O que é KPI: Descubra como ele ajuda a medir os seus resultados!

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. São aquelas métricas mais relevantes para sua estratégia e que determinam seu sucesso ou não.

 

Você sabe o que estratégias de sucesso têm em comum?

Todas elas acompanham constantemente como as ações estão performando.

Segundo a Content Trends 2017, 78,1% das empresas que documentam sua estratégia se consideram bem sucedidas. Em empresas que não fazem documentação, essa porcentagem cai para 25,2%. Você pode conferir outros dados da pesquisa no relatório completo.
Esse acompanhamento é o que permite determinar o que está funcionando e o que não está. Basicamente, é a melhor maneira de analisar os resultados. Mas essa análise precisa de números!

Esses números são a melhor forma de saber se os seus resultados estão de acordo com os objetivos da sua estratégia de marketing digital e se a sua empresa está tendo o ROI desejado.

Para te ajudar a medir esses resultados, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre os famosos KPI’s.

Nesse artigo você vai aprender:

  • O que é KPI
  • Qual a diferença entre KPI e Métrica
  • Como escolher um bom KPI
  • Por que likes no Facebook não são bons KPIs principais
  • Quais são os tipos de KPI

O que é KPI?

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. É uma forma de medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas estão efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela organização.

Existem milhares de indicadores que podem ser medidos. Estamos em uma época em que o fluxo de informação é imenso e constante! O ponto central é saber escolher quais são os indicadores a serem medidos.

Um KPI pode ser um número ou um percentual.

Por exemplo, se você quer medir quantas páginas um visitante viu no blog que você criou para sua empresa durante uma visita, você terá um número (3 páginas por visita, por exemplo).

Já a taxa de rejeição de uma página do seu blog é um percentual – 70%, por exemplo.

Qual a diferença entre KPI e Métrica?

Essa é uma confusão muito comum.

KPI’s não são o mesmo que métricas, mas uma métrica pode se tornar um indicador-chave de performance.

Eu sei, parece confuso, mas eu explico!

Os KPI’s são indicadores importantes para o seu negócio e o seu objetivo, uma métrica é apenas algo a ser medido.

Se por algum motivo essa métrica se torna relevante para a sua estratégia, ela vira um indicador-chave! Entendeu?

O importante é entender o que pode ajudar na tomada de decisão dentro da sua empresa. Essa é a premissa básica para a escolha de qualquer KPI e é como uma métrica se torna um indicador.

Um indicador-chave de performance precisa ser valioso para o negócio e auxiliar você e os seus superiores a tomar decisões inteligentes.

E isso nos leva ao próximo tópico!

Como escolher um bom KPI?

Antes de tudo ele precisa ser relevante para o seu objetivo. Se você quer mais visitantes no seu blog, acompanhar o preço médio das compras do seu cliente dentro do e-commerce não é interessante (não agora, pelo menos!).

Os KPI’s são intrinsecamente ligados aos objetivos por um motivo muito simples: são eles que medem a performance de cada um dos objetivos, indicadores errados mostram performances erradas.

Assim, você pode ter a impressão que está indo muito bem, mas na verdade não está, e vice-versa!

Para facilitar essa escolha, listamos 5 características de um bom KPI!

1. Disponibilidade para ser mensurado

Parece óbvio, mas é a verdade! Para escolher um KPI principal ele precisa estar disponível, para que possa ser mensurado e analisado corretamente. Por exemplo: você só pode quantificar leads após começar a gerá-las.

2. Importância para a base do negócio

O KPI mostra que a sua estratégia está tendo resultados e que o objetivo principal está sendo atigindo.

Se você crescer o seu negócio e vender mais, o seu KPI deve te mostrar que você está realmente crescendo e vendendo mais.

3. Relevância

Um dos maiores erros na escolha de indicadores é escolher indicadores de vaidade, ou seja, números que não mostram nenhum resultado mas que fazem a equipe de marketing ficar feliz.

