Inbound Marketing x Outbound Marketing: quem ganha?

Ao longo dos últimos anos, o mundo do marketing está vivenciado uma reviravolta. Com o desenvolvimento do meio digital, o outbound marketing vem cedendo lugar ao inbound marketing.

O outbound é o marketing tradicional que já estamos acostumados. Ele se materializa nas grandes mídias e em anúncios e processos de venda que soam mais intrusivos ao consumidor.

Já a metodologia inbound, desenvolve técnicas que atraem o consumidor com conteúdo relevante e de qualidade, proporcionando uma jornada de compra mais confortável, uma vez que a lead chegará por conta própria através do fluxo de nutrição.

92% dos profissionais de marketing nos EUA afirmam que o inbound é essencial para as empresas. Porém, muitas pessoas têm se enganado na concepção de que, por terem uma abordagem oposta, o outbound ficou para o passado e o certo é investir somente na outra vertente.

Assim como a Internet não acabou com a televisão, que por sua vez não acabou com o rádio, nem com a mídia impressa, o outbound não vai acabar devido ao inbound. Ambos podem — e devem — coexistir em estratégias conjuntas para um resultado incrível.

Você já sabe tudo sobre as diferenças entre esses dois tipos de marketing e onde um se sobressai ao outro? Então, continue a leitura e descubra!

Inbound Marketing

No meio digital, os usuários têm o poder de decidir por onde navegam, o que buscam e o consomem. O processo de compra também mudou: 93% dos processos de compra começam com uma busca online. A partir dessa liberdade, o modo de atrair novos clientes também teve que se atualizar. Daí surge o inbound marketing.

Através da produção de conteúdos relevantes e que levam a compra do produto final, um visitante é levado em um processo de nutrição até se tornar um cliente.

O sucesso está em não importunar o internauta, mas conquistá-lo por meio de materiais que ele busca, criando um processo de vendas menos invasivo, que respeita suas decisões e cria relacionamentos.

Por ser tudo em meio digital, ele costuma sair 62% mais barato comparado aos investimentos em outbound marketing, e ainda apresenta um ROI de 275%, segundo estudos recentes da Hubspot. Dizer que o custo é menor não é certo, afinal com os mesmos investimentos que seriam gastos totalmente em outras estratégias, é possível atingir um retorno melhor.

A metodologia inbound se define em 4 etapas:

  • Atrair: por meio de conteúdos de qualidade, os usuários da web devem se tornar visitantes. A dica é atrair por meio de canais receptivos, como blogs e redes sociais.
  • Converter: esses mesmos visitantes devem gostar do material e, a partir disso, se convertem em leads, que vão passar pelo processo de nutrição. Essa etapa se dá por meio de call-to-actions, formulários e landing pages de materiais ricos, que o levam para o fluxo.
  • Fechar: depois de ser tornar uma lead, ela deve ser nutrida, a fim de fazer ela perceber o problema que possui e mostrar como resolvê-lo. Por fim, é hora de se mostrar como a solução perfeita e passar essa lead para o time de vendas, até torná-la um cliente.
  • Encantar: após a compra, é necessário criar um relacionamento e torná-lo um fã.. Por meio das redes sociais e de campanhas de e-mail marketing, esse diálogo se torna possível, ajudando na satisfação do cliente e garantindo fidelidade à marca.

 

Durante o processo, diversas técnicas e materiais devem ser trabalhados. Entre eles, temos:

  • SEO;
  • Palavras-chave;
  • Copywriting;
  • Redes sociais;
  • Link building;
  • CTAs;
  • Landing pages;
  • Automação de marketing;
  • Email marketing.

Uma estratégia contínua e bem alinhada com esses componentes leva a resultados fantásticos e facilmente mensuráveis. Afinal, por se tratar do meio digital, é possível conferir métricas, como tráfego e conversões, com ferramentas como Google Analytics e mecanismos de automação de marketing.

Porém, como é notável, são diversos os passos que devem ser tomados. Além disso, leva algum tempo até obter tráfego relevante para o projeto começar a escalar, de tal modo que o ROI só se mostra relevante a médio-longo prazo.

Como se trata de uma metodologia recente, também pode ser um pouco difícil encontrar profissionais de qualidade para tocar o inbound. Por sorte, já existem plataformas, como o Rockjobs, que permitem encontrar ótimos candidatos em marketing digital.

Outbound Marketing

O outbound marketing já é bem conhecido por ser aquele que anuncia a marca para os prospects, desde grandes campanhas em mídias televisivas e impressas, até ligações de telemarketing.

Hoje, existem diversas dificuldades para esse mercado, como filtros de spam, bloqueio de listas de telefones, entre outros. O público já não é receptivo às mesmas técnicas invasivas de antes, então foi preciso que o outbound também se renovasse.

Definitivamente, ele não está morto. As pessoas continuam a consumir produtos midiáticos, ainda atendem telefonemas e observam outdoors, não é mesmo?

Para chamar sua atenção, é essencial elaborar técnicas e conteúdos criativos, e investir em um público que realmente vai se conectar com eles. Uma boa forma de chegar no consumidor assertivamente é através das personas, representação do cliente ideal, que guiam a produção de todo tipo de material que serve para ela.

O digital também abriu inúmeras portas para esse tipo de marketing. É possível fazer anúncios virtuais por meio de Facebooks Ads e Google AdWords, que são ótimos para a promoção de conteúdo também.

Entretanto, a possibilidade de mensuração fica mais restrita ao meio digital. Para estratégias que envolvem materiais e técnicas físicas, ainda é difícil analisar os resultados, uma vez que dependem de longas, caras e demoradas pesquisas de percepção do público.

Além disso, o outbound também continua bem sucedido na prospecção de clientes. Beneficiados pelos avanços digitais, é possível alcançar os prospects corretos, conquistar leads em maior quantidade e reduzir o ciclo de vendas.

Para isso, surgem times de inteligência comercialSDRs — Sales Development representatives — e executivos de vendas, que se dividem na tarefa de caçar os prospects, nutrir as leads e fechar o processo de venda.

Dessa forma, o processo de venda é renovado e feito de modo mais direcionado e organizado entre equipes especializadas para cada etapa.

Como o processo de vendas é milenar, já existem diversos profissionais qualificados no mercado. Quanto às campanhas, o mercado publicitário já consegue atender essa demanda, mesmo também estando em transformação. Tudo isso torna mais fácil compor um time de excelência.

As maiores vantagens do outbound marketing são ter um ROI perceptível mais rapidamente, uma vez que é possível conseguir leads a partir do momento de prospecção, e conseguir um contato mais próximo durante todo o processo de venda.

Por isso, é normal que as estratégias nessa vertente sejam mais caras e, com a transição do mercado, passem a gerar menos resultados como era antes, mesmo com novas práticas e mais cuidado ao executá-las.

Quadro comparativo: Inbound X Outbound

Inbound

  • Comunicação mais indireta.
  • Modelo de comunicação em via dupla: mais diálogo e interação.
  • Custo relativamente mais baixo.
  • Engaja mais pois o conteúdo da mensagem é mais envolvente e relevante para o público.
  • É possível acompanhar resultados em tempo real e modificar a estratégia imediatamente, se necessário.

Outbound

  • Comunicação mais direta.
  • Modelo de comunicação em massa.
  • Velocidade de ROI mais alta.
  • Atinge resultados mais rapidamente.

Situações complementares

Apesar de trabalharem em vertentes opostas, o inbound e o outbound marketing geram resultados impressionantes quando trabalhados juntos.

Novos negócios

Quando um negócio ainda está no início, divulgação é essencial para atrair clientes e conquistá-los, correto?

Como a metodologia inbound é uma estratégia de médio-longo prazo, é impossível contar somente com ela nesse período. Até conquistar boas posições nos mecanismos de busca e conseguir fazer a máquina girar, leva um certo tempo, no qual os clientes já se fazem necessários para movimentar o caixa.

Por isso, o outbound serve como uma ótima oportunidade para já prospectar clientes, conseguir receita e impedir que a equipe responsável pelas vendas fique ociosa.

Além disso, é possível já conquistar clientes estratégicos que dão credibilidade ao nome do negócio e o divulgam indiretamente no mercado. Basta fazer a prospecção corretamente e ir com garra.

Ticket alto

De acordo com a Hubspot, 90% dos investimentos em marketing são direcionados para o outbound marketing, restando somente 10% para o inbound.

Logo, não é surpresa que o outbound iria continuar trazendo mais lucros de modo geral, certo? Porém, a maior rentabilidade parte de clientes com ticket alto, que chegam mais por essa vertente.

Em toda venda, é essencial que o cliente se sinta confortável e tenha confiança na empresa para finalizar a compra. Isso requer contato humano, de forma que o time de SDR e executivos de vendas precisam nutrir mais suas leads. Especialmente em compras de alto valor, esse contato precisa ser ainda mais próximo.

Por desenvolver esse aspecto desde o início, o outbound ainda performa melhor na prospecção de grande empresas e quando o ticket é extremamente alto. Ainda assim, o inbound é um grande auxiliar no processo de venda com a produção de conteúdo.

Redução do ciclo de vendas

O processo do outbound envolve valores mais altos, uma vez que a lead é nutrida por uma pessoa e isso requer tempo do time comercial.

Nessa situação, os conteúdos do inbound surgem como uma solução fantástica, uma vez que ao ser enviada para uma lead, já a deixa preparada para reuniões estratégicas. O conteúdo está disponível 24 horas por dia, assim ela pode consumí-lo quando quiser e também continuar a consultá-los após as calls.

Assim, essa estratégia promove conforto para o cliente e ajuda o time de outbound a otimizar seu tempo focando em pontos estratégicos. Dessa forma, o ciclo de vendas diminui e se torna possível fechar mais deals em menos tempo.

Treinamento da equipe e educação do mercado

Todo time de vendas precisa ser expert no que está vendendo. Afinal só assim consegue lidar com objeções com maestria, não é mesmo?

O inbound marketing não serve somente para conquistar clientes, mas melhora também a qualificação dentro da empresa. Os conteúdos facilitam o treinamento de novos membros de uma equipe, fornecendo uma base fundamentada para o serviço e preparando-os para a prática.

Eles servem também para educar o mercado e nutrir até mesmo futuros candidatos de um processo seletivo.

Dessa forma, o inbound marketing não promove somente para a aquisição de novas leads, mas a educação como um todo do mercado e da empresa, garantindo reconhecimento de marca e aprimoramento dos funcionários.

A aplicação do outbound e do inbound podem se complementar em diversas formas, otimizando os resultados que seriam obtidos caso as estratégias seguissem somente uma vertente.

É preciso analisar quais os objetivos da empresa e, assim, montar uma estratégia matadora, alinhando os pontos de como cada tipo de marketing deve se comportar na rotina de trabalho e na aquisição de prospects e leads.

Tudo indica que o inbound é o futuro do marketing, que vem se tornando mais relevante a cada ano, com resultados cada vez melhores.

Ainda assim, o outbound marketing vai continuar presente. Para ter sucesso, só é preciso ter criatividade e continuar encontrando formas de inovar, assim como em qualquer estratégia.

Você sabe o que é lead scoring? Ensinamos tudo o que você precisa saber!

Lead scoring funciona como um sistema de pontuação das leads para otimizar as conversões e aumentar as vendas de uma empresa.

Você já sabe que uma das grandes vantagens do Inbound Marketing é a oportunidade de atrair um grande número de leads para a sua empresa. Mas mesmo que você já tenha estratégia em curso e os leads estejam aparecendo, ainda tem outro desafio pela frente: qualificar cada um deles.

Sem a devida qualificação, seu time de vendas vai perder tempo com pessoas que não estão prontas para comprar e você terá um trabalho maior para gerar novos leads.

É para isso que existe o lead scoring, uma técnica que ajuda a aumentar a eficiência do Inbound Marketing e tornar as empresas que a usam mais sólidas.

Quer saber como o lead scoring funciona? Então continue lendo, pois vamos mostrar agora mesmo!

O que é lead scoring?

O lead scoring é, em termos simples, uma forma de classificar seus clientes em potencial por pontos. Esses pontos servem para determinar quem está pronto para a compra ou não.

Assim que um lead receber a pontuação que for considerada aceitável pela empresa, ele é passado para o time de vendas tentar fechar negócio.

Essa pontuação é definida com base no perfil do lead em comparação com a persona da empresa, e também por suas ações durante jornada de compra.

Sendo assim, quanto mais próximo o perfil do lead for da sua persona estabelecida, mais pontos ele ganha.

Ao mesmo tempo, as ações dele (como baixar materiais ricos, responder pesquisas, etc.) também contam pontos, pois indicam interesse na sua mensagem.

Qual a importância do lead scoring para o seu negócio?

O lead scoring é uma das táticas mais importantes a partir do momento em que uma empresa passa a gerar uma boa quantidade de leads a partir do Inbound Marketing.

Afinal, nem todo lead é igual, e os vendedores não deve ser obrigados a trabalhar contando com a sorte na hora de escolher quem abordar.

Quanto melhor conhecer seus leads, maiores as chances de entrar em contato apenas com aqueles que já estão prontos para se tornar clientes, e é nisso que o lead scoring ajuda.

O resultado são os 3 benefícios que você vai ver a seguir:

Diminuição de custos

A partir do momento em que investe no lead scoring, sua empresa passa a gastar menos com vendas e marketing. Por quê?

A resposta é simples. Os times de marketing e vendas gastarão menos tempo preparando e abordando leads para ter a mesma taxa de conversão que tinham antes.

Isso significa diminuir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes), por encurtar o tempo médio do ciclo de venda e gastar menos recursos para conquistar cada cliente. Com o valor do CAC reduzido, a economia para a empresa é maior.

Aumento na produtividade

O tempo ganho no ciclo de venda pode ser usado pelos profissionais envolvidos para gerar novos negócios e fidelizar os clientes conquistados.

A equipe de marketing vai concentrar seus esforços nos leads que estiverem mais perto da pontuação ideal, mas ainda poderá acompanhar os demais, por meio de fluxos de nutrição automatizados.

Por conta disso, precisará gerar e preparar um número menor de leads para o time de venda abordar a fim de bater as metas estabelecidas de conversão.

Por sua vez, o time de vendas não vai gastar tempo desnecessário abordando leads que não estão perto de comprar, e terá condições de ser mais certeiro nos contatos diretos.

Estratégias mais eficazes

Para gerar e nutrir os leads é preciso ter uma série de estratégias em curso. O marketing de conteúdo e o fluxo de nutrição estão entre elas.

Também é preciso ter uma presença forte nas redes sociais e usar com precisão o email marketing.

À medida que o seu processo de lead scoring se torna maduro, é possível aplicar uma espécie de análise reversa para ver, por exemplo, quais foram os conteúdos que mais tiveram sucesso entre os leads que chegaram à compra.

Também é possível descobrir que padrões na linguagem de interagir com e eles nas redes, variações de email e landing page mais eficazes.

Dessa forma, você poderá replicar as ações de maior sucesso com frequência e conseguir resultados melhores com consistência. Isso levará, por fim, ao que conhecemos como receita previsível.

 

6 passos para fazer o lead scoring com perfeição

Como você deve ter percebido, o conceito de lead scoring não é tão complicado assim. Mas nem por isso a implementação dessa técnica de avaliação deve ser feita de qualquer jeito.

Como em todas as estratégias de marketing digital, é preciso fazer um bom planejamento antecipado, além de acompanhar os resultados depois e aprender com eles.

Pensando nisso, listei 6 passos que você deve seguir para garantir que o seu trabalho de lead scoring realmente dê bons resultados:

1. Defina os MQL e SQL

Você provavelmente já percebeu que o lead scoring é uma estratégia que beneficia diretamente o trabalho dos times de marketing e de vendas.

Por isso, é fundamental que os dois setores trabalhem juntos na sua implantação. Em outras palavras, se o Vendarketing ainda não é usado na sua empresa, essa é a deixa.

O primeiro passo é que os dois times de reunam para definir o que constitui um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead).

Basicamente, MQL são os leads que ainda precisam ser preparadas pelo marketing, enquanto os SQL são aqueles que devem ser repassados ao pessoal de vendas imediatamente.

Definir esses 2 grupos logo de início vai tornar claro o papel de cada setor e facilitar a criação de um sistema de pontuação que condiz com a realidade do negócio.

2. Se baseie nos dados que sua base de leads oferece

O segundo passo é usar dados que você já possui sobre a sua base de leads, a fim de fazer uma boa classificação e definir a pontuação que cada um deve receber.

Mas aí vai uma dica importante: para ter um lead scoring completo, é preciso dividir a sua avaliação em dois tipos de dados principais, os demográficos e comportamentais.

É a combinação desses dois grupos que deve formar a pontuação final de cada lead. Veja no que consiste cada um deles:

  • dados demográficos: informações como idade, renda e cargo que ocupa. Basicamente é o perfil do lead. Quanto mais perto da descrição da sua persona, melhor;
  • dados comportamentais: quanto o lead interage com a sua empresa? Já baixou algum conteúdo importante? Assina a newsletter? Esses dados dizem mais sobre o interesse do lead.

Juntando os dados demográficos e comportamentais, a sua pontuação será mais equilibrada e precisa.

Afinal, não adianta ter o lead com melhor perfil e zero de interesse, nem um totalmente interessado, mas que não se encaixa no perfil ideal.

3. Determine a pontuação de ativação

A pontuação de ativação nada mais é que a linha de corte entre um MQL e um SQL, ou seja,quando o lead deve passar do time de marketing para o de vendas.

Novamente, é importante que essa decisão seja tomada em conjunto pelas equipes de marketing e vendas, para evitar problemas depois.

Ao determinar o limite de ativação, ficará mais fácil partir para o próximo passo, que é decidir quais serão as notas dadas para cada fator que conta a favor do lead na jornada de compra.

4. Crie um padrão de pontuação

Definir um padrão de pontuação é o próximo passo lógico a seguir na jornada pelo lead scoring perfeito. Mas o que isso significa?

Para cada ação dos leads, ou para cada característica demográfica positiva que ele apresente, uma pontuação deve ser atribuída.

Mas os pontos não devem ser definidos aleatoriamente, e muito menos distribuídos de forma igual para todas as ações e características.

O que tiver mais peso para empurrar o lead mais para baixo no funil tem de receber uma pontuação mais alta, enquanto atividades menos importantes, notas mais baixas.

Isso impedirá que os leads sejam classificados como prontos apenas pela quantidade de ações positivas que realizam, e priorizará critérios mais realistas de avaliação.

5. Faça bom uso de pontuação negativa

A pontuação não precisa ser apenas positiva. Aliás, é até bom que não seja. Usar pontuação negativa é uma boa prática que vale a pena seguir. Por quê?

Ao fazer uso de pontos negativos você consegue manter mais facilmente o equilíbrio que falamos entre perfil e o interesse dos leads, como citei acima.

Por exemplo, vamos supor que o limite de ativação seja 50 pontos, e certo lead tenha demonstrado tanto interesse que até ultrapasse essa nota.

Porém, o lead em questão não possui o perfil adequado, talvez por não ser o tomador de decisões na empresa onde trabalha.

