O que é co-marketing e quais as vantagens desta estratégia para seu negócio?

Aprenda a encontrar bons parceiros e oportunidades para seu negócio.

“Uma andorinha não faz verão sozinha!” Se você já ouviu esse ditado alguma vez em sua vida, sabe que ele vai além das relações pessoais e encaixa-se perfeitamente na vida profissional.

E quando falamos disso, não estamos nos referindo apenas a sua carreira, mas também as relações comerciais que são construídas por uma ou mais empresas.

No mercado digital, esse ditado pode ser ainda mais ampliado, principalmente quando pensamos em parcerias comerciais.

Entre as várias estratégias para aproximar duas marcas, o co-marketing tem ganhado destaque principalmente por causa de seu objetivo de expandir a divulgação de um negócio para outros públicos.

Para um empreendedor digital, é fundamental conhecer várias maneiras de aumentar o alcance de sua marca.

Se esse é seu objetivo, confira, a seguir, nossas dicas para te ajudar a encontrar bons parceiros para aplicar estratégias de co-marketing em seu negócio.

Entendendo o co-marketing

Como o próprio nome já sugere, co-marketing é a união das estratégias de marketing de duas marcas com o objetivo de criar e divulgar produtos, serviços ou conteúdos que sejam interessantes para um público em comum.

Ou seja, são as ações de marketing compartilhadas por duas empresas a fim de atingir uma audiência que tenha o perfil parecido e que, por algum motivo, ainda não conhece as duas marcas.

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo:

O McDonald’s é uma rede de restaurantes mundialmente conhecida por seus lanches rápidos. Além dos hambúrgueres, eles também investem em outros tipos de alimentos, como os sorvetes.

Apesar de todo esse sucesso, visando atingir um público ainda maior e que goste de sobremesas diferentes do que apenas um sorvete comum, o McDonald’s passou a fazer parcerias com fabricantes de chocolates.

Hoje, dentre os diversos sabores do McFlurry (uma sobremesa do McDonald’s que você consegue comprar em qualquer lugar do mundo), é possível encontrar uma opção com M&M’s, outra marca muito conhecida em seu nicho.

O que essas duas empresas têm em comum?

Ambas pertencem ao nicho de alimentação e têm opções de sobremesa para seu público. Isso significa que as pessoas que consomem os produtos das duas marcas estão em busca de produtos parecidos: algo doce para saborear depois de uma refeição.

Então, em uma estratégia de co-marketing, McDonald’s e M&M’s se uniram para criar uma sobremesa única, que atingisse os dois público e que ainda ampliasse a divulgação e os lucros das duas marcas.

co-marketing - imagem de um slogan da mm's

Como encontrar parceiros para co-marketing

É claro que o co-marketing traz várias vantagens para seu negócio (falaremos mais sobre isso ainda neste texto), mas você já deve estar pensando:

Como consigo encontrar as marcas certas para fazer esse tipo de parceria?”

Se você pensou que não pode se unir a qualquer empresa apenas para ampliar o alcance de sua marca, você está certo.

Ao procurar parceiros para fazer co-marketing, você precisa levar em consideração:

1. Público-alvo

Tenha certeza de que o público da empresa parceira tem características parecidas com o seu.

De nada adianta tentar fazer co-marketing com uma marca que fale para uma audiência completamente diferente da sua.

Provavelmente, essas pessoas terão pouco ou até mesmo nenhum interesse no que você tem para oferecer.

Não faça parcerias com alguém apenas porque essa pessoa tem um público muito maior do que o seu.

2. Autoridade da marca

Escolha parceiros que já sejam vistos como referências em suas áreas de atuação.

Se seu objetivo é atingir um público engajado, é importante que a marca com quem você quer fazer co-marketing já seja conhecida.

Isso será ainda mais importante se o tipo de estratégia que vocês utilizarem for a de criação de conteúdo.

Afinal, é muito mais fácil conversar com um público que acompanha e acredita naquilo que a empresa está falando.

3. Produto ou conteúdo oferecido

Deixe bem claro qual será o tipo de produto ou conteúdo que você oferecerá e entenda bem o que a outra pessoa dará em troca.

Uma estratégia de co-marketing bem organizada é aquela que o trabalho de criação e divulgação é igual para os dois lados.

Você não vai querer um parceiro que não colabora com as ações de marketing planejadas e muito menos alguém que deixe todo o trabalho para você.

Além disso, tenha certeza de que aquilo que o parceiro oferece segue os mesmos critérios de qualidade que os seus.

Assim, você evita que sua audiência receba algo ruim com o qual ela não está acostumada e também evita que seu nome seja vinculado a um produto ou conteúdo de baixa qualidade.

4. Comunicação

Criar estratégias de marketing em uma empresa com muitos funcionários já é algo que envolve muita conversa para que tudo saia da maneira como você imaginou.

Imagine, então, ter que envolver pessoas que não estão em seu convívio diário?

Sempre que você prospectar outras marcas para fazer parcerias, tenha certeza de que a comunicação será clara.

Se desde o início você perceber alguma dificuldade para conversar com o parceiro, pense melhor se você quer realmente seguir com a estratégia de co-marketing.

Quanto mais difícil for a comunicação, mais complicado será para definir as ações que vocês farão juntos. Ou seja, mais tempo você gastará para criar e divulgar novos produtos ou conteúdos.

5. Conhecimento do mercado

Tenha certeza de que as pessoas com quem você quer fazer co-marketing conheçam bem o mercado delas e também o seu.

É importante que você dê ideias que possam ser usadas pela outra empresa, assim como eles também apresentem possíveis soluções para você.

Quando os dois lados conhecem bem as áreas que serão impactadas com as ações de marketing das duas marcas, é muito mais fácil encontrar estratégias de divulgação que sejam realmente assertivas.

Vantagens do co-marketing

Agora que você já entendeu como encontrar bons parceiros para fazer co-marketing, vamos mostrar as principais vantagens dessa estratégia:

1. Mais alcance

Toda estratégia de marketing tem como objetivo divulgar seu negócio.

A partir do momento que você se une a outra marca para pensar em ações de marketing compartilhadas, se os dois lados aplicarem corretamente o que foi planejado, a divulgação dos dois negócios será maior.

Se você fizer co-marketing com empresas que completam seus produtos ou conteúdos, você consegue fazer com que sua audiência conheça as soluções que eles oferecem, da mesma forma que o público delas passa também a te conhecer.