Indicadores primários como comentários, curtidas e compartilhamentos em redes sociais não mostram resultados concretos, eles apenas parecem importantes. Foque no que realmente importa!

4. Ajudar em escolhas inteligentes

Dados e informações são a base de boas escolhas. O seu indicador-chave de performance primário precisa te ajudar a fazer escolhas inteligentes.

De que adianta bons dados, se eles não são a base para escolher o melhor caminho para a sua empresa?

5. Ter periodicidade

O KPI precisa ser medido constantemente, esse acompanhamento é o que permite entender o que funciona e o que não funciona e se o ROI é interessante.

Escolha KPI’s que podem ser medidos periodicamente e podem ajudar na tomada de decisões periódicas.

 

Porque likes no Facebook não são bons KPIs principais

Sim, nós sabemos. Você já sugeriu usar a quantidade de comentários ou curtidas no Facebook como um indicador. A partir de hoje vamos combinar uma coisa: não faça isso!

Um bom indicador-chave de performance é aquele que mostra como o seu objetivo está trazendo mais negócios ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso.

A única forma de usar interações sociais como KPI’s é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que vieram do Facebook comentaram na sua publicação? Quantos curtiram? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não!

A nossa dica aqui é focar no que realmente importa e no que está mais claro para ser mensurado e acompanhado.

Os tipos de KPI que você pode usar

Como você deve imaginar existe uma infinidade de indicadores que podem ser importantes para a sua estratégia (e para o seu chefe, no caso). Mas muitos deles só fazem sentido se suportados por dados, ou por testes no dia a dia.

Por isso você pode usar diferentes tipos de indicadores de acordo com os interesses de quem está analisando os resultados.

Para ficar mais simples, vamos dividi-los em três categorias: primários, secundários e práticos. Sem enrolar mais, vamos ao que interessa:

KPIs primários

Esses são os indicadores-chave de performance que os seus diretores e C-levels querem ver. São os principais para o seu objetivo e eles indicam que você está ajudando a empresa a ganhar mais dinheiro. Simples assim.

Analisando as estratégias de inbound marketing e marketing digital, a maioria delas terá como KPI primário alguma dessas opções:

  • Leads;
  • Tráfego;
  • Custo de aquisição por lead;
  • Taxa de conversão;
  • Receita total;
  • Receita por compra;

Ao mostrar os resultados para os seus superiores, sempre relembre-os do objetivo principal!

KPIs secundários

Se você possui gerentes e/ou supervisores, eles acompanham mais de perto o desenvolvimento da estratégia e os resultados.

Por isso, eles têm a necessidade (e o tempo) de analisar outros indicadores-chave de performance mais de perto.

Os KPI’s que você trabalha e informa ao seu gerente precisam mostrar que os seus testes e gerenciamento da estratégia estão no caminho certo. Esses indicadores precisam reforçar os primários e mostrar os porquês.

Alguns indicadores-chave de performance secundários interessantes:

  • Custo por lead em cada estágio do funil;
  • Assinantes da newsletter;
  • Assinantes do blog;
  • Visitas recorrentes no blog;
  • Custo por visitante;
  • Origem do tráfego (orgânico, pago, redes sociais, direto, e-mail e outros);
  • Preço médio por transação.

Lembre-se, o KPI secundário deve justificar o primário, ele mostra como aqueles resultados estão sendo atingidos.

KPIs práticos

Aqui vamos falar um pouco do conteúdo para nerds! Mas não se assuste, tudo vai continuar muito bem explicado e fácil de entender.

Dentro de uma campanha de marketing digital e inbound marketing, quem gerencia e administra o dia a dia precisa realizar testes constantemente e acompanhar dados mais detalhados sobre comportamento, aquisição e características do usuário.

Por isso, você (ou o seu analista de marketing) precisa acompanhar uma listinha de indicadores um pouco mais longa, alguns deles são:

  • Pageviews;
  • Páginas/visita;
  • Bounce rate;
  • Melhores landing pages;
  • Page rank;
  • Palavras-chave mais pesquisadas (de acordo com seu negócio);
  • Conteúdos mais lidos/visitados;
  • Tráfego;
  • Visitantes (novos x recorrentes);
  • Interações sociais.

