O que é co-marketing e quais as vantagens desta estratégia para seu negócio?

Aprenda a encontrar bons parceiros e oportunidades para seu negócio.

“Uma andorinha não faz verão sozinha!” Se você já ouviu esse ditado alguma vez em sua vida, sabe que ele vai além das relações pessoais e encaixa-se perfeitamente na vida profissional.

E quando falamos disso, não estamos nos referindo apenas a sua carreira, mas também as relações comerciais que são construídas por uma ou mais empresas.

No mercado digital, esse ditado pode ser ainda mais ampliado, principalmente quando pensamos em parcerias comerciais.

Entre as várias estratégias para aproximar duas marcas, o co-marketing tem ganhado destaque principalmente por causa de seu objetivo de expandir a divulgação de um negócio para outros públicos.

Para um empreendedor digital, é fundamental conhecer várias maneiras de aumentar o alcance de sua marca.

Se esse é seu objetivo, confira, a seguir, nossas dicas para te ajudar a encontrar bons parceiros para aplicar estratégias de co-marketing em seu negócio.

Entendendo o co-marketing

Como o próprio nome já sugere, co-marketing é a união das estratégias de marketing de duas marcas com o objetivo de criar e divulgar produtos, serviços ou conteúdos que sejam interessantes para um público em comum.

Ou seja, são as ações de marketing compartilhadas por duas empresas a fim de atingir uma audiência que tenha o perfil parecido e que, por algum motivo, ainda não conhece as duas marcas.

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo:

O McDonald’s é uma rede de restaurantes mundialmente conhecida por seus lanches rápidos. Além dos hambúrgueres, eles também investem em outros tipos de alimentos, como os sorvetes.

Apesar de todo esse sucesso, visando atingir um público ainda maior e que goste de sobremesas diferentes do que apenas um sorvete comum, o McDonald’s passou a fazer parcerias com fabricantes de chocolates.

Hoje, dentre os diversos sabores do McFlurry (uma sobremesa do McDonald’s que você consegue comprar em qualquer lugar do mundo), é possível encontrar uma opção com M&M’s, outra marca muito conhecida em seu nicho.

O que essas duas empresas têm em comum?

Ambas pertencem ao nicho de alimentação e têm opções de sobremesa para seu público. Isso significa que as pessoas que consomem os produtos das duas marcas estão em busca de produtos parecidos: algo doce para saborear depois de uma refeição.

Então, em uma estratégia de co-marketing, McDonald’s e M&M’s se uniram para criar uma sobremesa única, que atingisse os dois público e que ainda ampliasse a divulgação e os lucros das duas marcas.

co-marketing - imagem de um slogan da mm's

Como encontrar parceiros para co-marketing

É claro que o co-marketing traz várias vantagens para seu negócio (falaremos mais sobre isso ainda neste texto), mas você já deve estar pensando:

Como consigo encontrar as marcas certas para fazer esse tipo de parceria?”

Se você pensou que não pode se unir a qualquer empresa apenas para ampliar o alcance de sua marca, você está certo.

Ao procurar parceiros para fazer co-marketing, você precisa levar em consideração:

1. Público-alvo

Tenha certeza de que o público da empresa parceira tem características parecidas com o seu.

De nada adianta tentar fazer co-marketing com uma marca que fale para uma audiência completamente diferente da sua.

Provavelmente, essas pessoas terão pouco ou até mesmo nenhum interesse no que você tem para oferecer.

Não faça parcerias com alguém apenas porque essa pessoa tem um público muito maior do que o seu.

2. Autoridade da marca

Escolha parceiros que já sejam vistos como referências em suas áreas de atuação.

Se seu objetivo é atingir um público engajado, é importante que a marca com quem você quer fazer co-marketing já seja conhecida.

Isso será ainda mais importante se o tipo de estratégia que vocês utilizarem for a de criação de conteúdo.

Afinal, é muito mais fácil conversar com um público que acompanha e acredita naquilo que a empresa está falando.

3. Produto ou conteúdo oferecido

Deixe bem claro qual será o tipo de produto ou conteúdo que você oferecerá e entenda bem o que a outra pessoa dará em troca.

Uma estratégia de co-marketing bem organizada é aquela que o trabalho de criação e divulgação é igual para os dois lados.

Você não vai querer um parceiro que não colabora com as ações de marketing planejadas e muito menos alguém que deixe todo o trabalho para você.

Além disso, tenha certeza de que aquilo que o parceiro oferece segue os mesmos critérios de qualidade que os seus.

Assim, você evita que sua audiência receba algo ruim com o qual ela não está acostumada e também evita que seu nome seja vinculado a um produto ou conteúdo de baixa qualidade.

4. Comunicação

Criar estratégias de marketing em uma empresa com muitos funcionários já é algo que envolve muita conversa para que tudo saia da maneira como você imaginou.

Imagine, então, ter que envolver pessoas que não estão em seu convívio diário?

Sempre que você prospectar outras marcas para fazer parcerias, tenha certeza de que a comunicação será clara.

Se desde o início você perceber alguma dificuldade para conversar com o parceiro, pense melhor se você quer realmente seguir com a estratégia de co-marketing.

Quanto mais difícil for a comunicação, mais complicado será para definir as ações que vocês farão juntos. Ou seja, mais tempo você gastará para criar e divulgar novos produtos ou conteúdos.

5. Conhecimento do mercado

Tenha certeza de que as pessoas com quem você quer fazer co-marketing conheçam bem o mercado delas e também o seu.

É importante que você dê ideias que possam ser usadas pela outra empresa, assim como eles também apresentem possíveis soluções para você.

Quando os dois lados conhecem bem as áreas que serão impactadas com as ações de marketing das duas marcas, é muito mais fácil encontrar estratégias de divulgação que sejam realmente assertivas.

Vantagens do co-marketing

Agora que você já entendeu como encontrar bons parceiros para fazer co-marketing, vamos mostrar as principais vantagens dessa estratégia:

1. Mais alcance

Toda estratégia de marketing tem como objetivo divulgar seu negócio.

A partir do momento que você se une a outra marca para pensar em ações de marketing compartilhadas, se os dois lados aplicarem corretamente o que foi planejado, a divulgação dos dois negócios será maior.

Se você fizer co-marketing com empresas que completam seus produtos ou conteúdos, você consegue fazer com que sua audiência conheça as soluções que eles oferecem, da mesma forma que o público delas passa também a te conhecer.

2. Acesso a um público novo

Essa vantagem é complementar à primeira.

Com mais alcance, automaticamente, mais pessoas passam a conhecer sua marca. E é bem provável que boa parte da audiência da empresa com que você fez parceria ainda não te conheça.

A partir do momento que vocês planejam juntos ações de divulgação de seus produtos e serviços, as duas empresas têm acesso a um público que antes não conhecia e não atingia.

Pode ser que pessoas que nunca ouviram falar de seu negócio percebam que você tem a solução para algo que elas precisavam e não sabiam onde procurar.

E quanto mais pessoas interessadas pelo que você oferece, maiores as chances de aumentar suas vendas.

3. Reconhecimento como autoridade

Ao fazer co-marketing com marcas reconhecidas de seu mercado, você passa a ser visto também como uma referência no assunto que você aborda.

Se as pessoas fazem parcerias com você, é porque elas acreditam que você é uma autoridade em seu nicho.

Isso é importante para sua audiência, que perceberá que aquilo que você oferece tem muito valor, e também para o mercado, que te reconhecerá como um especialista.

4. Menção em outros sites

No tópico anterior, falamos da importância de você ser visto como uma referência para seu público e também para seu mercado.

Mas, além disso, é muito importante que os mecanismos de busca percebam que seu negócio é o mais procurado em seu nicho.

Todas as vezes que você é mencionado em blogs e sites de outras pessoas, os buscadores, como o Google, percebem que seu conteúdo é completo e importante para seu mercado.

Isso é uma ótima estratégia de SEO que pode te ajudar a aparecer nos primeiros resultados de buscas de palavras-chave.

5. Divisão de custos e trabalho

Dependendo das estratégias de marketing que você utilizar, é provável que haja alguns gastos que você precisa fazer, principalmente se pensarmos na criação de algum anúncio pago ou um novo produto.

Ao fazer co-marketing, esses custos podem e devem ser divididos entre as duas empresas.

Mas, além da divisão dos custos, pense em uma estratégia de criação de ebook relacionado a seu mercado, por exemplo.

Para que o conteúdo seja completo, você com certeza precisará investir bastante tempo na hora de escrever.

Se você tiver um parceiro, é possível dividir o trabalho, o que fará com que vocês dois gastem menos tempo criando o ebook.

Além disso, é provável que vocês tenham mais informações do que se estivessem escrevendo sozinhos. Afinal, haverá mais de uma visão de mercado naquele conteúdo e suas ideias podem se complementar.

Como criar uma estratégia de co-marketing

Depois de ter encontrado bons parceiros e entender as vantagens do co-marketing, se você ainda não usa esta estratégia, deve estar se perguntando:

“Como criar uma estratégia de co-marketing?”

Existem várias maneiras de fazer isso, mas há alguns passos que são fundamentais para qualquer ação em conjunto com outras empresas. São elas:

  • Tenha um objetivo: não proponha uma parceria se você não souber o que quer alcançar com ela.
  • Planeje suas ações: pense no formato de conteúdo ou produto que você quer produzir e planeje seus passos antes de propor co-marketing para seus parceiros.
  • Escolha bem seus parceiros: depois de entender o que você precisa alcançar e o tipo de material que você quer divulgar, pense em parceiros que podem contribuir positivamente com suas ideias e que também possam se beneficiar com as ações planejadas.
  • Pense em sua persona: nunca deixe seu cliente de lado. Pense sempre no que ele precisa e no que pode agregar valor para a experiência de sua audiência.
  • Mantenha seus valores: nunca faça co-marketing com uma marca que vai contra os valores de sua empresa. Tenha sempre em mente a imagem que você quer passar para seu público.
  • Divida as ações de marketing: não pegue tudo para você fazer. Divida todas as ações de sua estratégia de maneira igualitária para ser justo para você e para a empresa parceira.
  • Avalie seus resultados: depois de rodar as estratégias que vocês escolheram, avalie os resultados de suas ações para ter certeza de que tudo que foi planejado está dando o retorno esperado.

Principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços

Você está analisando seus resultados de maneira eficaz? Descubra aqui as principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços!

 

O marketing, aos olhos de quem observa de longe, pode parecer uma arte —  e de certa forma é  — , já que envolve atrair o público a uma mensagem, convencê-lo dela e, por fim, fazê-lo pagar por isso.

Mas para quem vivencia a rotina diária do marketing digital, sabe que também há um elemento de ciência por trás de estratégias vencedoras.

Afinal, fazer testes e acompanhar métricas são parte vital do trabalho.

E falando nisso, são tantas opções de métricas que pode ficar até difícil saber a quais dar prioridade, não é mesmo?

Pensando nisso, separamos algumas das principais métricas de marketing que você precisa acompanhar de perto para saber se seus esforços estão surtindo efeito. Vamos lá!

Nest post você vai ver:

  • Métricas de atração
  • Preparando o terreno para a sua análise
    • Número total de visitas
    • Número de visitantes recorrentes
    • Fontes de tráfego
    • Tráfego em dispositivos móveis
    • Conteúdo compartilhado
  • Métricas de conversão
    • Bounce rate
    • Total de conversões
    • Taxa de conversão do funil
    • Taxa de cliques
    • Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes
  • Métricas de receita
    • CAC — Custo de aquisição por cliente
    • LTV — Lifetime value
    • MRR — Receita mensal recorrente
    • ROI — Retorno sobre investimento
    • NPS — Net promoter score

 

Preparando o terreno para sua análise

Antes de nos aprofundarmos nas métricas de marketing mais importantes, é preciso preparar o terreno para realizar uma análise de qualidade, que realmente dê resultados.

