Quais são as melhores opções de publicidade online?

Entenda como os pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público!

Anunciar na internet se tornou um fator determinante para que um produto seja bem-sucedido no mercado, e isso é algo completamente lógico. Depois que um empreendedor fez tanto esforço para materializar sua ideia e ter seu produto pronto para ser lançado no mercado, é necessário unir esforços para que as pessoas o conheçam e comprem.

Hoje em dia, as diferentes plataformas disponíveis na web permitem que as pessoas divulguem produtos físicos, digitais e serviços de forma muito fácil, barata e eficiente para alcançar o público desejado.

Graças a plataformas como o Facebook, o Instagram ou o próprio Google, pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público.

Se você está prestes a iniciar seu próprio negócio ou já começou, mas ainda não consegue obter os resultados esperados de vendas, este post foi feito para você. Mostraremos quais são as principais plataformas que você pode usar para anunciar online e como utilizar cada uma delas.

Mas, primeiro, vamos aprofundar um pouco mais sobre as vantagens da publicidade online.

Vantagens da publicidade online

É mais barata do que a mídia tradicional

A publicidade online é ideal para qualquer tipo de negócio ou empreendimento, já que é basicamente capaz de se adaptar a qualquer orçamento.

Além disso, em comparação com a mídia tradicional, é muito mais barato. Um anúncio no rádio ou na televisão, por exemplo, só é possível para grandes empresas, enquanto na internet há espaço para todos.

É fácil de fazer

Você não precisa contratar uma agência de publicidade ou um especialista em marketing digital para anunciar na internet.

Aqui no blog, por exemplo, temos muitos tutoriais das principais ferramentas de publicidade online como:

  • Instagram;
  • Facebook;
  • Google AdWords.

Você pode alcançar pessoas do mundo inteiro

Quando você desenvolve campanhas publicitárias na internet, os limites geográficos deixam de existir, pois você pode oferecer seus produtos para pessoas do mundo inteiro.

Permite segmentar suas campanhas

Outra grande vantagem da publicidade online é que cada centavo é bem gasto, uma vez que as plataformas permitem segmentar o público que você deseja alcançar, o que obviamente permite obter melhores resultados.

Você pode medir o resultado de suas campanhas

A publicidade online oferece a possibilidade de medir, em tempo real, o resultado de cada anúncio, quantos cliques foram feitos em seu banner, quantas compras ele gerou, de onde os usuários vieram e muito mais.

Isso permite que você saiba exatamente o que funciona e o que precisa ser melhorado.

Principais formas para fazer publicidade online

Anúncio no Google AdWords

O Google AdWords é uma ferramenta ideal de links patrocinados para divulgar seu produto ou serviço, atrair novos clientes, aumentar suas vendas online e se destacar na internet.

Existem cinco formas de anunciar nessa plataforma:

  1. Rede de Pesquisa;
  2. Rede de Display;
  3. Google Shopping;
  4. Vídeo;
  5. Universal para apps.

Uma das maiores vantagens dessa plataforma é que você pode anunciar sem ter que gastar muito ou investir mais do que o planejado, já que você pode definir um orçamento diário disponível para cada campanha e ele será descontado à medida que seus anúncios receberem cliques.

Como anunciar no Google AdWords?

A primeiro passo que você deve tomar é criar uma conta na página do AdWords.

Em seguida, você deve criar sua campanha, selecionar o tipo de anúncio e preencher os campos solicitados para fazer a configuração.

Anúncio no Instagram

O Instagram se tornou uma das redes sociais mais influentes dos últimos anos e é uma ótima opção para empreendedores, pois oferece a possibilidade de incluir anúncios para empresas ou marcas que desejam atingir um determinado público.

Com o Instagram Ads, você pode colocar anúncios em formato de imagem ou vídeo e, assim, atingir metas de publicidade, como impulsionar suas publicações, promover sua página, enviar pessoas para seu site, aumentar as conversões e muito mais.

Como anunciar no Instagram?

  • Crie uma conta no gerenciador de negócios do Facebook;
  • Configure uma conta do Instagram;
  • Crie sua campanha;
  • Defina o orçamento diário e o tempo de publicação da campanha;
  • Segmente o público-alvo de sua campanha;
  • Mude a localização;
  • Crie seu anúncio;
  • Revise seu conteúdo e publique.

Anúncio no Facebook

O Facebook é outra alternativa muito boa se você quer investir em publicidade online para posicionar seu negócio e ter mais vendas.

O melhor é que você só precisa seguir alguns passos simples para desenvolver uma campanha publicitária nessa rede social:

  • Escolha o que anunciar (promover suas publicações, promover sua página, atrair pessoas para seu website, aumentar as conversões em seu site etc.);
  • Escolha o tipo de anúncio com base em suas metas;
  • Preencha as informações nos campos, coloque a imagem do anúncio, o título, a descrição, a data de validade e crie seu anúncio;
  • Você pode criar quantos anúncios quiser. O ideal é que você combine diferentes textos, títulos e imagens para ver quais produzem os melhores resultados;
  • Verifique a pré-visualização: o Facebook oferece uma prévia do anúncio para corrigir erros ou alterar especificações, se necessário;
  • Segmente seu público. Você pode segmentar de acordo com a faixa etária, localização, sexo, gostos etc;
  • Escolha o gasto diário que você deseja ter, analise a campanha, programe e defina as datas de início e término.

É importante observar que você pode modificar as campanhas do Facebook Ads, pausá-las e reativá-las quantas vezes quiser.