Essa lista pode continuar por muito, muito tempo. O importante é entender o que importa para o seu objetivo e o que vai te ajudar a entregar melhores resultados para sua diretoria.

Se você quer aprender como mensurar e analisar esses indicadores, confira nosso Guia Completo do Google Analytics.

É importante entender que, conforme você desce na categoria dos KPI’s (primário, secundário e práticos), é preciso acompanhar os anteriores!

Ou seja, o seu analista de marketing precisa acompanhar todos os indicadores escolhidos, mas para o seu diretor é interessante aquele que vai trazer mais ganhos financeiros para a empresa, aquele que vai provar o ROI do investimento.

Na prática

Talvez alguns conceitos ainda estejam um pouco confusos. Mas não se desespere! A melhor forma para entender como escolher KPI’s corretamente é colocando em prática toda a teoria!

Por isso vamos criar 4 exemplos para você entender melhor como funciona a escolha de indicadores-chave de performance. Vamos escolher os primários e secundários, ok?

KPIs de geração de leads

Sua empresa quer gerar leads! Como vamos fazer isso? Com uma super estratégia de inbound marketing e um blog bem feitol!

O que escolher como KPI?

Parece fácil, né? Leads!

Mas o segredo está nos indicadores secundários. Se você quer gerar leads através do blog, é preciso tráfego, portanto tráfego total é um KPI secundário interessante.

Porém uma boa estratégia de marketing de conteúdo vai trazer muito acesso orgânico para o blog, através de blog posts que trabalham palavras-chave interessantes.

Podemos então considerar também o tráfego orgânico! Temos 3 KPI’s, já é o suficiente.

KPI’s de quem precisa educar o mercado

Empresas de tecnologia (startups principalmente), possuem áreas de atuação e negócios específicos, que não são tão bem entendidos pelo mercado.

Por isso, é preciso educar o mercado sobre aquele produto ou serviço.

Para educar o mercado é preciso que as pessoas acompanhem o seu blog constantemente, leiam os blog posts e entendam sobre o seu produto.

Um KPI interessante para esse objetivo é o tráfego total. Para educar o mercado você precisa de visitas!

Mas novamente, não se engane! Você precisa acompanhar como esse tráfego se comporta.

Por isso, visitantes recorrentesnovos visitantes (ou novas sessões), assinantes da newsletter, páginas/visita e bounce rate são indicadores secundários que você deve acompanhar.

Um visitante único é aquele que acessa o seu blog de um mesmo endereço IP.

Portanto, se você tem muitas visitas únicas, você tem pessoas sendo educadas pelo seu conteúdo, o que também se aplica a assinantes da sua newsletter.

Lembre-se do orgânico também. 🙂

KPI’s para e-commerce

KPI’s funcionam muito bem para e-commerces (tão bem, que o Google Analytics tem métricas criadas especialmente para negócios online).

Vamos supor que você deseja aumentar o ticket médio das compras dentro da sua loja online. Para isso você pode utilizar diversas táticas: descontos, combos, frete grátis, etc e etc.

Mas como saber se o ticket realmente está aumentando?

Acompanhando a receita média por transação!

Se ele crescer, você está fazendo um bom trabalho, se não está, algo pode estar errado! E como descobrir isso?

Com KPI’s secundários. 😉

O seu visitante pode não estar comprando mais porque o seu checkout tem algum problema ou as informações não estão bem distribuídas dentro do site.

Você pode acompanhar o bounce rate para descobrir quais páginas tem mais desistências, o  average time on page para descobrir quanto tempo os visitantes passam em dada página e ainda o pages/visit para saber se ele está navegando pelo seu site, descobrindo e pesquisando os seus produtos.

Você percebeu que o uso dos KPIs é muito ligado ao objetivo.

Alguns indicadores que eu citei como comumente secundários ou práticos se tornam mais importantes dentro de uma dada estratégia.

