O que é co-marketing e quais as vantagens desta estratégia para seu negócio?

Aprenda a encontrar bons parceiros e oportunidades para seu negócio.

“Uma andorinha não faz verão sozinha!” Se você já ouviu esse ditado alguma vez em sua vida, sabe que ele vai além das relações pessoais e encaixa-se perfeitamente na vida profissional.

E quando falamos disso, não estamos nos referindo apenas a sua carreira, mas também as relações comerciais que são construídas por uma ou mais empresas.

No mercado digital, esse ditado pode ser ainda mais ampliado, principalmente quando pensamos em parcerias comerciais.

Entre as várias estratégias para aproximar duas marcas, o co-marketing tem ganhado destaque principalmente por causa de seu objetivo de expandir a divulgação de um negócio para outros públicos.

Para um empreendedor digital, é fundamental conhecer várias maneiras de aumentar o alcance de sua marca.

Se esse é seu objetivo, confira, a seguir, nossas dicas para te ajudar a encontrar bons parceiros para aplicar estratégias de co-marketing em seu negócio.

Entendendo o co-marketing

Como o próprio nome já sugere, co-marketing é a união das estratégias de marketing de duas marcas com o objetivo de criar e divulgar produtos, serviços ou conteúdos que sejam interessantes para um público em comum.

Ou seja, são as ações de marketing compartilhadas por duas empresas a fim de atingir uma audiência que tenha o perfil parecido e que, por algum motivo, ainda não conhece as duas marcas.

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo:

O McDonald’s é uma rede de restaurantes mundialmente conhecida por seus lanches rápidos. Além dos hambúrgueres, eles também investem em outros tipos de alimentos, como os sorvetes.

Apesar de todo esse sucesso, visando atingir um público ainda maior e que goste de sobremesas diferentes do que apenas um sorvete comum, o McDonald’s passou a fazer parcerias com fabricantes de chocolates.

Hoje, dentre os diversos sabores do McFlurry (uma sobremesa do McDonald’s que você consegue comprar em qualquer lugar do mundo), é possível encontrar uma opção com M&M’s, outra marca muito conhecida em seu nicho.

O que essas duas empresas têm em comum?

Ambas pertencem ao nicho de alimentação e têm opções de sobremesa para seu público. Isso significa que as pessoas que consomem os produtos das duas marcas estão em busca de produtos parecidos: algo doce para saborear depois de uma refeição.

Então, em uma estratégia de co-marketing, McDonald’s e M&M’s se uniram para criar uma sobremesa única, que atingisse os dois público e que ainda ampliasse a divulgação e os lucros das duas marcas.

co-marketing - imagem de um slogan da mm's

Como encontrar parceiros para co-marketing

É claro que o co-marketing traz várias vantagens para seu negócio (falaremos mais sobre isso ainda neste texto), mas você já deve estar pensando:

Como consigo encontrar as marcas certas para fazer esse tipo de parceria?”

Se você pensou que não pode se unir a qualquer empresa apenas para ampliar o alcance de sua marca, você está certo.

Ao procurar parceiros para fazer co-marketing, você precisa levar em consideração:

1. Público-alvo

Tenha certeza de que o público da empresa parceira tem características parecidas com o seu.

De nada adianta tentar fazer co-marketing com uma marca que fale para uma audiência completamente diferente da sua.

Provavelmente, essas pessoas terão pouco ou até mesmo nenhum interesse no que você tem para oferecer.

Não faça parcerias com alguém apenas porque essa pessoa tem um público muito maior do que o seu.

2. Autoridade da marca

Escolha parceiros que já sejam vistos como referências em suas áreas de atuação.

Se seu objetivo é atingir um público engajado, é importante que a marca com quem você quer fazer co-marketing já seja conhecida.

Isso será ainda mais importante se o tipo de estratégia que vocês utilizarem for a de criação de conteúdo.

Afinal, é muito mais fácil conversar com um público que acompanha e acredita naquilo que a empresa está falando.

3. Produto ou conteúdo oferecido

Deixe bem claro qual será o tipo de produto ou conteúdo que você oferecerá e entenda bem o que a outra pessoa dará em troca.

Uma estratégia de co-marketing bem organizada é aquela que o trabalho de criação e divulgação é igual para os dois lados.

Você não vai querer um parceiro que não colabora com as ações de marketing planejadas e muito menos alguém que deixe todo o trabalho para você.

Além disso, tenha certeza de que aquilo que o parceiro oferece segue os mesmos critérios de qualidade que os seus.

Assim, você evita que sua audiência receba algo ruim com o qual ela não está acostumada e também evita que seu nome seja vinculado a um produto ou conteúdo de baixa qualidade.

4. Comunicação

Criar estratégias de marketing em uma empresa com muitos funcionários já é algo que envolve muita conversa para que tudo saia da maneira como você imaginou.

Imagine, então, ter que envolver pessoas que não estão em seu convívio diário?

Sempre que você prospectar outras marcas para fazer parcerias, tenha certeza de que a comunicação será clara.

Se desde o início você perceber alguma dificuldade para conversar com o parceiro, pense melhor se você quer realmente seguir com a estratégia de co-marketing.

Quanto mais difícil for a comunicação, mais complicado será para definir as ações que vocês farão juntos. Ou seja, mais tempo você gastará para criar e divulgar novos produtos ou conteúdos.

5. Conhecimento do mercado

Tenha certeza de que as pessoas com quem você quer fazer co-marketing conheçam bem o mercado delas e também o seu.

É importante que você dê ideias que possam ser usadas pela outra empresa, assim como eles também apresentem possíveis soluções para você.

Quando os dois lados conhecem bem as áreas que serão impactadas com as ações de marketing das duas marcas, é muito mais fácil encontrar estratégias de divulgação que sejam realmente assertivas.

Vantagens do co-marketing

Agora que você já entendeu como encontrar bons parceiros para fazer co-marketing, vamos mostrar as principais vantagens dessa estratégia:

1. Mais alcance

Toda estratégia de marketing tem como objetivo divulgar seu negócio.

A partir do momento que você se une a outra marca para pensar em ações de marketing compartilhadas, se os dois lados aplicarem corretamente o que foi planejado, a divulgação dos dois negócios será maior.

Se você fizer co-marketing com empresas que completam seus produtos ou conteúdos, você consegue fazer com que sua audiência conheça as soluções que eles oferecem, da mesma forma que o público delas passa também a te conhecer.

2. Acesso a um público novo

Essa vantagem é complementar à primeira.

Com mais alcance, automaticamente, mais pessoas passam a conhecer sua marca. E é bem provável que boa parte da audiência da empresa com que você fez parceria ainda não te conheça.

A partir do momento que vocês planejam juntos ações de divulgação de seus produtos e serviços, as duas empresas têm acesso a um público que antes não conhecia e não atingia.

Pode ser que pessoas que nunca ouviram falar de seu negócio percebam que você tem a solução para algo que elas precisavam e não sabiam onde procurar.

E quanto mais pessoas interessadas pelo que você oferece, maiores as chances de aumentar suas vendas.

3. Reconhecimento como autoridade

Ao fazer co-marketing com marcas reconhecidas de seu mercado, você passa a ser visto também como uma referência no assunto que você aborda.

Se as pessoas fazem parcerias com você, é porque elas acreditam que você é uma autoridade em seu nicho.

Isso é importante para sua audiência, que perceberá que aquilo que você oferece tem muito valor, e também para o mercado, que te reconhecerá como um especialista.

4. Menção em outros sites

No tópico anterior, falamos da importância de você ser visto como uma referência para seu público e também para seu mercado.

Mas, além disso, é muito importante que os mecanismos de busca percebam que seu negócio é o mais procurado em seu nicho.

Todas as vezes que você é mencionado em blogs e sites de outras pessoas, os buscadores, como o Google, percebem que seu conteúdo é completo e importante para seu mercado.

Isso é uma ótima estratégia de SEO que pode te ajudar a aparecer nos primeiros resultados de buscas de palavras-chave.

5. Divisão de custos e trabalho

Dependendo das estratégias de marketing que você utilizar, é provável que haja alguns gastos que você precisa fazer, principalmente se pensarmos na criação de algum anúncio pago ou um novo produto.

Ao fazer co-marketing, esses custos podem e devem ser divididos entre as duas empresas.

Mas, além da divisão dos custos, pense em uma estratégia de criação de ebook relacionado a seu mercado, por exemplo.

Para que o conteúdo seja completo, você com certeza precisará investir bastante tempo na hora de escrever.

Se você tiver um parceiro, é possível dividir o trabalho, o que fará com que vocês dois gastem menos tempo criando o ebook.

Além disso, é provável que vocês tenham mais informações do que se estivessem escrevendo sozinhos. Afinal, haverá mais de uma visão de mercado naquele conteúdo e suas ideias podem se complementar.

Como criar uma estratégia de co-marketing

Depois de ter encontrado bons parceiros e entender as vantagens do co-marketing, se você ainda não usa esta estratégia, deve estar se perguntando:

“Como criar uma estratégia de co-marketing?”