2. Acesso a um público novo

Essa vantagem é complementar à primeira.

Com mais alcance, automaticamente, mais pessoas passam a conhecer sua marca. E é bem provável que boa parte da audiência da empresa com que você fez parceria ainda não te conheça.

A partir do momento que vocês planejam juntos ações de divulgação de seus produtos e serviços, as duas empresas têm acesso a um público que antes não conhecia e não atingia.

Pode ser que pessoas que nunca ouviram falar de seu negócio percebam que você tem a solução para algo que elas precisavam e não sabiam onde procurar.

E quanto mais pessoas interessadas pelo que você oferece, maiores as chances de aumentar suas vendas.

3. Reconhecimento como autoridade

Ao fazer co-marketing com marcas reconhecidas de seu mercado, você passa a ser visto também como uma referência no assunto que você aborda.

Se as pessoas fazem parcerias com você, é porque elas acreditam que você é uma autoridade em seu nicho.

Isso é importante para sua audiência, que perceberá que aquilo que você oferece tem muito valor, e também para o mercado, que te reconhecerá como um especialista.

4. Menção em outros sites

No tópico anterior, falamos da importância de você ser visto como uma referência para seu público e também para seu mercado.

Mas, além disso, é muito importante que os mecanismos de busca percebam que seu negócio é o mais procurado em seu nicho.

Todas as vezes que você é mencionado em blogs e sites de outras pessoas, os buscadores, como o Google, percebem que seu conteúdo é completo e importante para seu mercado.

Isso é uma ótima estratégia de SEO que pode te ajudar a aparecer nos primeiros resultados de buscas de palavras-chave.

5. Divisão de custos e trabalho

Dependendo das estratégias de marketing que você utilizar, é provável que haja alguns gastos que você precisa fazer, principalmente se pensarmos na criação de algum anúncio pago ou um novo produto.

Ao fazer co-marketing, esses custos podem e devem ser divididos entre as duas empresas.

Mas, além da divisão dos custos, pense em uma estratégia de criação de ebook relacionado a seu mercado, por exemplo.

Para que o conteúdo seja completo, você com certeza precisará investir bastante tempo na hora de escrever.

Se você tiver um parceiro, é possível dividir o trabalho, o que fará com que vocês dois gastem menos tempo criando o ebook.

Além disso, é provável que vocês tenham mais informações do que se estivessem escrevendo sozinhos. Afinal, haverá mais de uma visão de mercado naquele conteúdo e suas ideias podem se complementar.

Como criar uma estratégia de co-marketing

Depois de ter encontrado bons parceiros e entender as vantagens do co-marketing, se você ainda não usa esta estratégia, deve estar se perguntando:

“Como criar uma estratégia de co-marketing?”

Existem várias maneiras de fazer isso, mas há alguns passos que são fundamentais para qualquer ação em conjunto com outras empresas. São elas:

  • Tenha um objetivo: não proponha uma parceria se você não souber o que quer alcançar com ela.
  • Planeje suas ações: pense no formato de conteúdo ou produto que você quer produzir e planeje seus passos antes de propor co-marketing para seus parceiros.
  • Escolha bem seus parceiros: depois de entender o que você precisa alcançar e o tipo de material que você quer divulgar, pense em parceiros que podem contribuir positivamente com suas ideias e que também possam se beneficiar com as ações planejadas.
  • Pense em sua persona: nunca deixe seu cliente de lado. Pense sempre no que ele precisa e no que pode agregar valor para a experiência de sua audiência.
  • Mantenha seus valores: nunca faça co-marketing com uma marca que vai contra os valores de sua empresa. Tenha sempre em mente a imagem que você quer passar para seu público.
  • Divida as ações de marketing: não pegue tudo para você fazer. Divida todas as ações de sua estratégia de maneira igualitária para ser justo para você e para a empresa parceira.
  • Avalie seus resultados: depois de rodar as estratégias que vocês escolheram, avalie os resultados de suas ações para ter certeza de que tudo que foi planejado está dando o retorno esperado.

5 Ferramentas on-line para criar seu site

Você sabia que hoje mais da metade da população tem acesso à internet? Pois é, mais de 100 milhões de brasileiros passa a maior parte do dia conectada à grande rede. E é por isso que você precisa ter um website, seja sobre você, sobre um assunto, sua empresa ou sua loja.

  1. Wix
    Atualmente, Wix é a maior plataforma de criação de sites do Brasil. Esta plataforma mundial está no país há mais de 10 anos e vem evoluindo a cada ano. É ideal para o pequeno / médio empresário que não tem conhecimento técnico e pode criar um site profissional em poucos minutos.
  2. Hostgator
    A Hostgator é uma plataforma mundial conhecida principalmente por sua forte oferta de servidor e por ser uma excelente opção para criar sistemas e sites mais desenvolvidos, como WordPress, criação de e-mail, sistemas em nuvem e muito mais.
  3. Webnode
    Webnode é uma plataforma para construir sites extremamente simples. Criada em 2008, a empresa ajudou mais de 22 milhões de usuários a criar seus sites. Não importa se você precisa de um site para sua empresa, um belo portfólio ou uma loja virtual de sucesso, aqui você encontra a ferramenta certa para sua necessidade.
  4. WordPress
    O WordPress surgiu em 2003 e é um projeto de código aberto que você pode usar para criar sites, blogs ou aplicativos. Com ênfase em acessibilidade, desempenho, segurança, facilidade no uso, ótimos designs, recursos poderosos e a liberdade para construir o que você quiser. O programa básico do WordPress é simples e previsível, assim você pode começar rapidamente. Ele também oferece recursos poderosos para quem quer crescer. WordPress é livre e inestimável ao mesmo tempo.
  5. Jimdo
    O Jimdo foi criado em 2007 e permite a criação de sites em poucos cliques. Oferece facilidade no uso, segurança e várias opções de designs. Você pode editar o site a qualquer momento e otimizá-lo para os mecanismos de pesquisa sem precisar saber como codificar.Acesse agora, faça seu site e confira!

Inbound Marketing x Outbound Marketing: quem ganha?

Ao longo dos últimos anos, o mundo do marketing está vivenciado uma reviravolta. Com o desenvolvimento do meio digital, o outbound marketing vem cedendo lugar ao inbound marketing.

O outbound é o marketing tradicional que já estamos acostumados. Ele se materializa nas grandes mídias e em anúncios e processos de venda que soam mais intrusivos ao consumidor.