Desse modo, não importa qual seja a nota dele, não adianta enviá-lo para um vendedor, a venda nunca seria fechada.

Com o uso de pontuação negativa, você poderia facilmente baixar a nota desse lead pelo fato de ele ter um cargo abaixo do que seria necessário, e evitar problemas futuros.

Se lembre que o objetivo é encontrar as pessoas que já estão prontas para se tornar clientes, e não simplesmente fazer com que o máximo de pessoas possível bata uma pontuação específica.

6. Continue aprimorando a estratégia

O segredo para o lead scoring funcionar é que é um processo sem fim. Não existe forma perfeita de pontuar ou avaliar os leads.

É preciso ter consciência de que esse esforço é contínuo, e deve ser sempre aprimorado com base nos resultados anteriores.

Por isso, dê atenção constante ao seu lead scoring, e aprenda a torná-lo cada vez mais eficaz.

Todas as etapas que descrevemos aqui podem ser feitas manualmente, mas também existem ferramentas excelentes para automatizar o seu trabalho.

Assim, você vai entender melhor a lógica por trás do lead scoring, e terá resultados ainda melhores no futuro.

Mas se preferir mesmo começar automatizando sua pontuação, ou se o seu número de leads gerados for alto demais para trabalhar manualmente, não tem problema.

A seguir, vamos mostrar algumas ferramentas excelentes para realizar esse trabalho.

5 ferramentas úteis para um lead scoring mais completo

De todas as ferramentas que mostraremos agora, é praticamente impossível que você não conheça pelo menos uma.

De qualquer forma, veja agora 5 das melhores ferramentas de automação de marketing do mercado, que podem suprir muito bem sua necessidade de automação do lead scoring:

  1. RD Station: uma das ferramentas mais completas de automação de marketing do Brasil;
  2. Hubspot: principal empresa de Inbound Marketing do mundo, possui recursos para cada etapa do Inbound, incluindo gestão e pontuação de leads;
  3. Marketo: líder mundial em softwares de automação para empresas de todos os tamanhos, o Marketo é uma das apostas mais seguras do mercado;
  4. LAHAR: com profissionais experientes e uma solução completa para gerar e nutrir leads, o LAHAR é uma alternativa sólida no mercado;
  5. Pardot: um produto da Salesforce para automação de marketing B2B, o Pardot tem tudo que você precisa para pontuar seus leads;

Todas essas ferramentas oferecem recursos avançados de lead scoring, que deixarão sua estratégia ainda mais completa.

Mas antes de procurar qualquer ferramenta, é importante relembrar a importância de entender na prática a lógica por trás do lead scoring. Só assim você conseguirá usar todos os recursos que esses produtos oferecem.

Tão importante quanto montar e executar uma estratégia de geração de leads é fazer a gestão deles com eficácia, e o lead scoring é uma das melhores formas de garantir que isso aconteça, e de concentrar os esforços da empresa nas oportunidades com maior probabilidade de dar resultados. Um dos critérios de pontuação do lead scoring são as conversões nas páginas do seu site e blog.

Estratégia de marketing: 11 elementos para atrair clientes

Aprenda o que é estratégia de marketing e conheça 11 maneiras de atrair mais clientes e divulgar sua marca.

Estratégia de marketing é o planejamento de todas as ações que serão utilizadas para divulgar uma marca, produto ou serviço. Esse planejamento é acompanhado constantemente para ter certeza de que os resultados esperados para cada uma das ações previstas estão sendo realmente positivos e, principalmente, para melhorar o que precisa de ajustes.

Em qualquer área de atuação, ter uma estratégia de marketing bem definida e implementada é ideal para que seu negócio cresça e seja divulgado das formas mais variadas possíveis. Isso porque é a partir dessas estratégias que você consegue fazer com que mais pessoas conheçam sua marca e, assim, pode atrair mais clientes.

Como o mercado digital está em constante expansão, hoje, não adianta mais apenas ter um bom produto/serviço e esperar que seu trabalho fale por si só. Você não pode definir seu negócio apenas pelo seu produto, afinal, sempre é possível encontrar melhorias no que você faz.

Se você definir seu negócio por apenas um produto, pode ser que, quando ele sair de moda, você perca todo seu empreendimento e tempo investido nisso. É por isso que você precisa pensar sempre em sua estratégia de marketing e nas personas para quem você vende. Assim, você consegue construir um negócio completo, e não apenas um produto sazonal.

O que é estratégia de marketing?

Antes de falarmos sobre os elementos fundamentais para te ajudar a atrair mais clientes, é necessário explicar o que é a estratégia de marketing.

Esse termo é muito utilizado, principalmente no mercado digital, porém, não significa que por ele ser tão difundido todas as pessoas realmente o compreendem como um todo. (Há vários outros termos do mundo online que você pode entender melhor o significado com este glossário do empreendedor digital.)

Basicamente, a estratégia de marketing nada mais é do que planejar com antecedências todas as ações de divulgação de sua marca, produto ou serviço e acompanhar os resultados dessas ações para entender o que deve ser mantido e o que pode ser melhorado.

Além disso, ter uma estratégia de marketing é também conseguir divulgar seu produto/serviço para um cliente em potencial da melhor maneira possível. Isso significa não tentar vender o tempo inteiro e dizer o que as pessoas devem ou não fazer, mas sim entregar valor para as pessoas com o que você disponibiliza e indicá-las soluções que elas podem tomar.

É claro que toda divulgação de produto envolve também campanhas e lançamentos (falaremos sobre isso mais para frente), mas a estratégia de marketing não se resume só a isso. Ela é um conjunto de elementos que conseguem levar as pessoas por uma jornada desde o conhecimento de seu produto até a compra final.

É por isso que você precisa entender e planejar as mais variadas formas de divulgar sua marca para conseguir atrair público de diversos canais de comunicação.

Por que é importante ter uma estratégia de marketing?

É claro que o melhor marketing de algum produto é aquele que consegue vender o que você oferece para seu público. Porém, você precisa ter uma estratégia de marketing bem estruturada antes de começar a efetuar suas ações de divulgação porque, mais do que vender, é muito importante entregar algo de valor para as pessoas.

Mesmo que você esteja vendendo algo pela internet, o processo de vendas ainda é pessoal e exige que seu foco esteja no consumidor. Você precisa empreender com um propósito, e ajudar o consumidor a suprir alguma dor é uma ótima meta.

Se você pensa em estratégias que possam, de alguma forma, mostrar o quanto seu produto ou serviço pode mudar a vida das pessoas, você consegue atrair seus clientes de maneira orgânica, o que ajuda também a aumentar seu lucro, já que suas ações de marketing não terão gastos muito altos.

O mais importante em planejar suas ações de marketing é que, assim, você consegue pensar em estratégias de baixo custo, alto impacto, que sejam criativas e realmente voltadas para a persona de seu negócio. Quanto mais específico forem suas ações para seu nicho, maiores serão suas possibilidades de atrair clientes.

Como atrair clientes com a estratégia de marketing?

Agora que você já entendeu o que é uma estratégia de marketing e sabe como ela é importante para seu negócio, vamos te ajudar com alguns elementos fundamentais para que você consiga atrair mais clientes.

É claro que cada negócio tem um público diferente que quer atingir. Por isso, não significa que todas as ações serão adequadas para você. O importante aqui é perceber a quantidade de elementos que você pode usar para aumentar sua divulgação e utilizar aquelas que são mais assertivas para sua persona.

Além disso, saiba também que você não precisa escolher apenas uma estratégia de marketing para seu negócio. Com planejamento, é possível criar mais de uma ação para sua marca. Com o tempo, você perceberá o que funciona e poderá desfazer aquilo que não é relevante para seu negócio.

1. Blog

O blog é uma das estratégias mais conhecidas e utilizadas por quem quer atrair clientes de maneira orgânica na internet e entregando conteúdo educativo e de qualidade. Isso porque, quando você tem um blog, consegue escrever posts que respondam dúvidas diversas (desde as mais básicas até as mais técnicas) e que mostrem soluções específicas para sua audiência.

2. SEO

De nada adianta ter um blog com muito conteúdo interessante para sua audiência se seus posts não forem acessados. É por isso que você precisa aplicar técnicas de SEO (Search Engine Optimization) em seus post, para que sua página apareça nos primeiros lugares dos mecanismos de busca, como Google.

Trabalhe bem as palavras-chave em seus textos, teste títulos que chamem a atenção dos usuários, escreva conteúdos completos e que realmente eduquem sua audiência. O importante é otimizar todos seus posts para que as pessoas cheguem a seu conteúdo sempre que pesquisarem por algum termo relacionado a seu nicho.

3. E-mail marketing

Muitas pessoas ainda têm a ideia de que o e-mail não é mais uma boa estratégia de marketing, afinal, muitos usuários nem se dão o trabalho de ler as mensagens encaminhadas. Porém, não é bem isso que acontece, principalmente se seus e-mails tiverem conteúdos interessantes para as pessoas, e não apenas propagandas de seus produtos ou serviços.

Crie, por exemplo, uma newsletter e encaminhe informações importantes via e-mail para pessoas que deixarem seus endereços de e-mail em sua página. Envie também materiais ricos, como e-books mais elaborados.

Essa é uma maneira de manter a comunicação com seus clientes em potencial via e-mail e ainda manter o engajamento dessas pessoas com sua marca.

4. Redes sociais

As redes sociais em geral são ótimos canais de comunicação com o público, principalmente porque, atualmente, é difícil encontrar alguém que não use nenhuma dessas maneiras de socializar.

Como estratégia de marketing, o que você precisa fazer é entender onde está sua persona: Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, Snapchat?

É bem provável que você tenha que fazer ações de marketing em mais de uma rede social, mas fique atento para não se esforçar demais em locais onde sua audiência não está.

E lembre-se: suas redes sociais também precisam trazer conteúdo que agregue valor para os usuário. Por isso, não fique apenas fazendo propaganda de sua marca o tempo inteiro.

5. Canal de vídeo

Você sabia que mais de 40% das pessoas dizem ter preferência em consumir conteúdo em formato de vídeo?

É por isso que plataformas como o YouTube estão cada vez mais famosas e sendo utilizadas por diversos setores, sejam eles online ou não.

A verdade é que, quando você cria vídeos, consegue passar informações valiosas para sua audiência de uma maneira fácil para ser consumida. Então, por que não utilizar vídeos para divulgar seus produtos e serviços?

Além do YouTube, existem outras formas de rentabilizar com vídeos, e você pode entender melhor sobre isso lendo este texto sobre como ganhar dinheiro com vídeos na internet – além do YouTube.

6. Links patrocinados

Os links patrocinados são anúncios vinculados em outras páginas, geralmente alguma que esteja relacionada a seu negócio, pelos quais você paga para serem divulgados.

O objetivo desses links é que outras pessoas que buscam por temas parecidos com o seu, mas que ainda não conhecem seu produto ou serviço, consigam te encontrar em outros blogs, redes sociais e sites em geral que eles seguem.

Um estratégia de marketing que tem agradado muito os usuários são os native ads. Isso porque esse tipo de publicidade paga não atrapalha a navegação e a experiência dos usuários nas páginas em que eles estão.

7. Mídia digital out of home (OOH)

Recentemente, é comum encontrarmos painéis de LED ou algumas telas em elevadores e ônibus, por exemplo, com propagandas diversas.

Se seu objetivo é promover uma divulgação e expansão de seu negócio em sua região geográfica, essa é uma outra maneira de difundir mais sua marca. Porém, mais uma vez, você precisa sempre pensar onde seu público está e se essa estratégia é mesmo interessante para seu negócio.

8. Rádio, TV, revistas e jornais

Assim como a mídia digital OOH, fazer divulgação em veículos de comunicação em massa e na mídia impressa depende muito de seu tipo de negócio e dos canais de comunicação que seu público mais utiliza.

Além disso, você precisa planejar também nos gastos que terá, afinal, esse tipo de estratégia de marketing, geralmente, exige um investimento maior.

9. Eventos

Independentemente se seu negócio é físico ou online, fazer eventos para interagir com seu mercado é sempre uma ótima maneira de também divulgar sua marca.

É possível realizar desde eventos pequenos, para alguma empresa com a qual você queira fazer parceria, ou até mesmo eventos maiores e abertos para o público, a fim de atrair novos clientes e educar sua audiência pessoalmente.

Mesmo para quem trabalha com a internet, tudo que envolve pessoas exige empatia. Por isso, é muito interessante criar eventos para que as pessoas te conheçam e consigam até mesmo se enxergarem em você. Isso fará com que elas percebam possibilidades que, se fosse apenas online, poderiam passar despercebidas.

10. Parcerias

Fazer parcerias, principalmente no mercado digital, é uma maneira eficiente para aumentar o alcance de seu negócio. Porém, encontrar parceiros bons e que estejam alinhados com seu modelo de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil.

Há vários tipos de parcerias que você pode fazer, por exemplo:

  • Trocas de guest post com outros blogs;
  • Collab em algum canal do YouTube (quando um youtuber grava com outro e ambos os canais);
  • Co-produção de e-books ou newsletter;
  • Divulgação em uma rede social de algum influenciador digital.

O importante nesse tipo de estratégia de marketing é você conseguir identificar parceiros que pode te ajudar a atrair mais clientes e para os quais você consiga fazer o mesmo. Assim, você terão um aumento na audiência de ambos.

11. Promoções

Por último, crie promoções que incentivem os usuários a comprarem mais ou a levarem novos clientes para sua página.

Você já viu alguns perfis de Instagram fazendo sorteios de brindes sendo que o regulamento é você comentar com o @ de outras pessoas que ainda não conhecem aquela marca?

Essa é uma estratégia de marketing que alguns perfis usam para ficarem mais conhecidos e também para ganhar mais seguidores.

Outro tipo de promoção que você pode fazer é o up-sell, down-sell ou o cross-sell assim que uma pessoa terminar de comprar algum de seus produtos. Com isso, pode ser que o usuário tenha interesse em efetuar uma outra compra em seu site.

Como definir sua estratégia de marketing?

Agora que você já viu 11 formas de atrair mais clientes, é importante saber o que você precisa fazer para escolher exatamente a melhor estratégia de marketing para seu negócio. Afinal, não é porque você aplica todos esses elementos que significa que sua audiência aumentará.

Então, antes mesmo de sair por aí criando ações em todos os canais de comunicação, leve em consideração:

  1. A persona para quem você criou seu produto ou serviço;
  2. O mercado no qual você está inserido;
  3. As tendências de sua área de atuação;
  4. Aquilo que seus concorrentes têm feito;
  5. Os resultados que você espera de suas ações de marketing;
  6. A taxa de conversão em cada canal de comunicação que você está utilizando;
  7. O investimento máximo que você está disposto a fazer.

Com essas informações bem esclarecidas, você conseguirá perceber quais são as estratégias que estão funcionando em seu negócio e poderá se dedicar mais àquelas que realmente trazem retorno. Lembre-se: é muito importante medir tudo o que você faz para ter certeza de que seu trabalho não está sendo feito em vão e que você está tendo lucro.

Quais são as melhores opções de publicidade online?

Entenda como os pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público!

Anunciar na internet se tornou um fator determinante para que um produto seja bem-sucedido no mercado, e isso é algo completamente lógico. Depois que um empreendedor fez tanto esforço para materializar sua ideia e ter seu produto pronto para ser lançado no mercado, é necessário unir esforços para que as pessoas o conheçam e comprem.

Hoje em dia, as diferentes plataformas disponíveis na web permitem que as pessoas divulguem produtos físicos, digitais e serviços de forma muito fácil, barata e eficiente para alcançar o público desejado.

Graças a plataformas como o Facebook, o Instagram ou o próprio Google, pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público.

Se você está prestes a iniciar seu próprio negócio ou já começou, mas ainda não consegue obter os resultados esperados de vendas, este post foi feito para você. Mostraremos quais são as principais plataformas que você pode usar para anunciar online e como utilizar cada uma delas.

Mas, primeiro, vamos aprofundar um pouco mais sobre as vantagens da publicidade online.

Vantagens da publicidade online

É mais barata do que a mídia tradicional

A publicidade online é ideal para qualquer tipo de negócio ou empreendimento, já que é basicamente capaz de se adaptar a qualquer orçamento.

Além disso, em comparação com a mídia tradicional, é muito mais barato. Um anúncio no rádio ou na televisão, por exemplo, só é possível para grandes empresas, enquanto na internet há espaço para todos.

É fácil de fazer

Você não precisa contratar uma agência de publicidade ou um especialista em marketing digital para anunciar na internet.

Aqui no blog, por exemplo, temos muitos tutoriais das principais ferramentas de publicidade online como:

  • Instagram;
  • Facebook;
  • Google AdWords.

Você pode alcançar pessoas do mundo inteiro

Quando você desenvolve campanhas publicitárias na internet, os limites geográficos deixam de existir, pois você pode oferecer seus produtos para pessoas do mundo inteiro.

Permite segmentar suas campanhas

Outra grande vantagem da publicidade online é que cada centavo é bem gasto, uma vez que as plataformas permitem segmentar o público que você deseja alcançar, o que obviamente permite obter melhores resultados.

Você pode medir o resultado de suas campanhas

A publicidade online oferece a possibilidade de medir, em tempo real, o resultado de cada anúncio, quantos cliques foram feitos em seu banner, quantas compras ele gerou, de onde os usuários vieram e muito mais.

Isso permite que você saiba exatamente o que funciona e o que precisa ser melhorado.

Principais formas para fazer publicidade online

Anúncio no Google AdWords

O Google AdWords é uma ferramenta ideal de links patrocinados para divulgar seu produto ou serviço, atrair novos clientes, aumentar suas vendas online e se destacar na internet.

Existem cinco formas de anunciar nessa plataforma:

  1. Rede de Pesquisa;
  2. Rede de Display;
  3. Google Shopping;
  4. Vídeo;
  5. Universal para apps.

Uma das maiores vantagens dessa plataforma é que você pode anunciar sem ter que gastar muito ou investir mais do que o planejado, já que você pode definir um orçamento diário disponível para cada campanha e ele será descontado à medida que seus anúncios receberem cliques.

Como anunciar no Google AdWords?

A primeiro passo que você deve tomar é criar uma conta na página do AdWords.

Em seguida, você deve criar sua campanha, selecionar o tipo de anúncio e preencher os campos solicitados para fazer a configuração.

Anúncio no Instagram

O Instagram se tornou uma das redes sociais mais influentes dos últimos anos e é uma ótima opção para empreendedores, pois oferece a possibilidade de incluir anúncios para empresas ou marcas que desejam atingir um determinado público.

Com o Instagram Ads, você pode colocar anúncios em formato de imagem ou vídeo e, assim, atingir metas de publicidade, como impulsionar suas publicações, promover sua página, enviar pessoas para seu site, aumentar as conversões e muito mais.

Como anunciar no Instagram?

  • Crie uma conta no gerenciador de negócios do Facebook;
  • Configure uma conta do Instagram;
  • Crie sua campanha;
  • Defina o orçamento diário e o tempo de publicação da campanha;
  • Segmente o público-alvo de sua campanha;
  • Mude a localização;
  • Crie seu anúncio;
  • Revise seu conteúdo e publique.