Além disso, você tem um gestor chamado Ads Manager, que oferece um monitoramento abrangente e em tempo real dos resultados de suas campanhas.

Anúncio no Youtube

YouTube é outra rede social que oferece serviços de anúncio pago para grandes empresas, marcas e empreendedores.

A popular plataforma de vídeo tornou-se um meio ideal para trocar conhecimento, entreter e anunciar produtos e serviços. E o melhor é que você pode fazer tudo no AdWords, como mostramos no primeiro item deste post.

Passos para anunciar no Youtube com o AdWords:

  • Vincule seu canal do Youtube com sua conta do AdWords;
  • Selecione o vídeo que deseja promover;
  • Estabeleça as características da promoção (orçamento, calendário, segmentação, etc.);
  • Clique em Criar e lançar campanha e aguarde a notificação de aprovação do YouTube e do Google AdWords (essa notificação pode levar até 24 horas para ser concluída).

Anúncio nativo (native ads)

O anúncio nativo, mais conhecido como native ads, é uma maneira de anunciar na internet sem interferir na experiência do usuário em suas redes sociais.

Esse tipos de publicidade online se tornou muito popular, porque tem uma alta taxa de aceitação, não é intrusivo e parece ser um conteúdo do próprio site. E é também uma forma de alcançar pessoas que ainda não conhecem sua marca.

Existem muitas opções para criar campanhas publicitárias nativas, todas dependem do canal de comunicação escolhido para chegar a seu mercado.

No entanto, aqui estão quatro etapas essenciais para começar a fazer anúncio nativo:

  1. Defina sua persona ou o público que você deseja alcançar.
  2. Entenda os padrões de consumo de seu público;
  3. Selecione as plataformas para desenvolver sua campanha (Facebook, Instagram, blogs etc.).
  4. Selecione o formato do conteúdo a ser usado (uma imagem, um post, um vídeo) e aborde temas de interesse de seu público.

Como divulgar sua marca sem gastar dinheiro?

Se você está apenas começando e ainda não tem orçamento para investir em anúncios pagos, não se preocupe!

Felizmente, hoje podemos encontrar outras estratégias de publicidade online com as quais é possível obter tráfego em seu site, aumentar as vendas e conquistar muitos clientes, como o marketing de conteúdo e o SEO.

O marketing de conteúdo é  uma estratégia de marketing não paga com a qual se pretende influenciar um determinado nicho de mercado, oferecendo conteúdo útil e gratuito a seu público. Pode ser desenvolvido por meio de blogs, newsletters, vídeos e redes sociais.

Além disso, temos o SEO, um conjunto de técnicas que podem complementar seu marketing de conteúdo e fazer com que seus sites apareçam na primeira página de resultados do Google, quando alguém faz uma pesquisa.

Algumas vantagens do marketing de conteúdo e do SEO

  • São gratuitos;
  • Permitem conseguir o tão sonhado posicionamento na internet;
  • Permitem fortalecer relações e criar vínculos duradouros com seus clientes, já que oferecer conteúdo valioso e útil é importante para eles;
  • Criam a oportunidade de você se tornar uma referência na internet;
  • São estratégias ideais para fortalecer sua marca pessoal.

Dicas para fazer publicidade online

A publicidade online é, sem dúvida, um excelente recurso para empresas ou empreendedores que querem se destacar na web.

Para conseguir que seu orçamento de publicidade tenha o melhor rendimento e permita obter os melhores resultados, é importante criar uma campanha publicitária bem pensada e planejada.

Aqui estão algumas dicas gerais para anunciar na internet:

  1. Jamais comece a anunciar sem antes definir sua persona.
  2. Combine sua estratégia de anúncio pago com algumas opções não pagas, como o marketing de conteúdo e o SEO, para maximizar os resultados.
  3. Defina um orçamento exato para desenvolver a estratégia e, assim, evitar problemas financeiros.
  4. Selecione boas imagens e conteúdos para seus anúncios publicitários.
  5. Acompanhe seus anúncios publicitários com um título chamativo, uma proposta de valor e uma chamada para a ação (call to action).
  6. Meça os resultados.

A publicidade é a alma de qualquer negócio: é inútil criar um produto ou oferecer um ótimo serviço no mercado, se ninguém o conhece.

Por isso, te convidamos a se basear em todas essas ferramentas e começar a promover seus produtos ou serviços para alcançar seus objetivos e se tornar um empreendedor de sucesso.

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas ao mesmo tempo é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhore estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que mais da metade da população mundial possui acesso à internet e que até 2021 haverão 2,3 bilhões de consumidores digitais.

É por isso que, atualmente, o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing atualmente. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

A evolução da Web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Um diagrama de quatro elementos fundamentais para criar uma estratégia.

4 Ps do Marketing

Assim, quando aplicado ao universo digital, há autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

8 Ps do Marketing

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semi fictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital.

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

Como fazer Marketing Digital

Como fazer Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a maioria deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas.

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir.

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e na maioria das vezes essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanimos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo super atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google – Inbound Marketing

Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar?

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, remarketing, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Remarketing

Remarketing ou retargeting são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com os podcasts. Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa. Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Plano de Marketing Digital

Para criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Métricas de Marketing Digital

Uma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a formula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas tem dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são:

Marketing de Afiliados – O que é e por onde começar?

Para quem trabalha com marketing digital, possivelmente já ouviu falar de marketing de afiliados. No entanto, poucos ainda sabem o que significa marketing de afiliados e o que é possível fazer com isso na prática. Embora esse seja um mercado que cresceu mais de 100% ao ano no Brasil nos últimos cinco anos, continua sendo um mercado pequeno quando comparado com outros nichos, como agências de marketing, produtores de conteúdo, serviços freelancer, etc. Ainda assim, as previsões apontam para que o mercado de afiliados continue se expandindo a um ritmo extremamente acelerado durante os próximos anos. Esses números são fruto de nosso trabalho com o evento Afiliados Brasil.