Já a metodologia inbound, desenvolve técnicas que atraem o consumidor com conteúdo relevante e de qualidade, proporcionando uma jornada de compra mais confortável, uma vez que a lead chegará por conta própria através do fluxo de nutrição.

92% dos profissionais de marketing nos EUA afirmam que o inbound é essencial para as empresas. Porém, muitas pessoas têm se enganado na concepção de que, por terem uma abordagem oposta, o outbound ficou para o passado e o certo é investir somente na outra vertente.

Assim como a Internet não acabou com a televisão, que por sua vez não acabou com o rádio, nem com a mídia impressa, o outbound não vai acabar devido ao inbound. Ambos podem — e devem — coexistir em estratégias conjuntas para um resultado incrível.

Você já sabe tudo sobre as diferenças entre esses dois tipos de marketing e onde um se sobressai ao outro? Então, continue a leitura e descubra!

Inbound Marketing

No meio digital, os usuários têm o poder de decidir por onde navegam, o que buscam e o consomem. O processo de compra também mudou: 93% dos processos de compra começam com uma busca online. A partir dessa liberdade, o modo de atrair novos clientes também teve que se atualizar. Daí surge o inbound marketing.

Através da produção de conteúdos relevantes e que levam a compra do produto final, um visitante é levado em um processo de nutrição até se tornar um cliente.

O sucesso está em não importunar o internauta, mas conquistá-lo por meio de materiais que ele busca, criando um processo de vendas menos invasivo, que respeita suas decisões e cria relacionamentos.

Por ser tudo em meio digital, ele costuma sair 62% mais barato comparado aos investimentos em outbound marketing, e ainda apresenta um ROI de 275%, segundo estudos recentes da Hubspot. Dizer que o custo é menor não é certo, afinal com os mesmos investimentos que seriam gastos totalmente em outras estratégias, é possível atingir um retorno melhor.

A metodologia inbound se define em 4 etapas:

  • Atrair: por meio de conteúdos de qualidade, os usuários da web devem se tornar visitantes. A dica é atrair por meio de canais receptivos, como blogs e redes sociais.
  • Converter: esses mesmos visitantes devem gostar do material e, a partir disso, se convertem em leads, que vão passar pelo processo de nutrição. Essa etapa se dá por meio de call-to-actions, formulários e landing pages de materiais ricos, que o levam para o fluxo.
  • Fechar: depois de ser tornar uma lead, ela deve ser nutrida, a fim de fazer ela perceber o problema que possui e mostrar como resolvê-lo. Por fim, é hora de se mostrar como a solução perfeita e passar essa lead para o time de vendas, até torná-la um cliente.
  • Encantar: após a compra, é necessário criar um relacionamento e torná-lo um fã.. Por meio das redes sociais e de campanhas de e-mail marketing, esse diálogo se torna possível, ajudando na satisfação do cliente e garantindo fidelidade à marca.

 

Durante o processo, diversas técnicas e materiais devem ser trabalhados. Entre eles, temos:

  • SEO;
  • Palavras-chave;
  • Copywriting;
  • Redes sociais;
  • Link building;
  • CTAs;
  • Landing pages;
  • Automação de marketing;
  • Email marketing.

Uma estratégia contínua e bem alinhada com esses componentes leva a resultados fantásticos e facilmente mensuráveis. Afinal, por se tratar do meio digital, é possível conferir métricas, como tráfego e conversões, com ferramentas como Google Analytics e mecanismos de automação de marketing.

Porém, como é notável, são diversos os passos que devem ser tomados. Além disso, leva algum tempo até obter tráfego relevante para o projeto começar a escalar, de tal modo que o ROI só se mostra relevante a médio-longo prazo.

Como se trata de uma metodologia recente, também pode ser um pouco difícil encontrar profissionais de qualidade para tocar o inbound. Por sorte, já existem plataformas, como o Rockjobs, que permitem encontrar ótimos candidatos em marketing digital.

Outbound Marketing

O outbound marketing já é bem conhecido por ser aquele que anuncia a marca para os prospects, desde grandes campanhas em mídias televisivas e impressas, até ligações de telemarketing.

Hoje, existem diversas dificuldades para esse mercado, como filtros de spam, bloqueio de listas de telefones, entre outros. O público já não é receptivo às mesmas técnicas invasivas de antes, então foi preciso que o outbound também se renovasse.

Definitivamente, ele não está morto. As pessoas continuam a consumir produtos midiáticos, ainda atendem telefonemas e observam outdoors, não é mesmo?

Para chamar sua atenção, é essencial elaborar técnicas e conteúdos criativos, e investir em um público que realmente vai se conectar com eles. Uma boa forma de chegar no consumidor assertivamente é através das personas, representação do cliente ideal, que guiam a produção de todo tipo de material que serve para ela.

O digital também abriu inúmeras portas para esse tipo de marketing. É possível fazer anúncios virtuais por meio de Facebooks Ads e Google AdWords, que são ótimos para a promoção de conteúdo também.

Entretanto, a possibilidade de mensuração fica mais restrita ao meio digital. Para estratégias que envolvem materiais e técnicas físicas, ainda é difícil analisar os resultados, uma vez que dependem de longas, caras e demoradas pesquisas de percepção do público.

Além disso, o outbound também continua bem sucedido na prospecção de clientes. Beneficiados pelos avanços digitais, é possível alcançar os prospects corretos, conquistar leads em maior quantidade e reduzir o ciclo de vendas.

Para isso, surgem times de inteligência comercialSDRs — Sales Development representatives — e executivos de vendas, que se dividem na tarefa de caçar os prospects, nutrir as leads e fechar o processo de venda.

Dessa forma, o processo de venda é renovado e feito de modo mais direcionado e organizado entre equipes especializadas para cada etapa.

Como o processo de vendas é milenar, já existem diversos profissionais qualificados no mercado. Quanto às campanhas, o mercado publicitário já consegue atender essa demanda, mesmo também estando em transformação. Tudo isso torna mais fácil compor um time de excelência.

As maiores vantagens do outbound marketing são ter um ROI perceptível mais rapidamente, uma vez que é possível conseguir leads a partir do momento de prospecção, e conseguir um contato mais próximo durante todo o processo de venda.

Por isso, é normal que as estratégias nessa vertente sejam mais caras e, com a transição do mercado, passem a gerar menos resultados como era antes, mesmo com novas práticas e mais cuidado ao executá-las.