Anúncio no Facebook

O Facebook é outra alternativa muito boa se você quer investir em publicidade online para posicionar seu negócio e ter mais vendas.

O melhor é que você só precisa seguir alguns passos simples para desenvolver uma campanha publicitária nessa rede social:

  • Escolha o que anunciar (promover suas publicações, promover sua página, atrair pessoas para seu website, aumentar as conversões em seu site etc.);
  • Escolha o tipo de anúncio com base em suas metas;
  • Preencha as informações nos campos, coloque a imagem do anúncio, o título, a descrição, a data de validade e crie seu anúncio;
  • Você pode criar quantos anúncios quiser. O ideal é que você combine diferentes textos, títulos e imagens para ver quais produzem os melhores resultados;
  • Verifique a pré-visualização: o Facebook oferece uma prévia do anúncio para corrigir erros ou alterar especificações, se necessário;
  • Segmente seu público. Você pode segmentar de acordo com a faixa etária, localização, sexo, gostos etc;
  • Escolha o gasto diário que você deseja ter, analise a campanha, programe e defina as datas de início e término.

É importante observar que você pode modificar as campanhas do Facebook Ads, pausá-las e reativá-las quantas vezes quiser.

Além disso, você tem um gestor chamado Ads Manager, que oferece um monitoramento abrangente e em tempo real dos resultados de suas campanhas.

Anúncio no Youtube

YouTube é outra rede social que oferece serviços de anúncio pago para grandes empresas, marcas e empreendedores.

A popular plataforma de vídeo tornou-se um meio ideal para trocar conhecimento, entreter e anunciar produtos e serviços. E o melhor é que você pode fazer tudo no AdWords, como mostramos no primeiro item deste post.

Passos para anunciar no Youtube com o AdWords:

  • Vincule seu canal do Youtube com sua conta do AdWords;
  • Selecione o vídeo que deseja promover;
  • Estabeleça as características da promoção (orçamento, calendário, segmentação, etc.);
  • Clique em Criar e lançar campanha e aguarde a notificação de aprovação do YouTube e do Google AdWords (essa notificação pode levar até 24 horas para ser concluída).

Anúncio nativo (native ads)

O anúncio nativo, mais conhecido como native ads, é uma maneira de anunciar na internet sem interferir na experiência do usuário em suas redes sociais.

Esse tipos de publicidade online se tornou muito popular, porque tem uma alta taxa de aceitação, não é intrusivo e parece ser um conteúdo do próprio site. E é também uma forma de alcançar pessoas que ainda não conhecem sua marca.

Existem muitas opções para criar campanhas publicitárias nativas, todas dependem do canal de comunicação escolhido para chegar a seu mercado.

No entanto, aqui estão quatro etapas essenciais para começar a fazer anúncio nativo:

  1. Defina sua persona ou o público que você deseja alcançar.
  2. Entenda os padrões de consumo de seu público;
  3. Selecione as plataformas para desenvolver sua campanha (Facebook, Instagram, blogs etc.).
  4. Selecione o formato do conteúdo a ser usado (uma imagem, um post, um vídeo) e aborde temas de interesse de seu público.

Como divulgar sua marca sem gastar dinheiro?

Se você está apenas começando e ainda não tem orçamento para investir em anúncios pagos, não se preocupe!

Felizmente, hoje podemos encontrar outras estratégias de publicidade online com as quais é possível obter tráfego em seu site, aumentar as vendas e conquistar muitos clientes, como o marketing de conteúdo e o SEO.

O marketing de conteúdo é  uma estratégia de marketing não paga com a qual se pretende influenciar um determinado nicho de mercado, oferecendo conteúdo útil e gratuito a seu público. Pode ser desenvolvido por meio de blogs, newsletters, vídeos e redes sociais.

Além disso, temos o SEO, um conjunto de técnicas que podem complementar seu marketing de conteúdo e fazer com que seus sites apareçam na primeira página de resultados do Google, quando alguém faz uma pesquisa.

Algumas vantagens do marketing de conteúdo e do SEO

  • São gratuitos;
  • Permitem conseguir o tão sonhado posicionamento na internet;
  • Permitem fortalecer relações e criar vínculos duradouros com seus clientes, já que oferecer conteúdo valioso e útil é importante para eles;
  • Criam a oportunidade de você se tornar uma referência na internet;
  • São estratégias ideais para fortalecer sua marca pessoal.

Dicas para fazer publicidade online

A publicidade online é, sem dúvida, um excelente recurso para empresas ou empreendedores que querem se destacar na web.

Para conseguir que seu orçamento de publicidade tenha o melhor rendimento e permita obter os melhores resultados, é importante criar uma campanha publicitária bem pensada e planejada.

Aqui estão algumas dicas gerais para anunciar na internet:

  1. Jamais comece a anunciar sem antes definir sua persona.
  2. Combine sua estratégia de anúncio pago com algumas opções não pagas, como o marketing de conteúdo e o SEO, para maximizar os resultados.
  3. Defina um orçamento exato para desenvolver a estratégia e, assim, evitar problemas financeiros.
  4. Selecione boas imagens e conteúdos para seus anúncios publicitários.
  5. Acompanhe seus anúncios publicitários com um título chamativo, uma proposta de valor e uma chamada para a ação (call to action).
  6. Meça os resultados.

A publicidade é a alma de qualquer negócio: é inútil criar um produto ou oferecer um ótimo serviço no mercado, se ninguém o conhece.

Por isso, te convidamos a se basear em todas essas ferramentas e começar a promover seus produtos ou serviços para alcançar seus objetivos e se tornar um empreendedor de sucesso.

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas ao mesmo tempo é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhore estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que mais da metade da população mundial possui acesso à internet e que até 2021 haverão 2,3 bilhões de consumidores digitais.

É por isso que, atualmente, o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing atualmente. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

A evolução da Web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Um diagrama de quatro elementos fundamentais para criar uma estratégia.

4 Ps do Marketing

Assim, quando aplicado ao universo digital, há autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

8 Ps do Marketing

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semi fictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital.

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

Como fazer Marketing Digital

Como fazer Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a maioria deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas.

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir.

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e na maioria das vezes essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanimos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo super atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google – Inbound Marketing

Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar?

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, remarketing, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Remarketing

Remarketing ou retargeting são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com os podcasts. Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa. Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Plano de Marketing Digital

Para criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Métricas de Marketing Digital

Uma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a formula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas tem dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são:

Marketing nas Redes Sociais: como alcançar os melhores resultados em cada rede

Você provavelmente já leu, ou se está chegando no blog pela primeira vez, ainda vai ler muita coisa sobre redes sociais, como fazer o marketing da sua empresa nelas e como usá-las para vender de forma mais efetiva.

Pretendemos mostrar nesse post tudo o que você precisa saber sobre as 4 redes sociais mais usadas na atualidade: Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter.

Não estão em ordem de importância, até porque isso não existe. Cada rede social é a mais importante para uma dada finalidade, em um dado contexto para uma dada persona.

Vamos abordar nesse texto:

  • Melhores estratégias para uso dessas redes;
  • Boas práticas para aumentar o engajamento da sua audiência;
  • Funcionalidades interessantes (e úteis) de cada rede;
  • Quais conteúdos são melhores de serem promovidos;
  • Considerações gerais das redes sociais.

Instagram

O Instagram é uma das redes sociais que mais cresce atualmente. Tem mais de 600 milhões de usuários ativos e o Brasil ocupa um lugar de destaque entre os países que mais usam a rede e a utilizam para fazer seu marketing.

Na verdade isso era de se esperar, uma vez que o Instagram é extremamente fácil de usar, apenas tirar uma foto, postar e voila. Pronto.

O Insta (como chamamos no dia a dia) tem como principal público jovens de 18 a 35 anos donos de um smartphone. Se for o público alvo da sua empresa você precisa estar presente.

Crie um perfil para sua empresa e comece a se divulgar.

Criar um perfil para sua empresa

Acho que você já até cansou de escutar sobre como criar um perfil empresarial nas redes acima, não é mesmo? Mas para não deixarmos de abordar, vamos lá:

  • Adicione seu nome;
  • faça o upload de uma foto de perfil;
  • escreva uma descrição;
  • inclua um link na descrição.

Para se ter sucesso nessa rede você deve ter objetivos bem definidos.

Ou seja, pensar quem é seu público alvo, qual linguagem é a mais apropriada e em como você vai atrair esse público.

Ter um calendário de postagem constante faz toda a diferença.

Como a rede não permite postagem de conteúdos em texto grandes (mesmo que permitisse seria um desperdício escrever, pois é uma rede extremamente visual e de leitura rápida), você deve ter um planejamento de temas para publicar e um calendário para isso. Evite cair na mesmice.

Aproveite e use esse espaço curto para interagir com seu público, manter um diálogo e fazer com que sua audiência saia dali e vá para dentro da sua casa, ou seja, dentro do seu blog ou do seu site.

Use vídeos. Muitos. Sempre. Como todo mundo está postando fotos, vídeos curtos chamam a atenção e fazem toda a diferença.

Siga sua audiência e siga de volta aqueles que estão te seguindo. E engaje com seu público. Uma boa ideia é fazer alguns sorteios e pedir pra que eles compartilhem.

Tráfego orgânico X Tráfego pago

O Insta Ads é a maneira de gerar o tráfego pago do seu aplicativo.

No começo, o Instagram selecionou apenas algumas marcas que poderiam fazer anúncios pagos na rede, assim seria uma espécie de teste para ver se o público não ficava cansado.

Porém, desde 2015, qualquer um pode pagar para anunciar e ter suas publicações mais vistas. A única premissa é: não faça publicidade barata.

Compartilhe imagens e conteúdos que saem do lugar comum e que aprimorem a experiência do usuário.

Tráfego orgânico – dicas para conseguir mais seguidores

Conecte sua conta do Instagram a outras redes sociais

Sabemos que os usuários de uma rede social, muito provavelmente estarão também em outras redes sociais, o que aumenta o engajamento das marcas ao serem seguidas em várias redes e não apenas uma.

Sabemos bem que uma é mais rápida, a outra mais visual e ai vai. Assim, eles tendem a se complementar.

Use Hashtags

Capriche na foto, na legenda e nas hashtags. Mas antes de sair por ai colocando hashtags, faça uma pesquisa sobre o que está em alta, quais termos usar, o que seu mercado está escrevendo e o que você deve escrever.

Use com discernimento. Mas não abuse é muito chato ler #textos #escritos #assim.

Interaja constantemente

Faça sua audiência se engajar com você. faça perguntas, sorteios, peça comentários e lembre se de sempre responder e cumprir o que prometeu.

Use fotos de pessoas

Fotos de pessoas tendem a ter 35% mais engajamento do que aqueles sem ninguém. Acredita nisso?

Facebook

A diferença do Facebook quando comparado a outras redes sociais, podemos dizer que ele tem um enorme potencial para negócios. Como assim?

No Facebook é possível fazer páginas empresariais, anúncios pagos segmentados, permite o engajamento com sua audiência e um contato direto com ela.

Essa rede social é mais popular entre as mulheres, entre pessoas de 18 a 29 anos e conta hoje com mais de 1.28 bilhão de usuários. Se sua empresa tem como audiência esse perfil, você já tem meio caminho andado.

Se você não tem, não se preocupe! Apesar dessa persona mais forte, bilhões de pessoas estão cadastradas e utilizam quase que diariamente a rede.

Ou seja, pense duas vezes antes de decidir não criar uma fan page da sua empresa por achar que seu público não está ali.

Tráfego orgânico X Tráfego pago

Existem duas formas de gerar tráfego dentro do Facebook: pagando por ele, ou então, de forma mais saudável, conquistando tráfego orgânico.

Ao longo dos anos, a rede recebeu atualizações em seu algoritmo, sendo a mais importante delas, em 2011, quando criou uma incrível ferramenta que aprende com o comportamento de cada usuário, desde cliques, compartilhamentos e curtidas até os conteúdos que o usuário ignora.

Dessa forma ele “escolhe” apresentar na timeline individual só aquilo que é interessante para cada um.

Para conseguir mais acessos orgânicos, você deve investir em conteúdos únicos e diferenciados, para que sejam atrativos para seu público alvo e sejam a chave do sucesso.

Já o tráfego pago, como o próprio nome já diz, é comprado e se chama Facebook Ads.

Esses anúncios podem ser extremamente segmentados, de acordo com gênero, idade, idioma e geografia e seguem 8 padrões:

  • Um impulsionamento para seus fãs, para aumentar curtidas e compartilhamentos;
  • Anúncios para base de fãs, para estimular as curtidas;
  • Anúncio que faz com que os cliques sejam direcionados para o site;
  • Anúncios focados em conversões nos sites;
  • Anúncios que estimulam os usuários a baixar seu aplicativo;
  • Anúncios que tem como objetivo o engajamento com seu aplicativo;
  • Anúncios para promover um evento;
  • Anúncios que promovem uma oferta.

Vale lembrar que as chamadas métricas de vaidade (curtidas e compartilhamentos) são bacanas mas não te ajudam a monetizar, ou seja, de fato ganhar dinheiro.

Por isso esses não devem ser os únicos indicadores levados em conta na hora de ver se a rede social está sendo efetiva ou não para sua estratégia.

Para os anúncios que promovem uma oferta é importante levar em consideração as quatro etapas do ciclo de uma rede social, que deve levar em conta ouvir sua audiência, entender as principais dúvidas, formar parcerias com autoridades naquele assunto e só então apresentar um produto para venda.

Se você não ouvir o que sua audiência quer, muito provavelmente não vai fazer uma oferta interessante para eles.

Uso do Facebook para gerar negócios

Existem algumas boas práticas que você deve seguir na página da sua empresa, para ajudar ela a ser mais eficiente.

Confira os passos:

  1. Adicione uma foto de perfil de boa resolução. Muitas vezes é interessante usar sua logo/marca;
  2. Usar uma foto de capa atraente. Ela é mais uma forma de divulgar sua marca e causar um impacto positivo;
  3. Complete seu perfil com todas as informações que são importantes: site, endereço, descrição, missão, telefone e email.
  4. Adicione seus colaboradores;
  5. Define o tom de voz usado para a comunicação;
  6. Planeje o conteúdo que você vai divulgar (lembre-se de ouvir sua audiência antes de sair escrevendo)
  7. Promova sua página e publicações;
  8. Mensure seus resultados, lembrando mais uma vez que curtidas e compartilhamentos por si só não dão dinheiro).

Melhores conteúdos para o Facebook

O Facebook é uma rede social super abrangente e permite o uso de vários tipos de conteúdo.

A única coisa que você deve fazer é entender sua persona para planejar qual tipo de conteúdo será melhor aceito por ela para que você não perca tempo fazendo um trabalho pouco focado.

Você pode usar e abusar de artigos escritos, de imagens, de checklists, de vídeos e até mesmo usar a rede para promover seus ebooks e outros materiais ricos.

Alguma dicas para aliar o marketing nas redes sociais e uma comunicação empresarial efetiva

Seja mobile friendly

As pessoas, em todos os lugares, estão usando cada vez mais os smartphones para abrir sites, consultar a internet, ler artigos e emails e checar as redes sociais!

Ao fazer um conteúdo para o facebook certifique de que ele é próprio para ser acessado por um celular ou tablet, já que boa parte de seus acessos devem vir por esses dispositivos.

Adicione imagens

As imagens são de extrema importância quando pensar em uma comunicação via Facebook.

Ajudam a aumentar o engajamento com sua audiência e destacar o que você está promovendo.

Use e abuse de imagens mas não deixe de mensurar qual está sendo mais efetiva para sua rede.

Defina seu público

Você pode definir seu público através das ferramentas oferecidas pela rede social. Você pode definir filtros de segmentação como gênero, idade, idioma, educação, local de trabalho, status de relacionamento entre outros.

Segmentar de forma certa seus anúncios mostra que você realmente conhece sua audiência e se comunica com ela e faz você investir de forma mais certeira.

Use os relatórios do Facebook para mensurar seu sucesso

Não devem ser as únicas métricas, mas através dos relatórios disponibilizados pelo Facebook você consegue saber quais posts e imagens estão sendo mais acessadas, curtidas e compartilhadas.

Pelo menos ele te ajuda a definir os assuntos que são mais bem aceitos pelo seu público.

Faça perguntas

Se engajar com sua audiência é uma das melhores formas de gerar leads para seu negócio.

Faça perguntas para que respondam e compartilhem suas atualizações e anúncios.

Não deixe comentários sem resposta

Lembra que falamos acima sobre a importância de ouvir o que está sendo falado para então gerar mais e melhores conteúdos?

Parte disso consiste em responder todos os comentários deixados na sua página para que um atual ou futuro cliente veja a atenção que sua empresa dá a eles.

Estude os melhores horários para publicações

Através do Facebook Insights você consegue descobrir quais os picos de acesso da sua página, assim pode postar nos horários mais interessantes para que o público veja sua empresa.

 

Linkedin

O Linkedin é uma rede social que teve expressivo crescimento nos últimos anos. A rede social é focada principalmente em profissionais e empresas.

E hoje já conta com mais de 380 milhões de usuários ativos.

Quando falamos de marketing nas redes sociais, é impossível deixar de lado o Linkedin. Seja para fazer negócios, promover sua marca ou mesmo se posicionar como autoridade.

Se sua empresa é B2B, você não pode nem cogitar a possibilidade de não estar presente e atuante lá.

É interessante saber, que o Linkedin atua como uma rede de networking, não sendo bem aceito conteúdos que não dizem respeito ao mundo empresarial.

Ali são falados de temas como contratação, produtividade, RH, empreendedorismo, entre outros e se você tem qualquer coisa a dizer esteja preparado.

Assim como no Facebook é importante ouvir o que sua audiência está falando.

O Linkedin até permite curtidas, comentários e compartilhamentos, mas a grande sacada é ver o que está sendo acessado e falado pela sua rede.

Quais os assuntos? Quais as empresas? Quais as pessoas chave?

Para que o Linkedin é usado?

O Linkedin é basicamente usado para quatro grandes tópicos e sua empresa pode se beneficiar de cada um deles:

  • Se conectar com outros profissionais – é a sua hora de se posicionar como autoridade em um assunto e vincular isso à sua empresa;
  • Obter informações através de notícias e artigos – você deve estar lá, ouvindo o que eles querem e produzindo conteúdo para entreter e ajudá-los. Mais uma chance de se posicionar como autoridade em algo;
  • Encontrar oportunidades de trabalho – você pode achar seu próximo colaborador lá;
  • Se conectar com marcas e empresas que lhe interessam – e você precisa ser uma dessas!

Como criar um perfil empresarial vencedor

Para criar a página da sua empresa, não precisa seguir passos muito diferentes dos já falados para o Facebook não.
Atraia seguidores, estabeleça presença e engaje sua audiência. Simples assim.

Basicamente você deve fazer uma página da sua empresa que contenha todos os dados importantes dela, coloque imagens de perfil e de capa que tenham a ver com a marca e com o negócio, otimize seu perfil para buscas e mantenha sempre atualizado.

Tráfego orgânico X tráfego pago

Assim como no Facebook, existem duas formas de criar uma audiência seguidora no Linkedin: de forma orgânica e de forma paga.