O mercado de marketing de afiliados é, na verdade, uma oportunidade tremenda para ganhar dinheiro na internet e continuará sendo durante muitos e longos anos. No entanto, e tal como acontece em outros mercados, existem profissionais que fazem as coisas do jeito certo e profissionais que fazem as coisas do jeito errado. Você precisará entender primeiro como tudo isso funciona e quais são as suas possibilidades, de modo a tentar extrair o máximo potencial dos seus projetos. Outra coisa importante é que marketing de afiliados não tem nada a ver com marketing multinível; são dois mercados totalmente diferentes.

O que é marketing de afiliados?

Marketing de Afiliados explicadoMarketing de afiliados é uma forma de você gerar rendimento através de um trabalho de partilha, recomendação e promoção de produtos ou serviços de outras pessoas ou empresas. Basicamente, quando você ajuda uma outra empresa a conseguir vender um produto, recebe uma comissão por esse trabalho. Existem várias formas de comissionamento, mas o conceito é semelhante em todas elas, ou seja, você promove algo em troca de uma fatia do valor dessa venda gerada.

O marketing de afiliados não é algo novo. Há centenas de anos que pessoas trabalham em modelos de comissão semelhantes, e os chamados comissionistas existem há centenas de anos. Um bom exemplo desse tipo de trabalho seriam os corretores imobiliários. Eles divulgam imóveis dentro e fora da internet, recebendo uma comissão sobre a venda daquele imóvel.

Na internet, esse modelo de comissão sobre as vendas é chamado de marketing de afiliados ou affiliate marketing (em inglês). O primeiro programa de afiliados na internet foi criado em 1996 pela Amazon e se chamava Amazon Associates. O programa continua existindo até hoje e foi um dos principais propulsores de crescimento da Amazon, uma vez que milhares de afiliados promoviam os produtos da empresa nos Estados Unidos, recebendo uma fatia sobre as vendas. Caso eles não gerassem vendas, a Amazon também não estaria investindo dinheiro nenhum com essa publicidade, uma vez que ela pagaria uma comissão somente por vendas realizadas.

O mercado de afiliados é tão extenso quanto a sua imaginação. Existem programas de afiliados e ofertas para promover em praticamente todas as áreas de negócio que se possa imaginar serem possíveis de trabalhar via internet. Isto significa que, por meio da internet, você pode promover ofertas de outras pessoas e empresas em seus sites e blogs, e usar isso como uma forma de rentabilizar os seus conteúdos e tráfego.

Vantagens de trabalhar com marketing de afiliados

Existem inúmeras vantagens para você trabalhar com marketing de afiliados, mas a principal é que você não tem de se preocupar em criar um produto para vender na internet. Já alguém criou esse produto e você pode se tornar afiliado desse produto, promovendo-o por meio de links de afiliado e enviando tráfego através desses links para esse mesmo produto. A partir desse momento, sua responsabilidade termina. O produtor, ou dono do produto, passa a ser a pessoa responsável por enviar a mercadoria para o comprador e manter esse cliente satisfeito. Você receberá uma comissão por ter gerado essa venda, mas não é responsável por absolutamente mais nada.

Dentre as várias vantagens de trabalhar com marketing de afiliados, diria que a mais interessante é o potencial de rentabilização desse mercado. Existem produtos que pagam comissões altíssimas, recorrentes, por clique, por venda, por impressão, etc. Existem também afiliados que trabalham na divulgação desses produtos através de plataformas de publicidade e outros que aproveitam os programas de afiliados como forma de rentabilizar o tráfego dos seus sites e blogs. Ambos os modelos são perfeitamente viáveis e geram resultados.

O bom do marketing de afiliados é que você não precisa de criar absolutamente nada. Caso você pretenda, é possível ganhar muito dinheiro trabalhando com esse mercado, promovendo ofertas de produtos, sem que na realidade você tenha de criar um blog, site ou outra coisa qualquer. Existem afiliados ganhando muito dinheiro e a única coisa que fazem é anunciar no Facebook, Google AdWords e native ads. Há também quem prefira usar estratégias mais avançadas, como  comprar tráfego para promover programas de afiliados.

Em resumo, você tem dois caminhos possíveis para trabalhar com marketing de afiliados: criando sites e blogs, trabalhando com conteúdo e rentabilizando seu tráfego através de programas de afiliados, ou anunciando diretamente as ofertas de afiliados através de plataformas de publicidade como o Facebook, Google, native ads ou compra de tráfego.

Independentemente do modelo que você escolher, o importante é que seus resultados sejam positivos. Não existem modelos melhores ou piores. Há imensos profissionais ganhando muito dinheiro em ambos os modelos, portanto, você deverá optar por aquele que faz mais sentido para você e para a sua estratégia de marketing digital.

Modelos de comissão em marketing de afiliados

No mercado de marketing de afiliados, existem diferentes modelos de comissão, que variam consoante o objetivo de marketing da empresa ou produtor. Ao contrário do que muitas vezes se pensa e fala, existem programas de afiliados não apenas para produtos físicos ou digitais, mas também para ações e contatos. Se o objetivo de marketing de uma empresa for gerar cadastros de potenciais interessados em comprar um produto, por exemplo, essa empresa pode lançar um programa de afiliados que paga um valor fixo para cada cadastro realizado. A empresa não estaria promovendo um produto, mas sim uma ação específica, que no caso seria o usuário preencher o formulário de cadastro.