Existem várias maneiras de fazer isso, mas há alguns passos que são fundamentais para qualquer ação em conjunto com outras empresas. São elas:

  • Tenha um objetivo: não proponha uma parceria se você não souber o que quer alcançar com ela.
  • Planeje suas ações: pense no formato de conteúdo ou produto que você quer produzir e planeje seus passos antes de propor co-marketing para seus parceiros.
  • Escolha bem seus parceiros: depois de entender o que você precisa alcançar e o tipo de material que você quer divulgar, pense em parceiros que podem contribuir positivamente com suas ideias e que também possam se beneficiar com as ações planejadas.
  • Pense em sua persona: nunca deixe seu cliente de lado. Pense sempre no que ele precisa e no que pode agregar valor para a experiência de sua audiência.
  • Mantenha seus valores: nunca faça co-marketing com uma marca que vai contra os valores de sua empresa. Tenha sempre em mente a imagem que você quer passar para seu público.
  • Divida as ações de marketing: não pegue tudo para você fazer. Divida todas as ações de sua estratégia de maneira igualitária para ser justo para você e para a empresa parceira.
  • Avalie seus resultados: depois de rodar as estratégias que vocês escolheram, avalie os resultados de suas ações para ter certeza de que tudo que foi planejado está dando o retorno esperado.

O que é ROI? Descubra se seus investimentos estão valendo a pena

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) em cada investimento realizado.

 

A única maneira de escolher corretamente os investimentos que devem ser feitos por uma empresa é entendendo bem quais são as estratégias que dão resultados e são capazes de aproximar o negócio de suas metas.

Mas, com tantas táticas de aquisição e fidelização de clientes por aí, como saber o que funciona melhor para a sua empresa, especificamente?

Parece complicado, não é?

Mas a resposta é calcular o ROI com precisão e agir em cima dele. A grande vantagem é que, no marketing digital, isso é totalmente possível.

Ainda não conhece muito bem o que é o ROI, como calcular e para que serve? Então fique conosco, vamos explicar tudo que você precisa saber sobre ROI!

Neste post você vai aprender:

  • O que é ROI
  • Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio
  • Como calcular o ROI
  • Como avaliar os seus resultados
  • Quais as limitações do ROI
  • 5 desafios para usar o ROI da forma correta
  • 5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Afinal, o que é ROI?

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) com cada investimento realizado.

Isso inclui tudo o que for feito visando algum lucro futuro, como campanhas de marketing, treinamentos de vendas, aquisição de ferramentas de gestão, novas estratégias de retenção de clientes, etc.

Dessa forma, fica claro não só quais investimentos valem a pena, mas também como otimizar aqueles que já estão dando certo, a fim de que tenham um desempenho melhor.

O ROI pode ser calculado em diversas áreas como:

  • ROI do Marketing de Conteúdo;
  • ROI de Email Marketing;
  • ROI das Mídias Sociais;
  • ROI das campanhas no Google AdWords;
  • ROI do Blog Corporativo;
  • ROI do SEO, etc.

Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio?

O Marketing Digital é muito amplo, e oferece uma gama incrível de métodos e ferramentas para quem quer fazer negócios na internet.

Mas, tantas opções podem confundir mesmo quem já conhece bem o assunto.

Fora isso, se lembre que as ações de marketing digital, apesar de confiáveis e eficazes, podem dar resultados diferentes dependendo do seu nicho de mercado, público-alvo, entre outros detalhes.

Por isso, acompanhar o retorno sobre investimento é fundamental. Ele ajuda a responder algumas perguntas profundas sobre o seu negócio, como estas:

  • Quais são as maiores fontes de lucro da empresa?
  • Quais são os canais de comunicação mais eficazes?
  • O desempenho das campanhas de marketing está de acordo com o esperado?
  • O processo de vendas tem se mostrado eficiente?
  • O atendimento ao cliente está contribuindo para a fidelização ou deixa a desejar?

É claro que não adianta esperar encontrar informações detalhadas somente com a análise do retorno sobre investimento, mas ele vai te dar uma boa direção de onde procurar.

Daí, usando outras métricas e indicadores importantes, você poderá se aprofundar melhor nos pontos que precisam de melhorias.

Como calcular o ROI

A maneira mais simples de calcular o ROI é seguindo esta fórmula:

Fórmula de ROI

Essa fórmula pode ser utilizada de modo abrangente —  para analisar o negócio como um todo — ou específico —  para avaliar um projeto ou área, individualmente .

Trabalhando dessa forma, é possível identificar erros e problemas em qualquer parte do negócio.

Além disso, o resultado final será em porcentagem, o que facilita a comparação entre o ROI de diferentes ações ou estratégias.

O que é classificado como “receita”?

Receita é tudo aquilo que a empresa arrecada por conta das vendas.

Ao calcular o ROI de uma área ou de uma campanha em específico, lembre-se de utilizar apenas o valor levantado pelo segmento escolhido.

Por exemplo, para calcular o retorno sobre investimento de uma plataforma de e-commerce, o valor da receita deve representar apenas as vendas desse canal e não o da loja como um todo.

O que são os “custos”?

Os custos são todas aquelas despesas necessárias para permitir a viabilidade do investimento.

No caso do exemplo anterior, da plataforma de e-commerce, os custos são representados pelo valor pago para utilizar a plataforma, o preço de hospedagem do site, os investimentos em anúncios pagos, as despesas com internet, telefone e o que mais for necessário.

Como avaliar os seus resultados

Para explicar melhor essa métrica, vamos analisar o caso fictício da loja virtual citada anteriormente.

Vamos supor que a empresa, como um todo, tenha recebido R$ 70.000,00 em vendas e que R$ 25.000,00 tenham vindo da loja virtual.

Para manter o site funcionando é preciso gastar R$ 5.000,00, enquanto a loja física precisa de 15.000,00.

Neste caso, o ROI do nosso e-commerce seria:

Fórmula de ROI

ROI = 25.000 – 5.000 x 100
5.000

ROI = 20.000 x 100
5.000

ROI = 400%

Em outras palavras, você teria ganho 400% de retorno, ou seja, a cada 1 real investido, você recebe R$ 4,00 de lucro.

Enquanto isso, o ROI da loja física seria:

Fórmula de ROI

ROI = 45.000 – 15.000 x 100
15.000

ROI = 30.000 x 100
15.000

ROI = 200%

Vale lembrar que o resultado final pode variar bastante. Tudo depende da ação realizada, da qualidade do planejamento, da execução, entre outros detalhes.

O importante é que com o ROI em mãos, é possível analisar:

  • O que foi feito (ou deixou de ser feito) que pode ter influenciado nesse resultado?
  • Existe alguma relação entre os investimentos de alto retorno?
  • O que as ações de alto ROI possuem que é possível replicar nas demais?
  • Suas campanhas possuem um retorno semelhante as dos meus concorrentes?
  • A sua empresa possui resultados melhores do que as demais do setor?

No exemplo acima, o resultado foi positivo, mas o resultado também pode ser negativo.

Nestes casos, isso significa que o investimento fez a empresa perder dinheiro. Embora isso não seja uma boa notícia, essa informação permite que a empresa investigue o problema e faça as mudanças necessárias.

Limitações do ROI

Embora o cálculo acima pareça a solução para todas as suas dúvidas em relação aos investimentos da sua empresa e das suas campanhas de marketing, saiba que ele possui limitações.

Por exemplo, um ROI de 5% é bom ou ruim? Depende!

E nós explicamos o por que:

O ROI não leva em conta a duração do investimento

Se nós estamos falando de um ROI de 5% ao dia, esse investimento é maravilhoso. Mas se nós estamos falando de investimento de longo prazo como, por exemplo, 1 ano, isso já não é uma boa notícia, afinal:

O ROI não considera as flutuações de valor devido à inflação

O cálculo do ROI também não leva em conta o aumento (ou redução) da inflação.

Ou seja, um retorno de 5% ao ano seria dissolvido pelo aumento da inflação ou por outras questões bancárias (impostos, tarifas, etc).

O ROI não leva em conta a sazonalidade

Outra limitação dessa métrica é que o seu resultado não leva em conta a sazonalidade.

Se você utilizar o ROI para medir um investimento de médio ou longo prazo, pode obter um resultado positivo e achar que está tudo bem, sendo que isso não é verdade.

Dependendo do investimento em questão, esse número pode ter sido influenciado por alguma ocasião e mascarar os resultados negativos de certos períodos.

O cálculo do ROI pode ser manipulado

Por fim, ao analisar os resultados é muito importante entender de onde vieram os números utilizados no cálculo.

Um empresário pode comparar o ROI de dois produtos dividindo o lucro bruto gerado por cada um deles e considerar como custo as despesas da equipe de marketing.

Enquanto isso, a equipe do financeiro pode fazer a mesma análise utilizando números completamente diferentes como, por exemplo, o lucro líquido de cada produto como receita e o valor total de todos os recursos empregados para produzir e vender o produto como custo.

Por conta disso, quem utiliza o ROI para avaliar um investimento deve se certificar de que conhece a origem dos números utilizados e garantir que todos os cálculos utilizam o mesmo padrão.

5 desafios para usar o ROI da forma correta

Talvez você já esteja empolgado para começar a analisar seus investimentos e descobrir no que vale a pena se dedicar mais daqui para frente. E isso é ótimo!

Mas, antes disso, é importante vencer certos desafios que podem atrapalhar o bom uso do ROI nas suas estratégias futuras. Veja o que precisa fazer:

Esqueça as métricas de vaidade

O retorno sobre investimento é apenas um de muitos indicadores que podemos usar para entender melhor como anda a saúde de um negócio.

Porém, em certos casos, pode ser que o ROI aponte algo diferente de métricas bastante conhecidas.

Se esse for o caso, provavelmente o que está envolvido é o uso do que chamamos de métricas de vaidade.