Quadro comparativo: Inbound X Outbound

Inbound

  • Comunicação mais indireta.
  • Modelo de comunicação em via dupla: mais diálogo e interação.
  • Custo relativamente mais baixo.
  • Engaja mais pois o conteúdo da mensagem é mais envolvente e relevante para o público.
  • É possível acompanhar resultados em tempo real e modificar a estratégia imediatamente, se necessário.

Outbound

  • Comunicação mais direta.
  • Modelo de comunicação em massa.
  • Velocidade de ROI mais alta.
  • Atinge resultados mais rapidamente.

Situações complementares

Apesar de trabalharem em vertentes opostas, o inbound e o outbound marketing geram resultados impressionantes quando trabalhados juntos.

Novos negócios

Quando um negócio ainda está no início, divulgação é essencial para atrair clientes e conquistá-los, correto?

Como a metodologia inbound é uma estratégia de médio-longo prazo, é impossível contar somente com ela nesse período. Até conquistar boas posições nos mecanismos de busca e conseguir fazer a máquina girar, leva um certo tempo, no qual os clientes já se fazem necessários para movimentar o caixa.

Por isso, o outbound serve como uma ótima oportunidade para já prospectar clientes, conseguir receita e impedir que a equipe responsável pelas vendas fique ociosa.

Além disso, é possível já conquistar clientes estratégicos que dão credibilidade ao nome do negócio e o divulgam indiretamente no mercado. Basta fazer a prospecção corretamente e ir com garra.

Ticket alto

De acordo com a Hubspot, 90% dos investimentos em marketing são direcionados para o outbound marketing, restando somente 10% para o inbound.

Logo, não é surpresa que o outbound iria continuar trazendo mais lucros de modo geral, certo? Porém, a maior rentabilidade parte de clientes com ticket alto, que chegam mais por essa vertente.

Em toda venda, é essencial que o cliente se sinta confortável e tenha confiança na empresa para finalizar a compra. Isso requer contato humano, de forma que o time de SDR e executivos de vendas precisam nutrir mais suas leads. Especialmente em compras de alto valor, esse contato precisa ser ainda mais próximo.

Por desenvolver esse aspecto desde o início, o outbound ainda performa melhor na prospecção de grande empresas e quando o ticket é extremamente alto. Ainda assim, o inbound é um grande auxiliar no processo de venda com a produção de conteúdo.

Redução do ciclo de vendas

O processo do outbound envolve valores mais altos, uma vez que a lead é nutrida por uma pessoa e isso requer tempo do time comercial.

Nessa situação, os conteúdos do inbound surgem como uma solução fantástica, uma vez que ao ser enviada para uma lead, já a deixa preparada para reuniões estratégicas. O conteúdo está disponível 24 horas por dia, assim ela pode consumí-lo quando quiser e também continuar a consultá-los após as calls.

Assim, essa estratégia promove conforto para o cliente e ajuda o time de outbound a otimizar seu tempo focando em pontos estratégicos. Dessa forma, o ciclo de vendas diminui e se torna possível fechar mais deals em menos tempo.

Treinamento da equipe e educação do mercado

Todo time de vendas precisa ser expert no que está vendendo. Afinal só assim consegue lidar com objeções com maestria, não é mesmo?

O inbound marketing não serve somente para conquistar clientes, mas melhora também a qualificação dentro da empresa. Os conteúdos facilitam o treinamento de novos membros de uma equipe, fornecendo uma base fundamentada para o serviço e preparando-os para a prática.

Eles servem também para educar o mercado e nutrir até mesmo futuros candidatos de um processo seletivo.

Dessa forma, o inbound marketing não promove somente para a aquisição de novas leads, mas a educação como um todo do mercado e da empresa, garantindo reconhecimento de marca e aprimoramento dos funcionários.

A aplicação do outbound e do inbound podem se complementar em diversas formas, otimizando os resultados que seriam obtidos caso as estratégias seguissem somente uma vertente.

É preciso analisar quais os objetivos da empresa e, assim, montar uma estratégia matadora, alinhando os pontos de como cada tipo de marketing deve se comportar na rotina de trabalho e na aquisição de prospects e leads.

Tudo indica que o inbound é o futuro do marketing, que vem se tornando mais relevante a cada ano, com resultados cada vez melhores.

Ainda assim, o outbound marketing vai continuar presente. Para ter sucesso, só é preciso ter criatividade e continuar encontrando formas de inovar, assim como em qualquer estratégia.

O que é ROI? Descubra se seus investimentos estão valendo a pena

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) em cada investimento realizado.

 

A única maneira de escolher corretamente os investimentos que devem ser feitos por uma empresa é entendendo bem quais são as estratégias que dão resultados e são capazes de aproximar o negócio de suas metas.

Mas, com tantas táticas de aquisição e fidelização de clientes por aí, como saber o que funciona melhor para a sua empresa, especificamente?

Parece complicado, não é?

Mas a resposta é calcular o ROI com precisão e agir em cima dele. A grande vantagem é que, no marketing digital, isso é totalmente possível.

Ainda não conhece muito bem o que é o ROI, como calcular e para que serve? Então fique conosco, vamos explicar tudo que você precisa saber sobre ROI!

Neste post você vai aprender:

  • O que é ROI
  • Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio
  • Como calcular o ROI
  • Como avaliar os seus resultados
  • Quais as limitações do ROI
  • 5 desafios para usar o ROI da forma correta
  • 5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Afinal, o que é ROI?

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) com cada investimento realizado.

Isso inclui tudo o que for feito visando algum lucro futuro, como campanhas de marketing, treinamentos de vendas, aquisição de ferramentas de gestão, novas estratégias de retenção de clientes, etc.

Dessa forma, fica claro não só quais investimentos valem a pena, mas também como otimizar aqueles que já estão dando certo, a fim de que tenham um desempenho melhor.

O ROI pode ser calculado em diversas áreas como:

  • ROI do Marketing de Conteúdo;
  • ROI de Email Marketing;
  • ROI das Mídias Sociais;
  • ROI das campanhas no Google AdWords;
  • ROI do Blog Corporativo;
  • ROI do SEO, etc.

Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio?

O Marketing Digital é muito amplo, e oferece uma gama incrível de métodos e ferramentas para quem quer fazer negócios na internet.

Mas, tantas opções podem confundir mesmo quem já conhece bem o assunto.