Existem também diferenças nas estratégias de divulgação de um afiliado, quando objetivo são ações ou conversões. Cada objetivo de marketing e modelo de comissão obrigam, automaticamente, a adoção de uma estratégia de divulgação diferente. Ao entrar nesse mercado, você deverá procurar pelos modelos de comissão que fazem mais sentido para você e para a sua estratégia de marketing digital.

CPC (custo por clique)

O modelo de comissão em CPC (custo por clique) é um dos mais antigos da internet também. Quando em 23 de outubro do ano 2000, a Google decidiu lançar o Google AdWords, esse modelo de comissão passou a ser amplamente utilizado no mundo. Juntamente com o Google AdWords, a Google lançou o programa Google Adsense, que é nada mais, nada menos, do que um programa de afiliados que paga por clique em anúncios de texto ou imagem.

Neste modelo de comissão por CPC, o afiliado recebe um valor fixo ou variável para cada vez que o banner publicitário ou o link de texto receberem um clique de um usuário. Esse modelo tem a vantagem de que o afiliado não está dependente do resultado final, ou seja, do usuário comprar o produto, mas tem a desvantagem de ser um modelo difícil de escalar, uma vez que para ganhar muito dinheiro seriam necessários centenas de milhares de cliques.

CPM (custo por mil impressões)

O modelo de comissão por mil impressões foi amplamente difundido quando a internet chegou ao público em geral. Nesse modelo de comissão, o afiliado recebia um valor fixo a cada mil impressões de um banner publicitário, independentemente de o usuário clicar no banner ou não. Logicamente, na década de 80 e 90, o número de cliques em banners publicitários era altíssimo, com taxas de cliques a chegar a 96%, o que invariavelmente fazia com que a maioria dos usuários clicasse nos anúncios.

Esse modelo passou a ser utilizado em praticamente todos os grandes portais e órgãos de comunicação, que vendiam seus espaços publicitários no modelo de CPM a seus anunciantes, porque consideravam que o usuário que navegava em seus sites já estava sendo impactado por esses anúncios, simplesmente por visualizá-los, mesmo que não clicasse. Ainda hoje, o valor de CPM é utilizado em plataformas de anúncios como o Facebook e Google AdWords e é uma métrica extremamente importante de análise de desempenho e custo. Além do mais, é impossível definir a taxa de cliques (CTR) de um anúncio sem termos em consideração o número de impressões dele.

CPA (custo por ação)

O modelo de comissão por ação, muito conhecido como modelo de comissão por CPA, é um dos mais populares e eficazes modelos de comissão em marketing de afiliados. Neste modelo, o afiliado só recebe a sua comissão quando o usuário clica no banner ou no link e realiza uma ação específica, que poderá ser o preenchimento de um formulário, a compra de um produto ou outra ação qualquer.

Por norma, o modelo de CPA está associado à compra de produtos, em que o produtor partilha um valor de comissão fixo pera geração de vendas do seu produto. Este modelo é um dos que paga melhor, e existem vários programas de afiliados oferecendo valores de CPA muito altos, com comissões alcançando $800 dólares de comissão em CPA.

CPV (custo por venda)

O modelo de comissão sobre as vendas é extremamente utilizado em programas de afiliados de e-commerces. O programa de afiliados da Amazon, por exemplo, trabalha num modelo de comissão por CPV, em que o afiliado recebe uma comissão de 3% e 7% sobre as vendas geradas no e-commerce da Amazon. Este modelo é extremamente interessante de trabalhar, pois ao direcionar um usuário para comprar na Amazon, você recebe uma comissão sobre todas as compras realizadas por aquele usuário, e não importa se ele comprou os tênis que você sugeriu ou não.

Para quem trabalha com marketing de afiliados, este modelo de comissão é bastante interessante, porque você recebe sobre todas as compras que o usuário realiza durante a sua sessão depois de clicar em seu banner publicitário ou seu link de afiliado.

CPL (Custo por lead)

O modelo CPL é extremamente utilizado em negócios B2B, em que o objetivo é captar contatos de potenciais novos clientes. Neste modelo de comissão, por regra, o afiliado recebe um valor fixo a cada lead gerado. Este modelo é também muito utilizado em aplicativos mobile, como por exemplo a Uber, que paga uma comissão fixa a cada cadastro gerado em seu aplicativo.

Outros exemplos para um modelo de comissão por lead seriam empresas recrutadoras que estão procurando profissionais para preencher uma determinada vaga de emprego, empresas que buscam obter mais pedidos de orçamento, empresas que pretendem gerar mais cadastros na versão Trial do seu software, etc. Em todos esses casos, o afiliado recebe uma comissão fixa por gerar essa lead, independentemente de esse lead virar um cliente ou não.

CPI (custo por instalação)

O modelo de comissão CPI só apareceu quando começaram a surgir os smartphones e aplicativos móveis. É um modelo de comissão voltado para tráfego mobile, em que o afiliado recebe uma comissão fixa por gerar instalações de um determinado aplicativo. Existem várias empresas dedicadas a esse nicho de mercado, com dezenas de ofertas de aplicativos diferentes e em áreas diferentes, que o afiliado poderá promover em seu tráfego mobile.

O objetivo nesse tipo de modelo de comissão é gerar a instalação do aplicativo no smartphone do usuário, ainda que o usuário venha a usar ou não esse aplicativo. O afiliado recebe sua comissão pela instalação e não pela utilização do aplicativo.