Essa preparação pode ser dividida em dois passos: a definição dos objetivos e a escolha das ferramentas certas. Veja um pouco sobre cada um deles:

Definição de objetivos

Definir os seus objetivos de marketing é o primeiro passo para que sua análise de métricas seja bem-sucedida.

À partir do momento em que sabe aonde quer chegar com cada campanha, se torna mais fácil mensurar os resultados e avaliar seu progresso com o passar do tempo.

Com isso em mente, pense bem no que você planeja conquistar e defina prazos para cada objetivo. Isso vai garantir que as métricas sejam realmente usadas para melhorar seu desempenho.

Escolha de ferramentas

Há tantas ferramentas disponíveis para fazer análise de métricas que é até fácil se confundir um pouco. Por isso, vale a pena fazer um trabalho de curadoria desde o início, a fim de manter o trabalho simples e ágil.

Enquanto algumas ferramentas são extremamente completas e elaboradas, outras atendem a questões específicas. Algumas das principais são:

  • Google Analytics: É a ferramenta mais conhecida e usada no que diz respeito a análise de métricas. O GA é completo, simples de implementar e oferece até a opção de personalizar os relatórios;
  • Mixpanel: Essa ferramenta tem sido cada vez mais usada por algumas das empresas mais respeitadas do mundo em seus segmentos — incluindo a Rock Content! — , e foca nas ações que seus visitantes tomam em tempo real;
  • Kissmetrics: O software da Kissmetrics acompanha o comportamento do usuário para identificar pontos falhos e o que precisa ser melhorado para aumentar as conversões.

 

Métricas de atração

Já que a primeira parte do trabalho de marketing é atrair o público, é por aí que vamos começar nossa análise.

Mais do que acompanhar o número de pessoas que chegam até seus canais de marketing, é importante entender como usar as informações encontradas para otimizar a atração de novos visitantes.

Veja algumas das principais métricas de atração a que você precisa ficar atento:

Número total de visitas

Alguns acham que métricas mais abrangentes como o número total de visitas de um site não são de proveito, mas isso não é verdade. Ter esses dados à mão pode sim ser de grande ajuda.

É claro que sozinho esse indicador não fará grande diferença para os seus resultados, afinal será vago demais para te ajudar a chegar a qualquer conclusão acertada.

E mesmo que apresente um grande aumento, o número de visitas por si só não diz muito sobre como anda sua estratégia de marketing, de modo geral.

Porém, se for usado em conjunto com outras métricas o número total de visitas sem dúvida será de ajuda para identificar como anda seu poder de atrair o público.

Como medir o número total de visitas? É muito simples. Qualquer ferramenta de análise terá esse recurso entre suas principais funcionalidades, de modo que você só precisará dar atenção aos relatórios para ver.

Número de visitantes recorrentes

O número de visitas recorrentes já é um pouco mais específico que o número total, pois analisa somente as pessoas que entraram no seu site e resolveram voltar depois.

Quanto mais visitas recorrentes melhor, pois isso é um sinal de que as pessoas estão gostando do que encontram no primeiro acesso, e desejam voltar outras vezes.

Além disso, é possível afunilar ainda mais a busca à partir daí: por observar quais são as ações dos visitantes recorrentes, poderá identificar o que mais interessa seu público e os faz retornar.

Por exemplo, se a maior parcela dos que revisitam seu site estiver sendo direcionada ao blog, é o conteúdo que prendeu sua atenção.

Por outro lado, se o interesse principal é pela página de produtos ou serviços, sua abordagem de vendas pelo site está funcionando.

Por fim, observe a proporção de visitantes recorrentes com o passar do tempo para ver como o novo conteúdo que produz está fazendo efeito.

Assim, se notar que com o passar dos meses o número só aumenta, o conteúdo novo está indo bem. Caso contrário, reavalie o material com que conseguia melhores resultados e entenda como voltar a produzi-lo.

Para medir esse aspecto também basta observar os relatórios da sua ferramenta favorita, junto do total de acessos.

Fontes de tráfego

As fontes de tráfego — de onde os visitantes vem quando acessam sua página — são essenciais para o bom desempenho do seu planejamento de marketing.

Dessa forma, é possível saber se são seus próprios esforços — como perfis nas redes sociais, SEO bem feito, links de guest posts, etc. — são responsáveis pelos acessos.

Se notar que os canais de atração não estão atraindo tanto tráfego para o seu site, poderá ver o que precisa de ajuste em cada um deles.

Por sua vez, é possível também se dedicar ainda mais aos canais que dão bons resultados, a fim de continuar a otimizá-los.

Ao usar o Google Analytics, por exemplo, as fontes de tráfego são mostradas até em detalhes: além de saber de que sites seus visitantes vieram, recebe até dados demográficos sobre eles (país, idioma, idade, etc.).

 

Tráfego em dispositivos móveis

Que dizer do número de pessoas que acessa seu conteúdo por meio de dispositivos móveis? Esse aspecto, mais do que nunca, precisa ser levado em conta por quem leva o marketing digital a sério.

Já se foi o tempo em que a grande maioria das pessoas usavam a internet em computadores de mesa ou notebooks. Hoje, tablets e smartphones são a regra.

Isso faz com que os sites de design responsivo ou que têm versão mobile tenham a preferência e ganhem maior tráfego.

O mais interessante é que esse trafego é qualificado, ou seja, composto por pessoas que têm real intenção de compra.

Até porque a experiência de navegação ainda não é tão boa em dispositivos móveis quanto em aparelhos maiores.

Por isso os usuários “perdem menos tempo” apenas observando, preferem usar seus aparelhos quando realmente pretendem fazer uma compra.

Mais do que o número de acessos, as ferramentas de análise tornam possível descobrir até os navegadores ou sistemas operacionais usados pelos usuários, o que pode ser de grande utilidade ao criar um app nativo.

Conteúdo compartilhado

Quanto do seu conteúdo é compartilhado por outros? É verdade que muitas pessoas compartilham material que nem sequer consumiram, mas essa ainda é uma métrica valiosa. Por quê?

Quanto mais pessoas verem seu conteúdo, maiores as chances de clicarem nele e tirarem proveito do que foi preparado.

Além disso, se alguém resolveu compartilhar, no mínimo o título fez um bom trabalho de chamar atenção, não é mesmo?

Pense da seguinte forma: cada compartilhamento é como uma semente do seu conteúdo que se espalha pela web e pode dar frutos se cair no solo certo, ou seja, se chegar até sua persona.

Há muitas formas de medir o volume de compartilhamentos. Ferramentas como HootsuiteBuffer e Bitly são excelentes para isso.

Todos eles identificam quantas pessoas compartilharam, quantos cliques o link conseguiu com base nesses compartilhamentos, e uma série de outras informações relevantes.

Métricas de conversão

Quanto mais pessoas você atrair, melhores serão suas chances de converter visitantes em leads e, futuramente, em clientes.

Mas, não adianta nada ter um alto volume de visitantes se os seus mecanismos de conversão não forem eficientes.

Para garantir que não haja desperdício, vamos ver algumas métricas de conversão a que você precisa dar atenção:

Bounce rate

O bounce rate, ou taxa de rejeição, se refere a quantas pessoas saíram do seu site na mesma página em que entraram, sem visitar outras páginas do site ou se interessar por qualquer material adicional.

Por que é importante acompanhar o bounce rate? Por que ele pode indicar algumas das principais fraquezas do seu site, como páginas que não cumprem o que o título do SEO prometia, navegação ruim, etc.

Como cada página terá sua própria taxa de rejeição, fica fácil também perceber quais páginas precisam de mais trabalho para atingir as expectativas do público e prender sua atenção.

Porém, é importante também pensar no propósito de cada página. Enquanto uma taxa de rejeição alta no seu blog é preocupante, o mesmo índice em uma página de contato não seria tão ruim, em certas circunstâncias.

Suponha que a página contenha apenas um e-mail que o usuário pode usar para entrar em contato. Nesse caso, o fato dele sair da página não indica necessariamente falta de sucesso.

O que pode ser feito é tomar alguma medida prática para incentivá-lo a explorar mais, como um CTA bem colocado em um ponto estratégico da página.

Visto que também é medido automaticamente pelas principais ferramentas de análise, você não precisa saber nenhuma fórmula para calcular o bounce rate.

Total de conversões

As conversões são o objetivo primário de qualquer campanha de marketing, por isso essa é uma das métricas mais importantes a acompanhar.

Antes de mais nada, vamos definir o que são conversões: cada passo que o visitante dá rumo a se tornar cliente pode ser considerado uma conversão.

Em outras palavras, pode ser desde assinar sua newsletter, baixar um e-book, se inscrever em um webinar, usar a versão de testes do seu produto ou mesmo se tornar cliente, de modo definitivo.

Um número baixo de conversões torna necessário encontrar os problemas que estão afastando os visitantes, e podem ser vários — desde um website mal projetado a conteúdo sem profundidade.

Algumas ferramentas, como o Google Analytics, permitem definir metas específicas e acompanhar o alcance delas. Dessa forma, você pode selecionar cada um dos seus pontos de conversão e observá-los separadamente.

Taxa de conversão do funil

A melhor forma de gerenciar suas estratégias de marketing é tendo como base o funil, uma maneira simples e eficiente de conduzir os clientes pela jornada de compra.

Pensando nisso, em vez de analisar apenas o número total de conversões, é de grande benefício avaliar também o quanto sua estratégia é eficiente em cada parte do funil.

Fazendo isso, talvez você note que a maior parte dos problemas de conversão se concentram em uma etapa específica do funil, enquanto as outras desempenham bem.

Realizar um diagnóstico rápido e preciso dessa forma torna muito mais fácil encontrar uma solução para o problema e melhorar os resultados.

Como fazer esse acompanhamento? Uma boa maneira é por manter um registro de quantas pessoas passam de uma etapa para outra do funil, e quais são os mecanismos que ajudam a prever como essa transição vai ocorrer.

Taxa de cliques

A taxa de cliques — também conhecida como Click-through rate, ou CTR — é outra forma pertinente de medir o sucesso de suas campanhas de e-mail marketing e anúncios pagos. Por quê?

No caso do e-mail marketing, ela mostra qual a proporção de pessoas que clicaram no conteúdo dos e-mails com relação as que o abriram.

Por exemplo, se mil pessoas abrirem um e-mail, e 250 delas clicarem em um link contido nele, sua taxa de cliques é de 25%.

Saber disso é útil para determinar se suas campanhas estão sendo bem recebidas pelos assinantes, e ajudar a otimizá-las ainda mais.

Já no caso dos anúncios patrocinados, quanto maior for o seu CTR, menor será o custo por clique, o que pode significar mais visitantes por um preço menor.

Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes

Como já dissemos, diversas ações podem representar uma conversão, mas existe ainda outro detalhe que precisa ser levado em consideração.

Analisar a proporção de conversões conquistadas na primeira visita e das que são realizadas por visitantes recorrentes ensinam lições valiosas para o seu planejamento.

Uma delas é quanto o seu site é eficiente: muitas conversões na primeira visita mostram que todas as peças estão bem encaixadas.

Porém, o mais comum é que algumas visitas sejam necessárias até que a conversão aconteça. Nesse caso, qual a média de visitas até conseguir uma?

Ter esses dados à disposição será muito útil para entender melhor o comportamento dos seus visitantes e otimizar seu site com base nisso para aumentar os resultados.

 

Métricas de receita

Será que o acompanhamento termina quando os leads se tornam clientes e passam a pagar pelos seus produtos ou serviços? Longe disso!

É vital continuar observando métricas para saber se os investimentos feitos realmente estão valendo a pena.

Sendo assim, note 4 indicadores que ajudarão a tornar o planejamento de marketing mais eficiente e barato, ao mesmo tempo:

CAC — Custo de aquisição por cliente

O Custo de aquisição por cliente, ou simplesmente CAC, serve para mostrar exatamente quanto você gasta para conseguir cada novo consumidor para o seu produto ou serviço.