Fora isso, se lembre que as ações de marketing digital, apesar de confiáveis e eficazes, podem dar resultados diferentes dependendo do seu nicho de mercado, público-alvo, entre outros detalhes.

Por isso, acompanhar o retorno sobre investimento é fundamental. Ele ajuda a responder algumas perguntas profundas sobre o seu negócio, como estas:

  • Quais são as maiores fontes de lucro da empresa?
  • Quais são os canais de comunicação mais eficazes?
  • O desempenho das campanhas de marketing está de acordo com o esperado?
  • O processo de vendas tem se mostrado eficiente?
  • O atendimento ao cliente está contribuindo para a fidelização ou deixa a desejar?

É claro que não adianta esperar encontrar informações detalhadas somente com a análise do retorno sobre investimento, mas ele vai te dar uma boa direção de onde procurar.

Daí, usando outras métricas e indicadores importantes, você poderá se aprofundar melhor nos pontos que precisam de melhorias.

Como calcular o ROI

A maneira mais simples de calcular o ROI é seguindo esta fórmula:

Fórmula de ROI

Essa fórmula pode ser utilizada de modo abrangente —  para analisar o negócio como um todo — ou específico —  para avaliar um projeto ou área, individualmente .

Trabalhando dessa forma, é possível identificar erros e problemas em qualquer parte do negócio.

Além disso, o resultado final será em porcentagem, o que facilita a comparação entre o ROI de diferentes ações ou estratégias.

O que é classificado como “receita”?

Receita é tudo aquilo que a empresa arrecada por conta das vendas.

Ao calcular o ROI de uma área ou de uma campanha em específico, lembre-se de utilizar apenas o valor levantado pelo segmento escolhido.

Por exemplo, para calcular o retorno sobre investimento de uma plataforma de e-commerce, o valor da receita deve representar apenas as vendas desse canal e não o da loja como um todo.

O que são os “custos”?

Os custos são todas aquelas despesas necessárias para permitir a viabilidade do investimento.

No caso do exemplo anterior, da plataforma de e-commerce, os custos são representados pelo valor pago para utilizar a plataforma, o preço de hospedagem do site, os investimentos em anúncios pagos, as despesas com internet, telefone e o que mais for necessário.

Como avaliar os seus resultados

Para explicar melhor essa métrica, vamos analisar o caso fictício da loja virtual citada anteriormente.

Vamos supor que a empresa, como um todo, tenha recebido R$ 70.000,00 em vendas e que R$ 25.000,00 tenham vindo da loja virtual.

Para manter o site funcionando é preciso gastar R$ 5.000,00, enquanto a loja física precisa de 15.000,00.

Neste caso, o ROI do nosso e-commerce seria:

Fórmula de ROI

ROI = 25.000 – 5.000 x 100
5.000

ROI = 20.000 x 100
5.000

ROI = 400%

Em outras palavras, você teria ganho 400% de retorno, ou seja, a cada 1 real investido, você recebe R$ 4,00 de lucro.

Enquanto isso, o ROI da loja física seria:

Fórmula de ROI

ROI = 45.000 – 15.000 x 100
15.000

ROI = 30.000 x 100
15.000

ROI = 200%

Vale lembrar que o resultado final pode variar bastante. Tudo depende da ação realizada, da qualidade do planejamento, da execução, entre outros detalhes.

O importante é que com o ROI em mãos, é possível analisar:

  • O que foi feito (ou deixou de ser feito) que pode ter influenciado nesse resultado?
  • Existe alguma relação entre os investimentos de alto retorno?
  • O que as ações de alto ROI possuem que é possível replicar nas demais?
  • Suas campanhas possuem um retorno semelhante as dos meus concorrentes?
  • A sua empresa possui resultados melhores do que as demais do setor?

No exemplo acima, o resultado foi positivo, mas o resultado também pode ser negativo.

Nestes casos, isso significa que o investimento fez a empresa perder dinheiro. Embora isso não seja uma boa notícia, essa informação permite que a empresa investigue o problema e faça as mudanças necessárias.

Limitações do ROI

Embora o cálculo acima pareça a solução para todas as suas dúvidas em relação aos investimentos da sua empresa e das suas campanhas de marketing, saiba que ele possui limitações.

Por exemplo, um ROI de 5% é bom ou ruim? Depende!

E nós explicamos o por que:

O ROI não leva em conta a duração do investimento

Se nós estamos falando de um ROI de 5% ao dia, esse investimento é maravilhoso. Mas se nós estamos falando de investimento de longo prazo como, por exemplo, 1 ano, isso já não é uma boa notícia, afinal:

O ROI não considera as flutuações de valor devido à inflação

O cálculo do ROI também não leva em conta o aumento (ou redução) da inflação.

Ou seja, um retorno de 5% ao ano seria dissolvido pelo aumento da inflação ou por outras questões bancárias (impostos, tarifas, etc).

O ROI não leva em conta a sazonalidade

Outra limitação dessa métrica é que o seu resultado não leva em conta a sazonalidade.

Se você utilizar o ROI para medir um investimento de médio ou longo prazo, pode obter um resultado positivo e achar que está tudo bem, sendo que isso não é verdade.

Dependendo do investimento em questão, esse número pode ter sido influenciado por alguma ocasião e mascarar os resultados negativos de certos períodos.

O cálculo do ROI pode ser manipulado

Por fim, ao analisar os resultados é muito importante entender de onde vieram os números utilizados no cálculo.

Um empresário pode comparar o ROI de dois produtos dividindo o lucro bruto gerado por cada um deles e considerar como custo as despesas da equipe de marketing.

Enquanto isso, a equipe do financeiro pode fazer a mesma análise utilizando números completamente diferentes como, por exemplo, o lucro líquido de cada produto como receita e o valor total de todos os recursos empregados para produzir e vender o produto como custo.

Por conta disso, quem utiliza o ROI para avaliar um investimento deve se certificar de que conhece a origem dos números utilizados e garantir que todos os cálculos utilizam o mesmo padrão.

5 desafios para usar o ROI da forma correta

Talvez você já esteja empolgado para começar a analisar seus investimentos e descobrir no que vale a pena se dedicar mais daqui para frente. E isso é ótimo!

Mas, antes disso, é importante vencer certos desafios que podem atrapalhar o bom uso do ROI nas suas estratégias futuras. Veja o que precisa fazer:

Esqueça as métricas de vaidade

O retorno sobre investimento é apenas um de muitos indicadores que podemos usar para entender melhor como anda a saúde de um negócio.