RVS (revenue share ou partilha de receita)

O modelo de partilha de receita, mais conhecido por Revenue Share, é um modelo de comissão em que o afiliado recebe uma comissão percentual sobre as aquisições realizadas pelos usuários. Este modelo é extremamente utilizado em sites de apostas esportivas, sites de pornô, relacionamentos, investimentos em ações, forex, etc.

Este modelo de comissão é extremamente interessante, porque é recorrente, ou seja, quando o afiliado gera um usuário para um site de relacionamentos e esse usuário compra uma assinatura. Sempre que ele renovar a assinatura, o afiliado recebe sua comissão. Quando o usuário cancelar a assinatura, o afiliado deixa de receber suas comissões.

Dúvidas frequentes em marketing de afiliados

Para quem está começando a trabalhar com marketing de afiliados, possivelmente terá alguma das dúvidas seguintes. São perguntas frequentes que muitos dos novos afiliados fazem, no sentido de entenderem como esse mercado funciona e quais são as reais possibilidades. Trabalhar com afiliação é extremamente interessante, mas é necessário que você entenda como tudo isso funciona.

Para ajudar você a atalhar caminho e não perder tempo buscando por informações que esclareçam suas dúvidas, compilei algumas das principais dúvidas que novos afiliados costumam ter e que provavelmente você terá também. Veja:

  • Trabalhar com marketing de afiliados é ilegal?
    Embora não exista legislação específica para o marketing de afiliados, ele não é ilegal. Trabalhar com afiliados não é ilegal, muito menos você estará enganando pessoas (como muitos pensam). Você simplesmente terá de declarar os rendimentos provenientes do seu trabalho, como faz com qualquer outro tipo de negócio.
  • Posso usar programas de afiliados e anúncios do Google Adsense em simultâneo?
    Pode sim. De acordo com os termos de condições do programa Google Adsense, você pode utilizar programas de afiliados em seus sites e blogs, em simultâneo com a apresentação de anúncios do Google Adsense. Embora os programas de afiliados paguem muito melhor que o Adsense, é comum você ver sites e blogs que usam ambas as formas de monetização.
  • Como encontro programas de afiliados para promover?
    Existem várias plataformas de afiliados que incluem programas de afiliados de várias empresas para você promover. Outra possibilidade é você realizar uma busca no Google pelo nome da empresa, seguido de programa de afiliados ou “affiliate program”. Embora nem todas as empresas ofereçam um programa de afiliados; a grande maioria já trabalha com esse mercado.
  • É preciso ter um blog para trabalhar com marketing de afiliados?
    Não necessariamente. Você pode trabalhar a divulgação de seus links de afiliado em campanhas de anúncios no Facebook, Instagram, Google AdWords, Taboola, Outbrain e outras plataformas de anúncios. Você também poderá comprar tráfego para promover seus programas de afiliados, por exemplo. Existem muitos afiliados que não trabalham com blogs, muito menos com conteúdo ou SEO.
  • Quanto preciso pagar para ser afiliado de uma empresa?
    Não precisará pagar nada. Diria que 100% das empresas que oferecem um programa de afiliados não cobram absolutamente nada para você entrar e começar a promover os seus produtos. No entanto, poderá acontecer que você não seja aceito num determinado programa de afiliados, por essa empresa considerar que você não se enquadra no tipo de afiliado que ela procura.
  • É possível ganhar dinheiro promovendo programas de afiliados?
    Lógico que sim. Existem afiliados profissionais que trabalham com divulgação de programas de afiliados há muitos anos, ganhando mais de R$20.000 por mês em comissões. Logicamente, a grande maioria do mercado ganha uma fração disso. No entanto, tal como em qualquer outro tipo de negócio, você precisa trabalhar muito para se destacar e realmente ganhar muito dinheiro.
  • Marketing de afiliados é o mesmo que assistir a publicidade ou clicar em anúncios?
    Não! Por favor não confunda marketing de afiliados com esse tipo de oferta. Diria que 100% das ofertas que existem na internet para você ficar assistindo anúncios ou clicando em publicidade são fraude. Isso não é marketing de afiliados. Fique longe desse tipo de ofertas.

Vantagens e desvantagens de trabalhar com marketing de afiliados

Ao contrário do que possa parecer, o mercado de marketing de afiliados não é somente vantagens. Existem também algumas desvantagens em relação a outros nichos de mercado. Entender essas diferenças é fundamental para você não entrar nesse mercado com as expectativas desalinhadas com a realidade e não se frustrar lá na frente.

As grandes vantagens de trabalhar com marketing de afiliados são:

  • Custo reduzido para começar. Praticamente todos os programas de afiliados são gratuitos, o que significa que você pode se inscrever e começar a divulgar já hoje as ofertas dessas empresas. Como você trabalha como afiliado, não precisa se preocupar com o relacionamento com esses clientes. Quem trata disso é a empresa da qual você é afiliado, então que você terá imenso tempo para trabalhar em suas estratégias.
  • Não precisa criar seu produto. Outra das grandes vantagens do marketing de afiliados é que você não precisa criar seus próprios produtos, montar seu e-commerce, etc. Você simplesmente pega algo que alguém já criou e sai divulgando com seu link de afiliado. Você recebe comissões sobre as vendas que você gerar sem necessidade de criar nada.
  • Não é necessário um treinamento especializado. Todo o conhecimento que você necessita para trabalhar como afiliado está disponível na internet. Você não precisa fazer faculdade ou algum treinamento especializado, exceto se você quiser realmente aprender como alguns profissionais fazem.
  • Não é necessário relacionar-se com os clientes. Como você não é o proprietário do produto ou da empresa, seu objetivo é apenas gerar vendas ou leads, o que significa que todo o trabalho de retenção e conversão é responsabilidade da empresa ou do produtor. Seu trabalho é outro e você não precisa se preocupar com isso.
  • É possível acompanhar tudo em tempo real. Em marketing de afiliados é possível acompanhar tudo em tempo real, sejam cliques, vendas, leads, etc. Todas as suas iniciativas de divulgação, podem ser acompanhadas em tempo real nas plataformas de afiliados que você utiliza, o que certamente ajudará você a tomar decisões mais rápido.