O Linkedin Pulse é uma ferramenta de publicações no Linkedin onde antes, apenas pessoas convidadas, chamadas de influenciadores, podia escrever algum artigo.

Essa atualização enviada via notificação para toda sua bae. Imaginem como o conteúdo não se espalhava?

Após a última atualização, o Linkedin Pulse passou a ser aberto a todos que querem escrever. Quando você escreve, sua base também recebe uma notificação.

Você ganha autoridade e seguidores. E não existem limites de publicações ou imagens.

Para se tornar autoridade em algum assunto escreva. E seja compartilhado. E faça o link disso com sua empresa, para não só você mas ela também, ser uma referência.

Já para tráfego pago temos o Linkedin Ads. Nele para criar cada anúncio, você deve escolher o nome para uma nova campanha, o idioma, o tipo de mídia, escrever seu anúncio, escolher a forma de pagamento, definir horários para os impulsionamentos e por fim, mensurar! Simples assim.

Tipos de conteúdo

Temos que ter em mente que o Linkedin é uma rede voltada para negócios.

Como dito acima, artigos escritos tem a grande preferência dos usuários, mas nada impede você de compartilhar ebooks e outros materiais ricos.

Imagens são muito importante mas nada de gatinhos fofinhos. As imagens devem dizer algo a alguém.

Dicas para usar o Linkedin para um bom marketing

Encontre clientes e conexões altamente segmentados de acordo com seu negócio

Você pode ajustar suas campanhas para um determinado público, tipo e tamanho de empresa, segmentando de maneira eficiente aquilo que você está produzindo de material.

Gere leads

Identifique o perfil desejado e ofereça a ele webinários e ebooks.

Faça contatos inbound e outbound. Garanta uma geração de leads barata e simples.

Publique conteúdo de qualidade

Como já dito anteriormente, através do Pulse você pode publicar qualquer artigo que ele será notificado para toda sua base.
Por isso tudo que você enviar deve ser bem planejado e escrito, para ajudar alguém a resolver um problema, se posicionar como autoridade e garantir que sua rede continue te seguindo e recebendo suas atualizações.

Monitore o perfil dos seus funcionários

Garanta que seus funcionários tenham um perfil no Linkedin, que digam que trabalham na sua empresa, façam uma boa descrição de seu trabalho/posição e tenham material consistente sobre seu negócio.

Faça conexões e construa relacionamentos

As conexões feitas devem ser estratégicas. Conecte-se com seus potenciais parceiros e clientes.

Muna-os de informação e conteúdo interessante e a partir disso construa um relacionamento com eles, que podem falar bem ou mal de você, comprar ou não comprar de sua empresa.

 

Twitter

O Twitter é a rede social rápida. O que quero dizer com isso?

Você deve conhecer ou pelo menos já ter ouvido falar nos famosos “tweets”. Aquelas postagens curtas, de no máximo 140 caracteres, que servem para atualizar sobre alguma coisa sobre você de forma rápida.

Muitos decidem escrever coisas pessoais como “comendo um sanduíche super gostoso” ou ate mesmo “indo pra casa depois do trabalho”.

Mas esse era o começo da rede. Hoje em dia ela é muito usada para comentar notícias da hora, política, futebol e até mesmo outros assuntos que a gente prefere “não discutir para não brigar”.

Aceitar postagens curtas não quer dizer que ela é pior por isso.

Exatamente por isso, é uma rede super acessada pelo celular e tablets. A mensagem de adequa melhor e permite uma interação rápida e constante.

São mais de 300 milhões de usuários e mais de 500 milhões de postagens diárias. Imagina isso?

Vamos falar um pouquinho sobre o uso do Twitter para negócios. É possível? É eficiente?

Usar o Twitter para sua empresa

Antes de tudo, como já falado para começar um bom marketing nas redes sociais, é preciso preparar a casa. Ou seja, seu perfil deve estar completo e otimizado.

Para isso não se esqueça de colocar:

  • Nome
  • Foto de perfil
  • Foto de capa
  • Background
  • Bio

Tráfego orgânico X Tráfego pago

Vamos começar esse tópico falando de como conseguir tráfego pago para seu perfil. Usando o Twitter Ads, é óbvio.

Os tweets pagos podem ter o formato de tweets promovidos, contas promovidas ou assuntos promovidos. Cada um deles tem uma indicação específica.

Se você quer promover um tweet, trazer tráfego para algum link, oferecer cupons e promoções, gerar leads ou atrair atenção para sua marca você deve usar a função de tweets promovidos.

Se você quer aumentar o número de seguidores de uma maneira rápida, você deve usar a função de contas promovidas.

Se você quer aproveitar a onda dos assuntos mais discutidos naquele período e aumentar sua visibilidade, você pode usar os assuntos promovidos.

Atrair seguidores e monitorar a rede

Para promover no Twitter você deve sempre começar analisando seu orçamento disponível, segmentando e por fim, como em todas as outras mensurando.

Para monitoramento existem algumas ferramentas que podem te ajudar imensamente.

SocialBro, MentionMap, The Archivist, Twenty Feet, Tweetsmap, Twitter Counter e outros estão nessa lista.

Dicas para usar o Twitter de forma eficaz para gerar negócios

  • Siga as pessoas, retweet e favorite seus tweets;
  • Analise sua audiência
  • Você deve responder a todas as menções e mensagens
  • Veja os assuntos que seus concorrentes estão usando para ter ideias do que compartilhar;
  • Não foque em vendas, mas sim em construir relacionamento e gerar valor
  • Encontre pessoas através de hashtags
  • Participe de conversas da área de atuação da sua empresa
  • Publique fotos
  • Faça perguntas e retweet as respostas;
  • Faça testes A/B

 

Tentamos resumir em poucas palavras tudo aquilo que é possivel fazer de marketing nas redes sociais. É claro que muita coisa pode e deve ser aprofundada.

O que você deve ter sempre em mente é: como eu posso usar essas redes a meu favor e a favor da minha empresa?

O objetivo deve ser sempre engajar com seu público, aumentar o reconhecimento da sua marca e gerar oportunidades de negócio.

Marketing de relacionamento: tudo o que você precisa saber para fidelizar clientes

Você já teve alguma experiência muito positiva com alguma marca? Tão positiva a ponto de que você não apenas se tornou cliente fiel do produto, mas também adquiriu outras soluções da mesma empresa e passou a ser um verdadeiro disseminador e advogado dela?

Se você teve essa experiência pessoalmente, ou se já a presenciou de alguma forma, com certeza você lembra. Afinal, quem é que não gosta de ser bem tratado e de se sentir especial?

E, se você passou por essa situação, é possível que tenha se perguntado: por que algumas empresas se dão ao trabalho de criarem essas experiências? É apenas para fidelizar clientes? E essas ações valem a pena financeiramente?

A resposta para todas essas perguntas tem nome: Marketing de Relacionamento.

E é muito mais do que uma ação para obter clientes. É uma estratégia que envolve construção de marca, fidelização de clientes, disseminação da marca e criação de autoridade no mercado.

A seguir, vamos falar sobre o que é o Marketing de Relacionamento, para que ele serve, como aplicá-lo e se, afinal de contas, ele vale a pena.

O que é Marketing de Relacionamento?

Marketing de Relacionamento engloba estratégias de construção e disseminação de marca, prospecção, fidelização e criação de autoridade no mercado. O objetivo do relacionamento é conquistar e fidelizar clientes, além de fazer com que eles se tornem defensores e divulgadores da marca.

Outro objetivo é tornar-se uma referência no mercado, principalmente pelas boas experiências oferecidas ao usuário. Para conseguir tudo isso, a empresa basicamente cria um relacionamento em que oferece vantagens para seus clientes e prospects.

Para que serve o Marketing de Relacionamento?

Como dissemos, o Marketing de Relacionamento visa a muito mais do que auxiliar nas vendas. Ele não quer criar apenas clientes; ele quer criar fãs. Mas isso é uma via de mão dupla: é preciso oferecer algo que seu cliente não pode obter um nenhum outro lugar. Afinal, é dando que se recebe.

O Marketing de Relacionamento não é uma estratégia que age apenas em curto prazo: pelo contrário, seu objetivo é criar uma relação contínua e, preferencialmente, progressiva. Isso pode ser fazendo com que um cliente se torne um fã ou com que um cliente de um produto ou serviço básico evolua para alternativas mais complexas da sua solução.

E, mais do que gerar novas receitas e receitas recorrentes, o Marketing de Relacionamento aproxima o cliente da empresa, o que beneficia não apenas o cliente – que ganha respostas mais rápidas e personalizadas às suas dúvidas e problemas -, mas também a empresa, que recebe feedback mais constantes e tem a possibilidade de aprender com sua audiência e melhorar continuamente a sua solução.

Pense, por exemplo, que, com o Marketing de Relacionamento, o público pode se aproximar da sua empresa e conhecer mais detalhadamente o que você faz e as soluções que oferece. Assim, as chances de perceber o valor da sua solução é maior, e, consequentemente, a de comprar também.

Além disso, passando por uma boa experiência com sua empresa, é provável que esse público queira divulgar essa experiência positiva para outras pessoas, gerando um efeito “bola de neve” que influencia na aquisição de novos clientes.

Como aplicar o Marketing de Relacionamento?

OK, já sabemos o que é o Marketing de Relacionamento e para que ele serve. Mas como podemos aplicá-lo na prática?

Há inúmeras formas de fazer isso e, felizmente, a internet deixou as coisas mais fáceis para as empresas, pois permite que elas se aproximem ainda mais da audiência.

Apenas para dar um exemplo, você pode contar com metodologias do Marketing Digital, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo para isso. Em se tratando de ferramentas, pode utilizar blog, mídias sociais e Email Marketing, além de ações offline, como o envio de brindes, por exemplo.

A seguir, vamos falar um pouco mais das formas de aplicar o Marketing de Relacionamento.

Primeiro passo: conheça sua audiência e monte uma base de dados sólida

Antes de tudo, não adianta querer fazer Marketing de Relacionamento se você não conhece o seu público. Caso contrário, como é que você vai oferecer os benefícios que ele quer para gerar uma experiência do usuário realmente diferenciada?

Por isso, é essencial que você crie as personas da sua empresa, ou seja, as representações dos melhores clientes da sua empresa. Assim, você vai focar seu relacionamento com esse público-alvo, visando atraí-lo para que se torne cliente.

Atraindo essa audiência e obtendo algumas informações estratégicas sobre ela, você gerará uma base de contatos, com a qual estabelecerá um relacionamento para gerar e fidelizar clientes.

É importante que essa base esteja com os dados sempre atualizados para que você seja assertivo em seu relacionamento. Os dados obtidos são particularmente importantes, pois é com eles que você vai criar ações para fidelizar seus clientes.

Dentre aqueles que já forem seus clientes, o ideal é identificar quais são os que compram de forma mais frequente e que geram mais receita para sua empresa.

É nesses clientes que você deve focar as ações de Marketing de Relacionamento mais robustas: crie um acompanhamento personalizado e pense em formas de aproximar seu contato com eles.

A partir daí, você já pode começar a pensar nas ferramentas e formatos que utilizará para estreitar as estratégias de Marketing de Relacionamento com eles. Veja algumas dessas ferramentas:

Marketing de Relacionamento com Email Marketing

Uma das ferramentas mais poderosas no Marketing de Relacionamento é o Email Marketing. Isso porque ele é altamente personalizável e você pode utilizá-lo para diversas ações de Marketing de Relacionamento, tais como:

  • Criar uma relação de proximidade;
  • Parabenizar o cliente em datas importantes da sua vida, como aniversário, casamento etc.;
  • Oferecer conteúdos relevantes que realmente gerem valor para seu cliente;
  • Enviar campanhas de construção e consolidação de marca, mostrando como sua empresa tem um papel relevante na vida do seu cliente;
  • Oferecer promoções especiais, descontos, bônus, brindes e outras vantagens, ressaltando o benefício em ser cliente da sua empresa.
  • Ações de pós-venda: realizar pesquisas de satisfação para saber a opinião e as sugestões dos clientes para sua empresa;
  • Oferecer novos produtos, estimulando o cross-selling e upselling.

Marketing de Relacionamento com programas de Fidelidade

Esse é um dos formatos mais comuns de Marketing de Relacionamento e é muito utilizados por empresas aéreas, administradoras de cartões de crédito, bancos e até hotéis e restaurantes.

Trata-se, basicamente, de oferecer benefícios para que o cliente consuma preferencialmente o seu produto ou serviço em vez de utilizar os da concorrência.

Esses benefícios podem ser os mais variados. Podem ser parcelas do próprio serviço ou produto ofertado, como no caso de hotéis, restaurantes e empresas aéreas, que oferecem hospedagens, refeições e milhas depois de algumas vezes ou tempo de uso do produto da empresa. Podem ser também outras vantagens não relacionadas diretamente ao produto ou serviço prestado – como no caso de administradoras de cartão de crédito e seus programas de pontos.

É interessante que, antes de oferecer os benefícios, você analise os dados de seus clientes, para que as vantagens geralmente sejam atrativas para eles. Você deve, ao mesmo tempo, surpreender e agradar os clientes, para que eles continuem a ver vantagem na relação com sua empresa, e continue a comprar de você.

Contudo, não se esqueça de que as bonificações oferecidas devem gerar lucro, e não prejuízos financeiros para sua empresa.

Marketing de Relacionamento com uma área de Customer Success

Marketing de Relacionamento e Customer Success (CS) são duas áreas que possuem um enorme potencial de se auxiliarem. Isso porque Customer Success é um segmento em que precisa estar em constante contato com o cliente para auxiliá-lo a ter sucesso, e o marketing pode prover o conteúdo e os formatos que vai guiar nessa estrada rumo ao caminho.

Por outro lado, é a experiência de CS que vai servir de insumo para as ideias de conteúdo e os formatos a serem utilizados. Nesse sentido, a relação de CS com marketing tem três pontos principais de alinhamento e ajuda mútua:

  • Definição de conteúdos: a passagem de informações, tais como dúvidas e questões fundamentais sobre um produto ou serviço ou mesmo sobre sua empresa, para a equipe de Marketing de Relacionamento pode levar à produção de conteúdos que estreitem essa relação, ajudando os clientes de forma escalável e que auxiliando o profissional de CS.
  • Ajuda com materiais: o time de Marketing de Relacionamento, por sua vez, deve indicar para Customer Success quais conteúdos, materiais e campanhas ajudam o cliente em seu sucesso, ou seja, que auxiliam em dúvidas frequentes sobre determinado assunto – e até a preparar “kits” de auxílio com links e indicações que facilitem o atendimento.
  • Automação de Marketing: as duas equipes podem estruturar, juntas, regras de Automação de Marketing, política de envio de emails e outros itens do relacionamento que podem ser feitos em escala pelo Marketing de Relacionamento. A ideia é que isso ajude o CSM a ser mais produtivo e não tenha que gastar tempo com coisas que realmente o contato mais próximo e pessoal não fazem tanta diferença.

É importante frisar que o resultado das estratégias de Marketing de Relacionamento e Customer Success devem ir além do sucesso com o produto ou serviço da sua empresa, englobando também outros problemas relacionados.

Marketing de Relacionamento com Redes Sociais

As redes sociais se tornaram uma ferramenta poderosa para aproximar clientes e empresas. Por isso, é importante que elas saibam utilizar bem esse meio para se relacionarem com os clientes.

A presença nas principais redes – tais como Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter etc. – já não é mais um diferencial corporativo, e sim uma estratégia básica de Marketing de Relacionamento.

Por um lado, elas são uma enorme oportunidade de as empresas divulgarem sua mensagem para uma audiência cada vez maior e, com isso, conquistar novos públicos. Além disso, como a comunicação ocorre de forma quase imediata, suas ações nas redes sociais muitas vezes têm repercussões em curtíssimo prazo.

Isso pode ter tanto um efeito positivo quanto negativo: estratégias bem estruturadas podem acabar por alçar uma empresa a um patamar completamente novo em relação a seus clientes.

Ações impensadas ou a demora em responder, por outro lado, podem minar completamente a imagem de uma empresa frente aos clientes e possíveis clientes.

Da mesma forma que com o Email Marketing, as redes sociais são uma ferramenta muito útil para divulgação e produção de conteúdo. Mas não pode ser qualquer conteúdo: deve ser conteúdo qualificado e personalizado para que seu clientes se sintam únicos. Não se esqueça das suas personas!

Nas redes sociais, você também pode abordar diferentes tipos de conteúdo: ofertas de produtos, serviços e promoções e bônus, materiais que eduquem e gerem valor, consolidação da marca, pesquisas de satisfação etc. Mas é importante que você fique atento ao tipo de rede social em que está.

Criar o mesmo tipo de relacionamento em todas elas é a mesma coisa do que não considerar a sua persona: uma comunicação massificada, que provavelmente gerará pouco engajamento

Por exemplo, o Facebook e o LinkedIn são empresas bastante utilizadas para trabalhar oferta de conteúdo. Redes mais visuais, como o Instagram e o Pinterest, são bastante eficientes para construção de marca.

Já o Twitter funciona muito bem como uma espécie de SAC 2.0, uma forma rápida de conversar com seus clientes e possíveis clientes sobre dúvidas e reclamações.

E, assim que você puder, invista em anúncios pagos nestas redes. Além de aumentar consideravelmente o alcance de suas campanhas de relacionamento, você também pode criar públicos bastante segmentados, tornando sua comunicação ainda mais personalizada.

Vale a pena investir em Marketing de Relacionamento?

A resposta para essa pergunta é, cada vez mais, sim. O Marketing de Relacionamento é, em um mercado cada vez mais competitivo, a diferença entre você e o seu público-alvo.

Isso porque, mais do que oferecer um produto ou serviço, você vai oferecer um relacionamento com o usuário – e é por esse relacionamento que ele decidirá se vai continuar com você ou não.

Mas não ache que Marketing de Relacionamento é apenas um bom atendimento. Ele requer, mais do que competência, criatividade e investimento para oferecer o “algo mais” diferencial e que vai transformar um mero cliente em um fã.

Por isso, a palavra-chave aqui é: conheça seu consumidor. Só assim você vai conseguir atendê-lo de forma personalizada e ir além; vai realizar seus desejos e tirar dúvidas, mas é capaz também de extrapolar expectativas e chegar onde nem ele mesmo ainda tinha percebido que gostaria que sua empresa chegasse, resolvendo problemas que ele nem sabia que tinha.

Empresas como a Apple entendem muito bem o que é fazer isso e, por essa razão, têm legiões de fãs. E, como você pode perceber, o resultado é muito maior do que parece: um cliente satisfeito se reflete nas vendas, no faturamento e na sobrevivência da sua empresa.

Assim, fica claro que seu marketing tem que ir cada vez mais além da oferta de produtos e serviços. Aproveite o que os avanços tecnológicos têm a oferecer e utilize-os para realizar um Marketing de Relacionamento cada vez mais abrangente e, ao mesmo tempo, mais único para seu cliente.

Lembre-se de que seu principal objetivo é manter um relacionamento saudável e positivo com o cliente, a fim de estabelecer uma relação duradoura.