Por esse motivo é importante você sempre levar em conta o contexto. Um KPI importante para a Rock Content pode não ser tão importante para a sua empresa.

Por isso, trabalhe bem o seu objetivo e crie estratégias que condizem com o que a sua empresa espera. Só então selecione os KPIs que realmente importam e comece a acompanhar.

Mas não deixe para a última hora! Analisar o resultado deve ser uma prática seguida desde o início dos esforços e deve ser acompanhado constantemente.

Lembre-se que os seus superiores gostam (e muito) de relatórios, nada melhor que mostrar dados concretos.

Você sabe o que é lead scoring? Ensinamos tudo o que você precisa saber!

Lead scoring funciona como um sistema de pontuação das leads para otimizar as conversões e aumentar as vendas de uma empresa.

Você já sabe que uma das grandes vantagens do Inbound Marketing é a oportunidade de atrair um grande número de leads para a sua empresa. Mas mesmo que você já tenha estratégia em curso e os leads estejam aparecendo, ainda tem outro desafio pela frente: qualificar cada um deles.

Sem a devida qualificação, seu time de vendas vai perder tempo com pessoas que não estão prontas para comprar e você terá um trabalho maior para gerar novos leads.

É para isso que existe o lead scoring, uma técnica que ajuda a aumentar a eficiência do Inbound Marketing e tornar as empresas que a usam mais sólidas.

Quer saber como o lead scoring funciona? Então continue lendo, pois vamos mostrar agora mesmo!

O que é lead scoring?

O lead scoring é, em termos simples, uma forma de classificar seus clientes em potencial por pontos. Esses pontos servem para determinar quem está pronto para a compra ou não.

Assim que um lead receber a pontuação que for considerada aceitável pela empresa, ele é passado para o time de vendas tentar fechar negócio.

Essa pontuação é definida com base no perfil do lead em comparação com a persona da empresa, e também por suas ações durante jornada de compra.

Sendo assim, quanto mais próximo o perfil do lead for da sua persona estabelecida, mais pontos ele ganha.

Ao mesmo tempo, as ações dele (como baixar materiais ricos, responder pesquisas, etc.) também contam pontos, pois indicam interesse na sua mensagem.

Qual a importância do lead scoring para o seu negócio?

O lead scoring é uma das táticas mais importantes a partir do momento em que uma empresa passa a gerar uma boa quantidade de leads a partir do Inbound Marketing.

Afinal, nem todo lead é igual, e os vendedores não deve ser obrigados a trabalhar contando com a sorte na hora de escolher quem abordar.

Quanto melhor conhecer seus leads, maiores as chances de entrar em contato apenas com aqueles que já estão prontos para se tornar clientes, e é nisso que o lead scoring ajuda.

O resultado são os 3 benefícios que você vai ver a seguir:

Diminuição de custos

A partir do momento em que investe no lead scoring, sua empresa passa a gastar menos com vendas e marketing. Por quê?

A resposta é simples. Os times de marketing e vendas gastarão menos tempo preparando e abordando leads para ter a mesma taxa de conversão que tinham antes.

Isso significa diminuir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes), por encurtar o tempo médio do ciclo de venda e gastar menos recursos para conquistar cada cliente. Com o valor do CAC reduzido, a economia para a empresa é maior.

Aumento na produtividade

O tempo ganho no ciclo de venda pode ser usado pelos profissionais envolvidos para gerar novos negócios e fidelizar os clientes conquistados.

A equipe de marketing vai concentrar seus esforços nos leads que estiverem mais perto da pontuação ideal, mas ainda poderá acompanhar os demais, por meio de fluxos de nutrição automatizados.

Por conta disso, precisará gerar e preparar um número menor de leads para o time de venda abordar a fim de bater as metas estabelecidas de conversão.

Por sua vez, o time de vendas não vai gastar tempo desnecessário abordando leads que não estão perto de comprar, e terá condições de ser mais certeiro nos contatos diretos.