Porém, em certos casos, pode ser que o ROI aponte algo diferente de métricas bastante conhecidas.

Se esse for o caso, provavelmente o que está envolvido é o uso do que chamamos de métricas de vaidade.

Elas são ótimas para te fazer se sentir bem com relação às estratégias usadas, mas pouco contribuem para manter o negócio forte.

Por exemplo, um aumento no tráfego do seu site pode indicar que a estratégia adotada para esse canal está funcionando.

Mas, o que importa nesse caso são as conversões — leads gerados, clientes conquistados, etc. — , e o que mostra isso é o acompanhamento cuidadoso do retorno sobre investimento.

Se adapte rapidamente

Depois de investir tanto tempo, energia, dedicação e muito trabalho em equipe — além do dinheiro — para colocar uma campanha em ação, pode ser difícil mudar de direção.

Mas, se os resultados mostrados não estão contribuindo para o desenvolvimento do negócio, não hesite em mudar os pontos que se mostraram deficientes.

Seja por fazer grandes mudanças no planejamento ou mesmo abandonar de vez aquela proposta que parecia a solução ideal para determinado problema, é importante se adaptar rapidamente.

A capacidade de entender as mudanças de circunstâncias e reagir a elas prontamente é uma das características mais importantes para quem deseja usar as informações do ROI da melhor forma possível.

Continue atento ao mercado

Nada é permanente no marketing digital, então continue atento ao que acontece no mercado. A estratégia que dá certo hoje pode não ser tão boa amanhã, e o contrário também é verdade.

Mas, o que está envolvido em prestar atenção ao mercado? Isso inclui observar de perto a evolução dos gostos, desejos e necessidades do seu público.

Os avanços tecnológicos e até o que os concorrentes estão fazendo também são fatores a levar em conta.

Por fazer isso, sempre continuará testando a relevância das ações atuais e sairá na frente ao decidir as estratégias que serão adotadas no futuro.

Acompanhar o ROI é bem mais que um jogo de números, pois requer também percepção e sensibilidade por parte dos tomadores de decisão para trocar o que não funciona e melhorar o que já está bom.

Não esconda informações da sua equipe

Mais do que acompanhar o retorno sobre investimento de cada campanha e ação, é vital compartilhar os objetivos e observações com todos na empresa.

Se fizer isso, encontrará pouca ou nenhuma resistência quando precisar tomar um novo rumo, talvez afetando o trabalho árduo de outros profissionais.

Esconder o porquê desse tipo de mudança passa uma impressão errada, de que a decisão foi completamente arbitrária e sem sentido.

Por outro lado, quando todos entendem a importância de trabalhar com o ROI em mente, ninguém se sentirá tão apegado a esforços particulares, e sim ao resultado final.

Tenha paciência ao avaliar os investimentos

Nós sempre falamos do quanto o marketing digital tem evoluído com o passar dos anos e, consequentemente, da importância de se manter atualizado com o que funciona no momento.

Contudo, não se esqueça de que mesmo as ações mais eficazes levam algum tempo para dar os resultados esperados.

Por isso, ao calcular o seu ROI, dê um tempo razoável para que as campanhas tragam retorno. Caso contrário, pode desperdiçar uma estratégia que daria certo por fazer mudanças antes da hora.

Uma boa solução para saber quando agir é acompanhar o aumento do ROI com o passar dos meses, e comparar esse progresso com o prazo estimado de retorno, definido no início da campanha.

Mas, e depois disso tudo? Está se perguntando o que acontece depois de superar esses desafios? Continue lendo para conhecer algumas das vantagens que o ROI traz.

5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Depois do esforço vem a recompensa, certo? Então, nada mais justo do que ver os bons frutos de calcular o ROI e agir com base nisso da maneira correta.

Conheça as vantagens de ter o retorno sobre investimento como peça central do planejamento de negócios:

Corte de gastos desnecessários

Analisar o retorno sobre investimento e agir em cima dos dados encontrados vai muito além de oferecer segurança para a tomada de decisões importantes.

O efeito prático dessa avaliação é que realmente nos interessa: por mostrar quais são os investimentos que vale a pena manter, automaticamente se evidenciam também as táticas que se deve abandonar.

Desse modo, os gastos desnecessários — todo investimento que não produz lucro — serão eliminados aos poucos.

Aumento nos lucros

Cortar gastos desnecessários já contribui para o aumento das receitas e, por sua vez, dos lucros. Mas, não vamos parar por aí!

Basicamente, por usar o dinheiro disponível da melhor forma possível —  tirando de métodos ineficazes e aplicando em outros que dão certo — o resultado só pode ser um: aumento nos lucros.

Afinal, você terá mais recursos e tempo para usar nas campanhas que estão funcionando, a fim de otimizá-las com o passar do tempo.

Resultados duradouros

Não faz sentido ter um crescimento astronômico por alguns meses e depois voltar a um padrão de desperdício e investimentos mal feitos, não acha?

Pensando nisso, acompanhar o retorno sobre investimento é um processo contínuo, nunca pode ser deixado de lado.

Como o objetivo final é ser lucrativo de maneira consistente, não importa quanto tempo passe, uma vez estabelecido o hábito de fazer esse cálculo, você pode esperar resultados duradouros.

A única coisa necessária para isso é manter o ciclo de acompanhamento e ações rápidas para corrigir os problemas encontrados.

Aumento no moral da equipe

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que sempre tem um bom desempenho, em que os projetos criados funcionam bem e os objetivos traçados sempre são alcançados?

Pois, esse é justamente o tipo de ambiente que você estará ajudando a criar por trabalhar com o ROI sempre em mente!

Agora, consegue imaginar a diferença de ter uma equipe motivada trabalhando a todo vapor, em comparação com um time que tem dúvidas com relação ao próprio sucesso?

Fortalecimento da cultura

Não é exagero dizer que acompanhar o ROI pode ter efeito até mesmo na formação da cultura da empresa. Por quê?

Avaliar bem esse indicador e trabalhar baseado nele ajuda todos a:

  • Ter um olhar analítico sobre o trabalho;
  • Focar nos resultados, não apenas em realizações pessoais;
  • Ser imparciais ao tomar decisões;
  • Entender melhor o que funciona para a empresa.