Isso é fundamental, pois se os esforços de marketing estiverem esgotando demais os recursos da empresa estará montada a receita para o fracasso.

Como medir o CAC, afinal de contas? Não é tão complicado. Basta somar todas as suas despesas com marketing por um determinado período e comparar isso com os resultados conquistados.

Por exemplo, suponha que seus gastos com marketing foram de R$5.000,00 em um período de dois meses, e conseguiu 10 novos clientes em resultado disso.

Isso daria uma média de R$2.500,00 gastos e 5 clientes conquistados por mês, ou seja, seu CAC seria de R$500,00. À partir daí, poderá ver se o valor encontrado é aceitável ou não.

LTV — Lifetime value

Depois de encontrar o valor do CAC, como saber se o investimento feito está sendo alto demais ou não? Por compará-lo com o Lifetime value, ou valor vitalício do cliente.

O que é isso? O LTV consiste, basicamente, em prever quanto dinheiro você deve esperar ganhar, em média, com cada cliente pelo tempo em que ele comprar de você.

O cálculo do lifetime value também não é difícil, apesar de depender de outras métricas.

Você precisa do ticket médio e da taxa de abandono dos clientes, para saber quanto tempo em média eles usam seu produto.

Nesse caso, multiplicamos o ticket médio mensal pelo tempo de permanência dos clientes.

Supondo que o seu ticket médio seja de R$200,00 e o tempo de permanência de 12 meses, temos o seguinte cálculo:

200 (ticket médio) x 12 (tempo de permanência) = R$2.400,00 (LTV).

MRR — Receita mensal recorrente

A receita mensal recorrente — ou Monthly recurring revenue (MRR) — é muito útil principalmente para empresas que operam no modelo de assinaturas.

Essas empresas precisam se manter atentas à quantia que entra todo mês em caixa para realizar um bom planejamento financeiro e se manter relevantes no mercado.

É bom lembrar que negócios que adotam esse modelo precisam ter uma alta taxa de retenção, ou seja, manter os clientes pelo máximo de tempo possível.

O MRR é um bom indicativo de como você está se saindo nisso, sem contar que se trata de uma métrica que indica a situação real do negócio, os resultados não mentem.

Por somar a receita recorrente com as demais métricas, poderá avaliar também a necessidade de fazer mudanças na estratégia de preços.

ROI — Retorno sobre investimento

O retorno sobre investimento, que declara o quanto seus esforços de marketing estão realmente produzindo lucro para a empresa, também é uma métrica indispensável.

Na verdade, podemos até dizer que o ROI é a principal métrica de marketing que você deve seguir, pois no fim das contas o objetivo é um só: conseguir lucro.

E para calcular o retorno sobre investimento, a conta é simples:

ROI = receita -custo do investimento/custo do investimento

Para ficar mais fácil de entender, suponha que você gastou R$8.000,00 com sua estratégia de marketing, e teve R$10.000,00 de receita, a conta fica:

ROI = 10.000–8.000/8.000

ROI = 2.000/8.000

ROI = 0,25

Seu retorno, nesse caso, seria de 0,2 (ou 20%) sobre o valor investido.

NPS — Net promoter score

Em uma escala de 0 a 10, qual seria a probabilidade de seus clientes o recomendarem para alguém?

Essa é a ideia do Net promoter score, medir o grau de satisfação e o potencial de marketing de seus clientes atuais.

Quanto mais alto for o seu NPS, maior será o “boca a boca” gerado em favor da sua marca e as chances de cada campanha se tornar um sucesso.

Por isso, se esforce em descobrir o NPS do seu negócio e aumentar esse número cada vez mais, para conseguir promotores e alavancar seus esforços de marketing.

Por fim, essa métrica vai até um pouco além de ver se sua estratégia de marketing está funcionando, pois ajuda a descobrir também se a empresa, como um todo, está entregando o que promete.

Seguindo essas métricas de marketing — tanto individualmente quanto em conjunto — e agindo com base nos dados coletados, você vai conseguir validar seus esforços com precisão e manter sua estratégia em dia, conquistando resultados cada vez melhores.

10 dicas para melhorar sua produção de conteúdo

Saiba como deixar seus conteúdos irresistíveis!

Se você trabalha na internet, com certeza sabe a importância da produção de conteúdo tanto para atrair clientes em potencial, como para se tornar uma autoridade na área que você atua.

Há várias maneiras para entregar conteúdos atrativos que eduquem sua audiência, entre elas, o blog tem grande destaque. Afinal, essa é uma estratégia prática e simples para compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.

Porém, de nada adianta ter um blog se os conteúdos que você compartilha não são lidos.

Quer saber como deixar sua produção de conteúdo melhor?

Acompanhe as 10 dicas que separamos para te ajudar na hora que você estiver escrevendo os textos de seu blog:

1. Escreva para seu público

Uma boa produção de conteúdo é aquela que é feita para um público específico. Afinal, quando você quer atingir várias pessoas com perfis completamente diferentes, pode ser que não consiga abordar tudo que todos procuram em um mesmo texto.

É por isso que o primeiro passo que você deve tomar ao começar a escrever um texto é pensar exatamente para quem você está escrevendo.

Faça uma pesquisa de persona para conhecer sua audiência e utilize essas informações para pensar nos temas que você irá abordar e na maneira como seu texto será escrito. E quando falamos disso, estamos dizendo que você precisa pensar desde os tópicos de seu texto até a linguagem que usará para se comunicar com sua persona.

2. Encontre tendências

Você já viu que sua produção de conteúdo deve ser voltada para sua audiência, mas é possível também ir além das informações que você acha que seu público quer.

Com sua pesquisa de persona em mãos, você consegue entender quais são as principais dúvidas das pessoas a respeito de sua área de atuação e pode fornecer informações completas sobre esses assuntos.

Porém, além disso, é possível também procurar tendências para desenvolver textos que podem atrair mais audiência para seu blog.

Uma das maneiras de encontrar essas tendências é utilizando o Google Trends.

Com essa ferramenta, você consegue encontrar informações sobre os desejos e atitudes das pessoas na internet. O Google Trends oferece esse tipo de dado conforme as pesquisas feitas pelos usuários no Google.

A partir dessas informações, você consegue entender quais palavras-chave são mais procuradas em um período de tempo e um país específicos e, assim, pode planejar sua produção de conteúdo a respeito daquele tema.

3. Crie títulos atrativos

Você provavelmente já deve ter deixado de clicar em algum conteúdo durante suas pesquisas no Google porque não achou que fosse encontrar todas as respostas que esperava lendo apenas o título de um texto, não é mesmo?

Quando as pessoas pesquisam algum termo na internet, a primeira coisa que elas veem são os títulos dos artigos.

É por esse motivo que você precisa pensar em um título que seja atrativo e, ao mesmo tempo, seja um resumo daquilo que você abordará em seu conteúdo.

4. Planeje suas pautas

Crie um calendário editorial com todas as pautas que você já abordou em seu blog e com os temas que você ainda falará.

Isso é muito importante pois fará com que sua produção de conteúdo não seja repetitiva. Sem contar que te ajudará a planejar com antecedência os tópicos que você precisa estudar mais para desenvolver textos melhores para sua audiência.

5. Produza conteúdo com frequência

De nada adianta ter um blog para educar sua audiência se você não produzir e publicar conteúdos com uma certa frequência.

As pessoas procuram seu blog para se informarem a respeito de assuntos relacionados a seu nicho. Imagine se elas precisarem de alguma informação e você não tiver atualizado suas postagens?

Sabemos que, no início, pode ser difícil desenvolver e publicar um texto por dia, principalmente se você trabalhar sozinho. Mas, mesmo assim, você precisa pensar na frequência de suas publicações.

Se você escolher publicar seus posts duas vezes por semana, faça isso todas as semanas e sempre nos mesmos dias. Assim, seu público saberá exatamente quando procurar informações novas em seu blog.

6. Use links relevantes

É muito importante usar links em seus textos que levem os usuários para outros conteúdos dentro seu blog. Isso faz com que as pessoas fiquem mais tempo em seu site, além de ser ótimo para quem está lendo, porque ele terá acesso a mais informações relevantes a respeito daquele conteúdo.

O grande problema é colocar muitos links apenas com a intenção de manter o usuário mais tempo no site.

Por isso, para ter uma boa produção de conteúdo, sempre que você utilizar a estratégia de backlinks, pense em informações que serão realmente interessantes para sua audiência.

7. Evite erros de português

Além de desenvolver bem todo o conteúdo de seus textos, você precisa ficar muito atento à escrita.

Acredite ou não, erros de português podem prejudicar sua produção de conteúdo. Afinal, é difícil ler até o final um texto com muitos desvios gramaticais.

Mesmo que você não seja um expert na língua portuguesa, há certos erros que você consegue evitar fazendo exercícios gramaticais online ou até mesmo com a prática da escrita. Parece clichê, mas a verdade é que quanto mais você escreve, mais você aprende a escrever.

8. Revise seus textos

Uma boa produção de conteúdo é aquela que vai desde o planejamento dos temas que serão abordados em seus textos até a revisão e publicação destes posts.

Por isso, antes de publicar qualquer texto, lembre-se de revisar tanto em questão de conteúdo quanto gramática, links e até mesmo as imagens que você usará para deixar seu texto visualmente melhor.

Se você trabalha sozinho, uma dica importante é deixar a revisão para um ou dois dias depois de você escrever. Assim, você terá uma distância temporal entre o texto e a revisão, o que ajudará a perceber com mais facilidade as melhorias que você pode aplicar em seu conteúdo.

Mas, se for possível ter outra pessoa para fazer essa parte, aconselhamos que você peça para ela ler seu texto e sugerir algumas mudanças. Um olhar diferente em seu texto pode te ajudar a enxergar melhorias que você não teria percebido sozinho.

9. Tenha domínio das técnicas de SEO

Depois de planejar e desenvolver seu texto, chegou o momento de publicá-lo.

Se seu objetivo é aparecer nas primeiras posições dos mecanismos de busca (e, acredite, essa deve ser sua meta), você precisa conhecer as técnicas de SEO e aplicá-las em todos seus conteúdos.

São essas práticas que vão te ajudar a atrair mais visitantes de maneira orgânica para seu site.

10. Não escreva conteúdos repetidos

É claro que você pode e, inclusive, deve pesquisar o que seus concorrentes abordam em suas páginas. Afinal, monitorar a concorrência é uma prática que te ajuda a entender o que outras pessoas de seu nicho estão fazendo para pensar em estratégias que façam você se destacar.

O grande problema é quando sua produção de conteúdo passa a ser idêntica ao que já foi criado por outras pessoas.

Lembra de nossa primeira dica? Ela é fundamental aqui.

Pense sempre nas informações que ainda faltam para quem pesquisa sobre determinado tema e em como seus textos podem ser úteis para completar essas lacunas.

Assim, você evita escrever conteúdos repetidos e ainda consegue fazer com que seus textos sejam realmente relevantes para sua audiência.

O que é Marketing Digital? Entenda o conceito e aprenda agora mesmo como fazer!

O conceito de Marketing Digital pode parecer muito claro, mas ao mesmo tempo é muito subjetivo. Como compreender um assunto tão abrangente? Qualquer ação da minha empresa da internet caracteriza Marketing Digital? Quais são as melhore estratégias? Como extrair o máximo potencial dessas ações?

Não resta dúvida sobre a utilidade e o crescimento do marketing digital nos próximos anos, e muita gente já sabe disso. E você? Quer estar preparado para saber tudo sobre esse assunto agora mesmo?

Se sua resposta for “sim”, criamos esse conteúdo completo para que você entenda exatamente o que é, seus principais benefícios, as estratégias utilizadas e como a sua empresa se encaixa e pode tirar proveito disso.