As grandes desvantagens de trabalhar com marketing de afiliados são:

  • Demora tempo para gerar resultado. Como falei anteriormente, trabalhar como afiliado é algo que demanda bastante tempo. Em muitos programas de afiliados, você precisará gerar uma grande quantidade de vendas para conseguir ganhar algum dinheiro.
  • Você precisa entender de tráfego. Se você não entende nada de marketing digital e geração de tráfego, provavelmente você terá grandes dificuldades para se sair bem como afiliado. Uma boa parte do sucesso com marketing de afiliados está na capacidade de gerar tráfego de qualidade, seja ele orgânico ou pago.
  • Você precisa entender de publicidade. Independentemente de você gerar comissões de afiliado com seu site ou blog, você sempre precisará entender de publicidade e como fazer anúncios nas mídias sociais, Google AdWords ou plataformas de native ads. Se você não entende nada disso, poderá ter dificuldades para trabalhar com marketing de afiliados.
  • Você precisa entender de blogs. Você não precisa saber de programação, mas será importante você saber como usar seus links de afiliado, o que são links nofollow, como publicar banners publicitários em seu blog, etc. Todas essas coisas serão importantes para trabalhar com marketing de afiliados.
  • Você precisa se adaptar rápido. Muitos programas de afiliados têm grandes restrições no tocante à divulgação. Muitos não permitem que você faça publicidade em redes sociais, outros não permitem campanhas de e-mail marketing, etc. As próprias redes de publicidade mudam constantemente as suas regras, o que significa que você terá de se adaptar rapidamente e procurar por novas soluções para continuar gerando resultados.
  • Levantamentos por objetivos. Uma boa parte dos programas de afiliados só permite que você saque suas comissões depois de atingir um determinado valor. O Google, por exemplo, só emite pagamentos do Google Adsense a partir de $70 dólares de comissão. Para quem está começando, isso pode ser um problema.

Agora que você entendeu as vantagens e desvantagens de trabalhar como afiliado, vamos ver algumas regras e estratégias importantes a ter em consideração antes de começar a trabalhar nessa área.

Regras e estratégias para trabalhar com marketing de afiliados

Se você está começando ou já trabalha com marketing de afiliados, é importante entender que existe um conjunto de regras e estratégias que normalmente chamamos de boas práticas. Entender esse mercado é fundamental para ter sucesso trabalhando com ele. Independentemente de você ter sites e blogs ou preferir trabalhar com divulgação de programas de afiliados, entender as boas práticas vai fazer com que você evite erros desnecessários.

1. Escolha primeiro a melhor estratégia

Para trabalhar com marketing de afiliados, existem apenas duas estratégias possíveis: ou você trabalha a divulgação em seus sites e blogs ou você faz a divulgação diretamente em plataformas de anúncios. Não existe outra forma de se trabalhar com afiliação além desses duas. Portanto, o mais importante é você decidir antecipadamente se pretende desenvolver sites e blogs, que vão exigir conteúdo e um bom trabalho de SEO, ou se você pretende partir para a divulgação através de anúncios no Facebook, Google AdWords ou plataformas de native ads.

2. Escolha bem o produto a promover

Nem todos os produtos são bons. Isso é um fato. Se você pretende divulgar um produto que é considerado pelo público uma enganação ou fraude, tenha cuidado. Antes de começar a promover qualquer produto, faça uma busca no Google e procure por testemunhos de clientes. Veja a página de Facebook do produto, olhe as reclamações no Reclame Aqui, etc. Escolher bem o produto que você vai promover fará toda a diferença nos resultados das suas ações de marketing de afiliados. Além do mais, um bom produto tende a perpetuar durante mais tempo.

3. Entenda seu público primeiro

Se você tem um blog sobre automóveis e sai divulgando programas de afiliados sobre como perder peso, porque você acha que todo mundo precisa emagrecer, é bem provável que não vá funcionar. Entender seu público e como ele se comporta dentro do seu site ou blog é fundamental para o sucesso das suas campanhas de marketing de afiliados. Quanto mais relevantes seus anúncios forem para a sua audiência, maiores serão as suas chances de ser bem sucedido. Se você imaginar que até o Google tornou seus anúncios contextualizados com o conteúdo de sites e blogs, você entende a importância de ser relevante.

4. Crie conteúdo relevante sobre os produtos

Se você acha que basta colocar um banner publicitário na barra lateral do seu blog para começar a ganhar dinheiro com marketing de afiliados, está redondamente enganado. Seu público é bastante mais exigente do que isso e você estará simplesmente menosprezando a sua própria autoridade. Lembre-se de que uma das armas mais poderosas da internet é o poder da recomendação. Se seus leitores gostam dos seus conteúdos e gostam de você enquanto profissional, as suas recomendações terão um poder muito maior do que qualquer outra coisa que você faça.