Sem dúvida, esses são valores que valem a pena ter como parte da cultura organizacional.

Diante disso, fica claro que o ROI tem um profundo impacto sobre a saúde da sua empresa, tanto nos resultados imediatos de marketing e vendas quanto na capacidade de se manter relevante no mercado. Por isso, use essas informações como ponto de partida para tomar boas decisões e lucrar mais!

O que é KPI: Descubra como ele ajuda a medir os seus resultados!

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. São aquelas métricas mais relevantes para sua estratégia e que determinam seu sucesso ou não.

 

Você sabe o que estratégias de sucesso têm em comum?

Todas elas acompanham constantemente como as ações estão performando.

Segundo a Content Trends 2017, 78,1% das empresas que documentam sua estratégia se consideram bem sucedidas. Em empresas que não fazem documentação, essa porcentagem cai para 25,2%. Você pode conferir outros dados da pesquisa no relatório completo.
Esse acompanhamento é o que permite determinar o que está funcionando e o que não está. Basicamente, é a melhor maneira de analisar os resultados. Mas essa análise precisa de números!

Esses números são a melhor forma de saber se os seus resultados estão de acordo com os objetivos da sua estratégia de marketing digital e se a sua empresa está tendo o ROI desejado.

Para te ajudar a medir esses resultados, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre os famosos KPI’s.

Nesse artigo você vai aprender:

  • O que é KPI
  • Qual a diferença entre KPI e Métrica
  • Como escolher um bom KPI
  • Por que likes no Facebook não são bons KPIs principais
  • Quais são os tipos de KPI

O que é KPI?

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. É uma forma de medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas estão efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela organização.

Existem milhares de indicadores que podem ser medidos. Estamos em uma época em que o fluxo de informação é imenso e constante! O ponto central é saber escolher quais são os indicadores a serem medidos.

Um KPI pode ser um número ou um percentual.

Por exemplo, se você quer medir quantas páginas um visitante viu no blog que você criou para sua empresa durante uma visita, você terá um número (3 páginas por visita, por exemplo).

Já a taxa de rejeição de uma página do seu blog é um percentual – 70%, por exemplo.

Qual a diferença entre KPI e Métrica?

Essa é uma confusão muito comum.

KPI’s não são o mesmo que métricas, mas uma métrica pode se tornar um indicador-chave de performance.

Eu sei, parece confuso, mas eu explico!

Os KPI’s são indicadores importantes para o seu negócio e o seu objetivo, uma métrica é apenas algo a ser medido.

Se por algum motivo essa métrica se torna relevante para a sua estratégia, ela vira um indicador-chave! Entendeu?

O importante é entender o que pode ajudar na tomada de decisão dentro da sua empresa. Essa é a premissa básica para a escolha de qualquer KPI e é como uma métrica se torna um indicador.

Um indicador-chave de performance precisa ser valioso para o negócio e auxiliar você e os seus superiores a tomar decisões inteligentes.

E isso nos leva ao próximo tópico!

Como escolher um bom KPI?

Antes de tudo ele precisa ser relevante para o seu objetivo. Se você quer mais visitantes no seu blog, acompanhar o preço médio das compras do seu cliente dentro do e-commerce não é interessante (não agora, pelo menos!).

Os KPI’s são intrinsecamente ligados aos objetivos por um motivo muito simples: são eles que medem a performance de cada um dos objetivos, indicadores errados mostram performances erradas.

Assim, você pode ter a impressão que está indo muito bem, mas na verdade não está, e vice-versa!

Para facilitar essa escolha, listamos 5 características de um bom KPI!

1. Disponibilidade para ser mensurado

Parece óbvio, mas é a verdade! Para escolher um KPI principal ele precisa estar disponível, para que possa ser mensurado e analisado corretamente. Por exemplo: você só pode quantificar leads após começar a gerá-las.

2. Importância para a base do negócio

O KPI mostra que a sua estratégia está tendo resultados e que o objetivo principal está sendo atigindo.

Se você crescer o seu negócio e vender mais, o seu KPI deve te mostrar que você está realmente crescendo e vendendo mais.

3. Relevância

Um dos maiores erros na escolha de indicadores é escolher indicadores de vaidade, ou seja, números que não mostram nenhum resultado mas que fazem a equipe de marketing ficar feliz.

Indicadores primários como comentários, curtidas e compartilhamentos em redes sociais não mostram resultados concretos, eles apenas parecem importantes. Foque no que realmente importa!

4. Ajudar em escolhas inteligentes

Dados e informações são a base de boas escolhas. O seu indicador-chave de performance primário precisa te ajudar a fazer escolhas inteligentes.

De que adianta bons dados, se eles não são a base para escolher o melhor caminho para a sua empresa?

5. Ter periodicidade

O KPI precisa ser medido constantemente, esse acompanhamento é o que permite entender o que funciona e o que não funciona e se o ROI é interessante.

Escolha KPI’s que podem ser medidos periodicamente e podem ajudar na tomada de decisões periódicas.

 

Porque likes no Facebook não são bons KPIs principais

Sim, nós sabemos. Você já sugeriu usar a quantidade de comentários ou curtidas no Facebook como um indicador. A partir de hoje vamos combinar uma coisa: não faça isso!

Um bom indicador-chave de performance é aquele que mostra como o seu objetivo está trazendo mais negócios ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso.

A única forma de usar interações sociais como KPI’s é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que vieram do Facebook comentaram na sua publicação? Quantos curtiram? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não!

A nossa dica aqui é focar no que realmente importa e no que está mais claro para ser mensurado e acompanhado.

Os tipos de KPI que você pode usar

Como você deve imaginar existe uma infinidade de indicadores que podem ser importantes para a sua estratégia (e para o seu chefe, no caso). Mas muitos deles só fazem sentido se suportados por dados, ou por testes no dia a dia.

Por isso você pode usar diferentes tipos de indicadores de acordo com os interesses de quem está analisando os resultados.

Para ficar mais simples, vamos dividi-los em três categorias: primários, secundários e práticos. Sem enrolar mais, vamos ao que interessa:

KPIs primários

Esses são os indicadores-chave de performance que os seus diretores e C-levels querem ver. São os principais para o seu objetivo e eles indicam que você está ajudando a empresa a ganhar mais dinheiro. Simples assim.