O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é promover produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Ele é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada, e no momento certo.

Philip Kotler — é considerado o pai do Marketing — conceitua marketing como “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”.

Porém, as maneiras de fazer com que isso aconteça sofrem mudanças quase que diariamente. Por isso, atualmente é impossível falar de marketing e ignorar que mais da metade da população mundial possui acesso à internet e que até 2021 haverão 2,3 bilhões de consumidores digitais.

É por isso que, atualmente, o Marketing Digital é a principal forma de fazer e conceituar marketing atualmente. O termo é usado para resumir todos os seus esforços de marketing no ambiente online.

Usando canais digitais — como blogs, sites, motores de busca, mídias sociais, email e outros —, as empresas tentam solucionar dores e desejos de clientes e potenciais clientes.

Você entendeu a “sacada” do conceito apresentado pelo professor Kotler? Trata-se de um processo social! É algo que depende do acordo entre duas pessoas dentro de um contexto.

Marketing Digital pode ser realizado por pessoas, empresas, universidades, ONGs, associações, igrejas… Assim, também há fatores culturais, psicológicos, geográficos, jurídicos que influenciam as pessoas na hora de comprar ou vender um produto ou serviço.

cada um deve fazer o que pode, com os meios que tem, para encontrar as oportunidades certas nesse meio!

Observe o conceito de marketing e adicione uma camada de internet. Esse é o “espírito” do marketing digital! Meios digitais envolvem computadores, e a forma dominante de comunicação digital é a internet.

O grande fluxo de comunicação que a web proporciona, hoje, favorece estratégias ágeis, como Search Engine Optimization, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, como veremos nos próximos tópicos.

Quando falamos de aumentar nossa rede, fortalecer a nossa marca e realizar melhores vendas, todos esses são objetivos em que o marketing digital é uma importante ferramenta para alcançá-los.

Para chegar lá, os meios digitais são os melhores para observar e testar a efetividade das nossas ações.

Por isso, o Marketing Digital possui os melhores meios disponíveis para calcular o retorno sobre cada investimento, definir métricas mais claras e simples de medir.

Não é à toa que esse conceito é chamado de novo marketing.

Contexto

Chegou o momento nostalgia! Nos anos 90, a internet passou por uma onda de crescimento, da qual muitas das principais empresas do mundo surgiram (e muitas também desapareceram).

Chamamos esse período de Web 1.0 — quando os primeiros mecanismos de busca, as primeiras vendas online e os primeiros softwares de comunicação se tornaram acessíveis.

Foi nessa época que surgiu o Google (em sua forma mais rudimentar), bem como vários outros motores de busca, e o ICQ, por exemplo. Foi neste período — o de nascimento da internet como conhecemos — que o termo Marketing Digital começou a ser utilizado.

A evolução da Web

Na época, a web era apenas para pessoas e empresas mais entusiastas, o que é compreensível. Afinal, ali também havia poucos consumidores. Mas a rede foi adquirindo tração e as tecnologias foram se sofisticando sem que percebêssemos.

Em 1993, quando o primeiro anúncio clicável foi publicado, a internet possuía cerca de 130 sites no ar. Ao fim dos anos 2000, quando o marketing digital se tornou a base do que conhecemos hoje, já eram 17 milhões. Vale ressaltar que empresas como Google, PayPal e Amazon já existiam nesse período!

Mix de Marketing

Mesmo sendo digital, ainda estamos falando do marketing. E o marketing, como campo de estudo, nos fornece muitas ferramentas que se aplicam perfeitamente quando falamos de Marketing Digital. Muitas delas, inclusive, podem ser expandidas para se encaixar melhor ao mundo da internet.

Por exemplo, você conhece o conceito de 4 Ps do Marketing?

Também conhecido como Mix de Marketing, esse conceito se refere a um produto ou serviço em quatro pontos-chave:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Um diagrama de quatro elementos fundamentais para criar uma estratégia.

4 Ps do Marketing

Assim, quando aplicado ao universo digital, há autores que estendem esse diagrama para mais alguns elementos.

5 Ps do marketing

Com o tempo, a importância de valorizar o consumidor como parte da estratégia fez com que um novo P fosse acrescido ao conceito, o de people — Pessoas.

Nesse contexto as empresas passaram a considerar mais o poder de compra do público na hora de criar campanhas, entendendo que essas pessoas precisam ser conquistadas não apenas pelo produto e o que o envolve, mas também pelas marcas.

8 Ps do marketing

Finalmente chegamos a era dos 8 Ps do Marketing, onde além de Preço, Praça, Produto, Promoção e Pessoas, temos:

  • Processos;
  • Posicionamento;
  • Performance.

8 Ps do Marketing

Eles passaram a ser determinantes para identificar as ações de sucesso no Marketing.

Nesse sentido o Digital foi fundamental, porque as ações online permitem que as pessoas avaliem os resultados obtidos de maneira sistêmica e escalável, contribuindo para tornar as ações ainda mais direcionadas e estratégicas. Vamos explicar mais adiante com detalhes como isso funciona.

Conceitos chave de Marketing Digital

Assim como cada especialização tem suas especificidades, o marketing digital é um universo com seus próprios termos. Antes de começar esse post, vamos elucidar cada um desses principais conceitos.

Persona

Ao contrário das estratégias tradicionais, o Marketing Digital trabalha com o conceito de personas, que são perfis semi fictícios, baseados nos seus consumidores reais, e que representam o seu comprador ideal. Assim você consegue criar ações mais segmentadas e direcionadas para as pessoas certas, poupando tempo e dinheiro.

Lead

Leads são oportunidades de negócio. São os contatos que, através de uma estratégia de Inbound Marketing, deixam suas informações chave para que você consiga identificar os seus compradores em potencial e nutrí-los com informações relevantes até que eles estejam prontos para o momento de compras.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas, também conhecido como Jornada do Consumidor, são as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra, desde a compreensão de um problema, passando pela consideração de compra até a decisão.

Landing Page

São as páginas de capturas de leads, 100% focadas em conversão. A ideia é que nessas páginas você ofereça um conteúdo ou material de valor e em troca os visitantes mais interessados deixem suas informações de contato e, com isso, se tornem leads.

SEO

Search Engine Optimization ou otimização para mecanismos de busca. São as ações que contribuem para melhorar o potencial de rankeamento de suas páginas e conteúdos, ajudando você a cumprir os principais pré-requisitos exigidos pelas plataformas de pesquisa.

CTA

Os Calls-to-Action ou CTAs são os botões ou chamadas que direcionam a ação que os seus usuários devem cumprir ao visitar uma página, para que continuem no fluxo do seu funil de vendas e cheguem ao momento de compra preparados para o consumo.

Fluxo de Nutrição

É um processo de automação de Marketing onde uma ação do usuário é o gatilho para um fluxo de mensagens, geralmente por email, com o objetivo de ajudar o seu visitante a caminhar pelo funil de vendas.

Você pode conferir mais termos específicos sobre o tema neste Glossário Completo de Marketing Digital.

Vantagens do Marketing Digital

Vantagens do Marketing DigitalPor que o marketing digital deve ser uma prioridade para as empresas e quais os principais benefícios que uma estratégia online pode oferecer? Neste tópico vamos abordar esse assunto.

Você já deve ter percebido o quanto o Digital mudou a maneira de fazer marketing e para melhor, tanto para empresas quanto para consumidores. Existem diversas vantagens que podem representar economia para ambos, além de estreitar as relações entre o público e as marcas.

Interatividade

Uma das principais razões pelas quais o Marketing Digital é cada vez mais adotado em relação aos canais tradicionais, sobretudo os canais offline, é a interatividade com o público. O foco não está mais no produto e sim na experiência do usuário em sua jornada de compra.

As empresas fazem campanhas, publicações e ações, e do outro lado os consumidores podem interagir, opinar e indicar para outras pessoas apenas com alguns cliques, aumentando o engajamento com as marcas, bem como as exigências do público. Assim, é necessário cada vez mais a maneira de falar com a sua audiência.

Análise e mensuração

Imagine o mundo nos anos 1960, quando o modelo de negócios das agências de marketing e publicidade estava decolando. Neste período, poucas eram os métodos de medir a efetividade das campanhas publicitárias e anúncios veiculados.

Pode-se dizer que, até a chegada da internet, muito dinheiro foi gasto em ações ineficientes! Afinal, se você não consegue medir se um cliente foi convencido pela sua ação de marketing a comprar um produto ou serviço, é difícil dizer se a sua estratégia é efetiva.

No mundo do marketing online, a obtenção e análise de dados é uma etapa fundamental para a melhoria contínua da sua estratégia.

Felizmente, hoje absolutamente tudo deve ter o seu retorno comprovado. Métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem (e devem!) ser analisadas em tempo real.

Assim, as empresas podem identificar falhas rapidamente, colocando melhorias em prática. Isso era impensável há bem pouco tempo.

Mais oportunidades para as empresas

Além de tudo isso, a diminuição das distâncias literalmente entre empresas e clientes ajudou e muito. Afinal, hoje mesmo as pequenas marcas podem fazer boas campanhas e atrair consumidores do outro lado da cidade, do país e do mundo.

Com isso, os consumidores ganham. Afinal, eles têm mais oportunidades de conhecer empresas com as quais se identificam. O mesmo vale para as empresas que podem criar um bom posicionamento online, aumentando as suas oportunidades de venda por diversos canais!

Direcionamento

Muitas pessoas podem pensar “nossa, vou conseguir falar com o máximo de pessoas possível”, e sim, isso é ótimo!

Mas um dos grandes diferenciais do Marketing Digital é que as empresas conseguem agora fazer ações para atrair e conquistar as pessoas certas! Ou seja, aquelas que realmente têm o perfil ideal para consumir da sua empresa.

Isso é um grande benefício porque, além de economizar dinheiro — afinal você deixa de gastar muito dinheiro com pessoas que não têm interesse em seus produtos e serviços através da segmentação —, você passa a conhecer melhor o seu público, se tornando cada vez mais especialista em conquistá-lo.

Esse é o segredo por trás do valor real do marketing digital, e está revelado para qualquer um colocar em prática! Só é necessário um método, e falaremos sobre isso agora!

Como fazer Marketing Digital

Como fazer Marketing DigitalExiste uma infinidade de maneiras de aplicar uma estratégia de marketing digital. Entenda quais são e como fazer uma escolha que combine com as necessidades da sua empresa.

O crescente poder de processamento dos computadores e da infraestrutura em internet nos levou a um universo de possibilidades. Basta pensar no volume e a qualidade de conteúdos que temos disponíveis hoje — a maioria deles gratuita.

Hoje, se eu perguntar qualquer coisa ao Google, há boas chances de eu receber uma resposta satisfatória. E essa resposta estará contida em algum conteúdo disponibilizado por um site na internet. Não é simples e, ao mesmo tempo, fantástico?

Seguindo essa lógica, sites que contêm muitas e boas respostas têm mais chances de atrair o público e, consequentemente, conquistar mais clientes, aumentar a sua percepção de marca e saber cada vez mais sobre o comportamento dos consumidores.

Como foi mencionado no capítulo anterior, muitos negócios estão migrando dos meios offline para os meios online de marketing. Evidentemente, isso aumenta a concorrência na web.

Como dissemos no capítulo anterior, o segredo está no método. Para alcançar seus objetivos de marketing, precisamos encontrar meios de chegar lá.

Mas, se a internet tem possibilidades infinitas, como posso saber que estou tomando a decisão certa? Não se preocupe, pois agora você conhecerá o que há de mais atual no mundo em termos de estratégia. Confira.

Inbound Marketing

Inbound marketing é sinônimo de marketing de atração. Ao criar uma estratégia de Inbound, seu objetivo é ser encontrado pelas pessoas.