Em um mercado que cada vez mais é formado por empresas de receita recorrente e em que o custo de um novo cliente é 7x maior do que reter um cliente antigo, o Marketing de Relacionamento parece nada mais do que a escolha mais sábia para fazer seu negócio sobreviver e prosperar.

Marketing de Afiliados – O que é e por onde começar?

Para quem trabalha com marketing digital, possivelmente já ouviu falar de marketing de afiliados. No entanto, poucos ainda sabem o que significa marketing de afiliados e o que é possível fazer com isso na prática. Embora esse seja um mercado que cresceu mais de 100% ao ano no Brasil nos últimos cinco anos, continua sendo um mercado pequeno quando comparado com outros nichos, como agências de marketing, produtores de conteúdo, serviços freelancer, etc. Ainda assim, as previsões apontam para que o mercado de afiliados continue se expandindo a um ritmo extremamente acelerado durante os próximos anos. Esses números são fruto de nosso trabalho com o evento Afiliados Brasil.

O mercado de marketing de afiliados é, na verdade, uma oportunidade tremenda para ganhar dinheiro na internet e continuará sendo durante muitos e longos anos. No entanto, e tal como acontece em outros mercados, existem profissionais que fazem as coisas do jeito certo e profissionais que fazem as coisas do jeito errado. Você precisará entender primeiro como tudo isso funciona e quais são as suas possibilidades, de modo a tentar extrair o máximo potencial dos seus projetos. Outra coisa importante é que marketing de afiliados não tem nada a ver com marketing multinível; são dois mercados totalmente diferentes.

O que é marketing de afiliados?

Marketing de Afiliados explicadoMarketing de afiliados é uma forma de você gerar rendimento através de um trabalho de partilha, recomendação e promoção de produtos ou serviços de outras pessoas ou empresas. Basicamente, quando você ajuda uma outra empresa a conseguir vender um produto, recebe uma comissão por esse trabalho. Existem várias formas de comissionamento, mas o conceito é semelhante em todas elas, ou seja, você promove algo em troca de uma fatia do valor dessa venda gerada.

O marketing de afiliados não é algo novo. Há centenas de anos que pessoas trabalham em modelos de comissão semelhantes, e os chamados comissionistas existem há centenas de anos. Um bom exemplo desse tipo de trabalho seriam os corretores imobiliários. Eles divulgam imóveis dentro e fora da internet, recebendo uma comissão sobre a venda daquele imóvel.

Na internet, esse modelo de comissão sobre as vendas é chamado de marketing de afiliados ou affiliate marketing (em inglês). O primeiro programa de afiliados na internet foi criado em 1996 pela Amazon e se chamava Amazon Associates. O programa continua existindo até hoje e foi um dos principais propulsores de crescimento da Amazon, uma vez que milhares de afiliados promoviam os produtos da empresa nos Estados Unidos, recebendo uma fatia sobre as vendas. Caso eles não gerassem vendas, a Amazon também não estaria investindo dinheiro nenhum com essa publicidade, uma vez que ela pagaria uma comissão somente por vendas realizadas.

O mercado de afiliados é tão extenso quanto a sua imaginação. Existem programas de afiliados e ofertas para promover em praticamente todas as áreas de negócio que se possa imaginar serem possíveis de trabalhar via internet. Isto significa que, por meio da internet, você pode promover ofertas de outras pessoas e empresas em seus sites e blogs, e usar isso como uma forma de rentabilizar os seus conteúdos e tráfego.

Vantagens de trabalhar com marketing de afiliados

Existem inúmeras vantagens para você trabalhar com marketing de afiliados, mas a principal é que você não tem de se preocupar em criar um produto para vender na internet. Já alguém criou esse produto e você pode se tornar afiliado desse produto, promovendo-o por meio de links de afiliado e enviando tráfego através desses links para esse mesmo produto. A partir desse momento, sua responsabilidade termina. O produtor, ou dono do produto, passa a ser a pessoa responsável por enviar a mercadoria para o comprador e manter esse cliente satisfeito. Você receberá uma comissão por ter gerado essa venda, mas não é responsável por absolutamente mais nada.

Dentre as várias vantagens de trabalhar com marketing de afiliados, diria que a mais interessante é o potencial de rentabilização desse mercado. Existem produtos que pagam comissões altíssimas, recorrentes, por clique, por venda, por impressão, etc. Existem também afiliados que trabalham na divulgação desses produtos através de plataformas de publicidade e outros que aproveitam os programas de afiliados como forma de rentabilizar o tráfego dos seus sites e blogs. Ambos os modelos são perfeitamente viáveis e geram resultados.

O bom do marketing de afiliados é que você não precisa de criar absolutamente nada. Caso você pretenda, é possível ganhar muito dinheiro trabalhando com esse mercado, promovendo ofertas de produtos, sem que na realidade você tenha de criar um blog, site ou outra coisa qualquer. Existem afiliados ganhando muito dinheiro e a única coisa que fazem é anunciar no Facebook, Google AdWords e native ads. Há também quem prefira usar estratégias mais avançadas, como  comprar tráfego para promover programas de afiliados.

Em resumo, você tem dois caminhos possíveis para trabalhar com marketing de afiliados: criando sites e blogs, trabalhando com conteúdo e rentabilizando seu tráfego através de programas de afiliados, ou anunciando diretamente as ofertas de afiliados através de plataformas de publicidade como o Facebook, Google, native ads ou compra de tráfego.

Independentemente do modelo que você escolher, o importante é que seus resultados sejam positivos. Não existem modelos melhores ou piores. Há imensos profissionais ganhando muito dinheiro em ambos os modelos, portanto, você deverá optar por aquele que faz mais sentido para você e para a sua estratégia de marketing digital.

Modelos de comissão em marketing de afiliados

No mercado de marketing de afiliados, existem diferentes modelos de comissão, que variam consoante o objetivo de marketing da empresa ou produtor. Ao contrário do que muitas vezes se pensa e fala, existem programas de afiliados não apenas para produtos físicos ou digitais, mas também para ações e contatos. Se o objetivo de marketing de uma empresa for gerar cadastros de potenciais interessados em comprar um produto, por exemplo, essa empresa pode lançar um programa de afiliados que paga um valor fixo para cada cadastro realizado. A empresa não estaria promovendo um produto, mas sim uma ação específica, que no caso seria o usuário preencher o formulário de cadastro.

Existem também diferenças nas estratégias de divulgação de um afiliado, quando objetivo são ações ou conversões. Cada objetivo de marketing e modelo de comissão obrigam, automaticamente, a adoção de uma estratégia de divulgação diferente. Ao entrar nesse mercado, você deverá procurar pelos modelos de comissão que fazem mais sentido para você e para a sua estratégia de marketing digital.

CPC (custo por clique)

O modelo de comissão em CPC (custo por clique) é um dos mais antigos da internet também. Quando em 23 de outubro do ano 2000, a Google decidiu lançar o Google AdWords, esse modelo de comissão passou a ser amplamente utilizado no mundo. Juntamente com o Google AdWords, a Google lançou o programa Google Adsense, que é nada mais, nada menos, do que um programa de afiliados que paga por clique em anúncios de texto ou imagem.

Neste modelo de comissão por CPC, o afiliado recebe um valor fixo ou variável para cada vez que o banner publicitário ou o link de texto receberem um clique de um usuário. Esse modelo tem a vantagem de que o afiliado não está dependente do resultado final, ou seja, do usuário comprar o produto, mas tem a desvantagem de ser um modelo difícil de escalar, uma vez que para ganhar muito dinheiro seriam necessários centenas de milhares de cliques.

CPM (custo por mil impressões)

O modelo de comissão por mil impressões foi amplamente difundido quando a internet chegou ao público em geral. Nesse modelo de comissão, o afiliado recebia um valor fixo a cada mil impressões de um banner publicitário, independentemente de o usuário clicar no banner ou não. Logicamente, na década de 80 e 90, o número de cliques em banners publicitários era altíssimo, com taxas de cliques a chegar a 96%, o que invariavelmente fazia com que a maioria dos usuários clicasse nos anúncios.

Esse modelo passou a ser utilizado em praticamente todos os grandes portais e órgãos de comunicação, que vendiam seus espaços publicitários no modelo de CPM a seus anunciantes, porque consideravam que o usuário que navegava em seus sites já estava sendo impactado por esses anúncios, simplesmente por visualizá-los, mesmo que não clicasse. Ainda hoje, o valor de CPM é utilizado em plataformas de anúncios como o Facebook e Google AdWords e é uma métrica extremamente importante de análise de desempenho e custo. Além do mais, é impossível definir a taxa de cliques (CTR) de um anúncio sem termos em consideração o número de impressões dele.

CPA (custo por ação)

O modelo de comissão por ação, muito conhecido como modelo de comissão por CPA, é um dos mais populares e eficazes modelos de comissão em marketing de afiliados. Neste modelo, o afiliado só recebe a sua comissão quando o usuário clica no banner ou no link e realiza uma ação específica, que poderá ser o preenchimento de um formulário, a compra de um produto ou outra ação qualquer.

Por norma, o modelo de CPA está associado à compra de produtos, em que o produtor partilha um valor de comissão fixo pera geração de vendas do seu produto. Este modelo é um dos que paga melhor, e existem vários programas de afiliados oferecendo valores de CPA muito altos, com comissões alcançando $800 dólares de comissão em CPA.

CPV (custo por venda)

O modelo de comissão sobre as vendas é extremamente utilizado em programas de afiliados de e-commerces. O programa de afiliados da Amazon, por exemplo, trabalha num modelo de comissão por CPV, em que o afiliado recebe uma comissão de 3% e 7% sobre as vendas geradas no e-commerce da Amazon. Este modelo é extremamente interessante de trabalhar, pois ao direcionar um usuário para comprar na Amazon, você recebe uma comissão sobre todas as compras realizadas por aquele usuário, e não importa se ele comprou os tênis que você sugeriu ou não.

Para quem trabalha com marketing de afiliados, este modelo de comissão é bastante interessante, porque você recebe sobre todas as compras que o usuário realiza durante a sua sessão depois de clicar em seu banner publicitário ou seu link de afiliado.

CPL (Custo por lead)

O modelo CPL é extremamente utilizado em negócios B2B, em que o objetivo é captar contatos de potenciais novos clientes. Neste modelo de comissão, por regra, o afiliado recebe um valor fixo a cada lead gerado. Este modelo é também muito utilizado em aplicativos mobile, como por exemplo a Uber, que paga uma comissão fixa a cada cadastro gerado em seu aplicativo.

Outros exemplos para um modelo de comissão por lead seriam empresas recrutadoras que estão procurando profissionais para preencher uma determinada vaga de emprego, empresas que buscam obter mais pedidos de orçamento, empresas que pretendem gerar mais cadastros na versão Trial do seu software, etc. Em todos esses casos, o afiliado recebe uma comissão fixa por gerar essa lead, independentemente de esse lead virar um cliente ou não.

CPI (custo por instalação)

O modelo de comissão CPI só apareceu quando começaram a surgir os smartphones e aplicativos móveis. É um modelo de comissão voltado para tráfego mobile, em que o afiliado recebe uma comissão fixa por gerar instalações de um determinado aplicativo. Existem várias empresas dedicadas a esse nicho de mercado, com dezenas de ofertas de aplicativos diferentes e em áreas diferentes, que o afiliado poderá promover em seu tráfego mobile.

O objetivo nesse tipo de modelo de comissão é gerar a instalação do aplicativo no smartphone do usuário, ainda que o usuário venha a usar ou não esse aplicativo. O afiliado recebe sua comissão pela instalação e não pela utilização do aplicativo.

RVS (revenue share ou partilha de receita)

O modelo de partilha de receita, mais conhecido por Revenue Share, é um modelo de comissão em que o afiliado recebe uma comissão percentual sobre as aquisições realizadas pelos usuários. Este modelo é extremamente utilizado em sites de apostas esportivas, sites de pornô, relacionamentos, investimentos em ações, forex, etc.

Este modelo de comissão é extremamente interessante, porque é recorrente, ou seja, quando o afiliado gera um usuário para um site de relacionamentos e esse usuário compra uma assinatura. Sempre que ele renovar a assinatura, o afiliado recebe sua comissão. Quando o usuário cancelar a assinatura, o afiliado deixa de receber suas comissões.

Dúvidas frequentes em marketing de afiliados

Para quem está começando a trabalhar com marketing de afiliados, possivelmente terá alguma das dúvidas seguintes. São perguntas frequentes que muitos dos novos afiliados fazem, no sentido de entenderem como esse mercado funciona e quais são as reais possibilidades. Trabalhar com afiliação é extremamente interessante, mas é necessário que você entenda como tudo isso funciona.

Para ajudar você a atalhar caminho e não perder tempo buscando por informações que esclareçam suas dúvidas, compilei algumas das principais dúvidas que novos afiliados costumam ter e que provavelmente você terá também. Veja:

  • Trabalhar com marketing de afiliados é ilegal?
    Embora não exista legislação específica para o marketing de afiliados, ele não é ilegal. Trabalhar com afiliados não é ilegal, muito menos você estará enganando pessoas (como muitos pensam). Você simplesmente terá de declarar os rendimentos provenientes do seu trabalho, como faz com qualquer outro tipo de negócio.
  • Posso usar programas de afiliados e anúncios do Google Adsense em simultâneo?
    Pode sim. De acordo com os termos de condições do programa Google Adsense, você pode utilizar programas de afiliados em seus sites e blogs, em simultâneo com a apresentação de anúncios do Google Adsense. Embora os programas de afiliados paguem muito melhor que o Adsense, é comum você ver sites e blogs que usam ambas as formas de monetização.
  • Como encontro programas de afiliados para promover?
    Existem várias plataformas de afiliados que incluem programas de afiliados de várias empresas para você promover. Outra possibilidade é você realizar uma busca no Google pelo nome da empresa, seguido de programa de afiliados ou “affiliate program”. Embora nem todas as empresas ofereçam um programa de afiliados; a grande maioria já trabalha com esse mercado.
  • É preciso ter um blog para trabalhar com marketing de afiliados?
    Não necessariamente. Você pode trabalhar a divulgação de seus links de afiliado em campanhas de anúncios no Facebook, Instagram, Google AdWords, Taboola, Outbrain e outras plataformas de anúncios. Você também poderá comprar tráfego para promover seus programas de afiliados, por exemplo. Existem muitos afiliados que não trabalham com blogs, muito menos com conteúdo ou SEO.
  • Quanto preciso pagar para ser afiliado de uma empresa?
    Não precisará pagar nada. Diria que 100% das empresas que oferecem um programa de afiliados não cobram absolutamente nada para você entrar e começar a promover os seus produtos. No entanto, poderá acontecer que você não seja aceito num determinado programa de afiliados, por essa empresa considerar que você não se enquadra no tipo de afiliado que ela procura.
  • É possível ganhar dinheiro promovendo programas de afiliados?
    Lógico que sim. Existem afiliados profissionais que trabalham com divulgação de programas de afiliados há muitos anos, ganhando mais de R$20.000 por mês em comissões. Logicamente, a grande maioria do mercado ganha uma fração disso. No entanto, tal como em qualquer outro tipo de negócio, você precisa trabalhar muito para se destacar e realmente ganhar muito dinheiro.
  • Marketing de afiliados é o mesmo que assistir a publicidade ou clicar em anúncios?
    Não! Por favor não confunda marketing de afiliados com esse tipo de oferta. Diria que 100% das ofertas que existem na internet para você ficar assistindo anúncios ou clicando em publicidade são fraude. Isso não é marketing de afiliados. Fique longe desse tipo de ofertas.

Vantagens e desvantagens de trabalhar com marketing de afiliados

Ao contrário do que possa parecer, o mercado de marketing de afiliados não é somente vantagens. Existem também algumas desvantagens em relação a outros nichos de mercado. Entender essas diferenças é fundamental para você não entrar nesse mercado com as expectativas desalinhadas com a realidade e não se frustrar lá na frente.

As grandes vantagens de trabalhar com marketing de afiliados são:

  • Custo reduzido para começar. Praticamente todos os programas de afiliados são gratuitos, o que significa que você pode se inscrever e começar a divulgar já hoje as ofertas dessas empresas. Como você trabalha como afiliado, não precisa se preocupar com o relacionamento com esses clientes. Quem trata disso é a empresa da qual você é afiliado, então que você terá imenso tempo para trabalhar em suas estratégias.
  • Não precisa criar seu produto. Outra das grandes vantagens do marketing de afiliados é que você não precisa criar seus próprios produtos, montar seu e-commerce, etc. Você simplesmente pega algo que alguém já criou e sai divulgando com seu link de afiliado. Você recebe comissões sobre as vendas que você gerar sem necessidade de criar nada.
  • Não é necessário um treinamento especializado. Todo o conhecimento que você necessita para trabalhar como afiliado está disponível na internet. Você não precisa fazer faculdade ou algum treinamento especializado, exceto se você quiser realmente aprender como alguns profissionais fazem.
  • Não é necessário relacionar-se com os clientes. Como você não é o proprietário do produto ou da empresa, seu objetivo é apenas gerar vendas ou leads, o que significa que todo o trabalho de retenção e conversão é responsabilidade da empresa ou do produtor. Seu trabalho é outro e você não precisa se preocupar com isso.
  • É possível acompanhar tudo em tempo real. Em marketing de afiliados é possível acompanhar tudo em tempo real, sejam cliques, vendas, leads, etc. Todas as suas iniciativas de divulgação, podem ser acompanhadas em tempo real nas plataformas de afiliados que você utiliza, o que certamente ajudará você a tomar decisões mais rápido.

As grandes desvantagens de trabalhar com marketing de afiliados são:

  • Demora tempo para gerar resultado. Como falei anteriormente, trabalhar como afiliado é algo que demanda bastante tempo. Em muitos programas de afiliados, você precisará gerar uma grande quantidade de vendas para conseguir ganhar algum dinheiro.
  • Você precisa entender de tráfego. Se você não entende nada de marketing digital e geração de tráfego, provavelmente você terá grandes dificuldades para se sair bem como afiliado. Uma boa parte do sucesso com marketing de afiliados está na capacidade de gerar tráfego de qualidade, seja ele orgânico ou pago.
  • Você precisa entender de publicidade. Independentemente de você gerar comissões de afiliado com seu site ou blog, você sempre precisará entender de publicidade e como fazer anúncios nas mídias sociais, Google AdWords ou plataformas de native ads. Se você não entende nada disso, poderá ter dificuldades para trabalhar com marketing de afiliados.
  • Você precisa entender de blogs. Você não precisa saber de programação, mas será importante você saber como usar seus links de afiliado, o que são links nofollow, como publicar banners publicitários em seu blog, etc. Todas essas coisas serão importantes para trabalhar com marketing de afiliados.
  • Você precisa se adaptar rápido. Muitos programas de afiliados têm grandes restrições no tocante à divulgação. Muitos não permitem que você faça publicidade em redes sociais, outros não permitem campanhas de e-mail marketing, etc. As próprias redes de publicidade mudam constantemente as suas regras, o que significa que você terá de se adaptar rapidamente e procurar por novas soluções para continuar gerando resultados.
  • Levantamentos por objetivos. Uma boa parte dos programas de afiliados só permite que você saque suas comissões depois de atingir um determinado valor. O Google, por exemplo, só emite pagamentos do Google Adsense a partir de $70 dólares de comissão. Para quem está começando, isso pode ser um problema.