Analisando as estratégias de inbound marketing e marketing digital, a maioria delas terá como KPI primário alguma dessas opções:

  • Leads;
  • Tráfego;
  • Custo de aquisição por lead;
  • Taxa de conversão;
  • Receita total;
  • Receita por compra;

Ao mostrar os resultados para os seus superiores, sempre relembre-os do objetivo principal!

KPIs secundários

Se você possui gerentes e/ou supervisores, eles acompanham mais de perto o desenvolvimento da estratégia e os resultados.

Por isso, eles têm a necessidade (e o tempo) de analisar outros indicadores-chave de performance mais de perto.

Os KPI’s que você trabalha e informa ao seu gerente precisam mostrar que os seus testes e gerenciamento da estratégia estão no caminho certo. Esses indicadores precisam reforçar os primários e mostrar os porquês.

Alguns indicadores-chave de performance secundários interessantes:

  • Custo por lead em cada estágio do funil;
  • Assinantes da newsletter;
  • Assinantes do blog;
  • Visitas recorrentes no blog;
  • Custo por visitante;
  • Origem do tráfego (orgânico, pago, redes sociais, direto, e-mail e outros);
  • Preço médio por transação.

Lembre-se, o KPI secundário deve justificar o primário, ele mostra como aqueles resultados estão sendo atingidos.

KPIs práticos

Aqui vamos falar um pouco do conteúdo para nerds! Mas não se assuste, tudo vai continuar muito bem explicado e fácil de entender.

Dentro de uma campanha de marketing digital e inbound marketing, quem gerencia e administra o dia a dia precisa realizar testes constantemente e acompanhar dados mais detalhados sobre comportamento, aquisição e características do usuário.

Por isso, você (ou o seu analista de marketing) precisa acompanhar uma listinha de indicadores um pouco mais longa, alguns deles são:

  • Pageviews;
  • Páginas/visita;
  • Bounce rate;
  • Melhores landing pages;
  • Page rank;
  • Palavras-chave mais pesquisadas (de acordo com seu negócio);
  • Conteúdos mais lidos/visitados;
  • Tráfego;
  • Visitantes (novos x recorrentes);
  • Interações sociais.

Essa lista pode continuar por muito, muito tempo. O importante é entender o que importa para o seu objetivo e o que vai te ajudar a entregar melhores resultados para sua diretoria.

Se você quer aprender como mensurar e analisar esses indicadores, confira nosso Guia Completo do Google Analytics.

É importante entender que, conforme você desce na categoria dos KPI’s (primário, secundário e práticos), é preciso acompanhar os anteriores!

Ou seja, o seu analista de marketing precisa acompanhar todos os indicadores escolhidos, mas para o seu diretor é interessante aquele que vai trazer mais ganhos financeiros para a empresa, aquele que vai provar o ROI do investimento.

Na prática

Talvez alguns conceitos ainda estejam um pouco confusos. Mas não se desespere! A melhor forma para entender como escolher KPI’s corretamente é colocando em prática toda a teoria!

Por isso vamos criar 4 exemplos para você entender melhor como funciona a escolha de indicadores-chave de performance. Vamos escolher os primários e secundários, ok?

KPIs de geração de leads

Sua empresa quer gerar leads! Como vamos fazer isso? Com uma super estratégia de inbound marketing e um blog bem feitol!

O que escolher como KPI?

Parece fácil, né? Leads!

Mas o segredo está nos indicadores secundários. Se você quer gerar leads através do blog, é preciso tráfego, portanto tráfego total é um KPI secundário interessante.

Porém uma boa estratégia de marketing de conteúdo vai trazer muito acesso orgânico para o blog, através de blog posts que trabalham palavras-chave interessantes.

Podemos então considerar também o tráfego orgânico! Temos 3 KPI’s, já é o suficiente.

KPI’s de quem precisa educar o mercado

Empresas de tecnologia (startups principalmente), possuem áreas de atuação e negócios específicos, que não são tão bem entendidos pelo mercado.

Por isso, é preciso educar o mercado sobre aquele produto ou serviço.

Para educar o mercado é preciso que as pessoas acompanhem o seu blog constantemente, leiam os blog posts e entendam sobre o seu produto.

Um KPI interessante para esse objetivo é o tráfego total. Para educar o mercado você precisa de visitas!

Mas novamente, não se engane! Você precisa acompanhar como esse tráfego se comporta.

Por isso, visitantes recorrentesnovos visitantes (ou novas sessões), assinantes da newsletter, páginas/visita e bounce rate são indicadores secundários que você deve acompanhar.

Um visitante único é aquele que acessa o seu blog de um mesmo endereço IP.

Portanto, se você tem muitas visitas únicas, você tem pessoas sendo educadas pelo seu conteúdo, o que também se aplica a assinantes da sua newsletter.

Lembre-se do orgânico também. 🙂

KPI’s para e-commerce

KPI’s funcionam muito bem para e-commerces (tão bem, que o Google Analytics tem métricas criadas especialmente para negócios online).

Vamos supor que você deseja aumentar o ticket médio das compras dentro da sua loja online. Para isso você pode utilizar diversas táticas: descontos, combos, frete grátis, etc e etc.

Mas como saber se o ticket realmente está aumentando?

Acompanhando a receita média por transação!

Se ele crescer, você está fazendo um bom trabalho, se não está, algo pode estar errado! E como descobrir isso?

Com KPI’s secundários. 😉

O seu visitante pode não estar comprando mais porque o seu checkout tem algum problema ou as informações não estão bem distribuídas dentro do site.

Você pode acompanhar o bounce rate para descobrir quais páginas tem mais desistências, o  average time on page para descobrir quanto tempo os visitantes passam em dada página e ainda o pages/visit para saber se ele está navegando pelo seu site, descobrindo e pesquisando os seus produtos.

Você percebeu que o uso dos KPIs é muito ligado ao objetivo.

Alguns indicadores que eu citei como comumente secundários ou práticos se tornam mais importantes dentro de uma dada estratégia.

Por esse motivo é importante você sempre levar em conta o contexto. Um KPI importante para a Rock Content pode não ser tão importante para a sua empresa.

Por isso, trabalhe bem o seu objetivo e crie estratégias que condizem com o que a sua empresa espera. Só então selecione os KPIs que realmente importam e comece a acompanhar.

Mas não deixe para a última hora! Analisar o resultado deve ser uma prática seguida desde o início dos esforços e deve ser acompanhado constantemente.

Lembre-se que os seus superiores gostam (e muito) de relatórios, nada melhor que mostrar dados concretos.