Elas são ótimas para te fazer se sentir bem com relação às estratégias usadas, mas pouco contribuem para manter o negócio forte.

Por exemplo, um aumento no tráfego do seu site pode indicar que a estratégia adotada para esse canal está funcionando.

Mas, o que importa nesse caso são as conversões — leads gerados, clientes conquistados, etc. — , e o que mostra isso é o acompanhamento cuidadoso do retorno sobre investimento.

Se adapte rapidamente

Depois de investir tanto tempo, energia, dedicação e muito trabalho em equipe — além do dinheiro — para colocar uma campanha em ação, pode ser difícil mudar de direção.

Mas, se os resultados mostrados não estão contribuindo para o desenvolvimento do negócio, não hesite em mudar os pontos que se mostraram deficientes.

Seja por fazer grandes mudanças no planejamento ou mesmo abandonar de vez aquela proposta que parecia a solução ideal para determinado problema, é importante se adaptar rapidamente.

A capacidade de entender as mudanças de circunstâncias e reagir a elas prontamente é uma das características mais importantes para quem deseja usar as informações do ROI da melhor forma possível.

Continue atento ao mercado

Nada é permanente no marketing digital, então continue atento ao que acontece no mercado. A estratégia que dá certo hoje pode não ser tão boa amanhã, e o contrário também é verdade.

Mas, o que está envolvido em prestar atenção ao mercado? Isso inclui observar de perto a evolução dos gostos, desejos e necessidades do seu público.

Os avanços tecnológicos e até o que os concorrentes estão fazendo também são fatores a levar em conta.

Por fazer isso, sempre continuará testando a relevância das ações atuais e sairá na frente ao decidir as estratégias que serão adotadas no futuro.

Acompanhar o ROI é bem mais que um jogo de números, pois requer também percepção e sensibilidade por parte dos tomadores de decisão para trocar o que não funciona e melhorar o que já está bom.

Não esconda informações da sua equipe

Mais do que acompanhar o retorno sobre investimento de cada campanha e ação, é vital compartilhar os objetivos e observações com todos na empresa.

Se fizer isso, encontrará pouca ou nenhuma resistência quando precisar tomar um novo rumo, talvez afetando o trabalho árduo de outros profissionais.

Esconder o porquê desse tipo de mudança passa uma impressão errada, de que a decisão foi completamente arbitrária e sem sentido.

Por outro lado, quando todos entendem a importância de trabalhar com o ROI em mente, ninguém se sentirá tão apegado a esforços particulares, e sim ao resultado final.

Tenha paciência ao avaliar os investimentos

Nós sempre falamos do quanto o marketing digital tem evoluído com o passar dos anos e, consequentemente, da importância de se manter atualizado com o que funciona no momento.

Contudo, não se esqueça de que mesmo as ações mais eficazes levam algum tempo para dar os resultados esperados.

Por isso, ao calcular o seu ROI, dê um tempo razoável para que as campanhas tragam retorno. Caso contrário, pode desperdiçar uma estratégia que daria certo por fazer mudanças antes da hora.

Uma boa solução para saber quando agir é acompanhar o aumento do ROI com o passar dos meses, e comparar esse progresso com o prazo estimado de retorno, definido no início da campanha.

Mas, e depois disso tudo? Está se perguntando o que acontece depois de superar esses desafios? Continue lendo para conhecer algumas das vantagens que o ROI traz.

5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Depois do esforço vem a recompensa, certo? Então, nada mais justo do que ver os bons frutos de calcular o ROI e agir com base nisso da maneira correta.

Conheça as vantagens de ter o retorno sobre investimento como peça central do planejamento de negócios:

Corte de gastos desnecessários

Analisar o retorno sobre investimento e agir em cima dos dados encontrados vai muito além de oferecer segurança para a tomada de decisões importantes.

O efeito prático dessa avaliação é que realmente nos interessa: por mostrar quais são os investimentos que vale a pena manter, automaticamente se evidenciam também as táticas que se deve abandonar.

Desse modo, os gastos desnecessários — todo investimento que não produz lucro — serão eliminados aos poucos.

Aumento nos lucros

Cortar gastos desnecessários já contribui para o aumento das receitas e, por sua vez, dos lucros. Mas, não vamos parar por aí!

Basicamente, por usar o dinheiro disponível da melhor forma possível —  tirando de métodos ineficazes e aplicando em outros que dão certo — o resultado só pode ser um: aumento nos lucros.

Afinal, você terá mais recursos e tempo para usar nas campanhas que estão funcionando, a fim de otimizá-las com o passar do tempo.

Resultados duradouros

Não faz sentido ter um crescimento astronômico por alguns meses e depois voltar a um padrão de desperdício e investimentos mal feitos, não acha?

Pensando nisso, acompanhar o retorno sobre investimento é um processo contínuo, nunca pode ser deixado de lado.

Como o objetivo final é ser lucrativo de maneira consistente, não importa quanto tempo passe, uma vez estabelecido o hábito de fazer esse cálculo, você pode esperar resultados duradouros.

A única coisa necessária para isso é manter o ciclo de acompanhamento e ações rápidas para corrigir os problemas encontrados.

Aumento no moral da equipe

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que sempre tem um bom desempenho, em que os projetos criados funcionam bem e os objetivos traçados sempre são alcançados?

Pois, esse é justamente o tipo de ambiente que você estará ajudando a criar por trabalhar com o ROI sempre em mente!

Agora, consegue imaginar a diferença de ter uma equipe motivada trabalhando a todo vapor, em comparação com um time que tem dúvidas com relação ao próprio sucesso?

Fortalecimento da cultura

Não é exagero dizer que acompanhar o ROI pode ter efeito até mesmo na formação da cultura da empresa. Por quê?

Avaliar bem esse indicador e trabalhar baseado nele ajuda todos a:

  • Ter um olhar analítico sobre o trabalho;
  • Focar nos resultados, não apenas em realizações pessoais;
  • Ser imparciais ao tomar decisões;
  • Entender melhor o que funciona para a empresa.

Sem dúvida, esses são valores que valem a pena ter como parte da cultura organizacional.

Diante disso, fica claro que o ROI tem um profundo impacto sobre a saúde da sua empresa, tanto nos resultados imediatos de marketing e vendas quanto na capacidade de se manter relevante no mercado. Por isso, use essas informações como ponto de partida para tomar boas decisões e lucrar mais!

O que é KPI: Descubra como ele ajuda a medir os seus resultados!

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. São aquelas métricas mais relevantes para sua estratégia e que determinam seu sucesso ou não.

 

Você sabe o que estratégias de sucesso têm em comum?

Todas elas acompanham constantemente como as ações estão performando.

Segundo a Content Trends 2017, 78,1% das empresas que documentam sua estratégia se consideram bem sucedidas. Em empresas que não fazem documentação, essa porcentagem cai para 25,2%. Você pode conferir outros dados da pesquisa no relatório completo.
Esse acompanhamento é o que permite determinar o que está funcionando e o que não está. Basicamente, é a melhor maneira de analisar os resultados. Mas essa análise precisa de números!

Esses números são a melhor forma de saber se os seus resultados estão de acordo com os objetivos da sua estratégia de marketing digital e se a sua empresa está tendo o ROI desejado.

Para te ajudar a medir esses resultados, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre os famosos KPI’s.

Nesse artigo você vai aprender:

  • O que é KPI
  • Qual a diferença entre KPI e Métrica
  • Como escolher um bom KPI
  • Por que likes no Facebook não são bons KPIs principais
  • Quais são os tipos de KPI

O que é KPI?

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. É uma forma de medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas estão efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela organização.

Existem milhares de indicadores que podem ser medidos. Estamos em uma época em que o fluxo de informação é imenso e constante! O ponto central é saber escolher quais são os indicadores a serem medidos.

Um KPI pode ser um número ou um percentual.

Por exemplo, se você quer medir quantas páginas um visitante viu no blog que você criou para sua empresa durante uma visita, você terá um número (3 páginas por visita, por exemplo).

Já a taxa de rejeição de uma página do seu blog é um percentual – 70%, por exemplo.

Qual a diferença entre KPI e Métrica?

Essa é uma confusão muito comum.

KPI’s não são o mesmo que métricas, mas uma métrica pode se tornar um indicador-chave de performance.

Eu sei, parece confuso, mas eu explico!

Os KPI’s são indicadores importantes para o seu negócio e o seu objetivo, uma métrica é apenas algo a ser medido.

Se por algum motivo essa métrica se torna relevante para a sua estratégia, ela vira um indicador-chave! Entendeu?

O importante é entender o que pode ajudar na tomada de decisão dentro da sua empresa. Essa é a premissa básica para a escolha de qualquer KPI e é como uma métrica se torna um indicador.

Um indicador-chave de performance precisa ser valioso para o negócio e auxiliar você e os seus superiores a tomar decisões inteligentes.

E isso nos leva ao próximo tópico!

Como escolher um bom KPI?

Antes de tudo ele precisa ser relevante para o seu objetivo. Se você quer mais visitantes no seu blog, acompanhar o preço médio das compras do seu cliente dentro do e-commerce não é interessante (não agora, pelo menos!).

Os KPI’s são intrinsecamente ligados aos objetivos por um motivo muito simples: são eles que medem a performance de cada um dos objetivos, indicadores errados mostram performances erradas.

Assim, você pode ter a impressão que está indo muito bem, mas na verdade não está, e vice-versa!

Para facilitar essa escolha, listamos 5 características de um bom KPI!