Agora que você entendeu as vantagens e desvantagens de trabalhar como afiliado, vamos ver algumas regras e estratégias importantes a ter em consideração antes de começar a trabalhar nessa área.

Regras e estratégias para trabalhar com marketing de afiliados

Se você está começando ou já trabalha com marketing de afiliados, é importante entender que existe um conjunto de regras e estratégias que normalmente chamamos de boas práticas. Entender esse mercado é fundamental para ter sucesso trabalhando com ele. Independentemente de você ter sites e blogs ou preferir trabalhar com divulgação de programas de afiliados, entender as boas práticas vai fazer com que você evite erros desnecessários.

1. Escolha primeiro a melhor estratégia

Para trabalhar com marketing de afiliados, existem apenas duas estratégias possíveis: ou você trabalha a divulgação em seus sites e blogs ou você faz a divulgação diretamente em plataformas de anúncios. Não existe outra forma de se trabalhar com afiliação além desses duas. Portanto, o mais importante é você decidir antecipadamente se pretende desenvolver sites e blogs, que vão exigir conteúdo e um bom trabalho de SEO, ou se você pretende partir para a divulgação através de anúncios no Facebook, Google AdWords ou plataformas de native ads.

2. Escolha bem o produto a promover

Nem todos os produtos são bons. Isso é um fato. Se você pretende divulgar um produto que é considerado pelo público uma enganação ou fraude, tenha cuidado. Antes de começar a promover qualquer produto, faça uma busca no Google e procure por testemunhos de clientes. Veja a página de Facebook do produto, olhe as reclamações no Reclame Aqui, etc. Escolher bem o produto que você vai promover fará toda a diferença nos resultados das suas ações de marketing de afiliados. Além do mais, um bom produto tende a perpetuar durante mais tempo.

3. Entenda seu público primeiro

Se você tem um blog sobre automóveis e sai divulgando programas de afiliados sobre como perder peso, porque você acha que todo mundo precisa emagrecer, é bem provável que não vá funcionar. Entender seu público e como ele se comporta dentro do seu site ou blog é fundamental para o sucesso das suas campanhas de marketing de afiliados. Quanto mais relevantes seus anúncios forem para a sua audiência, maiores serão as suas chances de ser bem sucedido. Se você imaginar que até o Google tornou seus anúncios contextualizados com o conteúdo de sites e blogs, você entende a importância de ser relevante.

4. Crie conteúdo relevante sobre os produtos

Se você acha que basta colocar um banner publicitário na barra lateral do seu blog para começar a ganhar dinheiro com marketing de afiliados, está redondamente enganado. Seu público é bastante mais exigente do que isso e você estará simplesmente menosprezando a sua própria autoridade. Lembre-se de que uma das armas mais poderosas da internet é o poder da recomendação. Se seus leitores gostam dos seus conteúdos e gostam de você enquanto profissional, as suas recomendações terão um poder muito maior do que qualquer outra coisa que você faça.

Nesse sentido, é recomendável produzir conteúdo relevante sobre os produtos que você está promovendo em seu site ou blog. Isso significa escrever reviews detalhados sobre esses produtos, indicando os prós e contras dos produtos, as vantagens de usá-los e porque você recomenda esses produtos para o seu público. Esse tipo de recomendação tem um poder incrível junto de um público fortemente engajado.

5. Anúncios também precisam ser relevantes

Ao contrário do que muitos afiliados acham, anúncios também precisam ser relevantes para o seu público-alvo. Existem imensos afiliados que promovem produtos através de anúncios de Facebook, Google AdWords e native ads, sem se preocuparem minimamente com a relevância do produto para o público-alvo. Muitos deles utilizam inclusive estratégias de copywriting com o objetivo de enganar esse público e levá-lo a clicar nos anúncios.

Embora isso possa funcionar numa estratégia de curto prazo, a realidade é que a longo prazo será difícil manter seu negócio funcionando, pela simples razão de que esse afiliado precisará, constantemente, criar novas páginas, novas contas de anúncios e novas formas de divulgar esses produtos. No final, ele não terá absolutamente nada e ficará dependente desses produtos. Não recomendo que você faça isso. Pense numa estratégia de longo prazo, sustentável e com uma comunicação simples, objetiva e relevante para o seu público-alvo.

6. Teste diferentes ofertas e programas

Se um determinado programa de afiliados está rendendo uma boa grana, isso não significa que você não pode testar outras ofertas. Na realidade, testar é importantíssimo em tudo o que tenha a ver com marketing digital; e o marketing de afiliados não é diferente. Procure escolher entre três e quatro programas de afiliados para promover, fazendo sempre testes de conversão com cada um deles.

Os programas de afiliados não são todos iguais, e o nível de conversão deles também não. Basta uma página de venda do produto diferente para o volume de conversão ser muito maior, ou vice-versa. Existem também programas de afiliados que pagam comissões todas as semanas, outros que só pagam mensalmente, etc. Existem também programas com modelos de atribuição de comissão no primeiro clique, último clique, com cookie de 30 dias, cookie de sete dias, cookie de 24 horas e por aí adiante. Todas essas coisas fazem uma diferença tremenda nos resultados que você vai gerar com suas estratégias, razão mais do que suficiente para você testar vários e comparar seus resultados.

7. Seja paciente

Quando falamos de marketing de afiliados, paciência é um termo importante, especialmente se a sua estratégia passar por escrever conteúdo relevante e trabalhar com programas de afiliados em seus sites e blogs. Demoramos alguns anos para começar a ganhar dinheiro de forma significativa com sites e blogs.

O mesmo acontece quando você começa a trabalhar com publicidade, anunciando as ofertas diretamente. É bem provável que você gaste imenso dinheiro inicialmente até encontrar o jeito certo de converter seus anúncios em vendas. Isso é perfeitamente normal e muito comum nesse mercado, portanto, considere aprender o máximo sobre marketing de afiliados, conversão, publicidade, etc., e vá testando o máximo que puder até encontrar a fórmula perfeita para o tipo de produto que você está divulgando.

8. Utilize diferentes fontes de tráfego para promover seus produtos

É comum a grande maioria dos afiliados profissionais ficar presa a estratégias que funcionam. Quando se encontra uma estratégia que dá resultado, a tendência é usar somente essa estratégia até à exaustão. No entanto, tenha em consideração que existem diferentes formas de promover programas de afiliados, sendo altamente recomendável você diversificar suas fontes de tráfego e, principalmente, a forma como você promove programas de afiliados.

Tal como em outros mercados, no marketing de afiliados a diversificação pode ser crucial para fazer seu negócio sobreviver e crescer. Nunca faça sua estratégia depender de uma única fonte de tráfego e/ou de uma única estratégia de divulgação, caso contrário, é bem provável que você acabe se dando mal no futuro. Utilize diferentes fontes de tráfego para promover seus produtos e compare cada uma das suas estratégias.

Tipos de abordagens ao marketing de afiliados

O marketing de afiliados tem diferentes ramificações, o que significa que existem afiliados profissionais, sejam eles pessoas ou empresas, trabalhando de formas totalmente diferentes e gerando excelentes resultados. Esse mercado permite a criação de negócios digitais totalmente diferenciados e você deverá optar por aqueles em que se sente mais confortável. Vamos analisar as diferentes abordagens existentes ao marketing de afiliados:

Sites de conteúdo e tráfego orgânico

Existem muitas empresas dedicadas à criação de sites de conteúdo, que são rentabilizados com programas de afiliados. Imagine uma empresa de mídia grande, com dezenas de sites em vários países, todos eles com milhões de visitas todos os meses. Existem também afiliados profissionais que fazem isso numa escala menor, mas ainda assim extremamente rentável. Esses sites são alimentados essencialmente de tráfego orgânico e de tráfego vindo de mídias sociais.

Sites de comparação e reviews de produtos

Esse tipo de site também é extremamente popular no mercado de marketing de afiliados, principalmente os sites de cupons, que comparam os preços de milhares de produtos em dezenas de lojas diferentes e levam o usuário a comprar o produto numa determinada loja, através de links de afiliado. Outros exemplos seriam sites que fazem reviews de celulares, notebooks, etc. O mesmo se aplica a sites e blogs menores, que comparam diferentes tipos de produtos.

Sites de aplicativos móveis

O mobile tem crescido a um ritmo alucinante e, com ele, começaram a surgir diferentes tipos de sites e blogs que comparam aplicativos móveis e fazem reviews desses apps. Todos esses sites são rentabilizados com programas de afiliados, que pagam comissão sobre as instalações ou downloads desses aplicativos.

Sites de nicho

Nichos de mercado pequenos também são extremamente interessantes de rentabilizar por meio de marketing de afiliados. Imagine um blog sobre viagens, sobre receitas, sobre moda, etc. Todos esses projetos de nicho podem e devem ser rentabilizados com programas de afiliados. Existem imensos afiliados profissionais utilizando sites e blogs em nichos de mercado bem pequenos, mas faturando muito dinheiro em comissões.

Divulgação de infoprodutos

Os chamados infoprodutos, ou produtos digitais, são também uma excelente forma de trabalhar com marketing de afiliados. Existem várias plataformas que oferecem esse tipo de produtos e também muitos afiliados trabalhando na divulgação, recebendo comissões extremamente elevadas pelas vendas geradas. Este é um mercado que está crescendo imenso no Brasil.

Publicidade paga

Como vimos anteriormente, uma outra forma de você trabalhar como afiliado é fazendo a divulgação diretamente por meio de publicidade paga, sejam anúncios no Facebook, no Google AdWords, Taboola, Outbrain ou outras plataformas de anúncios. Muitos afiliados profissionais ao redor do mundo trabalham somente com publicidade paga. Eles não criam absolutamente nada, exceto os anúncios para divulgação das ofertas de afiliado.

Como começar a trabalhar com Marketing de Afiliados

Se o seu objetivo é começar a trabalhar com marketing de afiliados, mas não faz ideia de por onde começar, o melhor é ler os pontos que coloquei logo abaixo. No entanto, não se esqueça que para ter sucesso como afiliado, você precisará de uma grande dose de dedicação e disciplina. Um bom planejamento e uma boa estratégia, farão tudo o resto.

  1. Desenvolva uma estratégia sólida. Comece por criar uma estratégia baseada no questionamento. Que problemas você pretende resolver? Em que nicho de mercado você pretende trabalhar? Que tipo de abordagem você pretende fazer a esse público-alvo? Responda a essas perguntas e, com elas, defina a sua estratégia inicial. Comece por planejar suas ações antes de executar qualquer uma delas. Isso fará uma grande diferença no resultado final.
  2. Procure ofertas de afiliado. Depois de escolher seu nicho de mercado, você precisa procurar por programas de afiliados existentes nesse mesmo nicho. Identifique os produtos mais rentáveis e se inscreva como afiliado desses produtos. Não se esqueça de fazer uma avaliação primeiro dos produtos e entender se eles têm qualidade e correspondem às expectativas do público.
  3. Defina seu modelo de atuação. Pretende criar um site, um blog ou trabalhar como anunciante? Você quer criar um blog de nicho ou um site comparador de produtos? Dependendo da estratégia que você definir, seus próximos passos serão totalmente diferentes.
  4. Construa uma marca. Independentemente de você criar um blog pequeno num nicho específico ou um site grande para divulgação de milhares de ofertas, é importante você construir sua marca. Uma marca forte, consistente e facilmente identificável pelo seu público tem maior tendência para perpetuar no tempo, se comparada com sites criados apenas com o objetivo de gerar cliques. Acrescentar valor ao seu público-alvo fará com que as suas conversões sejam bem melhores.
  5. Estude mais sobre SEO e tráfego. Você precisará dominar a arte da otimização para motores de busca e geração de tráfego. Dominando o tráfego orgânico e o tráfego pago, você terá uma vantagem competitiva muito grande em relação à grande maioria dos afiliados que trabalha nesse mercado.
  6. Estude mais sobre publicidade paga. Entender como funciona a publicidade paga poderá ser uma grande vantagem em sua estratégia de marketing de afiliados. Dominar ferramentas como o gestor de anúncios do Facebook, a plataforma do Google AdWords ou a compra de tráfego pago será um fator decisivo no momento em que você decidir escalar o seu negócio.
  7. Seja criativo. Faça seu trabalho de casa primeiro. Analisar seus concorrentes e entender como eles trabalham fará com que você consiga se antecipar mais facilmente e pegar uma boa fatia desses mercados. Acompanhe o que outros estão fazendo e seja criativo no momento de escrever seus conteúdos, gravar seus vídeos ou criar seus anúncios. Abordagens diferentes quase sempre geram melhor resultado.
  8. Teste, teste e teste. No marketing não existem verdades absolutas. Aquilo que funciona para mim, possivelmente não vai funcionar para você. Questione tudo o que você lê e ouve…e teste. Teste sempre. Quanto mais você testar, maiores serão as suas chances de ser bem sucedido enquanto afiliado. O melhor produto, não é, necessariamente, aquele que gera mais vendas. A melhor plataforma de afiliados não é, necessariamente, aquela de que toda a gente fala. Esse mercado é muito grande e as oportunidades são inúmeras. Teste tudo!
  9. Mensure, mensure e mensure. De pouco adianta você ter uma estratégia fantástica e um planejamento extremamente sólido, se você não mensura os seus resultados. Olhar para as métricas é fundamental para entender o comportamento do seu público em relação às suas ações de marketing. Analise ao milímetro cada uma das suas ações para entender o que você pode fazer para melhorar suas conversões.
  10. Escalar, escalar e escalar. Depois de encontrar um modelo eficaz para divulgação de programas de afiliados, que gera um ROI (retorno sobre o investimento) positivo para o seu negócio, você deve escalar ao máximo esse modelo. Isso pode significar aumentar o tráfego, o budget para publicidade ou a internacionalização do seu modelo para outros países. Não interessa como você vai fazê-lo, o importante é fazer.

Marketing de Conteúdo – Tudo que você precisa saber para se tornar um especialista no assunto

Que o Marketing Digital deixou de ser uma tendência de mercado para se tornar um investimento indispensável na maioria das empresas você já sabe, certo? Quem quer continuar relevante para seus clientes na atualidade, precisa ter visibilidade online.

Por isso, o ponto hoje não é mais a necessidade de estar na internet, mas como se colocar nela para ganhar a atenção do público e se destacar em meio à concorrência, que já está lá.

Você precisa adotar as melhores e mais modernas estratégias de aquisição de clientes, sendo o principal elemento de uma estratégia de Inbound Marketing. Uma das principais é o Marketing de Conteúdo, que é usado e recomendado pelos maiores especialistas do mundo.

Se você ainda não conhece o Marketing de Conteúdo ou não domina essa estratégia por completo, preparamos esse guia definitivo para que você aprenda tudo o que precisa saber para se tornar um especialista nesta metodologia também.

  • O que é Marketing de Conteúdo
  • A metodologia Inbound
  • Benefícios do Marketing de Conteúdo
  • Visão Geral de uma estratégia de conteúdo
  • Planejamento
  • Execução
  • Mensuração
  • Ferramentas

O que é Marketing de Conteúdo?

Marketing de Conteúdo é uma maneira de engajar seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes por meio da criação de conteúdo relevante e valioso.  Você atrai, envolve e gera valor para as pessoas de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e, assim, gerar mais negócios.

Bom, essa é a definição que usamos aqui na Rock Content. Inclusive é a definição que  apresentamos a nossos clientes para explicar o conceito..

Mas, para deixar ainda mais claro na sua mente, vou destrinchá-lo e explicá-lo em detalhes agora:

“Marketing de Conteúdo é uma maneira de engajar com seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes…”

Primeiro, você precisa entender que foi-se aquele tempo em que éramos obrigados a assistir passivamente aos comerciais de TV. Hoje, o público possui mais poder do que nunca para escolher o conteúdo que quer consumir e como responder a ele. E você tem o poder e o conhecimento para produzir exatamente o conteúdo que o seu público deseja.

“…através da criação de conteúdo relevante e valioso…”

Profissionais tradicionais têm dificuldade em parar de falar de seus produtos e focar no desejo do público, que é um conteúdo realmente útil para ele. O bom conteúdo não é focado em vender, mas em trazer algum benefício para quem o lê, como resolver um problema, esclarecer uma dúvida ou ensinar algo. A venda é apenas uma consequência desse processo.

“…atrai, envolve e gera valor para as pessoas…”

O conteúdo que você cria não é apenas útil, mas passa a mensagem certa ao público certo no momento que ele mais precisa! Você supera as expectativas provendo um conteúdo tão incrível que seu público vai querer compartilhá-lo com outras pessoas.

“…de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e assim gerar mais negócios.”

Essa é a parte mais legal! Como você ajudou seu público no momento em que ele precisava, o público passa a ter uma visão positiva sobre a sua marca. E as pessoas são mais propensas a fazer negócios com marcas que conhecem e gostam do que com marcas desconhecidas.

O objetivo final do marketing é esse: sempre trazer resultados positivos para a empresa! E, com o Marketing de Conteúdo, esse objetivo pode ser alcançado.

Como? Vou explicar melhor agora.

A metodologia Inbound

O Inbound Marketing é a principal estratégia de Marketing Digital da atualidade. E, dentro dele, está o Marketing de Conteúdo. Neste tópico vamos mostrar como os princípios do Inbound fazem toda a diferença na estratégia de conteúdo.

Para falar dos benefícios e da importância do Marketing de Conteúdo, é fundamental entender antes o que é a metodologia Inbound.

Inbound Marketing é qualquer estratégia de marketing que busque captar o interesse das pessoas de forma não invasiva ou interruptiva.

Ao contrário das propagandas agressivas que jogam anúncios na cara das pessoas quando elas não estão preparadas, seu objetivo é atrair o público sutilmente.

Você deixa que ele venha até sua empresa no tempo dele e dê permissão para que você passe a sua mensagem. Por isso o Inbound também chamado é chamado de marketing de atração.

Para conseguir fazer isso, o Inbound se baseia em quatro pilares:

  • Atrair: por meio de conteúdo relevante, o inbound atrai visitantes interessados no negócio;
  • Converter: aqui, o intuito é transformar visitantes em leads, aproximando-os mais do seu negócio e transformando-os em potenciais vendas;
  • Vender: seu lead está interessado no produto ou serviço que sua empresa oferece? Este é o momento de mostrar que sua solução é a melhor e fechar a venda;
  • Encantar: a relação entre sua empresa e seu cliente não termina após a compra. O Inbound prega um relacionamento duradouro, em que você ofereça todo o suporte necessário, além de encantar o cliente com materiais interessantes e um atendimento competente.

Basicamente, o que você precisa saber é que fazer Marketing de Conteúdo é seguir a metodologia Inbound.

Ou seja, é atrair seu público de forma a ganhar sua confiança e conquistar seguidores fiéis para sua marca. Mas existem vários outros benefícios do Marketing de Conteúdo para seu negócio, como eu vou explicar agora.