Estratégias mais eficazes

Para gerar e nutrir os leads é preciso ter uma série de estratégias em curso. O marketing de conteúdo e o fluxo de nutrição estão entre elas.

Também é preciso ter uma presença forte nas redes sociais e usar com precisão o email marketing.

À medida que o seu processo de lead scoring se torna maduro, é possível aplicar uma espécie de análise reversa para ver, por exemplo, quais foram os conteúdos que mais tiveram sucesso entre os leads que chegaram à compra.

Também é possível descobrir que padrões na linguagem de interagir com e eles nas redes, variações de email e landing page mais eficazes.

Dessa forma, você poderá replicar as ações de maior sucesso com frequência e conseguir resultados melhores com consistência. Isso levará, por fim, ao que conhecemos como receita previsível.

 

6 passos para fazer o lead scoring com perfeição

Como você deve ter percebido, o conceito de lead scoring não é tão complicado assim. Mas nem por isso a implementação dessa técnica de avaliação deve ser feita de qualquer jeito.

Como em todas as estratégias de marketing digital, é preciso fazer um bom planejamento antecipado, além de acompanhar os resultados depois e aprender com eles.

Pensando nisso, listei 6 passos que você deve seguir para garantir que o seu trabalho de lead scoring realmente dê bons resultados:

1. Defina os MQL e SQL

Você provavelmente já percebeu que o lead scoring é uma estratégia que beneficia diretamente o trabalho dos times de marketing e de vendas.

Por isso, é fundamental que os dois setores trabalhem juntos na sua implantação. Em outras palavras, se o Vendarketing ainda não é usado na sua empresa, essa é a deixa.

O primeiro passo é que os dois times de reunam para definir o que constitui um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead).

Basicamente, MQL são os leads que ainda precisam ser preparadas pelo marketing, enquanto os SQL são aqueles que devem ser repassados ao pessoal de vendas imediatamente.

Definir esses 2 grupos logo de início vai tornar claro o papel de cada setor e facilitar a criação de um sistema de pontuação que condiz com a realidade do negócio.

2. Se baseie nos dados que sua base de leads oferece

O segundo passo é usar dados que você já possui sobre a sua base de leads, a fim de fazer uma boa classificação e definir a pontuação que cada um deve receber.

Mas aí vai uma dica importante: para ter um lead scoring completo, é preciso dividir a sua avaliação em dois tipos de dados principais, os demográficos e comportamentais.

É a combinação desses dois grupos que deve formar a pontuação final de cada lead. Veja no que consiste cada um deles:

  • dados demográficos: informações como idade, renda e cargo que ocupa. Basicamente é o perfil do lead. Quanto mais perto da descrição da sua persona, melhor;
  • dados comportamentais: quanto o lead interage com a sua empresa? Já baixou algum conteúdo importante? Assina a newsletter? Esses dados dizem mais sobre o interesse do lead.

Juntando os dados demográficos e comportamentais, a sua pontuação será mais equilibrada e precisa.

Afinal, não adianta ter o lead com melhor perfil e zero de interesse, nem um totalmente interessado, mas que não se encaixa no perfil ideal.

3. Determine a pontuação de ativação

A pontuação de ativação nada mais é que a linha de corte entre um MQL e um SQL, ou seja,quando o lead deve passar do time de marketing para o de vendas.

Novamente, é importante que essa decisão seja tomada em conjunto pelas equipes de marketing e vendas, para evitar problemas depois.

Ao determinar o limite de ativação, ficará mais fácil partir para o próximo passo, que é decidir quais serão as notas dadas para cada fator que conta a favor do lead na jornada de compra.

4. Crie um padrão de pontuação

Definir um padrão de pontuação é o próximo passo lógico a seguir na jornada pelo lead scoring perfeito. Mas o que isso significa?

Para cada ação dos leads, ou para cada característica demográfica positiva que ele apresente, uma pontuação deve ser atribuída.

Mas os pontos não devem ser definidos aleatoriamente, e muito menos distribuídos de forma igual para todas as ações e características.