1. Disponibilidade para ser mensurado

Parece óbvio, mas é a verdade! Para escolher um KPI principal ele precisa estar disponível, para que possa ser mensurado e analisado corretamente. Por exemplo: você só pode quantificar leads após começar a gerá-las.

2. Importância para a base do negócio

O KPI mostra que a sua estratégia está tendo resultados e que o objetivo principal está sendo atigindo.

Se você crescer o seu negócio e vender mais, o seu KPI deve te mostrar que você está realmente crescendo e vendendo mais.

3. Relevância

Um dos maiores erros na escolha de indicadores é escolher indicadores de vaidade, ou seja, números que não mostram nenhum resultado mas que fazem a equipe de marketing ficar feliz.

Indicadores primários como comentários, curtidas e compartilhamentos em redes sociais não mostram resultados concretos, eles apenas parecem importantes. Foque no que realmente importa!

4. Ajudar em escolhas inteligentes

Dados e informações são a base de boas escolhas. O seu indicador-chave de performance primário precisa te ajudar a fazer escolhas inteligentes.

De que adianta bons dados, se eles não são a base para escolher o melhor caminho para a sua empresa?

5. Ter periodicidade

O KPI precisa ser medido constantemente, esse acompanhamento é o que permite entender o que funciona e o que não funciona e se o ROI é interessante.

Escolha KPI’s que podem ser medidos periodicamente e podem ajudar na tomada de decisões periódicas.

 

Porque likes no Facebook não são bons KPIs principais

Sim, nós sabemos. Você já sugeriu usar a quantidade de comentários ou curtidas no Facebook como um indicador. A partir de hoje vamos combinar uma coisa: não faça isso!

Um bom indicador-chave de performance é aquele que mostra como o seu objetivo está trazendo mais negócios ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso.

A única forma de usar interações sociais como KPI’s é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que vieram do Facebook comentaram na sua publicação? Quantos curtiram? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não!

A nossa dica aqui é focar no que realmente importa e no que está mais claro para ser mensurado e acompanhado.

Os tipos de KPI que você pode usar

Como você deve imaginar existe uma infinidade de indicadores que podem ser importantes para a sua estratégia (e para o seu chefe, no caso). Mas muitos deles só fazem sentido se suportados por dados, ou por testes no dia a dia.

Por isso você pode usar diferentes tipos de indicadores de acordo com os interesses de quem está analisando os resultados.

Para ficar mais simples, vamos dividi-los em três categorias: primários, secundários e práticos. Sem enrolar mais, vamos ao que interessa:

KPIs primários

Esses são os indicadores-chave de performance que os seus diretores e C-levels querem ver. São os principais para o seu objetivo e eles indicam que você está ajudando a empresa a ganhar mais dinheiro. Simples assim.

Analisando as estratégias de inbound marketing e marketing digital, a maioria delas terá como KPI primário alguma dessas opções:

  • Leads;
  • Tráfego;
  • Custo de aquisição por lead;
  • Taxa de conversão;
  • Receita total;
  • Receita por compra;

Ao mostrar os resultados para os seus superiores, sempre relembre-os do objetivo principal!

KPIs secundários

Se você possui gerentes e/ou supervisores, eles acompanham mais de perto o desenvolvimento da estratégia e os resultados.

Por isso, eles têm a necessidade (e o tempo) de analisar outros indicadores-chave de performance mais de perto.

Os KPI’s que você trabalha e informa ao seu gerente precisam mostrar que os seus testes e gerenciamento da estratégia estão no caminho certo. Esses indicadores precisam reforçar os primários e mostrar os porquês.

Alguns indicadores-chave de performance secundários interessantes:

  • Custo por lead em cada estágio do funil;
  • Assinantes da newsletter;
  • Assinantes do blog;
  • Visitas recorrentes no blog;
  • Custo por visitante;
  • Origem do tráfego (orgânico, pago, redes sociais, direto, e-mail e outros);
  • Preço médio por transação.

Lembre-se, o KPI secundário deve justificar o primário, ele mostra como aqueles resultados estão sendo atingidos.

KPIs práticos

Aqui vamos falar um pouco do conteúdo para nerds! Mas não se assuste, tudo vai continuar muito bem explicado e fácil de entender.

Dentro de uma campanha de marketing digital e inbound marketing, quem gerencia e administra o dia a dia precisa realizar testes constantemente e acompanhar dados mais detalhados sobre comportamento, aquisição e características do usuário.

Por isso, você (ou o seu analista de marketing) precisa acompanhar uma listinha de indicadores um pouco mais longa, alguns deles são:

  • Pageviews;
  • Páginas/visita;
  • Bounce rate;
  • Melhores landing pages;
  • Page rank;
  • Palavras-chave mais pesquisadas (de acordo com seu negócio);
  • Conteúdos mais lidos/visitados;
  • Tráfego;
  • Visitantes (novos x recorrentes);
  • Interações sociais.

Essa lista pode continuar por muito, muito tempo. O importante é entender o que importa para o seu objetivo e o que vai te ajudar a entregar melhores resultados para sua diretoria.

Se você quer aprender como mensurar e analisar esses indicadores, confira nosso Guia Completo do Google Analytics.

É importante entender que, conforme você desce na categoria dos KPI’s (primário, secundário e práticos), é preciso acompanhar os anteriores!

Ou seja, o seu analista de marketing precisa acompanhar todos os indicadores escolhidos, mas para o seu diretor é interessante aquele que vai trazer mais ganhos financeiros para a empresa, aquele que vai provar o ROI do investimento.

Na prática

Talvez alguns conceitos ainda estejam um pouco confusos. Mas não se desespere! A melhor forma para entender como escolher KPI’s corretamente é colocando em prática toda a teoria!

Por isso vamos criar 4 exemplos para você entender melhor como funciona a escolha de indicadores-chave de performance. Vamos escolher os primários e secundários, ok?

KPIs de geração de leads

Sua empresa quer gerar leads! Como vamos fazer isso? Com uma super estratégia de inbound marketing e um blog bem feitol!

O que escolher como KPI?

Parece fácil, né? Leads!

Mas o segredo está nos indicadores secundários. Se você quer gerar leads através do blog, é preciso tráfego, portanto tráfego total é um KPI secundário interessante.

Porém uma boa estratégia de marketing de conteúdo vai trazer muito acesso orgânico para o blog, através de blog posts que trabalham palavras-chave interessantes.

Podemos então considerar também o tráfego orgânico! Temos 3 KPI’s, já é o suficiente.

KPI’s de quem precisa educar o mercado

Empresas de tecnologia (startups principalmente), possuem áreas de atuação e negócios específicos, que não são tão bem entendidos pelo mercado.

Por isso, é preciso educar o mercado sobre aquele produto ou serviço.

Para educar o mercado é preciso que as pessoas acompanhem o seu blog constantemente, leiam os blog posts e entendam sobre o seu produto.

Um KPI interessante para esse objetivo é o tráfego total. Para educar o mercado você precisa de visitas!

Mas novamente, não se engane! Você precisa acompanhar como esse tráfego se comporta.

Por isso, visitantes recorrentesnovos visitantes (ou novas sessões), assinantes da newsletter, páginas/visita e bounce rate são indicadores secundários que você deve acompanhar.

Um visitante único é aquele que acessa o seu blog de um mesmo endereço IP.

Portanto, se você tem muitas visitas únicas, você tem pessoas sendo educadas pelo seu conteúdo, o que também se aplica a assinantes da sua newsletter.

Lembre-se do orgânico também. 🙂

KPI’s para e-commerce

KPI’s funcionam muito bem para e-commerces (tão bem, que o Google Analytics tem métricas criadas especialmente para negócios online).

Vamos supor que você deseja aumentar o ticket médio das compras dentro da sua loja online. Para isso você pode utilizar diversas táticas: descontos, combos, frete grátis, etc e etc.

Mas como saber se o ticket realmente está aumentando?

Acompanhando a receita média por transação!

Se ele crescer, você está fazendo um bom trabalho, se não está, algo pode estar errado! E como descobrir isso?

Com KPI’s secundários. 😉

O seu visitante pode não estar comprando mais porque o seu checkout tem algum problema ou as informações não estão bem distribuídas dentro do site.

Você pode acompanhar o bounce rate para descobrir quais páginas tem mais desistências, o  average time on page para descobrir quanto tempo os visitantes passam em dada página e ainda o pages/visit para saber se ele está navegando pelo seu site, descobrindo e pesquisando os seus produtos.

Você percebeu que o uso dos KPIs é muito ligado ao objetivo.

Alguns indicadores que eu citei como comumente secundários ou práticos se tornam mais importantes dentro de uma dada estratégia.

Por esse motivo é importante você sempre levar em conta o contexto. Um KPI importante para a Rock Content pode não ser tão importante para a sua empresa.

Por isso, trabalhe bem o seu objetivo e crie estratégias que condizem com o que a sua empresa espera. Só então selecione os KPIs que realmente importam e comece a acompanhar.

Mas não deixe para a última hora! Analisar o resultado deve ser uma prática seguida desde o início dos esforços e deve ser acompanhado constantemente.

Lembre-se que os seus superiores gostam (e muito) de relatórios, nada melhor que mostrar dados concretos.

Vendarketing: alinhando Marketing e Vendas com resultados excepcionais

O termo Vendarketing (que, como você já deve ter notado, é uma junção das palavras vendas + marketing), representa uma união desses dois departamentos através do alinhamento de objetivos, métricas e processos para aumentar drasticamente a eficiência da aquisição de clientes.