Benefícios do Marketing de Conteúdo

Por que usar Marketing de Conteúdo? Neste tópico vamos mostrar as principais vantagens da estratégia para sua empresa atingir os objetivos de negócio.

Para você ter uma ideia da importância do Marketing de Conteúdo, 71% das empresas brasileiras já adotam essa metodologia na sua estratégia de aquisição de clientes e 68,9% das que ainda não utilizam pretendem adotá-la em breve.

Esses são dados da edição 2017 da Content Trends, a maior pesquisa sobre Marketing de Conteúdo do país.

De acordo com os números, a maioria absoluta das empresas do Brasil já viu os benefícios dessa metodologia.

Mas por que essas empresas estão apostando nisso?

Bom, as razões são várias e muito interessantes para o seu negócio! Além de gerar valor para sua persona, o Marketing de Conteúdo:

Aumenta o tráfego do seu site

De acordo com a Content Trends 2017, 84,7% das pessoas utiliza o Google para se informar. Ou seja, o seu site é a porta de entrada principal para novos clientes e o Google é o caminho até ele.

Produzir conteúdo relevante é a melhor forma de colocar seu site na primeira página do Google, onde ele sempre será encontrado pelo seu público, e deixar essa porta convidativa para que ele entre.

Prova disso é que as empresas que utilizam Marketing de Conteúdo tem, em média, 2,2 vezes mais visitas em seus sites. E, se você produz mais de 13 conteúdos por mês, esse número sobe para 4,2 vezes!

Gera brand awareness

A produção de conteúdo contribui para que mais pessoas reconheçam sua marca e conheçam os produtos e/ou serviços que sua empresa oferece.

Como já expliquei, as pessoas possuem maior propensão a comprar marcas que lhes são familiares e que lhes agradam.

Um leitor assíduo de seu blog, por exemplo, vai preferir a sua marca quando precisar comprar um produto ou serviço. Afinal de contas, ele já te conhece e você o ajudou diversas vezes com seu conteúdo.

Aumenta o engajamento com a marca

Enquanto o brand awareness aumenta a quantidade de pessoas que conhecem e possuem uma percepção positiva de sua marca, o engajamento busca construir um relacionamento próximo e constante com uma audiência mais seletiva.

Produzindo conteúdo de qualidade, você aumenta as interações das pessoas com sua marca, criando esse engajamento.

O resultado disso são evangelizadores que a recomendam e até a defendem.

Educa o mercado

Muitas vezes, seu público-alvo não entende bem o mercado em que você está inserido, para que servem os produtos oferecidos pela sua empresa etc.

Nesse caso, não desista! Produza conteúdo que responde às dúvidas dos clientes e os ensina tudo que precisam saber para tomar a decisão de compra por si mesmos.

Se o seu conteúdo for realmente de qualidade, você vai quebrar objeções e aumentar a satisfação dos clientes, pois eles chegarão à compra com consciência total do seu produto e como utilizá-lo.

Gera vendas

Aposto que você está pensando: mas Peçanha, toda empresa não quer gerar vendas?

Claro que sim! No entanto, nem sempre esse é o objetivo final do processo de Marketing de Conteúdo.

Aumentar o número de vendas, nesse caso, significa focar sua produção de conteúdo para guiar os leads por todo o processo de compra e prepará-los para a tomada de decisão.

Mas esses são apenas alguns exemplos de objetivos. O importante é que você identifique o seu para direcionar seu planejamento de forma correta.

Impulsiona a geração de leads

Ok, você já tem visitantes no seu site. Mas sem informações sobre eles, você não conseguirá enviar o conteúdo certo para transformá-los em oportunidades e colocá-los em contato com um vendedor.

É por isso que gerar leads é o objetivo principal de 64,7% das empresas brasileiras! E algumas delas já estão conseguindo 3,2 vezes mais leads fazendo Marketing de Conteúdo.

E o melhor: com uma estratégia sólida, que continuará trazendo resultados a longo prazo, gerando tráfego e leads mesmo que você não produza conteúdo regularmente.

 

Aumenta o lifetime-value

Lifetime-value (LTV) é o valor total que um cliente gasta em sua empresa como um todo. Por exemplo: se seus clientes compram em média duas vezes um produto de R$50,00, o seu LTV é de R$100,00.

Todo dono de empresa sabe que é mais barato vender de novo para um cliente atual do que trazer um novo cliente. Então, usar uma estratégia de conteúdo com esse objetivo é uma boa jogada porque mantém o cliente engajado com a sua empresa.

Você pode usar vários tipos de conteúdos no pós-venda, como newsletters exclusivas para clientes, para oferecer novos produtos ou descontos em sua loja.

Reduz o Custo de Aquisição de Clientes

O CAC, Custo de Aquisição de Clientes, é uma métrica que aponta o valor que você investe nas áreas de Marketing e Vendas para conseguir um novo cliente.

Se conquistar um novo cliente é barato, a receita gerada por ele cobre as despesas criadas até ali e ainda dá lucro. Por isso, o objetivo de qualquer empresa é que seu CAC seja o mais baixo possível.

Mas por que eu estou explicando isso? Porque a maioria das empresas ainda mantém um grande time comercial focado em prospecção e injeta dinheiro em mídias pagas para conseguir novos clientes.

Essas ações dão resultado sim, mas também resultam em um CAC alto. Até porque pessoal e propaganda não são nada baratos, concorda?

Com uma estratégia de Marketing de Conteúdo você reduz o CAC fornecendo materiais que acabam com as dúvidas dos clientes na hora da compra e munindo seu time de vendas com e-books, webinars e outros conteúdos que podem diminuir o processo de vendas.

Você ainda pode utilizar o Marketing de Conteúdo para treinar sua equipe de Vendas, melhorar a conversão das suas leads, construir autoridade no mercado etc., só para citar alguns benefícios.

Mas é claro que, antes de colher os benefícios, você precisará de uma estratégia bem definida.

Visão geral de uma estratégia de conteúdo

Um dos aspectos mais negligenciados por quem faz Marketing de Conteúdo é que ele deve se basear em uma estratégia organizada e estruturada para gerar resultados. Entenda agora o que é necessário para uma estratégia de sucesso.

Colocar um blog corporativo no ar e escrever um post quando der na telha não é Marketing de Conteúdo! Longe disso, na verdade.

Marketing de Conteúdo, em geral, é um trabalho em três etapas: planejamento, execução e mensuração. E é isso que eu vou te ensinar a fazer agora.

Planejamento

Marketing de Conteúdo vai muito além de escrever. Na verdade, essa é a menor parte. Antes é necessário definir objetivos, estratégias a utilizar e quais métricas avaliar. Entenda como fazer um planejamento consistente para obter bons resultados!

O planejamento é tudo aquilo que vem antes de começar a criar conteúdo de fato: a escolha de temas, de linguagem, de palavras-chave.

É o momento em que você deixa claro os resultados que deseja obter com a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, o caminho que vai traçar para chegar lá e como irá mensurar seu progresso.

Produzir conteúdo sem planejamento é como fazer uma viagem de carro sem um GPS — você pode até se divertir no caminho (principalmente se tiver um carrão), mas provavelmente acabará perdido no meio do nada com um pneu furado.

É por isso que, na etapa de planejamento, nós definimos todos os passos da estratégia de Marketing de Conteúdo da empresa, começando pela persona.

Definição de objetivo e KPIs

Um objetivo claro ajuda seu time a perceber quais métricas devem ser acompanhadas e quais ações devem ser tomadas para melhorar os resultados. Toda estratégia deve perseguir um objetivo que traga benefícios reais para o negócio!

Listei acima alguns dos benefícios do Marketing de Conteúdo para sua empresa e que podem ser utilizados como objetivos:

  • Gerar brand awareness;
  • Aumentar o engajamento com a marca;
  • Educar o mercado;
  • Gerar vendas;
  • Diminuir o custo por venda;
  • Aumentar o lifetime-value.

Esses exemplos englobam boa parte dos casos que vemos no dia a dia. Então avalie quais resultados você precisa atingir no momento atual do seu negócio e qual objetivo te ajudará a chegar lá mais rápido.

Objetivo definido, o próximo passo no planejamento da sua estratégia de Marketing de Conteúdo é definir  seus KPIs, os indicadores-chave de performance.

É essencial que essa definição seja bem feita porque existem dois tipos de pessoas que não sabem se suas campanhas estão performando bem: as que não acompanham métricas o suficiente e as que olham para métricas demais. E as duas geram o mesmo tipo de problema!

No primeiro caso, se você não está medindo nenhum resultado, está andando às cegas, sem saber se o caminho que está seguindo é o correto.

No segundo caso, acompanhar toda e qualquer métrica disponível é possuir uma quantidade enorme de dados, mas nenhuma informação relevante.

O conceito de KPIs são as métricas mais importantes para determinar o sucesso de sua estratégia.

Algumas características de um bom KPI são:

  • Ser importante: na hora de escolher as métricas que serão usadas como KPI, é crucial que elas possuam impacto no alcance do objetivo. Escolher uma métrica de “vaidade” ou só porque possui uma performance melhor nela é perigoso;
  • Ser simples de entender: um KPI não pode ser um índice extremamente complicado. Ele deve ter fácil entendimento para que possa ser compartilhado de maneira clara com todo o time;
  • Ser facilmente mensurável: para que possa ser colocado em contexto e associado a um objetivo, é necessário ser mensurado de forma simples. Um KPI de número de assinantes de e-mail, por exemplo, é facilmente medido e atrelado a uma meta de 10% de crescimento ao mês;
  • Ser capaz de levar à ação positiva: esse é o ponto mais importante. Se a análise de seus KPIs não trouxer atitudes para melhorar a posição da empresa em relação a seus objetivos, você escolheu os KPIs errados.

Definir os KPIs é o próximo passo após a escolha de objetivos, porque eles estão diretamente relacionados. A seguir, vamos mostrar um objetivo e quais KPIs podem ser observados para acompanhar o sucesso:

  • Brand awareness: curtidas no Facebook, seguidores no Twitter, visualizações de vídeos no YouTube, visitas no site;
  • Engajamento com a marca: compartilhamento em redes sociais, número de páginas visitadas no site, baixa taxa de rejeição, comentários em postagens;
  • Educação do mercado: número de páginas visitadas no site, subscribers em sua newsletter e assinantes do feed RSS;
  • Geração de leads: conversões em landing pages, crescimento da base de contatos;
  • Geração de vendas: número de vendas, vendas/ leads;
  • Custo por venda: tempo gasto para efetuar uma venda, número de vendas, CAC (custo de aquisição de cliente);
  • Lifetime-value: tempo de contrato de cada cliente.

E assim por diante.

Então olhe para seu objetivo e reflita: quais métricas vão me mostrar que eu estou no caminho certo para cumprir meu objetivo, sendo as únicas métricas que não posso deixar de monitorar?

Definição de Personas

Um dos pilares do Marketing de Conteúdo é que você não quer atrair qualquer pessoa para seu site. Você quer a pessoa certa, aquela que realmente tem perfil para se tornar cliente.

É por isso que todo planejamento deve ser fundamentado no conhecimento sobre a sua persona, buscando ajudá-la em todas as suas dores e conduzi-la pelo funil de vendas.

O conceito de persona é totalmente diferente do de público-alvo. Enquanto o público-alvo é baseado na descrição de um grupo demográfico que você procura atingir, a persona é uma descrição semi-fictícia do seu cliente ideal.

Semi-fictícia porque o processo de criação de personas passa por entrevistas aprofundadas com seus melhores clientes, na tentativa de identificar traços comuns entre eles e que devem se repetir nos futuros clientes.

Vou dar um exemplo para deixar mais claro, ok?

Vamos supor que o público-alvo de uma determinada marca de xampu pode ser descrito como mulheres entre 20 e 30 anos, que trabalham e estudam e não tem tempo para ir ao salão de beleza cuidar do cabelo.

Mas essas informações não dizem muito sobre as preferências das clientes, como elas pensam ou agem.

Então essa marca entrevistou algumas de suas clientes mais fiéis e traçou um perfil composto pelas características que melhor descrevem sua cliente ideal.

O resultado disso é a persona Joana, uma jovem universitária de 25 anos que trabalha meio expediente como professora particular, gosta de sair aos finais de semana para dançar, preza pela saúde do seu bolso buscando economizar sempre e lê blogs de beleza à procura de dicas práticas que possa replicar sozinha.

Como a persona é mais detalhada, ela te permite ações mais certeiras, como produzir um conteúdo perfeito para ajudar mulheres como a Joana.

Além disso, conhecer sua persona é fundamental para mapear a jornada de compra do seu cliente ideal, o passo a passo que ele segue do momento em que encontra você até a hora em que toma a decisão de realmente comprar.

E é claro que você pode produzir conteúdo que faça sua persona passar mais rápido de um passo para o outro. Falaremos sobre isso agora.

Funil de Vendas e Conteúdo: como encaixar na sua estratégia

O funil de vendas já é usado há muito tempo pelos profissionais de marketing porque é uma maneira simples de ilustrar o processo de vendas, do primeiro contato com o público até o momento em que a venda é efetivada.

Assim como um funil é capaz de receber muito volume no topo mas, no fim, deixa passar pouca matéria; o funil de vendas demonstra que, das muitas pessoas que chegam a você, apenas uma parcela passará por todo o processo e chegará de fato a se tornar cliente.

Essa representação é extremamente importante para classificar em que ponto da conversão um possível cliente se encontra e quais esforços são necessários para levá-lo para a próxima etapa até que ele chegue à decisão de compra.

Tradicionalmente, boa parte do processo de vendas é feito pelo time comercial. No entanto, podemos usar o Marketing de Conteúdo para tornar esse processo ainda mais eficiente hoje em dia, encurtando o ciclo de vendas!

Uma das bases do Marketing de Conteúdo é gerar conteúdo relevante que interesse seu público, promovendo interações e engajamento com sua marca, certo? Mas, trabalhar com Marketing de Conteúdo é, essencialmente, um trabalho estratégico.

Logo, se queremos usar o conteúdo para otimizar o processo de vendas, temos que pensar em conteúdos que ajudem no andamento de cada uma das etapas do funil.

 

Conteúdo para topo do funil

O topo do funil é a etapa do aprendizado e da descoberta.

O público aqui ainda não está buscando soluções para nenhum problema. Muitas das vezes, ele nem sabe que há um problema a ser resolvido e está apenas buscando se informar.

Por isso, o objetivo do topo do funil é atrair a atenção para a descoberta do problema e levar o público para dentro do processo de venda.

Leve em conta que o leitor ainda não possui um relacionamento com a sua marca e entende pouco do seu serviço. Por isso, seu conteúdo deve ter pouca ou nenhuma barreira de consumo e jamais deve ser publicitário.

Crie conteúdos interessantes, que farão com que ele retorne ao seu blog com frequência e se familiarize com sua marca. Isso pode ajudar a trazer o visitante para dentro do funil, levando-o, futuramente, a fechar negócio com sua empresa.

Alguns exemplos de conteúdo que podem ser produzidos para o topo do funil são posts de blog, vídeos, podcasts e ebooks informativos, como guias completos sobre determinado assunto.

Conteúdo para meio do funil

O meio do funil é a etapa do reconhecimento e da consideração.

As pessoas aqui já descobriram que possuem uma necessidade e estão procurando por maneiras de resolver seus problemas. Por essa razão, já é possível criar uma barreira maior para o consumo do conteúdo, como um formulário com mais campos, que irá transformar um interessado em lead.

O conteúdo do meio do funil também é diferente do topo do funil. Posts de blog e conteúdos multimídia continuam sendo uma boa opção, mas devem ter um foco maior em soluções do que em informar.

Por serem uma ótima maneira de se conseguir leads qualificadas, e-books e whitepapers são cruciais no meio do funil.

Webinars, além de ajudarem a sanar dúvidas dos leads, também são uma poderosa maneira de se posicionar como um grande expert na sua área de atuação, colocando sua solução entre as que o leitor está cogitando.

Conteúdo para fundo do funil

O fundo do funil é a etapa da decisão, onde a mágica acontece!

Nesse ponto, as pessoas já estão considerando adquirir seu produto e procuram informações que irão ajudá-las a tomar essa decisão. Então, quanto mais contato e mais informação elas tiverem, mais confiança terão em comprar da sua empresa.

Os materiais de fundo de funil devem ser abertamente focados na sua empresa ou produto.

Depoimentos e cases de clientes são bons exemplos de conteúdos para essa etapa, pois mostram como sua empresa já resolveu problemas semelhantes e pode fazer isso pelo novo cliente também.

Webinars focados no produto e demos de utilização, além de eliminar qualquer dúvida sobre o valor da solução, podem levar o provável cliente diretamente para a compra

Landing pages com ofertas específicas como descontos, trials do produto, dentre outras, também podem ser o impulso final para a venda. Aposte!

Conteúdo para o pós-venda

O pós-venda é a etapa de retenção.

Um dos grandes erros de qualquer empresa é achar que os investimentos em Marketing terminam no momento em que a venda é efetuada.

Se você também pensa assim, saiba que adquirir um novo cliente é muito mais caro do que fazer com que alguém que já tenha comprado com você — e, claro, tenha tido uma experiência positiva — volte a fazer negócios.

E o Marketing de Conteúdo pode ajudar muito para que esse relacionamento com o novo cliente dure. Afinal, sua empresa já possui várias informações sobre ele e pode oferecer conteúdo super personalizado, que o ajude a tirar maior proveito do produto comprado e resolver o problema mais rapidamente.

Vale apostar em blog posts, infográficos, webinars… Qualquer formato que gere valor para alguém que já adquiriu a solução e o mantenha satisfeito com a compra!

Canais

Agora que você já tem uma persona bem estruturada e um funil de vendas traçado, é hora de escolher em quais canais de aquisição de clientes investir. Ou seja, onde você vai distribuir seu conteúdo.

Aqui é importante ressaltar que um bom canal é aquele onde a sua persona está. Não adianta nada postar conteúdo no Twitter se a sua persona sequer conhece essa rede social, combinado?

Além disso, escolha apenas canais aos quais você poderá se dedicar de verdade. É preferível não estar em um canal do que ter uma presença ruim, que só posta de vez em quando e nunca cria um relacionamento de fato.

Dito isso, vamos aos principais canais de aquisição que existem atualmente, suas vantagens e alguns dados:

Blog

Segundo a Content Trends 2017, o blog é o segundo canal mais utilizado pelas empresas, com 64,2% de adesão. Ele perde apenas para os sites institucionais, com 75% da preferência.

Ele é geralmente o alicerce de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, porque oferece uma gama de possibilidades, tanto em tipos de conteúdo suportados como em opções para converter os leads e gerar mais oportunidades de negócio.

Mas o maior benefício do blog para uma estratégia é que todo tráfego que você consegue para o blog é seu. Você não fica sujeito a perder toda a sua audiência com um tráfego emprestado de outra plataforma, como acontece nas redes sociais.

Além disso, o simples ato de postar em blog impulsiona o tráfego do seu site. Prova disso é que empresas que publicam posts em blog recebem cerca de 3,7 vezes mais visitas por mês!