O que tiver mais peso para empurrar o lead mais para baixo no funil tem de receber uma pontuação mais alta, enquanto atividades menos importantes, notas mais baixas.

Isso impedirá que os leads sejam classificados como prontos apenas pela quantidade de ações positivas que realizam, e priorizará critérios mais realistas de avaliação.

5. Faça bom uso de pontuação negativa

A pontuação não precisa ser apenas positiva. Aliás, é até bom que não seja. Usar pontuação negativa é uma boa prática que vale a pena seguir. Por quê?

Ao fazer uso de pontos negativos você consegue manter mais facilmente o equilíbrio que falamos entre perfil e o interesse dos leads, como citei acima.

Por exemplo, vamos supor que o limite de ativação seja 50 pontos, e certo lead tenha demonstrado tanto interesse que até ultrapasse essa nota.

Porém, o lead em questão não possui o perfil adequado, talvez por não ser o tomador de decisões na empresa onde trabalha.

Desse modo, não importa qual seja a nota dele, não adianta enviá-lo para um vendedor, a venda nunca seria fechada.

Com o uso de pontuação negativa, você poderia facilmente baixar a nota desse lead pelo fato de ele ter um cargo abaixo do que seria necessário, e evitar problemas futuros.

Se lembre que o objetivo é encontrar as pessoas que já estão prontas para se tornar clientes, e não simplesmente fazer com que o máximo de pessoas possível bata uma pontuação específica.

6. Continue aprimorando a estratégia

O segredo para o lead scoring funcionar é que é um processo sem fim. Não existe forma perfeita de pontuar ou avaliar os leads.

É preciso ter consciência de que esse esforço é contínuo, e deve ser sempre aprimorado com base nos resultados anteriores.

Por isso, dê atenção constante ao seu lead scoring, e aprenda a torná-lo cada vez mais eficaz.

Todas as etapas que descrevemos aqui podem ser feitas manualmente, mas também existem ferramentas excelentes para automatizar o seu trabalho.

Assim, você vai entender melhor a lógica por trás do lead scoring, e terá resultados ainda melhores no futuro.

Mas se preferir mesmo começar automatizando sua pontuação, ou se o seu número de leads gerados for alto demais para trabalhar manualmente, não tem problema.

A seguir, vamos mostrar algumas ferramentas excelentes para realizar esse trabalho.

5 ferramentas úteis para um lead scoring mais completo

De todas as ferramentas que mostraremos agora, é praticamente impossível que você não conheça pelo menos uma.

De qualquer forma, veja agora 5 das melhores ferramentas de automação de marketing do mercado, que podem suprir muito bem sua necessidade de automação do lead scoring:

  1. RD Station: uma das ferramentas mais completas de automação de marketing do Brasil;
  2. Hubspot: principal empresa de Inbound Marketing do mundo, possui recursos para cada etapa do Inbound, incluindo gestão e pontuação de leads;
  3. Marketo: líder mundial em softwares de automação para empresas de todos os tamanhos, o Marketo é uma das apostas mais seguras do mercado;
  4. LAHAR: com profissionais experientes e uma solução completa para gerar e nutrir leads, o LAHAR é uma alternativa sólida no mercado;
  5. Pardot: um produto da Salesforce para automação de marketing B2B, o Pardot tem tudo que você precisa para pontuar seus leads;

Todas essas ferramentas oferecem recursos avançados de lead scoring, que deixarão sua estratégia ainda mais completa.

Mas antes de procurar qualquer ferramenta, é importante relembrar a importância de entender na prática a lógica por trás do lead scoring. Só assim você conseguirá usar todos os recursos que esses produtos oferecem.

Tão importante quanto montar e executar uma estratégia de geração de leads é fazer a gestão deles com eficácia, e o lead scoring é uma das melhores formas de garantir que isso aconteça, e de concentrar os esforços da empresa nas oportunidades com maior probabilidade de dar resultados. Um dos critérios de pontuação do lead scoring são as conversões nas páginas do seu site e blog.