Esse termo deriva do inglês Smarketing (Sales + Marketing).

A boa notícia é que empresas realmente dedicadas ao marketing de conteúdo já estão um passo à frente na implementação do Vendarketing, pois uma boa estratégia de conteúdo vai muito além de só chamar a atenção do público.

Através do mapeamento de conteúdo no funil é possível acompanhá-lo até a tomada de decisão de compra (ou quase), o que já aproxima naturalmente os departamentos de marketing e vendas.

E não precisa confiar somente no que eu digo: segundo um estudo do Aberdeen Group, organizações com times de marketing e vendas alinhados “alcançam 20% de crescimento anual de receitas enquanto as outras viram suas receitas caírem 4% ano a ano”

Mas o que é realmente necessário para implementar uma estratégia de Vendarketing eficiente?

1. Todo mundo falando a mesma língua

Em empresas “tradicionais” é incrível o abismo que às vezes existe entre o departamento de marketing e vendas.

Um departamento simplesmente desconhece como o outro funciona e, basicamente, falam “linguas diferentes” dentro da empresa.

Afinal, quem é o cliente ideal? Qual o objetivo do outro departamento? Quais ações de marketing mais impactam vendas? Qual a duração do ciclo de vendas?

Quando ambos os departamentos não conseguem responder a perguntas como essas, há uma perda de informação, alinhamento e eficiência no processo.

Um time de marketing que foca só no que produzir – para um público que ele acha ser o ideal – pouco ajuda o time de vendas.

Ao mesmo tempo um time de vendas que enxerga o marketing como um departamento subordinado, que serve somente para fazer aqueles flyers bonitinhos para ajudar na venda, não está ajudando em nada o processo de aquisição.

Por esse motivo é importante que os dois departamentos estejam alinhados em relação a definições, termos e processos básicos, como, por exemplo:

  • Qual é a persona que a empresa quer atingir?
  • O que é uma lead?
  • Qual o objetivo final do processo de aquisição?
  • Como é a jornada do cliente no marketing?
  • Quais são as etapas do processo de vendas?
  • etc.

Basicamente, o processo como um todo deve ser o mesmo na cabeça de todos os profissionais envolvidos.

Isso cria uma unidade conceitual que evita erros de interpretação na comunicação entre os dois times.

2. Comunicação entre os times

De nada adianta o chefe de algum departamento simplesmente criar um dicionário, entregar para todo mundo e dizer que agora os departamentos falam a mesma lingua.

O dia-a-dia de departamentos de marketing e vendas é extremamente dinâmico e a troca de informações deve ser constante, para que sempre haja aprendizado.

Para que o vendarketing seja bem implementado é necessário que haja uma comunicação estruturada e constante entre os dois times para troca de informações.

Afinal, como o marketing irá saber se as leads enviadas são boas? Ou se as campanhas estão funcionando? Ou, do outro lado, como vendas poderá se preparar para alguma ação pontual do marketing?

Crie reuniões frequentes entre os times (eu sugiro que sejam no mínimo semanais) para troca de experiências, adote algum software de comunicação – como o Slack, por exemplo – e sempre incentive os profissionais de ambos os departamentos a levantarem da cadeira e irem tirar dúvidas com outros colegas de trabalho.

Essa troca de informações irá levar naturalmente a processos mais eficientes, decisões feitas com mais embasamento e, de tabela, vai diminuir as panelinhas na festa de fim de ano da empresa.

3. Um acordo formal de trabalho (SLA)

funil de vendas

Até o momento todos os pontos mostrados para a implementação do Vendarketing estão focados em melhorar a comunicação entre os times, o que é essencial para que a empresa alcance seus objetivos.

Agora é hora de determinar, dentro do processo de aquisição de clientes, o que cada departamento deve fazer para que isso tudo funcione de maneira eficiente.

E para isso acontecer é essencial que exista um acordo entre os departamentos, chamado de SLA (Service Level Agreement).

Na prática, um SLA é o conjunto de regras que determina as ações e os entregáveis em cada ponto de contato entre os departamentos, evitando que fatores subjetivos façam com que um time culpe o outro caso objetivos não sejam alcançados (se você já trabalhou em uma empresa mais tradicional, sabe como isso acontece o tempo todo e é extremamente estressante).

Aqui vão alguns exemplos de SLAs que podem ser implementados em um processo de vendarketing:

  • Marketing
    • Entregar 100 MQLs por mês para o time de vendas
    • Uma MQL é uma empresa com mais de 100 funcionários, que interagiu com algum conteúdo da empresa no último mês e com budget de marketing acima de R$ 100 mil / mês
  • Vendas
    • Entrar em contato com cada lead em no máximo 1h após ela ser passada pelo marketing
    • Tentar pelo menos 4 conexões antes de desistir de uma lead.

Quando regras assim estão bem definidas, os papéis de cada departamento estão claros e mensuráveis.

A partir daí nenhum vendedor poderá mais reclamar que as leads estão ruins e o departamento de marketing não terá mais argumento para dizer que são os vendedores que não estão sabendo trabalhar as leads.

Desde que todos sigam o acordo, percepções subjetivas estão fora do processo.

Ah, e ajuda muito a trazer paz e harmonia para o ambiente de trabalho 😉

Por últimos, não se esqueça de avaliar os SLAs de tempo em tempo para ver se é possível melhorá-los para que tragam resultados ainda melhores.

4. Métricas, métricas e mais métricas

Essa é a nossa parte favorita de todo o Vendarketing, mas que alguns profissionais de marketing possuem certa dificuldade em entender (vendedores já são mais acostumados): todas as pessoas envolvidas no processo devem ter objetivos específicos e númericos.

Além disso, a performance de cada departamento em cada etapa do processo deve ser medida para que seja possível entender os pontos de falha e oportunidades e seja possível mensurar, financeiramente, o impacto de cada uma dessas etapas.

Exemplo:

exemplo de investimento

Existe muito o que ser analisado e aprimorado nesse funil, como taxas de conversão, custo por lead, etc; mas vamos pelo mais simples: o custo de aquisição de cada cliente (CAC) está em R$ 2.500,00, você sabe me dizer se isso é um bom número?

E aí?

Ok, ok, a pergunta em si é uma pegadinha, pois uma informação essencial ainda falta para você saber a resposta: o que está sendo vendido?

Se o produto em questão for um micro-ondas de R$ 400,00 esse custo de aquisição está altíssimo, mas se for um carro de R$ 80.000,00, a situação se inverte e o custo está ótimo! O que importa é o ROI!

E, na nossa opinião, o foco em métricas é a melhor coisa que pode acontecer para qualquer departamento de marketing.

Pense bem: sem o Vendarketing o departamento de marketing é muitas vezes somente um centro de custo, que é cortado assim que existe alguma crise ou alguma redução de custos.

Afinal, como você mede o ROI de um outdoor ou flyer, por exemplo? Ou até mesmo de um anúncio no Facebook, se as leads geradas não estiverem sendo rastreadas até a venda?

Agora, a partir do momento em que o marketing mostra que com R$2.500,00 de investimento ele gera 50.000 leads e, por exemplo, vende um carro de R$80.000,00, o jogo muda e ele se torna uma fonte de receitas!

Aí é só pedir para seu diretor aumentar seu budget e você irá aumentar as vendas (ok, simplificamos levemente, mas é quase isso).

Logo, marketeiros (e publicitários), é hora de perder o medo do Excel.

5. Integração de softwares

Esse é um dos “segredos” que faz com que o time de vendas aqui da Rock Content seja extremamente eficiente: quando ele recebe uma lead através do CRM ela já possui todo o histórico de interações com os conteúdos e ações do marketing.

Com isso o vendedor já conhece muito mais o estágio de maturidade do cliente em relação ao nosso serviço, os interesses dele, entre várias outras coisas.

Muitos de nossas ligações do time de vendas começam com: “Olá, reparei que baixou um ebook nosso e está interessado em marketing de conteúdo, correto?”.

Esse tipo de conexão é extremamente poderosa.

Para que isso funcione bem é importantíssimo que informações não se percam entre os softwares usados pelo time de vendas e o time de marketing. E você não precisa usar sistemas extremamente complexos para isso:

  • Se você já está em um estágio mais avançado, conecte sua plataforma de automação de marketing a seu CRM através de APIs.
  • Caso ainda não use um CRM, dê acesso à plataforma de automação para todos seus vendedores.
  • Ou, em último caso, se você usa planilhas, garanta que todo mundo tenha acesso a elas.
  • Agora, se você não rastreia nada, é hora de repensar seriamente seu marketing e vendas.

Conclusão

Se você chegou até aqui espero que tenha entendido que o Vendarketing é, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à maneira como as empresas encaram a aquisição de clientes.

Todos os processos e as dicas citadas aqui são somente uma consequência prática dessa mentalidade e, por causa disso, se você quiser criar seus próprios processos, sinta-se à vontade, não há nada de errado nisso.

Na verdade, se você tiver uma ótima ideia, compartilhe com a gente!

Estratégia de marketing: 11 elementos para atrair clientes

Aprenda o que é estratégia de marketing e conheça 11 maneiras de atrair mais clientes e divulgar sua marca.

Estratégia de marketing é o planejamento de todas as ações que serão utilizadas para divulgar uma marca, produto ou serviço. Esse planejamento é acompanhado constantemente para ter certeza de que os resultados esperados para cada uma das ações previstas estão sendo realmente positivos e, principalmente, para melhorar o que precisa de ajustes.