Nesse sentido, é recomendável produzir conteúdo relevante sobre os produtos que você está promovendo em seu site ou blog. Isso significa escrever reviews detalhados sobre esses produtos, indicando os prós e contras dos produtos, as vantagens de usá-los e porque você recomenda esses produtos para o seu público. Esse tipo de recomendação tem um poder incrível junto de um público fortemente engajado.

5. Anúncios também precisam ser relevantes

Ao contrário do que muitos afiliados acham, anúncios também precisam ser relevantes para o seu público-alvo. Existem imensos afiliados que promovem produtos através de anúncios de Facebook, Google AdWords e native ads, sem se preocuparem minimamente com a relevância do produto para o público-alvo. Muitos deles utilizam inclusive estratégias de copywriting com o objetivo de enganar esse público e levá-lo a clicar nos anúncios.

Embora isso possa funcionar numa estratégia de curto prazo, a realidade é que a longo prazo será difícil manter seu negócio funcionando, pela simples razão de que esse afiliado precisará, constantemente, criar novas páginas, novas contas de anúncios e novas formas de divulgar esses produtos. No final, ele não terá absolutamente nada e ficará dependente desses produtos. Não recomendo que você faça isso. Pense numa estratégia de longo prazo, sustentável e com uma comunicação simples, objetiva e relevante para o seu público-alvo.

6. Teste diferentes ofertas e programas

Se um determinado programa de afiliados está rendendo uma boa grana, isso não significa que você não pode testar outras ofertas. Na realidade, testar é importantíssimo em tudo o que tenha a ver com marketing digital; e o marketing de afiliados não é diferente. Procure escolher entre três e quatro programas de afiliados para promover, fazendo sempre testes de conversão com cada um deles.

Os programas de afiliados não são todos iguais, e o nível de conversão deles também não. Basta uma página de venda do produto diferente para o volume de conversão ser muito maior, ou vice-versa. Existem também programas de afiliados que pagam comissões todas as semanas, outros que só pagam mensalmente, etc. Existem também programas com modelos de atribuição de comissão no primeiro clique, último clique, com cookie de 30 dias, cookie de sete dias, cookie de 24 horas e por aí adiante. Todas essas coisas fazem uma diferença tremenda nos resultados que você vai gerar com suas estratégias, razão mais do que suficiente para você testar vários e comparar seus resultados.

7. Seja paciente

Quando falamos de marketing de afiliados, paciência é um termo importante, especialmente se a sua estratégia passar por escrever conteúdo relevante e trabalhar com programas de afiliados em seus sites e blogs. Demoramos alguns anos para começar a ganhar dinheiro de forma significativa com sites e blogs.

O mesmo acontece quando você começa a trabalhar com publicidade, anunciando as ofertas diretamente. É bem provável que você gaste imenso dinheiro inicialmente até encontrar o jeito certo de converter seus anúncios em vendas. Isso é perfeitamente normal e muito comum nesse mercado, portanto, considere aprender o máximo sobre marketing de afiliados, conversão, publicidade, etc., e vá testando o máximo que puder até encontrar a fórmula perfeita para o tipo de produto que você está divulgando.

8. Utilize diferentes fontes de tráfego para promover seus produtos

É comum a grande maioria dos afiliados profissionais ficar presa a estratégias que funcionam. Quando se encontra uma estratégia que dá resultado, a tendência é usar somente essa estratégia até à exaustão. No entanto, tenha em consideração que existem diferentes formas de promover programas de afiliados, sendo altamente recomendável você diversificar suas fontes de tráfego e, principalmente, a forma como você promove programas de afiliados.

Tal como em outros mercados, no marketing de afiliados a diversificação pode ser crucial para fazer seu negócio sobreviver e crescer. Nunca faça sua estratégia depender de uma única fonte de tráfego e/ou de uma única estratégia de divulgação, caso contrário, é bem provável que você acabe se dando mal no futuro. Utilize diferentes fontes de tráfego para promover seus produtos e compare cada uma das suas estratégias.

Tipos de abordagens ao marketing de afiliados

O marketing de afiliados tem diferentes ramificações, o que significa que existem afiliados profissionais, sejam eles pessoas ou empresas, trabalhando de formas totalmente diferentes e gerando excelentes resultados. Esse mercado permite a criação de negócios digitais totalmente diferenciados e você deverá optar por aqueles em que se sente mais confortável. Vamos analisar as diferentes abordagens existentes ao marketing de afiliados:

Sites de conteúdo e tráfego orgânico

Existem muitas empresas dedicadas à criação de sites de conteúdo, que são rentabilizados com programas de afiliados. Imagine uma empresa de mídia grande, com dezenas de sites em vários países, todos eles com milhões de visitas todos os meses. Existem também afiliados profissionais que fazem isso numa escala menor, mas ainda assim extremamente rentável. Esses sites são alimentados essencialmente de tráfego orgânico e de tráfego vindo de mídias sociais.

Sites de comparação e reviews de produtos

Esse tipo de site também é extremamente popular no mercado de marketing de afiliados, principalmente os sites de cupons, que comparam os preços de milhares de produtos em dezenas de lojas diferentes e levam o usuário a comprar o produto numa determinada loja, através de links de afiliado. Outros exemplos seriam sites que fazem reviews de celulares, notebooks, etc. O mesmo se aplica a sites e blogs menores, que comparam diferentes tipos de produtos.

Sites de aplicativos móveis

O mobile tem crescido a um ritmo alucinante e, com ele, começaram a surgir diferentes tipos de sites e blogs que comparam aplicativos móveis e fazem reviews desses apps. Todos esses sites são rentabilizados com programas de afiliados, que pagam comissão sobre as instalações ou downloads desses aplicativos.

