algum termo na internet, a primeira coisa que elas veem são os títulos dos artigos.

É por esse motivo que você precisa pensar em um título que seja atrativo e, ao mesmo tempo, seja um resumo daquilo que você abordará em seu conteúdo.

4. Planeje suas pautas

Crie um calendário editorial com todas as pautas que você já abordou em seu blog e com os temas que você ainda falará.

Isso é muito importante pois fará com que sua produção de conteúdo não seja repetitiva. Sem contar que te ajudará a planejar com antecedência os tópicos que você precisa estudar mais para desenvolver textos melhores para sua audiência.

5. Produza conteúdo com frequência

De nada adianta ter um blog para educar sua audiência se você não produzir e publicar conteúdos com uma certa frequência.

As pessoas procuram seu blog para se informarem a respeito de assuntos relacionados a seu nicho. Imagine se elas precisarem de alguma informação e você não tiver atualizado suas postagens?

Sabemos que, no início, pode ser difícil desenvolver e publicar um texto por dia, principalmente se você trabalhar sozinho. Mas, mesmo assim, você precisa pensar na frequência de suas publicações.

Se você escolher publicar seus posts duas vezes por semana, faça isso todas as semanas e sempre nos mesmos dias. Assim, seu público saberá exatamente quando procurar informações novas em seu blog.

6. Use links relevantes

É muito importante usar links em seus textos que levem os usuários para outros conteúdos dentro seu blog. Isso faz com que as pessoas fiquem mais tempo em seu site, além de ser ótimo para quem está lendo, porque ele terá acesso a mais informações relevantes a respeito daquele conteúdo.

O grande problema é colocar muitos links apenas com a intenção de manter o usuário mais tempo no site.

Por isso, para ter uma boa produção de conteúdo, sempre que você utilizar a estratégia de backlinks, pense em informações que serão realmente interessantes para sua audiência.

7. Evite erros de português

Além de desenvolver bem todo o conteúdo de seus textos, você precisa ficar muito atento à escrita.

Acredite ou não, erros de português podem prejudicar sua produção de conteúdo. Afinal, é difícil ler até o final um texto com muitos desvios gramaticais.

Mesmo que você não seja um expert na língua portuguesa, há certos erros que você consegue evitar fazendo exercícios gramaticais online ou até mesmo com a prática da escrita. Parece clichê, mas a verdade é que quanto mais você escreve, mais você aprende a escrever.

8. Revise seus textos

Uma boa produção de conteúdo é aquela que vai desde o planejamento dos temas que serão abordados em seus textos até a revisão e publicação destes posts.

Por isso, antes de publicar qualquer texto, lembre-se de revisar tanto em questão de conteúdo quanto gramática, links e até mesmo as imagens que você usará para deixar seu texto visualmente melhor.

Se você trabalha sozinho, uma dica importante é deixar a revisão para um ou dois dias depois de você escrever. Assim, você terá uma distância temporal entre o texto e a revisão, o que ajudará a perceber com mais facilidade as melhorias que você pode aplicar em seu conteúdo.

Mas, se for possível ter outra pessoa para fazer essa parte, aconselhamos que você peça para ela ler seu texto e sugerir algumas mudanças. Um olhar diferente em seu texto pode te ajudar a enxergar melhorias que você não teria percebido sozinho.

9. Tenha domínio das técnicas de SEO

Depois de planejar e desenvolver seu texto, chegou o momento de publicá-lo.

Se seu objetivo é aparecer nas primeiras posições dos mecanismos de busca (e, acredite, essa deve ser sua meta), você precisa conhecer as técnicas de SEO e aplicá-las em todos seus conteúdos.

São essas práticas que vão te ajudar a atrair mais visitantes de maneira orgânica para seu site.

10. Não escreva conteúdos repetidos

É claro que você pode e, inclusive, deve pesquisar o que seus concorrentes abordam em suas páginas. Afinal, monitorar a concorrência é uma prática que te ajuda a entender o que outras pessoas de seu nicho estão fazendo para pensar em estratégias que façam você se destacar.

O grande problema é quando sua produção de conteúdo passa a ser idêntica ao que já foi criado por outras pessoas.

Lembra de nossa primeira dica? Ela é fundamental aqui.

Pense sempre nas informações que ainda faltam para quem pesquisa sobre determinado tema e em como seus textos podem ser úteis para completar essas lacunas.

Assim, você evita escrever conteúdos repetidos e ainda consegue fazer com que seus textos sejam realmente relevantes para sua audiência.