Em qualquer área de atuação, ter uma estratégia de marketing bem definida e implementada é ideal para que seu negócio cresça e seja divulgado das formas mais variadas possíveis. Isso porque é a partir dessas estratégias que você consegue fazer com que mais pessoas conheçam sua marca e, assim, pode atrair mais clientes.

Como o mercado digital está em constante expansão, hoje, não adianta mais apenas ter um bom produto/serviço e esperar que seu trabalho fale por si só. Você não pode definir seu negócio apenas pelo seu produto, afinal, sempre é possível encontrar melhorias no que você faz.

Se você definir seu negócio por apenas um produto, pode ser que, quando ele sair de moda, você perca todo seu empreendimento e tempo investido nisso. É por isso que você precisa pensar sempre em sua estratégia de marketing e nas personas para quem você vende. Assim, você consegue construir um negócio completo, e não apenas um produto sazonal.

O que é estratégia de marketing?

Antes de falarmos sobre os elementos fundamentais para te ajudar a atrair mais clientes, é necessário explicar o que é a estratégia de marketing.

Esse termo é muito utilizado, principalmente no mercado digital, porém, não significa que por ele ser tão difundido todas as pessoas realmente o compreendem como um todo. (Há vários outros termos do mundo online que você pode entender melhor o significado com este glossário do empreendedor digital.)

Basicamente, a estratégia de marketing nada mais é do que planejar com antecedências todas as ações de divulgação de sua marca, produto ou serviço e acompanhar os resultados dessas ações para entender o que deve ser mantido e o que pode ser melhorado.

Além disso, ter uma estratégia de marketing é também conseguir divulgar seu produto/serviço para um cliente em potencial da melhor maneira possível. Isso significa não tentar vender o tempo inteiro e dizer o que as pessoas devem ou não fazer, mas sim entregar valor para as pessoas com o que você disponibiliza e indicá-las soluções que elas podem tomar.

É claro que toda divulgação de produto envolve também campanhas e lançamentos (falaremos sobre isso mais para frente), mas a estratégia de marketing não se resume só a isso. Ela é um conjunto de elementos que conseguem levar as pessoas por uma jornada desde o conhecimento de seu produto até a compra final.

É por isso que você precisa entender e planejar as mais variadas formas de divulgar sua marca para conseguir atrair público de diversos canais de comunicação.

Por que é importante ter uma estratégia de marketing?

É claro que o melhor marketing de algum produto é aquele que consegue vender o que você oferece para seu público. Porém, você precisa ter uma estratégia de marketing bem estruturada antes de começar a efetuar suas ações de divulgação porque, mais do que vender, é muito importante entregar algo de valor para as pessoas.

Mesmo que você esteja vendendo algo pela internet, o processo de vendas ainda é pessoal e exige que seu foco esteja no consumidor. Você precisa empreender com um propósito, e ajudar o consumidor a suprir alguma dor é uma ótima meta.

Se você pensa em estratégias que possam, de alguma forma, mostrar o quanto seu produto ou serviço pode mudar a vida das pessoas, você consegue atrair seus clientes de maneira orgânica, o que ajuda também a aumentar seu lucro, já que suas ações de marketing não terão gastos muito altos.

O mais importante em planejar suas ações de marketing é que, assim, você consegue pensar em estratégias de baixo custo, alto impacto, que sejam criativas e realmente voltadas para a persona de seu negócio. Quanto mais específico forem suas ações para seu nicho, maiores serão suas possibilidades de atrair clientes.

Como atrair clientes com a estratégia de marketing?

Agora que você já entendeu o que é uma estratégia de marketing e sabe como ela é importante para seu negócio, vamos te ajudar com alguns elementos fundamentais para que você consiga atrair mais clientes.

É claro que cada negócio tem um público diferente que quer atingir. Por isso, não significa que todas as ações serão adequadas para você. O importante aqui é perceber a quantidade de elementos que você pode usar para aumentar sua divulgação e utilizar aquelas que são mais assertivas para sua persona.

Além disso, saiba também que você não precisa escolher apenas uma estratégia de marketing para seu negócio. Com planejamento, é possível criar mais de uma ação para sua marca. Com o tempo, você perceberá o que funciona e poderá desfazer aquilo que não é relevante para seu negócio.

1. Blog

O blog é uma das estratégias mais conhecidas e utilizadas por quem quer atrair clientes de maneira orgânica na internet e entregando conteúdo educativo e de qualidade. Isso porque, quando você tem um blog, consegue escrever posts que respondam dúvidas diversas (desde as mais básicas até as mais técnicas) e que mostrem soluções específicas para sua audiência.

2. SEO

De nada adianta ter um blog com muito conteúdo interessante para sua audiência se seus posts não forem acessados. É por isso que você precisa aplicar técnicas de SEO (Search Engine Optimization) em seus post, para que sua página apareça nos primeiros lugares dos mecanismos de busca, como Google.

Trabalhe bem as palavras-chave em seus textos, teste títulos que chamem a atenção dos usuários, escreva conteúdos completos e que realmente eduquem sua audiência. O importante é otimizar todos seus posts para que as pessoas cheguem a seu conteúdo sempre que pesquisarem por algum termo relacionado a seu nicho.

3. E-mail marketing

Muitas pessoas ainda têm a ideia de que o e-mail não é mais uma boa estratégia de marketing, afinal, muitos usuários nem se dão o trabalho de ler as mensagens encaminhadas. Porém, não é bem isso que acontece, principalmente se seus e-mails tiverem conteúdos interessantes para as pessoas, e não apenas propagandas de seus produtos ou serviços.

Crie, por exemplo, uma newsletter e encaminhe informações importantes via e-mail para pessoas que deixarem seus endereços de e-mail em sua página. Envie também materiais ricos, como e-books mais elaborados.

Essa é uma maneira de manter a comunicação com seus clientes em potencial via e-mail e ainda manter o engajamento dessas pessoas com sua marca.

4. Redes sociais

As redes sociais em geral são ótimos canais de comunicação com o público, principalmente porque, atualmente, é difícil encontrar alguém que não use nenhuma dessas maneiras de socializar.

Como estratégia de marketing, o que você precisa fazer é entender onde está sua persona: Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, Snapchat?

É bem provável que você tenha que fazer ações de marketing em mais de uma rede social, mas fique atento para não se esforçar demais em locais onde sua audiência não está.

E lembre-se: suas redes sociais também precisam trazer conteúdo que agregue valor para os usuário. Por isso, não fique apenas fazendo propaganda de sua marca o tempo inteiro.

5. Canal de vídeo

Você sabia que mais de 40% das pessoas dizem ter preferência em consumir conteúdo em formato de vídeo?

É por isso que plataformas como o YouTube estão cada vez mais famosas e sendo utilizadas por diversos setores, sejam eles online ou não.

A verdade é que, quando você cria vídeos, consegue passar informações valiosas para sua audiência de uma maneira fácil para ser consumida. Então, por que não utilizar vídeos para divulgar seus produtos e serviços?

Além do YouTube, existem outras formas de rentabilizar com vídeos, e você pode entender melhor sobre isso lendo este texto sobre como ganhar dinheiro com vídeos na internet – além do YouTube.

6. Links patrocinados

Os links patrocinados são anúncios vinculados em outras páginas, geralmente alguma que esteja relacionada a seu negócio, pelos quais você paga para serem divulgados.

O objetivo desses links é que outras pessoas que buscam por temas parecidos com o seu, mas que ainda não conhecem seu produto ou serviço, consigam te encontrar em outros blogs, redes sociais e sites em geral que eles seguem.

Um estratégia de marketing que tem agradado muito os usuários são os native ads. Isso porque esse tipo de publicidade paga não atrapalha a navegação e a experiência dos usuários nas páginas em que eles estão.

7. Mídia digital out of home (OOH)

Recentemente, é comum encontrarmos painéis de LED ou algumas telas em elevadores e ônibus, por exemplo, com propagandas diversas.

Se seu objetivo é promover uma divulgação e expansão de seu negócio em sua região geográfica, essa é uma outra maneira de difundir mais sua marca. Porém, mais uma vez, você precisa sempre pensar onde seu público está e se essa estratégia é mesmo interessante para seu negócio.

8. Rádio, TV, revistas e jornais

Assim como a mídia digital OOH, fazer divulgação em veículos de comunicação em massa e na mídia impressa depende muito de seu tipo de negócio e dos canais de comunicação que seu público mais utiliza.

Além disso, você precisa planejar também nos gastos que terá, afinal, esse tipo de estratégia de marketing, geralmente, exige um investimento maior.

9. Eventos

Independentemente se seu negócio é físico ou online, fazer eventos para interagir com seu mercado é sempre uma ótima maneira de também divulgar sua marca.

É possível realizar desde eventos pequenos, para alguma empresa com a qual você queira fazer parceria, ou até mesmo eventos maiores e abertos para o público, a fim de atrair novos clientes e educar sua audiência pessoalmente.

Mesmo para quem trabalha com a internet, tudo que envolve pessoas exige empatia. Por isso, é muito interessante criar eventos para que as pessoas te conheçam e consigam até mesmo se enxergarem em você. Isso fará com que elas percebam possibilidades que, se fosse apenas online, poderiam passar despercebidas.

10. Parcerias

Fazer parcerias, principalmente no mercado digital, é uma maneira eficiente para aumentar o alcance de seu negócio. Porém, encontrar parceiros bons e que estejam alinhados com seu modelo de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil.