No inbound marketing, as empresas procuram entender as dores e necessidades dos consumidores para, em seguida, estabelecer um canal de comunicação com essas pessoas, a fim de oferecer uma solução para os seus anseios e desejos.

Hoje, a internet está repleta de ferramentas para fazer pesquisas, descobrir interesses do público e publicar materiais que os ajudem a satisfazê-los.

Quando isso é praticado continuamente, você cria a sua audiência, gerando um canal de comunicação constante com ela. Em outras palavras, a empresa conversa com sua audiência, não somente envia mensagens.

Em consequência, suas publicações passam a ser buscadas por mais e mais pessoas. Por meio desta comunicação, é possível entender interesses cada vez mais específicos do público (e sair na frente para atendê-los).

Atualmente, a principal maneira de fazer as pessoas chegarem até você é criando conteúdo, ou seja, oferecendo informações relevantes, que solucionam problemas reais e são de amplo acesso. A essa estratégia damos o nome de Marketing de Conteúdo, que abordaremos a seguir.

Marketing de Conteúdo

Os consumidores estão diariamente procurando soluções na internet, e na maioria das vezes essa procura começa em motores de busca.

O Marketing de Conteúdo tem como objetivo posicionar a sua marca no lugar e no momento certo da jornada de compra para oferecer as melhores soluções.

Portanto, Marketing de Conteúdo é o processo de publicar materiais e informações relevantes e valiosos, a fim de atrair, converter e encantar uma audiência.

Para isso, você precisa espalhar seu conteúdo em regiões da internet que sejam atrativas para a sua persona. Existem alguns métodos considerados padrões, tal qual um blog, o site da empresa e os perfis em redes sociais.

Contudo, existem formas de diversificar o seu alcance com diferentes canais de conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de fazer isso:

Blog

O blog é a casa do Marketing de Conteúdo.

Isso porque ele é um canal exclusivamente seu de comunicação com o público, sem as interferências e distrações que outros canais como as redes sociais podem ter. Ou seja, você pode publicar o que quiser, como quiser, a hora que quiser.

Blogs também são muito fáceis de serem editados e administrados, o que facilita que empresas com pequenos ou grandes times de Marketing consigam tocar uma estratégia de maneira prática, econômica e rápida.

E, por fim, mas não menos importante, blogs são uma excelente ferramenta de otimização de conteúdos para melhorar os seus rankings em mecanimos de busca, como o Google. Isso melhora a visibilidade do seu negócio e amplia o seu poder de atração das pessoas certas!

Além disso, você pode usar alguns outros canais como o Medium e o LinkedIn Pulse para construir a sua audiência nesse sentido. Eles funcionam como blogs, com a desvantagens de não serem domínios próprios e com menos poder de rankeamento, mas que são mais fáceis e acessíveis.

Site Institucional

Muitas empresas se contentam em ter um blog ou uma página em uma rede social. Tudo isso é muito importante, mas não dispensa a necessidade de um site institucional.

Primeiro porque aumenta a credibilidade do seu negócio. Afinal, quando as pessoas procurarem você, elas precisam ter a segurança de que a sua empresa é séria e confiável.

Segundo porque esse se torna mais um canal onde as pessoas podem te encontrar e que também é só seu e pode ajudar você a conquistar boas posições nos mecanismos de busca.

É também fundamental que as suas ações de Marketing direcionem as pessoas para um canal onde elas possam solicitar os seus produtos ou serviços e finalmente consumir de você, tirando as principais dúvidas delas. E esse canal é, sem sombra de dúvidas, o site institucional.

Redes Sociais

Poucos lugares proporcional tanto a interação das pessoas com as marcas quanto as redes sociais. Elas são um canal criado exatamente com esse objetivo: comunicação, influência e diálogo.

Assim, ter uma página nas principais redes sociais onde o seu público se encontra tornou-se indispensável: seja para promover suas ações e conteúdos, seja para que as pessoas conheçam o “por trás das câmeras” da sua empresa.

Aliás, esse se tornou um ponto fundamental para a escolha por uma marca por parte dos consumidores, que é se identificar com as empresas além do produto e do serviço, mas com os valores e o ideal por trás delas. E as redes sociais são um excelente canal para que esse engajamento aconteça.

Mídias sociais são, como o próprio nome diz, os meios. Contudo, o mais importante a se cultivar são as redes.

E, no caso das redes sociais, as estratégias têm vários fins, pois têm muita importância para branding e buzz e, ao mesmo tempo, para geração de tráfego e conversões.

Evidentemente, é preciso uma estratégia, que podemos aprender a criar agora mesmo. Separamos alguns conteúdos que vão ajudá-lo nisso:

Como definir uma estratégia de redes sociais

Uma estratégia efetiva de redes sociais deve gerar uma participação significativa na geração de tráfego para o seu domínio, mas, ao mesmo tempo, é um canal de comunicação e divulgação da marca.

Por isso, vamos dividir em alguns passos simples:

  • Passo 1 — Estabeleça objetivos e metas. Redes sociais também têm um funil e você deve considerar as métricas relevantes em cada etapa. A metodologia de OKRs para medir o desempenho se encaixa perfeitamente nesse caso.
  • Passo 2 — Encontre as redes corretas. Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter etc. são canais diferentes e tem suas particularidades, portanto a intenção dos usuários em cada um deles também. Faça pesquisas sobre o perfil do público, as palavras-chave e tendências antes de criar um perfil comercial.
  • Passo 3 — Crie um perfil. Fique atento aos tamanhos corretos de posts e imagens em mídias sociais. Lembre-se de utilizar um design e tom de voz que obedeça aos padrões da sua marca e sejam focados nos objetivos definidos no primeiro passo.
  • Passo 4 — Realize um benchmarking. Veja o que os seus concorrentes e blogs de assuntos relacionados estão dizendo. Se você tem concorrentes fortes, certamente eles publicam muita coisa relevante e que você deve aproveitar.
  • Passo 5 — Defina um plano e um calendário editorial. Isso é necessário para organizar as verbas e analisar o andamento da estratégia. Aplicativos como Buzzsumo são boas ferramentas de pesquisa de tendências e palavras-chave.
  • Passo 6 — Aprenda com os resultados. Assim como os blogs e sites, mídias sociais também têm ferramentas de análise. Utilize-as para calcular suas métricas e indicadores.

Email Marketing

Email Marketing é o processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa na internet.

Ele pode ser utilizado como método de fortalecimento da sua marca, vendas, comunicação com clientes e potenciais clientes.

O canal de mensagens direto com o usuário é uma ferramenta inigualável, e pode trazer resultados muito efetivos. Inclusive, é possível segmentar suas listas seguindo diversos fatores, como taxa de abertura dos emails, respostas, downloads de um material, entre outros.

Construindo uma lista de emails

O primeiro passo para uma boa estratégia de email marketing é construir sua lista de emails, ou seja, conquistar os contatos das pessoas que receberão seu conteúdo. Como fazer isso?

  • Passo 1: escolher um bom software para gerir as suas listas.
  • Passo 2: criar uma oferta incrível, como uma newsletter, desconto ou conteúdo rico.
  • Passo 3: inserir formulários de inscrição dentro do seu site ou blog.
  • Passo 4: desenvolver uma voz para a sua empresa e criar mensagens cativantes.

Tipos de email

Email é um canal de contato com clientes e potenciais clientes, certo? Esse meio é uma forma bilateral de comunicação. Afinal, quem recebe emails pode respondê-los!

Por isso, existem diversos tipos de mensagem que você pode enviar, cada uma com uma intenção diferente em relação aos seus leads.

1. Emails Informacionais

Esse tipo de mensagem tem o objetivo de passar uma informação relevante para os contatos. Se você possui alguma notícia em primeira mão, quer divulgar algum evento ou ação específica, emails informacionais são um método excelente.

Geralmente, esse tipo de email é mais curto, buscando enviar o máximo de informações o quanto antes. Se possível, no próprio título da mensagem.

2. Emails de Nutrição

Emails de nutrição são aqueles que influenciam o leitor a tomar uma ação específica no seu site ou blog.

Muitas vezes, a jornada do cliente pode demorar mais do que você gostaria. Por isso, a nutrição de leads pode acelerar esse processo e tornar a sua base mais preparada para o momento da compra.

Mensagens desse tipo também devem ser objetivas e levar o usuário da caixa de entrada para o seu domínio, oferecendo conteúdos que os levarão a prosseguir no funil de vendas.

3. Emails Educacionais

Emails educacionais são muito úteis, e devem ser a maior parte do conteúdo que você envia. Simplesmente porque conteúdo educacional é aquele focado em solucionar problemas e dúvidas.

No fundo, essa é a principal razão pela qual o usuário assina o seu conteúdo.

Utilize-o para enviar posts relevantes, materiais selecionados por você, conteúdo exclusivo e o que mais a sua audiência buscar.

4. Emails Transacionais

Este tipo de email é muito importante, e precisa ser usado com sabedoria. Emails que sugerem uma transação ou oferta precisam ser enviados de maneira que o recebedor não perceba nenhum exagero.

Uma boa prática é manter a sua base de emails sempre limpa, somente com usuários que realmente são considerados personas.

Além disso, emails transacionais devem ser focados na conversão do usuário, o que define o tom de voz da mensagem, um bom call-to-action e um link direto.

5. Newsletter

Newsletters são um tipo recorrente de mailing. Ao assiná-lo, o usuário espera que suas mensagens cheguem com uma determinada frequência. É como um jornal em que você pode ofertar conteúdos, divulgar materiais, escrever mensagens e dialogar com a sua base.

SEO

Em uma estratégia de marketing digital, ser encontrado em mecanismos de busca é essencial, certo? E, para isso, existe um conceito específico para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar por anúncios.

É o que chamamos de otimização para mecanismos de busca, Search Engine Optimization ou SEO.

Hoje, motores de busca esperam oferecer os melhores resultados para a experiência do usuário. Existem diversas técnicas que você deve aplicar para mostrar aos buscadores que o seu site pode prover a melhor experiência e, assim, melhorar seus rankings.

Otimizar suas páginas significa deixá-las compreensíveis tanto para as pessoas quanto para os crawlers. E isso vai depender da sua performance em uma combinação de diversos fatores de rankeamento. Existem dois grupos de fatores de rankamento, que explicaremos a seguir:

SEO On Page

Os fatores On Page são aqueles que podem ser otimizados dentro das suas páginas, como título, meta-descrição, linkagem interna, uso de heading tags etc. Tudo isso melhora a experiência do usuário, mas também é lido pelos crawlers, como o Google Bot.

Por isso, você pode ter um conteúdo super atrativo, mas é preciso demonstrar isso aos robôs por meios de estruturas de dados. É preciso usar o código para referenciar o seu título, seus meta atributos, suas imagens, hiperlinks.

SEO Off Page

E não para por aí! Fatores externos também influenciam em seu rankeamento, como o tempo de carregamento do seu site, seus parâmetros de segurança, links recebidos etc.

SEM

Search Engine Marketing. Esse nome já diz tudo. Motores de busca são úteis para estratégias digitais que envolvam mídias orgânicas ou pagas. Ao fazer uma busca, esses mecanismos vão te retornar uma lista de links úteis, e alguns deles serão anúncios.

Por isso, marketing em motores de busca é um processo bastante abrangente. Até mesmo o SEO está contido no SEM!

Resultados do Google – Inbound Marketing

Hoje, é praticamente impossível que o Search Engine Marketing não seja peça importante de qualquer estratégia de marketing na internet. E, para isso, você deve atacar de todos os lados!

Ao exibir anúncios ou links orgânicos, acima de tudo, os motores de busca estão preocupados com a experiência do usuário, e é assim que se atinge usuários que têm intenções comerciais ao realizar uma busca.

Além do crescimento orgânico, mídias pagas oferecem oportunidades únicas de crescimento. As ferramentas e técnicas de analytics permitem encontrar o caminho para um retorno sobre investimento positivo.