Sites de nicho

Nichos de mercado pequenos também são extremamente interessantes de rentabilizar por meio de marketing de afiliados. Imagine um blog sobre viagens, sobre receitas, sobre moda, etc. Todos esses projetos de nicho podem e devem ser rentabilizados com programas de afiliados. Existem imensos afiliados profissionais utilizando sites e blogs em nichos de mercado bem pequenos, mas faturando muito dinheiro em comissões.

Divulgação de infoprodutos

Os chamados infoprodutos, ou produtos digitais, são também uma excelente forma de trabalhar com marketing de afiliados. Existem várias plataformas que oferecem esse tipo de produtos e também muitos afiliados trabalhando na divulgação, recebendo comissões extremamente elevadas pelas vendas geradas. Este é um mercado que está crescendo imenso no Brasil.

Publicidade paga

Como vimos anteriormente, uma outra forma de você trabalhar como afiliado é fazendo a divulgação diretamente por meio de publicidade paga, sejam anúncios no Facebook, no Google AdWords, Taboola, Outbrain ou outras plataformas de anúncios. Muitos afiliados profissionais ao redor do mundo trabalham somente com publicidade paga. Eles não criam absolutamente nada, exceto os anúncios para divulgação das ofertas de afiliado.

Como começar a trabalhar com Marketing de Afiliados

Se o seu objetivo é começar a trabalhar com marketing de afiliados, mas não faz ideia de por onde começar, o melhor é ler os pontos que coloquei logo abaixo. No entanto, não se esqueça que para ter sucesso como afiliado, você precisará de uma grande dose de dedicação e disciplina. Um bom planejamento e uma boa estratégia, farão tudo o resto.

  1. Desenvolva uma estratégia sólida. Comece por criar uma estratégia baseada no questionamento. Que problemas você pretende resolver? Em que nicho de mercado você pretende trabalhar? Que tipo de abordagem você pretende fazer a esse público-alvo? Responda a essas perguntas e, com elas, defina a sua estratégia inicial. Comece por planejar suas ações antes de executar qualquer uma delas. Isso fará uma grande diferença no resultado final.
  2. Procure ofertas de afiliado. Depois de escolher seu nicho de mercado, você precisa procurar por programas de afiliados existentes nesse mesmo nicho. Identifique os produtos mais rentáveis e se inscreva como afiliado desses produtos. Não se esqueça de fazer uma avaliação primeiro dos produtos e entender se eles têm qualidade e correspondem às expectativas do público.
  3. Defina seu modelo de atuação. Pretende criar um site, um blog ou trabalhar como anunciante? Você quer criar um blog de nicho ou um site comparador de produtos? Dependendo da estratégia que você definir, seus próximos passos serão totalmente diferentes.
  4. Construa uma marca. Independentemente de você criar um blog pequeno num nicho específico ou um site grande para divulgação de milhares de ofertas, é importante você construir sua marca. Uma marca forte, consistente e facilmente identificável pelo seu público tem maior tendência para perpetuar no tempo, se comparada com sites criados apenas com o objetivo de gerar cliques. Acrescentar valor ao seu público-alvo fará com que as suas conversões sejam bem melhores.
  5. Estude mais sobre SEO e tráfego. Você precisará dominar a arte da otimização para motores de busca e geração de tráfego. Dominando o tráfego orgânico e o tráfego pago, você terá uma vantagem competitiva muito grande em relação à grande maioria dos afiliados que trabalha nesse mercado.
  6. Estude mais sobre publicidade paga. Entender como funciona a publicidade paga poderá ser uma grande vantagem em sua estratégia de marketing de afiliados. Dominar ferramentas como o gestor de anúncios do Facebook, a plataforma do Google AdWords ou a compra de tráfego pago será um fator decisivo no momento em que você decidir escalar o seu negócio.
  7. Seja criativo. Faça seu trabalho de casa primeiro. Analisar seus concorrentes e entender como eles trabalham fará com que você consiga se antecipar mais facilmente e pegar uma boa fatia desses mercados. Acompanhe o que outros estão fazendo e seja criativo no momento de escrever seus conteúdos, gravar seus vídeos ou criar seus anúncios. Abordagens diferentes quase sempre geram melhor resultado.
  8. Teste, teste e teste. No marketing não existem verdades absolutas. Aquilo que funciona para mim, possivelmente não vai funcionar para você. Questione tudo o que você lê e ouve…e teste. Teste sempre. Quanto mais você testar, maiores serão as suas chances de ser bem sucedido enquanto afiliado. O melhor produto, não é, necessariamente, aquele que gera mais vendas. A melhor plataforma de afiliados não é, necessariamente, aquela de que toda a gente fala. Esse mercado é muito grande e as oportunidades são inúmeras. Teste tudo!
  9. Mensure, mensure e mensure. De pouco adianta você ter uma estratégia fantástica e um planejamento extremamente sólido, se você não mensura os seus resultados. Olhar para as métricas é fundamental para entender o comportamento do seu público em relação às suas ações de marketing. Analise ao milímetro cada uma das suas ações para entender o que você pode fazer para melhorar suas conversões.
  10. Escalar, escalar e escalar. Depois de encontrar um modelo eficaz para divulgação de programas de afiliados, que gera um ROI (retorno sobre o investimento) positivo para o seu negócio, você deve escalar ao máximo esse modelo. Isso pode significar aumentar o tráfego, o budget para publicidade ou a internacionalização do seu modelo para outros países. Não interessa como você vai fazê-lo, o importante é fazer.