Há vários tipos de parcerias que você pode fazer, por exemplo:

  • Trocas de guest post com outros blogs;
  • Collab em algum canal do YouTube (quando um youtuber grava com outro e ambos os canais);
  • Co-produção de e-books ou newsletter;
  • Divulgação em uma rede social de algum influenciador digital.

O importante nesse tipo de estratégia de marketing é você conseguir identificar parceiros que pode te ajudar a atrair mais clientes e para os quais você consiga fazer o mesmo. Assim, você terão um aumento na audiência de ambos.

11. Promoções

Por último, crie promoções que incentivem os usuários a comprarem mais ou a levarem novos clientes para sua página.

Você já viu alguns perfis de Instagram fazendo sorteios de brindes sendo que o regulamento é você comentar com o @ de outras pessoas que ainda não conhecem aquela marca?

Essa é uma estratégia de marketing que alguns perfis usam para ficarem mais conhecidos e também para ganhar mais seguidores.

Outro tipo de promoção que você pode fazer é o up-sell, down-sell ou o cross-sell assim que uma pessoa terminar de comprar algum de seus produtos. Com isso, pode ser que o usuário tenha interesse em efetuar uma outra compra em seu site.

Como definir sua estratégia de marketing?

Agora que você já viu 11 formas de atrair mais clientes, é importante saber o que você precisa fazer para escolher exatamente a melhor estratégia de marketing para seu negócio. Afinal, não é porque você aplica todos esses elementos que significa que sua audiência aumentará.

Então, antes mesmo de sair por aí criando ações em todos os canais de comunicação, leve em consideração:

  1. A persona para quem você criou seu produto ou serviço;
  2. O mercado no qual você está inserido;
  3. As tendências de sua área de atuação;
  4. Aquilo que seus concorrentes têm feito;
  5. Os resultados que você espera de suas ações de marketing;
  6. A taxa de conversão em cada canal de comunicação que você está utilizando;
  7. O investimento máximo que você está disposto a fazer.

Com essas informações bem esclarecidas, você conseguirá perceber quais são as estratégias que estão funcionando em seu negócio e poderá se dedicar mais àquelas que realmente trazem retorno. Lembre-se: é muito importante medir tudo o que você faz para ter certeza de que seu trabalho não está sendo feito em vão e que você está tendo lucro.

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas ao mesmo tempo é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhore estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que mais da metade da população mundial possui acesso à internet e que até 2021 haverão 2,3 bilhões de consumidores digitais.

É por isso que, atualmente, o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing atualmente. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

A evolução da Web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Um diagrama de quatro elementos fundamentais para criar uma estratégia.

4 Ps do Marketing

Assim, quando aplicado ao universo digital, há autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

8 Ps do Marketing

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semi fictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital.

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

Como fazer Marketing Digital

Como fazer Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a maioria deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas.

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir.

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e na maioria das vezes essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanimos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo super atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google – Inbound Marketing

Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar?

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, remarketing, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Remarketing

Remarketing ou retargeting são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com os podcasts. Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa. Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Plano de Marketing Digital

Para criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Métricas de Marketing Digital

Uma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a formula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas tem dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são:

Marketing 4.0: do Tradicional ao Digital, passo a passo

Tudo o que você precisa saber sobre a nova era do marketing

Quem é Philip Kotler?

Se você trabalha com Marketing Digital e ainda não conhece Philip Kotler está perdendo o conhecimento e aprendizado de um dos maiores nomes de marketing do mundo.

Philip Kotler é um professor universitário e autor americano que já entrou várias vezes na lista das pessoas mais importantes no seu segmento de influenciadores de marketing no mundo, tendo ampla formação em Economia, Matemática e Ciência Comportamental. Ele trabalha com grandes empresas globais como IBM, Ford, Disney, Nike, entre outras.

Kotler recentemente lançou um novo livro, Marketing 4.0, com os mesmos autores com quem havia escrito Marketing 3.0: Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan. O novo livro é a continuidade do trabalho anterior Marketing 3.0, atualizando a visão dos autores após uma década de transformações de comportamento do consumidor por conta dos meios digitais.

Em Marketing 4.0 Kotler, Setiawan e Hermawan apresentam sua teoria sobre o relacionamento entre o marketing digital e o tradicional, na qual ambos são complementares e interdependentes.

Do Marketing 3.0 para o Marketing 4.0

O Marketing 3.0 foi uma abordagem mais humanizada do marketing como um todo, no qual o foco não era apenas nos produtos e nos serviços, mas sim na alma (coração, mente e espírito) do consumidor e nas relações com ele.

Essa proposta de um marketing espiritualizado foi publicada em 2010 e declarou as mudanças que vimos nesses quase dez anos, no qual o enfoque é no relacionamento com o cliente. Este relacionamento é baseado em valores em comum, por isso as marcas começaram a investir em posicionamentos mais humanizados, criação de vínculos emocionais e atribuição de significado emocional aos seus produtos e serviços.

Para que este conceito fique bem claro para você, cabe citar as duas fases anteriores, o Marketing 1.0 e 2.0.

O primeiro, Marketing 1.0, nasceu com a Revolução Industrial, com a produção em massa e a padronização, na qual o objetivo era o produto. Era suficiente dizer que um produto existia para vendê-lo. A concorrência era praticamente inexistente e o mercado consumidor estava nascendo. Antes, tudo era feito de forma artesanal, agora podia-se comprar utensílios e artefatos industrializados e baratos.

Já o segundo, Marketing 2.0, surgiu com a Era da Informação, com a evolução da televisão, por exemplo, no qual os consumidores já podiam comparar e definir as suas preferências. Portanto, obter a preferência do consumidor era o objetivo. Nascia a concorrência e a ciência do consumo. Os profissionais de marketing precisavam competir entre si e diferenciar seus produtos. Surgiram os famosos 4 P’s (Preço, Praça, Produto e Promoção).

Enfim, na virada para o século XXI, chegamos ao Marketing 3.0, baseado em valores, no qual os consumidores são mais do que pessoas que passam o cartão, mas sim pessoas com espíritos, valores, propósitos e objetivos de vida, e as marcas simbolizam esses valores como símbolos de status e significado. Essas pessoas apresentam anseios e necessidades, elas querem se realizar como ser humano a cada compra.

No Marketing 3.0, o enfoque é criar empresas mais humanas, com valores mais próximos de seus consumidores, o objetivo é no que é sustentável. Essa terceira fase do marketing foi tão forte que ganhou até um museu em Bali, considerado o lugar mais espiritualizado do mundo.

Agora caminhamos para o marketing 4.0, uma era na qual temos uma integração maior entre os canais de marketing e a explosão do consumo de conteúdo digital no mundo, o chamado Marketing de Conteúdo, sobre o qual falamos desde 2011.

Essa nova fase do marketing permite um aprofundamento do marketing 3.0, ainda mais centrado no cliente com o uso de tecnologias e comportamentos que não existiam há dez anos. Vamos falar mais sobre ele, abaixo!

As mudanças que deram origem ao Marketing 4.0

Livro Marketing 4.0

Há três mudanças importantes que marcaram a migração para o marketing 4.0: o efeito Google, o efeito Redes Sociais e o efeito Serviços.

Confira um pouco sobre cada um deles:

EFEITO GOOGLE

O Google revolucionou a forma como as pessoas buscam por informações, produtos e serviços. Tudo o que elas querem encontram no Google, por isso é tão fundamental entender o que os clientes buscam na internet, quais as dúvidas que eles têm sobre o negócio, criar conteúdo e entender o fundamental sobre SEO para o site da empresa.

É esse entendimento que vai fazer com que a sua empresa se destaque dos concorrentes e consiga atrair mais atenção para os seus produtos e serviços.

O primeiro passo para um bom marketing digital é ter um bom ranking no Google. Costuma-se dizer hoje em dia: “Se você não está no Google, não existe”.

EFEITO REDES SOCIAIS

As redes sociais também permitiram ainda mais impulsividade, conectividade e agilidade. A partir do momento em que os grupos de convivência puderam ser reproduzidos online e as preferências pessoais puderam ser expostas e compartilhadas numa escala nunca antes imaginada, a influência atingiu patamares globais.

As redes sociais se tornaram verdadeiros canais de mídia e permitiram o nascimento dos influenciadores digitais, personalidades do mundo digital que influenciam comportamentos e impulsionam marcas, produtos e serviços.

Por isso, todas as informações sobre o seu negócio devem estar claras, atualizadas em tempo real e objetivas, atraindo um consumidor que está sempre se distraindo com algo novo.

O foco de atenção dos clientes é cada vez menor e muda mais rápido. Conseguir estabelecer um diálogo e fidelizar a atenção das novas gerações é cada vez mais desafiador para as marcas e empresas, e esse desafio parece só aumentar a cada ano. As redes sociais mudaram definitivamente o cenário da comunicação de massa.

Televisão, rádio e TV a cabo já não atingem boa parte do público jovem e as marcas estão tendo de aprender rapidamente a construir novas formas de construir confiança em novos canais de comunicação.

EFEITO SERVIÇOS

Hoje em dia há também muito mais possibilidades de prestação de serviços. A internet possibilitou o surgimento de aplicativos e empresas que oferecem desde quartos por uma noite na casa do vizinho até uma carona paga. Em tudo o que você precisa, há uma ferramenta digital para ajudar.