E, se investir em anúncios na internet pode trazer muito mais lucros do que custos, por que não tentar?

Se ainda não te convencemos, aprenda um pouco a seguir:

Publicidade

Na internet, hoje, existem três tipos de mídias:

  • Mídias adquiridas: vêm da interação com o público, representam o engajamento, os compartilhamentos, comentários e menções.
  • Mídias possuídas: são aquelas que pertencem a alguém, os websites, blogs, perfis em mídias sociais.
  • Mídias pagas: é a promoção do seu conteúdo por meio de anúncios, como pay-per-click (PPC), displays, remarketing, propagandas em redes sociais e promoção de conteúdos.

Mídias online

Essa combinação de mídias é que vai definir o melhor jeito de conquistar a sua audiência. Nunca desconsidere nenhuma delas.

Evidentemente, resultados orgânicos são excelentes para o longo prazo, mas não têm a mesma velocidade e opções da publicidade online. Conheça agora algumas modalidades de anúncios:

Pay-per-click (PPC)

PPC é a compra de mídias que são cobradas mediante o número de cliques recebidos pelo seu anúncio. O tipo mais comum de pay-per-click são anúncios em mecanismos de busca.

Assim, na página de resultados do Google, por exemplo, existem links orgânicos e pagos.

Se você for um anunciante, é possível posicionar o seu anúncio utilizando palavras-chave e variações delas. E o usuário, ao realizar a busca, encontrará esses links patrocinados na SERP.

Display Ads

Um display ou banner é uma mistura de imagens e texto. Anúncios de display geralmente não aparecem em páginas de resultados de busca, mas em sites que fazem parte da rede de anunciantes escolhida.

Remarketing

Remarketing ou retargeting são banners que aparecem para o usuário depois que ele visita algum site ou pratica determinada ação. Aqui, a ideia é fazer o seu anúncio ser lembrado pelas pessoas, retomando o engajamento com o seu funil de vendas.

Ao visitar um determinado site, por exemplo, possivelmente mais anúncios desse site aparecerão para você quando você visitar algum site que faça parte da rede de anunciantes.

Promoção de conteúdo

Promoção é uma alternativa de mídia paga interessante para quem faz marketing de conteúdo. A web está repleta de conteúdos incríveis e ganhar destaque pode ser difícil.

Existem meios gratuitos de divulgação, tais quais as mídias sociais. No entanto, se você quer acelerar esse processo, é possível transformar a chamada para o seu conteúdo em anúncio.

Assim, você terá uma exibição privilegiada em motores de busca e redes sociais, além de poder segmentar o público para quem ele é exibido.

Anúncios em redes sociais

Assim como há anúncios em resultados de busca, eles também podem ser exibidos em mídias sociais. A rede do Facebook — que inclui outras mídias, como o Instagram —, possui a sua própria rede de advertisements.

Assim, as suas preferências, interesses e perfis que visita, a rede exibirá anúncios específicos para esse usuário. Cada uma das mídias sociais possui diferentes opções de segmentação, e isso faz toda a diferença na performance desses anúncios.

Marketing de afiliados

Uma forma muito comum de gerar receita com Marketing Digital é por meio de afiliados. Se você vende algum produto ou serviço, pode criar uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto em troca de uma comissão.

Da mesma forma, se você é dono de um blog ou site e recebe bastante tráfego, você pode ser remunerado para facilitar ou gerar vendas para um produtor. Geralmente isso é feito por meio de um banner ou de conteúdos patrocinados.

Gestão de Leads

Gerir leads significa rastrear e levar possíveis clientes desde a primeira conversão até a venda e ao pós-venda. Esse assunto do marketing digital também pode é conhecido como gestão de aquisição de clientes ou gestão de contatos.

Além disso, frequentemente a gestão de leads é confundida com a nutrição de leads. Veremos que a nutrição de leads é uma parte do processo de gestão de leads.

Confira as etapas desse processo:

  1. Geração de Leads: é a arte de encontrar usuários potencialmente interessados em seu negócio. A geração de leads se dá em pontos de conversão taticamente posicionados em emails, anúncios, conteúdos, ferramentas etc.
  2. Geração de Leads Qualificados: mais do que simplesmente gerar novos contatos, leads qualificados são aqueles identificados como oportunidades de venda. São pessoas mais “adiantadas” no funil.
  3. Qualificação de Leads: qualificar leads significa analisá-los de maneira mais precisa, classificando as melhores oportunidades de acordo com o seu comportamento registrado. Times de marketing e vendas frequentemente têm especialistas em qualificação de contatos.
  4. Nutrição de Leads: nutrir leads significa oferecer conteúdo relevante para a sua base de contatos, de maneira a fazê-los prosseguir no funil de vendas. Hoje, o email é um método bastante eficiente de nutrição de leads, mas há novidades interessantes, como o account-based marketing.

À medida que a sua base de leads cresce, seu processo de gestão de leads precisa se tornar escalável.

Uma base de contatos pode chegar a centenas de milhares e até milhões de pessoas. Isso provoca a necessidade de lidar com sistemas mais robustos, mecanismos complexos de rastreamento de atividades e padronização das mensagens enviadas.

E não para por aí. Mesmo após a venda, os clientes não deixam de ser leads dentro da base. Afinal, é preciso encontrar mecanismos de upsell, cross-sell e retenção de clientes.

É preciso lembrar que o funil de vendas não termina na venda, mas sim no momento em que os clientes se tornam defensores da sua marca.

Se você deseja criar mensagens customizadas, segmentadas de acordo com os diferentes perfis de contatos presentes em sua base, é preciso recorrer à tecnologia. Quanto maior é o número de leads, mais complexa fica essa administração.

Para isso, softwares de automação são essenciais a partir de um nível mínimo de performance.

Automação

Como mencionamos, é muito difícil gerir uma grande base de leads. Para se comunicar com milhares — talvez milhões — de pessoas, é preciso uma ferramenta que consiga organizar e rastrear todos esses registros.

É por isso que, mais do que uma técnica, a automação de marketing é um tipo de tecnologia do marketing digital. Por meio dela, é possível agilizar todas essas necessidades.

Frequentemente, esses softwares possuem soluções para criar fluxos de trabalho e de comunicação. É como se fosse uma mistura entre sistemas de armazenamento, análise de dados e engajamento dos contatos.

Dessa forma, é possível segmentar a sua base em relação ao perfil, ao comportamento e às suas ações realizadas e — para cada um desses critérios — fornecer uma série de incentivos para a conversão e, por fim, ao encantamento do usuário.

A competição pelas melhores ferramentas de automação têm crescido muito e esse mercado tem se revelado muito promissor no mundo do marketing. Estima-se que até 2025 esse mercado alcance uma capitalização de mais de US$7 bilhões!

Otimização de Conversão – CRO

Um dos termos mais utilizados em marketing digital é a conversão, certo? O processo de trazer o público para a sua base de contatos e fazê-los chegar até o fundo do funil de vendas.

O objetivo da otimização da conversão — ou Convert Rate Optimization — é descobrir onde as conversões não estão sendo aproveitadas corretamente dentro de um blog ou site. E os melhores jeitos de fazer isso são análise de dados e testes!

Antes de tomar a decisão sobre quais modificações fazer para aumentar as taxas de conversão, um profissional de CRO realiza um diagnóstico lógico. Ele é dividido em cinco etapas, descritas a seguir.

Diagnóstico lógico da Otimização de Conversão

1. Levantando hipóteses

CROs geralmente têm meios de obtenção de dados em todos os seus canais. Ferramentas como o Google Tag Manager permitem a instalação de aplicativos de monitoramento dos usuários em diversos sites e blogs ao mesmo tempo.

Assim, é possível entender porque há pessoas que visitam o blog mas não prosseguem no funil. A partir daí, basta criar ações focadas no público que realmente quer fazer parte da sua rede.

2. Principais métricas

Depois de levantar uma hipótese, é hora de transformar essa ideia em algo mensurável, e isso não é uma tarefa fácil!

Utilizando as ferramentas certas, podemos obter todos os tipos de dados. Tantos, que podemos até nos perder em tanta informação — e isso é sério! Olhar para as métricas corretas vai te gerar muita economia de tempo e dinheiro.

Evidentemente, qualquer um deseja gerar mais receita, ter mais e melhores clientes. Mas, para isso, é preciso descobrir o que gera mais receita e quebrá-los em medidas para cada etapa da jornada de compra.

Métricas de marketing, portanto, podem ser divididas de acordo com o funil de vendas, da atração até o pós-venda!

Métricas de conversão

Por que otimização para a conversão? É simples. Existe uma relação direta entre a quantidade de conversões e a quantidade de receita gerada pelo seu negócio.

E, em qualquer página, há uma infinidade de razões pela qual as pessoas não convertem.

Por isso, investir em pontos de melhoria de conversão vão refletir em alguns números importantes, que são:

  • Número de leads: representa a quantidade de leads gerados. Essa métrica funciona como um parâmetro de desempenho ao longo do tempo. Afinal, o tráfego tende a crescer e, com isso, sua taxa de criação de leads deve acompanhá-lo.
  • Custo por lead: o CPL determina a qualidade dos leads que você recebe. Portanto, o custo de geração de um novo lead deve se manter sempre baixo em relação ao custo de aquisição de um novo cliente.
  • Número de usuários: milhares, talvez milhões de pessoas vão converter nas suas páginas, mas esse número é grande ou pequeno em relação à quantidade de usuários que navegam pelo seu domínio? É o que essa métrica procura responder.
  • Taxa de conversão de leads para sales qualified leads: por fim, não podemos ignorar o funil. Nem todos os leads estão no mesmo estágio da jornada de compra e, por isso, esse estágio que transita entre meio e fundo de funil precisa ser observado.
Métricas de receita

Métricas de receita não devem ser observadas separadamente das métricas de conversão. O objetivo da conversão é levar o usuário até a compra e, aqui, vamos diferenciá-las por questão metodológica.

  • Custo de aquisição de cliente: uma estratégia de marketing pode ter custos em tempo, dinheiro e outros recursos. Por isso, é preciso calcular quanto, em média, gastamos para adquirir um novo cliente.
  • Lifetime Value: também conhecido como LTV, ele representa, em média, a receita gerada pelo cliente em todo o seu ciclo de vida.
  • Número de clientes: como estamos falando de um funil, é natural que haja bem menos clientes do que leads. Sendo assim, essa métrica responde quais seus pontos de conversão mais geram clientes e se a quantidade de clientes está alinhada com a receita.
  • Lucro: por fim, a otimização das conversões deve impactar o lucro. Esse número vai dizer se os investimentos e custos têm valido a pena. Vale lembrar que lucros negativos representam prejuízo.

3. Calculando a relevância

Antes de um processo de otimização de conversão ser implantado, primeiro é preciso definir o que são resultados confiáveis.

Portanto, é preciso ter uma população definida e amostras de tamanho razoável para conduzir os testes.

E isso não é tarefa fácil. Em uma amostra muito pequena, os resultados se tornam muito sensíveis às variações, sejam elas positivas ou negativas. Contudo, uma amostra muito grande — embora não seja ruim estatisticamente — pode ser um desperdício de tempo e recursos com testes.

4. Criando testes

Criar testes é uma arte. Na verdade, esse assunto pode render um livro inteiro. Graças às mídias digitais, é possível realizar dezenas (às vezes centenas!) de testes ao mesmo tempo.

Assim, a fase de realização de testes pode ser divida em outras fases menores.

De maneira preliminar, são testadas diversas hipóteses. Após a coleta dos resultados, os melhores são levados adiante, mas o processo não para por aí.

Em seguida, são determinadas hipóteses de como os melhores resultados podem ser trabalhados para gerar ainda mais resultados, reiniciando o ciclo.