Redes Sociais

Hoje em dia é impossível pensar em uma estratégia de Marketing de Conteúdo que não inclua redes sociais. Isso porque os benefícios dessas plataformas são muitos — divulgação da marca, engajamento da audiência, geração de tráfego para o blog e de oportunidades para vendas etc.

Além disso, a procura por conteúdo nas redes sociais cresce a cada ano. Uma pesquisa da Hubspot revelou que, apenas entre 2014 e 2016, o consumo de conteúdo no Facebook aumentou em 57%, no Twitter, 25%, e no LinkedIn, 21%.

Não é a toa que 94,4% das empresas brasileiras estão presentes nas redes sociais, de acordo com a Social Media Trends 2018.

Vídeos

O uso de vídeos em sua estratégia de Marketing de Conteúdo é uma iniciativa poderosa para aumentar a sua autoridade no mercado e educar seu público e que deve crescer ainda mais nos próximos anos.

A previsão é que, em 2019, 80% do tráfego na internet seja de vídeos, segundo relatório da Cisco.

Uma das grandes vantagens do conteúdo em vídeo é que ele é de fácil consumo em vários tipos de dispositivos, como celulares, tablets etc. Além disso, esse formato possui uma alta percepção de valor por quem assiste, ao passo que é mais barato e fácil de fazer do que parece.

 

Materiais ricos

Materiais ricos são peças como e-books, templates e white papers, que possuem um conteúdo ainda mais valioso e informativo do que posts de blog.

Produzir materiais ricos é uma excelente maneira de mostrar que sua empresa é autoridade em algum assunto. Afinal, você tem conhecimento o suficiente para falar sobre aquilo com profundidade e ainda educar o mercado.

Mas o maior valor desses materiais está na sua capacidade de gerar leads e aumentar sua base de contatos.

Pensa comigo: quanto maior o valor percebido por um conteúdo, maior a disposição do público para superar alguma barreira a fim de obtê-lo.

Essa barreira pode ser um formulário de cadastro, por exemplo, que vai te ajudar a obter informações valiosas sobre as suas leads, como se ela já utiliza uma solução como a sua ou não. Pense nisso!

Email

Aqui sempre é importante falar que não, o email marketing não morreu. Pelo contrário, embora seja desacreditado por muita gente, o email é um dos canais com maior ROI (retorno sobre o investimento) em uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

Além disso, de acordo com o Radicati Group, o uso de email em todo o mundo atingirá 3 bilhões de usuários em 2020. Ou seja, o email não está nem perto de morrer.

Além disso, ele oferece vantagens muito boas, como a previsibilidade de alcance e o custo baixo, já que você precisa apenas de uma ferramenta e um analista para realizar os disparos e sabe exatamente quantas pessoas receberam, abriram e clicaram na sua mensagem.

Outros

Mas esses são apenas alguns canais que você pode utilizar. Existem empresas que possuem estratégias bem sucedidas utilizando outros, como apresentações no SlideShare, webinars e até mesmo formatos offline, como revistas ou jornais.

Então mantenha-se sempre informado sobre as novidades do mercado e saiba identificar quais novos canais podem realmente ajudar sua empresa a ter bons resultados para não cair na armadilha da Síndrome do Objeto Brilhante.

Só porque algo é novo e está chamando a atenção, não significa que, necessariamente, vai ser positivo para a sua estratégia de conteúdo. Certifique-se de que sua persona está ativa, engajada e que você realmente é capaz de produzir conteúdo relevante para aquele canal.

A verdade é que, sem planejamento e dedicação, o investimento em qualquer canal será um desperdício de dinheiro!

Execução

Com o planejamento em mãos, é hora de realmente pôr a mão na massa! Entenda o que é necessário para colocar sua estratégia em prática.

Várias e várias vezes eu já vi planos de negócios espetaculares indo por água abaixo no momento em que vão ser executados.

Para evitar que isso ocorra, é fundamental não perder de vista o que foi definido na etapa de planejamento e manter a frequência de geração e distribuição de conteúdo.

Entenda também que sua execução deve estar aberta a pequenas mudanças de trajeto em direção ao objetivo final.

Isso pode parecer complicado agora, mas vou explicar passo a passo como conduzir sua estratégia começando pela produção do conteúdo.

Produção de conteúdo

A produção é o coração de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, onde todo o seu planejamento toma forma!

Criar conteúdo de qualidade não é uma tarefa fácil e exige investimento de tempo, dedicação e trabalho. Mas, seguindo algumas recomendações, esse processo pode se tornar muito menos trabalhoso.

Alguns dos fatores que devem ser levados em consideração são:

Escolha de palavras-chave

Palavras-chave são termos ou frases que as pessoas utilizam ao realizar uma busca na internet. Elas são o principal peça na hora de fazer SEO (Search Engine Optimization), a otimização de seu conteúdo para aparecer bem rankeado nos mecanismos de busca.

A ideia é que você descubra palavras-chave relevantes para o seu negócio e invista sua produção nessa temática.

Mas lembre-se: seu texto é direcionado a um público e não a um motor de buscas. Nunca atrapalhe a experiência do usuário em favor do Google.

Tamanho e formato do conteúdo

O tamanho e formato de um conteúdo devem variar de site para site. Afinal, o mais importante é entregar valor para o leitor.

Mas existem algumas dicas que podem ajudar a orientar a sua produção, como evitar textos desnecessariamente longos e complicados ou curtos demais e vazios de informação.

Um bom tamanho para começar é 500 palavras, suficiente para responder às dúvidas da persona e longo o bastante para ser beneficiado pelo Google, que tende a favorecer textos mais completos.

Além disso, é importante variar no formato para manter sua audiência engajada. Ofereça infográficos, podcasts e experimente novos formatos para ver o que tem maior aderência com a sua persona.

Vídeos são uma grande tendência e contam pontos no SEO quando comparados à concorrentes que não oferecem esse tipo de conteúdo em seus sites. Aposte!

Escaneabilidade

Trabalhar a escaneabilidade é formatar seu texto para que ele fique atrativo ao olhar.

Antes de ler um conteúdo, todas as pessoas “passam o olho” por ele para ver do que se trata e se vale a pena continuar lendo. Ou seja, elas escaneiam o texto.

Intertítulos, imagens, listas e negritos são ótimos para aumentar a escaneabilidade de um conteúdo por fugirem do padrão do texto corrido.

Como são diferentes, esses recursos chamam a atenção do olhar e informam que aqueles pontos são importantes e precisam ser lidos. Invista!

E não se esqueça de usar frases curtas e parágrafos enxutos. Blocos grandes de texto prejudicam a compreensão da mensagem onde começa e onde termina uma linha de raciocínio.

Revisão

Um texto cheio de erros de ortografia pode acabar com toda a autoridade que você lutou tanto para construir.

Por isso, revise todo conteúdo que produzir, não apenas para encontrar erros, mas para ver se ele se encaixa nos padrões citados acima.

O ideal é esperar algum tempo após a escrita para fazer a revisão, pois se você a fizer logo em seguida, alguns erros que estão debaixo do seu nariz podem passar despercebidos.

Otimização para os motores de busca (SEO)

Com o seu conteúdo de qualidade pronto, não basta publicá-lo. Você precisa otimizá-lo para que ele seja encontrado pela sua persona.

E é aí que entra o SEO (Search Engine Optimization), uma das principais estratégias da metodologia Inbound, que são as práticas de otimização para os motores de busca.

Veja bem, buscadores como o Google e o Bing utilizam algoritmos para classificar todos os conteúdos indexados.

É por meio desses algoritmos que o Google, por exemplo, define que o artigo X é mais importante que o Y e por isso deve ser o primeiro colocado na página quando uma pessoa fizer a busca de determinada palavra-chave.

Quanto mais relevante os motores considerarem o seu conteúdo, melhor colocado ele será no ranking. E estar bem colocado no ranking é fundamental para chegar à sua persona, já que, segundo um relatório do Internet Marketing Ninjas, o primeiro lugar ganha 21% dos cliques!

A mesma pesquisa diz que o segundo ganha 10%, o terceiro apenas 7% e esse número vai caindo cada vez mais. Ou seja, se você não está bem colocado, é quase como se não existisse.

Porém, como algoritmos são lógicos, é possível seguir alguns princípios para mostrar aos buscadores que o seu conteúdo é realmente relevante.

O principal deles é a presença da palavra-chave ao longo do texto de forma orgânica. Ou seja, não a repetição frenética da palavra-chave, mas variações dela que se aproximem à linguagem falada.

E não só a presença da palavra-chave organicamente no texto, mas também no título, na URL, na meta-descrição, no alt-text da imagem.

Mas esse é só o principal fator. Existem muitos outros como: links de sites com domínio forte, site otimizado para mobile, autoridade da página, etc.

 

Divulgação de Conteúdo

Por mais que o Google seja um buscador eficiente, você não pode contar apenas com ele para que seu conteúdo seja encontrado.

É preciso colocá-lo à vista de todos, levando-o até seu público e incentivando as pessoas a lerem esse trabalho que você vem desenvolvendo com tanta dedicação.

Uma promoção de conteúdo eficiente influencia diretamente nos resultados da sua estratégia. Portanto, não a deixe em segundo plano e nem poupe esforços em torná-la cada vez melhor!

Separei dois canais de divulgação que são interessantes para qualquer estratégia de Marketing de Conteúdo. Confira:

Redes Sociais

Como já expliquei nesse guia, as redes sociais são um importante canal de aquisição de clientes. Para você ter uma ideia, 92% dos profissionais de marketing dizem que as mídias sociais são importante para seus negócios (Social Media Examiner).

Mas divulgar o conteúdo que você está produzindo vai um pouco além de somente postar um link no Facebook. Até porque talvez você nem precise estar no Facebook.

Para conseguir resultados por meio das redes sociais, você precisa fazer parte somente das redes em que seu público está presente. Se sua persona não está no Facebook, você não tem razões para distribuir conteúdo lá, concorda?

Outro ponto importante é entender que cada um dos ambientes em que você publica seu conteúdo conta com públicos e expectativas diferentes. Conheça o tom a ser usado em cada rede social, quais formatos fazem mais sucesso e o que as pessoas desejam ler em cada uma delas.

O Twitter, por exemplo, é uma rede mais dinâmica, que pede textos curtos e aceita linguagem informal, memes, conteúdo interativo. Já o LinkedIn pede que você seja um pouco mais formal, compartilhando apenas conteúdo relevante para o seu mercado e deixando as brincadeiras para outras redes.

Email marketing

O email é um poderoso canal para promoção de conteúdo porque você entrega diretamente para o usuário e consegue acompanhar seu engajamento.

A maneira mais comum de divulgar conteúdo por meio de email marketing é com o envio de newsletters, compilados com os principais conteúdos produzidos pela sua empresa dentro de um espaço de tempo determinado por você.

Mas você também pode fazer disparos específicos para cada momento da jornada de compra do cliente, oferecendo conteúdos que o ajudarão a avançar pelo funil, como ebooks e outros materiais ricos.

Também é possível divulgar conteúdo nos fluxos de nutrição, workflows de emails baseados no comportamento do usuário, engatilhado por um evento específico, como o download de um e-book, por exemplo. Basta recomendar nos emails do fluxo alguns materiais complementares ao conteúdo que serviu como gatilho.

 

Geração de leads

Como você já aprendeu no tópico sobre funil de vendas, o volume de pessoas que chegam aos conteúdos do topo é alto, mas precisamos colocar essas pessoas para dentro do funil onde podem ser trabalhadas para se tornarem oportunidade.

A esse processo de colocá-las dentro do funil damos o nome de geração de leads.

Leads são pessoas que demonstraram interesse pelo seu conteúdo a ponto de oferecer informações como email e telefone em troca dele.

Elas são importantes para uma estratégia de Marketing de Conteúdo porque, a partir do momento em que você tem informações sobre uma pessoa, pode enviar conteúdo personalizado para fazê-la andar no funil mais rapidamente.

A maneira mais efetiva de gerar leads é criando pontos de conversão no seu blog. Esses pontos podem ser formulários, onde o visitante cadastra seu email para receber uma newsletter, por exemplo; ou landing pages, nas quais ele responde a campos personalizados em troca de uma peça de conteúdo específica.

Tudo com o objetivo de construir uma grande base de leads prontas para serem nutridas, como explicarei a seguir.

Nutrição de leads

Com as leads na sua base, é preciso trabalhá-las para que elas sigam para a próxima etapa do funil e estejam cada vez mais preparadas para serem abordadas pelo time de vendas.

A melhor maneira de fazer isso é através do que chamamos de nutrição de leads. Isto é, “alimentar” suas leads com conteúdo de maneira a obter cada vez mais informações sobre elas, ao mesmo tempo em que aumenta o interesse e o conhecimento sobre sua empresa.

Geralmente fazemos isso através do envio programado de e-mails, com o intuito de educar a lead, melhorar a percepção da sua marca para com ela e guiá-la até o momento da compra. Cada novo e-mail qualifica um pouco mais a lead em relação ao e-mail anterior.

Essa sequência de emails, chamada de fluxo de nutrição, deve ser baseada em algum evento ou característica que identifique esse público: o download de um material, o preenchimento de um formulário, a quantidade de funcionários, dentre outros.

Para criar bons fluxos de nutrição são necessários vários testes. Se esse processo for feito de maneira eficiente, os resultados serão claros — e é sobre resultados o nosso próximo tópico.

Mensuração

Agora que você já sabe como planejar e executar, vamos aprender a mensurar a efetividade das suas ações! Essa parte é delicada e merece atenção extra na escolha das métricas para realmente entender os resultados obtidos.

A análise dos resultados é um dos momentos mais delicados de toda a estratégia de Marketing de Conteúdo. É por meio da mensuração que você vai descobrir o que está funcionando e o que não está, e assim fazer as correções de percurso que falei lá no comecinho desse guia.

A maior vantagem do Marketing Digital sobre as outras mídias é que nele possível acompanhar os KPIs em tempo real e alterar estratégias rapidamente para evitar grandes perdas. Coisa que você não consegue fazer em um comercial de TV, por exemplo.

Além disso, como é possível rastrear todos os passos de um visitante, saber exatamente quantas oportunidades de negócio foram geradas com um conteúdo, quais canais estão gerando mais leads, você consegue saber exatamente qual retorno sua estratégia de Marketing de Conteúdo está trazendo para a empresa. Então vamos lá?

Frequência de mensuração

Cada métrica tem uma frequência ideal de mensuração. Algumas são diárias, algumas semanais e temos métricas até mesmo semestrais.

Para saber a frequência ideal de acompanhamento, é preciso conhecer bem cada uma delas e descobrir o tempo de coleta de dados ideal para obter relevância estatística.

Por exemplo, checar o custo de aquisição de clientes (CAC) diariamente é desnecessário, já que esse número tende a ser mais estável e são necessárias muitos acontecimentos para provocar uma mudança relevante.

Mas checar o tráfego do seu site nessa frequência pode fazer sentido, pois uma queda de apenas algumas horas pode significar um impacto enorme em todo seu funil de vendas.

Uma boa maneira de descobrir a frequência ideal de mensuração é fazendo benchmarking com empresas parceiras e especialistas do mercado. Experimente!

ROI do Marketing de Conteúdo

O ROI é uma das métricas mais importantes para toda estratégia de Marketing de Conteúdo e, provavelmente, a métrica mais amada pelo chefes e pelos diretores. Ele é usado para medir a eficiência de um investimento, expresso através de porcentagem.

Para calcular seu ROI, basta pegar o que você ganhou em uma ação menos o quanto você gastou e dividir pelo quanto você gastou. É uma medida bem simples de trabalhar que serve para dar uma noção geral da performance de qualquer tipo de investimento.

Uma das maiores dificuldades no cálculo de ROI é entender o conceito de “valor gerado”, uma vez que o Marketing de Conteúdo possui objetivos variados, alguns de longo prazo e difícil mensuração direta.

Entretanto, ele é extremamente útil em especial com objetivos “mais concretos”, como o número de clientes conquistados ou a renda obtida em um determinado período. Não deixe de acompanhar.

Ferramentas

Como você viu, uma estratégia de Marketing de Conteúdo exige muito trabalho de todos os envolvidos! Mas existem maneiras de facilitar a rotina desses profissionais sem descuidar dos processos e mantendo o olho em todas as métricas importantes.

Felizmente, contamos com várias ferramentas completas e eficientes no mercado. Essas plataformas podem te ajudar a medir os resultados de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, automatizar processos e aumentar o volume de conteúdo criado e divulgado pela sua equipe.

Quer conhecer algumas? Eu separei para você as ferramentas mais conhecidas e acessíveis em algumas categorias.

Ferramentas para blog

Muito mais do que escrever e postar textos, cuidar de um blog exige que você crie uma estrutura de navegação, modere os comentários dos visitantes, melhore o layout (aparência) do seu blog, acompanhe dados de acesso e muito mais.

É por isso que todo profissional de blog precisa de um Content Management System (CMS) — em português, um sistema de gerenciamento de conteúdo.

Algumas opções são o Joomla, o Drupal e o WordPress, o CMS mais popular do mundo.

Ferramentas para SEO

Para quem trabalha com SEO, os desafios são: fazer pesquisa de palavras-chave, encontrar oportunidades de rankeamento, realizar otimizações que podem levar um conteúdo à primeira página e monitorar a concorrência.

Algumas ferramentas úteis para isso são o SEMRush, o Ahrefs, o BuzzSumo e o Keyword Planner do Google.

 

Ferramentas para mídias sociais

O gerenciamento de mídias sociais é um trabalho que precisa de ferramentas que permitam o agendamento de postagens em várias redes, o monitoramento do alcance e engajamento da audiência com essas postagens e ainda gerem relatórios de resultados.

Algumas opções nessa área são o Buffer, o Hootsuite, o SimplyMeasured e o Quintly. E também existem outras específicas para algumas redes sociais, como o Postgrain (antigo Instamizer) para o Instagram, o Fanpagekarma para o Facebook e o Commun.it para o Twitter.

Ferramentas de automação

O profissional responsável pela nutrição de leads precisa escrever e disparar emails, segmentar a base de leads, criar de fluxos e muito mais.

Fazer esse trabalho sem uma ferramenta é impensável! Mas existem opções muito boas no mercado, que dão conta de boa parte desse trabalho.

As opções mais conhecidas e recomendadas são a Hubspot, a RD Station e o MailChimp.

Ferramentas de monitoramento

Todo profissional de Marketing precisa monitorar o desempenho da sua estratégia. Existem várias ferramentas que ajudam nessa tarefa, inclusive as já citadas.

Uma ferramenta de monitoramento essencial é o Google Analytics, pois traz os números por cada canal de aquisição de tráfego do seu blog — tráfego vindo de email, tráfego vindo do orgânico, tráfego de social…

Outra muito boa é o Power BI, que centraliza todas as métricas do seu Marketing e oferece a visualização de dados de forma interativa, o que proporciona mais insights.

As opções são muitas, mas o que torna uma ferramenta realmente ideal é suprir as necessidades da sua empresa!

Tudo vai depender dos números que você precisa monitorar. Então identifique primeiro os números que você precisa analisar e depois escolha a ferramenta de monitoramento.