Hoje vivemos a era da prestação de serviços inovadores pipocando por aí, criados por startups dos mais diversos segmentos de mercados. Amazon, iTunes, Netflix, Uber, AirBNB, Spotify, iFood são alguns dos exemplos mais comuns de empresas que revolucionaram segmentos tradicionais de mercado.

Há empresas menores e mais segmentadas criando inovações em mercados mais específicos também, como logística, educação, fabricação, engenharia, agricultura. Mas é nos serviços de consumo de massa que a mudança se fez sentir mais presente e mais transformadora.

O conceito Marketing 4.0: do tradicional ao digital

O Marketing 4.0 vem com a inclusão digital, facilitando o acesso à tecnologia para mais pessoas e tornando o processo de compra mais pessoal, no qual a cadeia de valor se torna cada vez mais horizontal, com menos intermediários.

O processo de horizontalização acontece quando os consumidores também fornecem conhecimento para a empresa e para outros consumidores, em um ato de cocriação, havendo muito mais troca de informações entre produtor e consumidor. O aprendizado sobre o consumo acontece em tempo real.

Hoje, o consumidor tem uma relação extremamente pessoal com os produtos e os serviços que adquire, vendo a marca como parte integral de sua vida e de seus valores. A marca simboliza seus valores pessoais e transmite para a sociedade a imagem que o consumidor deseja construir sobre si mesmo.

Esse comportamento dos consumidores os coloca em uma posição de advogados das marcas, tanto relatando experiências no mundo tradicional em sites como Trip Advisor, quanto buscando referências digitais para escolher onde jantar numa cidade em que se está viajando. O tradicional e o digital estão conectados.

Características Principais do Marketing 4.0

A Era 4.0 do Marketing traz algumas características próprias, que valem a pena ressaltar:

  • Consumidor com menos tempo e com mais distrações;
  • Fragmentação subcultural do consumidor;
  • Humor do consumidor é importante;
  • Integrar o marketing tradicional com o digital;
  • Criar momentos WOW para se destacar;
  • Marketing multicanal;
  • Experiências completas com o consumidor;
  • Integração total entre marca e consumidor;
  • Análise de dados mais específicos;
  • Análise comportamental dos consumidores;
  • Uso de aplicativos mobile;
  • Gamification

Hoje vivemos em um mundo que, em muitos casos, a internet tem mais penetração do que a televisão, por exemplo. Não temos apenas uma única voz, mas múltiplas vozes que se encontram em comunidades (físicas e virtuais).

São essas comunidades que devem ser valorizadas, com o compartilhamento de histórias boas com as marcas, seus produtos e seus serviços.

Os consumidores veem as marcas de uma forma diferente do que as marcas se projetam e isso deve ser levado em conta. O discurso da marca em si começa a ser mixado com o F-Factor: friends (amigos), family (família), fans (fãs) e followers (seguidores) são levados em conta na escolha por marcas, produtos e serviços. O papel dos influenciadores digitais ganha algum destaque neste sentido.

Sejam influenciadores naturais ou planejados, que fazem isso por trabalho ou por hobby, eles vivem postando na internet todas as marcas que fazem parte do seu estilo de vida e de seu comportamento.

O marketing 4.0 é uma abordagem de marketing que leva em conta os sentimentos humanos, as transformações sociais e as revoluções de interação na rede.

As empresas devem focar em criar soluções que ajudem a economizar tempo, que facilitem a vida dos consumidores e que também tragam mais humanização para a relação de troca de interesses.

Interação ONline X OFFline

Esse é um dos pontos mais importantes do Marketing 4.0. Já que o tradicional e o digital devem conviver e se relacionar.

Não dá para fazer marketing tradicional do mesmo jeito que sempre foi feito, mas as suas ferramentas tradicionais agora precisam coexistir com as ferramentas digitais.

O marketing tradicional pode e deve se apoderar das possibilidades do marketing digital, como a interação com as comunidades de forma mais aberta e transparente.

Dessa maneira, há importantes conceitos que devem ser usados nas campanhas de marketing da atualidade: consciência/conhecimento, apelo, pergunta/questionamento, ação e advocacia. Trata-se dos 5As, do inglês aware (consciência/conhecimento), appeal (apelo), ask (pergunta/questionamento), act (ação) e advocate (advocacia).

Adiante com os conceitos, são apresentadas e explicadas as métricas para o acompanhamento do conhecimento e advocacia de marca, permitindo medir os resultados obtidos com o consumidor ao percorrer o caminho de compra apresentado anteriormente.

Esses cinco conceitos devem estar presentes em todas as campanhas de marketing, tanto as tradicionais como as digitais.

Além disso, é preciso analisar o caminho do consumidor, que não é mais linear. Por isso, ele pode entrar em contato com cada um desses conceitos e fases de maneira aleatória.

Kotler também apresenta duas métricas que devem ser analisadas: PAR (Purchase Awareness Ratio) e o BAR (Brand Advocacy Ratio). Essas duas métricas vão mostrar o poder de persuasão da marca e também o nível de compra. Seu entendimento e acompanhamento permitem medir a produtividade das ações da marca, além de indicarem melhores formas de analisar os resultados do processo.

Outro ponto importante é levar em conta o comportamento das pessoas. Considerando a aproximação com o cliente, as campanhas devem ser ainda mais personalizadas e customizadas, sendo utilizados dados e métricas.

O marketing também deve se aprofundar ainda mais na técnica de storytelling, contando histórias que envolvem o consumidor e faça-o querer compartilhá-las e interagir ainda mais com a marca.

As barreiras entre marca e consumidor devem ser quebradas e dar lugar a uma conectividade realmente transparente.

Hoje é impossível fazer um negócio com uma empresa e uma marca sem usar o marketing digital. Para sobreviver e, mais importante, crescer é imprescindível investir nesse segmento.

Todos estamos conectados e as marcas devem descobrir onde os seus clientes e possíveis clientes estão online e interagir com eles.

Presença em diversos canais

Essa presença em diversos canais se dá tanto no tradicional como no online. Os seus clientes devem conseguir encontrar os produtos ou serviços sem grandes esforços. As empresas têm a possibilidade de estar na frente dos clientes, onde quer que eles estejam.

Por isso, as empresas devem usar os diversos canais, tanto em redes sociais como qualquer outra plataforma disponível para fazer com que o consumidor chegue até os seus produtos e serviços.

Em cada um desses canais, a empresa deverá ter uma postura de acordo com o que é esperado naquela plataforma, enviando sempre uma mensagem adaptada ao meio, mas com todas as características de sua marca, criando uma comunicação integrada e contextualizada.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo deixou de ser uma tendência, é uma estratégia que vem se fortalecendo a cada dia e não vai parar por muito tempo. Criar conteúdo relevante na web é a principal abordagem dessa estratégia de marketing.

Dentro do seu segmento de negócio, a empresa deve descobrir todas as dúvidas e as preocupações do seu cliente e ainda como ajudá-lo com conteúdo interessante, contextualizado e de qualidade.

A empresa precisa mostrar que é referência no segmento e, portanto, a melhor solução para o cliente. Deve oferecer conteúdo e ajuda gratuita para atrair a atenção e cativar os clientes, que sabem que podem sempre contar com a empresa para se manterem informados sobre um determinado assunto e confiar nas informações transparentes para basear as suas escolhas.

A empresa usará esse conteúdo para ser divulgado nos múltiplos canais de comunicação do seu negócio.

Momento WOW do Marketing 4.0

Investimento em um marketing 360 graus voltado para a experiência do usuário, onde todas as ferramentas disponíveis se integram para criar uma lembrança marcante para o consumidor através da experiência vivenciada, tornando o consumidor muito mais do que um cliente, mas um defensor da marca.

Para criar esse momento WOW é preciso ir além de um bom atendimento, um bom serviço ou produto, é preciso superar as expectativas e realmente envolver o consumidor na experiência da marca.

É preciso levar em conta cada um desses pontos na hora de criar a sua estratégia de marketing 4.0:

  • Interação ONline X OFFline;
  • Presença em diversos canais;
  • Integração com total transparência entre marca e consumidores / empresas e clientes;
  • Marketing de Conteúdo;
  • Advocacia da Marca;
  • Experiência superior que agregue significado para o cliente

Resumo Final – Marketing 4.0

Esta nova fase do marketing é ainda mais pessoal do que antes. O objetivo vai além de vender produtos ou serviços, mas sim gerar significado e agregar um valor real na vida do consumidor, fazendo-o se sentir parte da marca. Essa abordagem de marketing sugere que deve ser feita de pessoas reais para pessoas reais.

O novo consumidor é super conectado o tempo todo e que, portanto, é mais exigente e requer uma abordagem diferenciada. Esse consumidor busca as suas informações na internet para avaliar os serviços e os produtos de diversos tipos de empresas antes de realizar a compra.

Com os avanços tecnológicos, o mercado se tornou híbrido, empresas e consumidores trocando informações o tempo todo. Como a comunicação digital é democrática, todos ganharam uma voz, e a construção das comunidades acontece em espaços não dominados pelas empresas.

Mais do que nunca é fundamental apresentar uma excelente interação entre empresas e clientes, como também realizar um trabalho de advocacia da marca, uma presença marcante na vida dos consumidores em diversos canais, uma integração do marketing on e off e também investimento no marketing de conteúdo e todas as suas estratégias.

Finalmente, o mercado pode abandonar a visão simplista sobre o digital e entender que agora online e offline são uma experiência só na cabeça do cliente. Que assim seja!