Somente quando os melhores resultados tiverem melhorias positivas é que o profissional de CRO terá provas suficientes de que melhorias definitivas foram implementadas.

5. Analisando resultados

Embora não pareça, essa fase é bastante complicada. Não somente pela visualização dos dados, mas também pela confiança no processo. Para conseguir resultados confiáveis é preciso:

  1. Configurar todas as etapas de conversão. Muitas vezes isso envolve diversos softwares, e é preciso se assegurar de que os resultados que chegam para você estão corretos. Um erro no início do processo vai confundir quem analisa os dados.
  2. Olhar para as métricas corretas. Muitos leads não necessariamente significam mais receita. Em contrapartida, leads que se tornam clientes cujo custo de aquisição é muito alto nem sempre serão um bom negócio. Isso varia em cada segmento, e somente quem analisa os dados pode definir o melhor parâmetro.
  3. A análise correta dos resultados vai definir a tomada de decisão. Analisá-los incorretamente pode levar a ações ineficientes ou mesmo prejudiciais e, pior ainda, confundir totalmente a equipe de marketing.

Logo, é preciso verificar cada ponto de conversão, garantir que as informações estejam chegando corretamente no seu CRM ou software de automação de marketing e questionar até mesmo as hipóteses mais óbvias.

Outros canais

Podcasts e posts em áudio

Conteúdos em áudio são uma tendência cada vez maior, principalmente com os podcasts. Eles permitem uma maior facilidade de consumo por parte do usuário, já que podem ser acessados, por exemplo, de um dispositivo móvel para ouvir enquanto está andando, dirigindo ou apenas longe de um computador.

Ferramentas e apps

Aplicativos são extremamente interessantes para diversos nichos. Eles permitem uma maior interação entre o usuário e marcas, além de serem um espaço exclusivo da empresa. Com eles, você pode incentivar o usuário a ficar mais tempo em contato com o seu domínio e aumentar o valor percebido pelo público.

Blogs e sites parceiros

Publicar materiais com links para o seu domínio em outros blogs virou uma tática essencial de marketing digital. Vale lembrar que o volume e a qualidade dos backlinks são importantes fatores de rankeamento no Google.

Assim, você pode criar um conteúdo relevante para publicar no blog de um parceiro, por exemplo. Assim, todo mundo sai ganhando.

Plano de Marketing Digital

Para criar uma estratégia de marketing digital, é preciso começar estabelecendo objetivos, certo? E, para você alcançar os seus objetivos de marketing, o melhor caminho é planejar diferentes ações possíveis.

Ao tentar prever os possíveis cenários e documentar um roadmap de ações, estamos falando da criação de um plano de marketing, em que todas as fontes de informação possíveis são utilizadas.

Por exemplo, se você deseja gerar mais vendas, um objetivo de marketing pode ser um aumento percentual da quantidade de leads qualificadas.

A partir disso, considerando a sua persona, os seus recursos disponíveis e o cenário em que seu negócio se encontra, é possível estabelecer um plano para fazer esse objetivo acontecer!

Mas como unir tantos elementos de uma vez?

Pode parecer muito complexo, mas existem alguns passos que comprovadamente ajudam (muito!) na estruturação de um plano.

1. Definição dos objetivos

Ao definir um plano, é importante cobrir diferentes tipos de objetivos. Isso porque, muitas vezes, objetivos maiores dependem do cumprimento de várias pequenas metas. É o que chamamos de objetivos principais e secundários.

Além da complexidade, o prazo também é muito importante. Portanto, um bom planejamento contempla objetivos de curto, médio e longo prazo.

Sendo esse o primeiro passo de um plano de marketing, sua relevância é incalculável. Errar na definição dos objetivos pode comprometer a estratégia como um todo.

E, para eliminar essa possibilidade, existe uma framework muito popular para isso, o SMART. SMART é um mnemônico em inglês para as características essenciais de um objetivo de marketing.

Logo, um objetivo de marketing é relevante desde que seja:

  • Specific ou específico: todos os envolvidos devem ter claro entendimento do que se trata.
  • Measurable ou mensurável: não faz sentido criar uma meta se ela não puder ser medida ou tiver critérios subjetivos, certo?
  • Actionable ou atingível: objetivos fáceis levam ao desperdício de oportunidades, e objetivos difíceis demais podem desmotivar o time. As metas mais bem elaboradas são simultaneamente desafiadoras e realistas.
  • Relevant ou relevante: ao estabelecer um objetivo, certifique-se de que ele é crucial para o seu negócio.
  • Time-bound ou temporal: toda meta precisa ter um prazo para ser alcançada. Evidentemente, metas para um mês, trimestre ou ano têm características diferentes.

2. Criação de Indicadores-chave de Performance (KPIs)

Objetivos sempre vêm acompanhados de indicadores. No entanto, em um mar de informações, é preciso olhar para os indicadores corretos. Eles mostrarão se você está percorrendo o caminho correto até o alcance dos objetivos.

KPIs ou Key Performance Indicators representam exatamente esse conceito. KPIs são números absolutos ou percentuais, que podem ser medidos, analisados e têm importância direta para o seu negócio.

Por exemplo, você tem uma meta ligada à geração de tráfego? Então, o mínimo diário de visitas no seu site ou blog é um indicador válido.

Vale lembrar que KPIs podem ser indicadores de qualquer natureza, desde que sejam mensuráveis e relevantes. Métricas de marketing, por exemplo, podem ser indicadores-chave, como veremos em seguida.

3. Detalhamento da Persona

Quando falamos sobre personas no começo deste artigo, destacamos a importância que ela tem para uma estratégia. Aqui, o argumento é um reforço: invista tempo e recursos elaborando uma persona detalhada.

Procure usuários na sua base de leads, pessoas em mídias sociais (LinkedIn e Facebook são ótimos para isso) e em pesquisas na internet. Se você já tem uma persona documentada, é possível expandi-la!

Além de perguntas como “quais são seus problemas?” ou “como podemos ajudar a persona a resolver esses problemas?”, explorar tópicos extras pode ser bastante elucidativo.

Quer complementar a análise da sua persona? Pergunte “quais livros ela lê?”, “quais são seus influencers favoritos?”, “quais eventos ela frequenta?”, “quais softwares ela utiliza?” e outros. O aprofundamento da sua persona resultará sempre na identificação de mais e melhores oportunidades.

Métricas de Marketing Digital

Uma das principais vantagens do marketing digital é ser mensurável. Assim, a possibilidade de documentar e avaliar as estratégias usadas permite uma compreensão da estratégia e a tomada de decisões baseadas em dados.

Antes da internet, provar o valor de uma ação de marketing era bem mais difícil. A falta de conhecimento motiva decisões ruins.

E, para você não cometê-las e extrair o melhor de todos os seus esforços, definir parâmetros de mensuração é essencial. É impossível ter sucesso sem usá-las corretamente.

Abaixo listamos algumas das mais importantes métricas de marketing, mas também recomendamos que você estude mais sobre o assunto ao criar uma estratégia.

A melhor forma de começar a observar as métricas corretas é obtendo alguns dados do seu blog ou site. Métricas comuns utilizadas em uma estratégia, são:

  • Visitantes Únicos: qual é o número de pessoas que acessam a sua página. Cada visitante é contado apenas uma vez dentro do período de tempo indicado.
  • Sessões: é o conjunto de interações, tal qual visualizações de página e cliques, que um mesmo usuário executa em um dado período.
  • Tráfego Orgânico e Pago: representa a quantidade de sessões que são originadas de mecanismos de busca e campanhas pagas na web.
  • Taxa de Rejeição: é a porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem realizar outras interações, como cliques e visualizações de páginas.
  • Taxa de Conversão: é a porcentagem resultante entre o número de visitas e o número de conversões realizadas.
  • Links Externos: é o volume e a qualidade de links vindos de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

Mas essas não são as únicas métricas de marketing. Na verdade, conhecer todas as métricas e escolher as que melhor se adequam ao seu negócio deve ser uma etapa no seu planejamento.

Por isso, vamos realizar um estudo aprofundado sobre algumas delas a seguir:

Retorno Sobre Investimento

Este é um fator que está diretamente ligado à lucratividade da sua estratégia. O ROI representa uma comparação entre o quanto você cresceu em vendas e o quanto você gastou.

Assim, a formula do ROI é:

ROI = retorno – custo do investimento / custo do investimento

Suponha que, somados todos os custos, seu investimento total em Marketing de Conteúdo foi de R$ 100 mil durante 1 ano.

Nesse período, essa estratégia foi responsável por 120 vendas com uma receita média de R$ 5.000,00, resultando um ROI de 5 ou 500%.

Logo, para cada real investido nessa suposta estratégia de Marketing de Conteúdo, 5 reais retornaram em forma de lucro – o que seria um ótimo resultado!

Custo de Aquisição de Clientes

O CAC nada mais é do a relação entre o número de clientes e o seu gasto com marketing digital. Essa métrica busca responder à pergunta: “quanto eu preciso investir para atrair um novo cliente?”.

Assim, ela é calculada pela divisão dos seus custos destinados à aquisição de clientes pelo número de novos clientes no período.

Supondo que uma empresa gastou R$100 mil em marketing em um ano e adquiriu 120 novos clientes nesse ano, seu CAC é de R$833,33.

Receita Mensal Recorrente (MRR)

Também conhecida como Monthly Recurrent Revenue, é uma forma de prever a receita gerada. Essa métrica é muito comum em negócios que envolvam assinaturas, pois elas pressupõem pagamentos periódicos.

Essa medida facilita a análise de performance, sobretudo quando seus produtos têm uma grande variedade de preços.

Para exemplificar, pense em um contrato sendo pago em parcelas. Se um cliente adquire um serviço por R$5.000 durante um ano, dividido em 12 parcelas, então o MRR gerado é de R$416,67. Some isso ao de todos os outros clientes e esse será o MRR da sua empresa.

Esse cálculo permite que você visualize o padrão em que sua empresa está crescendo em termos de receita.

Custo Por Aquisição

Diferentemente do custo de aquisição de clientes, essa é uma comparação que pode variar. Uma aquisição, na verdade, é definida pelo dono do negócio. Pode ser um novo contato, um novo lead ou lead qualificado.

Como mencionado, essa métrica é comum em campanhas de geração de leads. Trata-se da soma dos seus gastos e os contatos adquiridos dentro de um período de tempo.

Uma dica interessante é comparar o seu CPA com a receita gerada em cada aquisição. Assim, se o seu CPA é maior do que a RPA, é um indicador de que sua estratégia está falhando.

Custo Por Lead

O custo por lead, como o próprio nome explica, demonstra o quanto você gasta para gerar um novo lead. Ela pode ser uma métrica semelhante ao CPA, porém aplicável a somente um tipo de contato.

Geração de leads é uma prática recorrente em estratégias de marketing digital. Já dissemos o quanto a gestão de leads é importante, não é verdade?

Mais leads representam mais oportunidades, então, precisamos medi-los! O CPL é a métrica para observar como está a sua eficiência, seus gastos e a geração de leads projetada.

Taxa de Retenção e Churn

Ninguém quer se desfazer de um cliente, certo? Portanto, é importante olhar para quantos deles estão indo embora todo o mês, ano ou período qualquer.

A retenção pode ser calculada usando o número total de clientes no começo e no fim do período junto com o número de novos clientes.

Taxa de Retenção = ((Clientes no fim do período – novos clientes)/clientes no começo do período) * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – taxa de desistências (churns). Ou seja, esses números representam a mesma coisa sob diferentes perspectivas.

Vamos a um exemplo: se você começa um mês com 120 clientes e o encerra com 130. Nesse intervalo, você conquistou 20 novos clientes e teve 10 cancelamentos. O resultado serão 10 clientes extras.

Isso significa uma taxa de retenção de 91,67% dos seus clientes, ou uma taxa de desistência de 8.33%.

Tráfego Por Canal

Uma estratégia de marketing digital, hoje, utiliza vários canais de aquisição. Vários deles estão disponíveis e possuem um volume de público consolidado.

De buscas orgânicas a mídias sociais, campanhas pagas etc. Cada um desses canais terá participação na quantidade e na qualidade de visitas que seu domínio recebe e, consequentemente, no número de vendas que isso gera.

Portanto, é importante verificar o quanto cada um dos seus canais performa para entender como estão os seus resultados.

Novas Sessões

Sessões são calculadas, por padrão, pelo engajamento de um usuário durante até 30 minutos. Portanto, se você visita um site duas vezes em um intervalo de 30 minutos, isso será contado como uma sessão apenas.

Contudo, após os 30 minutos desde a primeira visita, será contada como uma nova sessão. Quando o seu conteúdo possui um alto poder de atração, frequentemente usuários novos e recorrentes irão visitá-lo.

Ferramentas de Marketing Digital

Ferramentas de Marketing DigitalOutro aspecto que diferencia positivamente o Marketing Digital das opções tradicionais sãos as diversas ferramentas que podem ajudar na administração e mensuração dos seus resultados em todos os canais.

Ferramentas de marketing digital ajudarão a filtrar as informações mais importantes, a entender o desenvolvimento da estratégia, a gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos números. Porém isso só será possível se você entender exatamente quais são os seus objetivos com cada estratégia de Marketing e tiver foco nos números que realmente importam.

Por isso vamos listar algumas ferramentas e seus diferentes usos para que você saiba exatamente o que e como escolher as melhores opções para o seu time.

Ferramentas de SEO

O SEO envolve uma série de estratégias e, portanto, existem ferramentas com finalidades diferentes para conseguir executar um bom plano de otimizações para alcançar boas posições nos motores de busca.

Pesquisa de Palavras-chave

Essas ferramentas permitem que o usuário encontre oportunidades de termos fundamentais para sua estratégia, além de identificar a competitividade e o volume de buscas dessas palavras.

Algumas das principais ferramentas de palavras-chave são:

SEO técnico

As ferramentas de SEO técnico também possuem funções variadas como checar a autoridade de domínio (seu e do seu concorrente), averiguar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados, entre outras funções.

Para SEO técnico, boas ferramentas são:

Backlinks

As ferramentas de Backlinks são importantes para checar os links que você recebe, a qualidade desses links e fazer uma análise de links que devem ser removidos ou redirecionados.

Boas ferramentas para conferir os backlinks do seu site:

Ferramentas de análise

As ferramentas de análise são fundamentais para a compreensão do sucesso da estratégia e dos resultados obtidos.

Análise de métricas

Além das ferramentas que já têm um Analytics próprio, o que é cada vez mais comum, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de forma estratégica para entender diferentes pontos da estratégica e ter uma compreensão do todo.

Elas permitem um acompanhamento de fatores como tráfego, origem do tráfego, caminho dos usuários pelo site, entre outros.

Bons exemplos são:

Análise de concorrência

Para acompanhar os resultados que a sua estratégia de Marketing Digital traz para a sua empresa é fundamental analisar a sua concorrência e identificar pontos de melhoria e aprender com eles.

Essas ferramentas servem para fazer comparativos de palavras-chave, backlinks, tráfego, engajamento entre outras coisas.

Algumas das ferramentas mais populares são:

Ferramentas de Design

O design é fundamental em nosso dia a dia, e não seria diferente em uma estratégia de marketing digital. O conteúdo visual é cada vez mais uma tendência para a comunicação online.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog é fundamental para o sucesso e para gerar uma conexão com o leitor. É importante encontrar um identidade visual para a sua empresa e o design é fundamental nisso.

Muitas empresas tem dificuldade para um investimento inicial em design, por isso, boas ferramentas são os bancos de imagem gratuitos.

Além deles, temos algumas ferramentas essenciais para a edição, criação e tratamento de imagens como:

Ferramentas de vídeos

Além das imagens, os vídeos são um dos tipos de conteúdo mais consumidos na internet e um dos mais queridos pelo público.

Investir em uma estratégia de vídeo pode potencializar bastante a sua estratégia de marketing.

Ferramentas para edição dos vídeos, para adicionar efeitos, criar vinhetas, fazer montion graphic, entre outras coisas.

Dentre as mais populares estão:

Ferramentas de CRO

Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial.

Boas ferramentas que possibilitam isso são:

Enquanto a primeira possibilita integrar as informações e acompanhar seus contatos pela jornada em seu domínio, a segunda oferece mapas de calor para identificar quais são os melhores pontos do seu site ou blog e os que podem ser melhorados.

Ferramentas de Automação

Ferramentas de automação são usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. Elas também permitem a criação de testes A/B, criação de fluxos de trabalho etc.

Boas ferramentas de automação são:

Ferramentas de Relacionamento Interno

As ferramentas de relacionamento interno são muito importantes para facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa. As duas ferramentas mais indicadas são Slack e o Zendesk.

Enquanto o Slack é um canal de troca de mensagens, funcionando como um WhatsApp corporativo, o Zendesk permite que a abertura de tickets para solucionar problemas e centralizar a informação.

Ferramentas de redes sociais

As ferramentas de Redes Sociais são fundamentais para o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital. Elas permitem o agendamento de posts, acompanhamento de métricas e a centralização da estratégia em diferentes redes.

Para profissionalizar sua estratégia nas redes sociais, uma boa ideia é usar ferramentas como:

Ferramentas de gestão de projetos

Esse tópico é especialmente importante para grandes times, mas é importante para todas as empresas. Integrar diferentes setores e coordenar as tarefas que são necessárias para atingir um objetivo torna-se mais fácil quando há um cronograma e um bom planejamento.

Nesse sentido, boas ferramentas são:

Marketing de Vendas – O que é e como ele beneficia sua marca?

Muito provavelmente, você já deve ter ouvido falar em marketing de vendas. Isso porque nos últimos tempos, esse assunto ganhou grande visibilidade pelos efeitos positivos que tem trazido à diversos negócios.

Apesar desse cenário, muitas das pessoas que ouviram falar nele, não sabem exatamente do que se trata. E, por isso, estão perdendo excelentes oportunidades de levarem seus negócios ao próximo nível.

Nesse conteúdo você vai entender do que ele se trata e como pode beneficiar a sua marca.

Vamos juntos?

Afinal, o que é marketing de vendas?

Muita gente tem se perguntado frequentemente do que se trata efetivamente o marketing de vendas. Principalmente, porque uma porção de profissionais vem se utilizando dele para alavancarem seus negócios.

Nós desconfiamos que você deve ter se deparado com essa estratégia algumas vezes ao longo da sua jornada, mas talvez não esteja ligando o “nome” à “pessoa”.

Bem, nós que estamos direta ou indiretamente ligados às vendas, sem dúvidas, já ouvimos falar de empresas que possuem excelentes produtos e serviços, mas não conseguem vender nada. Inclusive, podemos ser um desses exemplos.

De repente, temos um negócio ótimo, com produtos excelentes, mas não vemos as conversões acontecerem.

Então olhamos para os nossos negócios e buscamos um erro no atendimento, na gestão, nos funcionários, mas nada aparenta ter problemas graves.

E aí, o que será que está acontecendo nesse caso? Será que estamos errados e o nosso negócio não é tão bom assim?

Calma! Na grande parte das vezes, a razão para esses casos acontecerem está ligada ao marketing de vendas, ou melhor, à falta dele.

Há diversos excelentes negócios que, até mesmo, por falta de conhecimento de seus gestores, não realizam o importante investimento em marketing de vendas e acabam fracassando.

Você deve estar confuso nesse momento. Mas tudo vai ficar mais claro à seguir.

Bem, basicamente, o marketing de vendas é aquele voltado especialmente à cada produto ou serviço que um negócio comercializa.

Ao contrário do “marketing tradicional”, que visa uma estratégia mais global, fazendo com que todas as áreas do negócio tenha uma comunicação retilínea, o marketing de vendas é focado nas especificações de cada produto.

Por exemplo:

  • Imagine que você tenha um negócio que comercializa calçados.
  • Então, se você tem uma loja física, deve ter escolhido o ponto de vendas de acordo com os passantes do local. Como um shopping, ao lado de uma loja de roupas. De repente?
  • Na internet, você criou um site com uma identidade visual toda voltada à esse universo. Aplicou uma logo condizente com a moda, beleza, bem estar.
  • Então, para começar a vender bem, foi escolher cuidadosamente seu estoque de calçados.
  • Só que, infelizmente, os seus produtos não saem da vitrine. Tudo está alinhado aparentemente, mas ninguém compra.

O que será que está acontecendo?

Muito provavelmente, você se esqueceu de aplicar o marketing de vendas, aquele que utiliza de estratégias de vendas diferenciadas para cada sapato de sua loja, afinal, cada um tem suas características, benefícios, preço, valor e, consequentemente, um público alvo.

É óbvio, que haverá uma definição por categoria, produtos principais de maior poder de atração, mas de modo geral, você precisa atentar-se que apesar de todos serem sapatos, nem todos eles oferecem as mesmas “soluções”.

É, por isso, que o marketing de vendas é tão valioso.

Quer saber como você pode aplicá-lo para beneficiar seu negócios?

Então vem com a gente!

 

marketing-e-vendas-como-essa-combinacao-pode-ser-benefica-para-seu-negocio

 

Como criar uma estratégia eficaz no marketing de vendas?

Assim como em qualquer outra vertente do marketing, a primeira coisa que você precisa fazer para ter um estratégia eficaz nesse sentido é conhecer o seu público alvo.

Para tal, faça uma pesquisa aprofundada para descobrir as características que estabelecem o padrão desses usuários como seu potencial consumidor.

É importante que você também conheça o seu negócio de maneira profunda, incluindo, os produtos que pretende oferecer.

A partir dessas informações é essencial que você estabeleça:

  • Uma apresentação atraente: Verifique todos os seus produtos e categorize-os através de suas características físicas, como embalagem, design, entre outras coisas, para que no final você tenha uma estratégia atraente de exibição em sua loja. Seja física ou digital.
  • Categorize por preços: Separe seus produtos por preços e se houver distinção por condições de pagamento, também é importante diferenciar. Por exemplo, se um tipo de sapato pode ser parcelado e outros não, separe-os.
  • Promoção e descontos: Selecione os produtos que serão aplicados descontos ou promoções. Lembre-se de pensar muito bem em quais serão elas, pois esse tipo de ação precisa atrair o público no intuito de gerar mais vendas.

Agora que você criou algumas categorias de produtos, chegou o momento de pensar em como você irá promovê-los, ou melhor, quais estratégias de marketing serão desenvolvidas para cada grupo.

Aqui, verifique os melhores canais para a divulgação, se são folhetos impressos ou banners digitais, por exemplo.

Google ou Facebook, televisão ou rádio. Enfim! É obvio que todas essas definições devem estar sempre alinhadas com o perfil do público alvo do produto em específico.

Há um ponto que muitos profissionais esquecem de realizar. O pós venda. A grande questão é que se você está utilizando estratégias diferentes para cada tipo de produto, você deve continuar nessa linha também no pós venda.

Não adianta voltar a aplicar o marketing global nessa fase. É preciso manter a comunicação condizente, caso contrário você não terá clientes recorrentes.

O grande segredo para que tudo saia perfeitamente alinhado ao final é trabalhar a interligação da equipe de vendas com a do marketing. Dessa forma as estratégias serão mais eficazes e os resultados surgirão naturalmente.

Claro, é extremamente importante que você analise as métricas constantemente, afinal, são elas que lhe dirão se suas estratégias estão indo bem ou se precisam de ajustes.

Marketing nas Redes Sociais: como alcançar os melhores resultados em cada rede

Você provavelmente já leu, ou se está chegando no blog pela primeira vez, ainda vai ler muita coisa sobre redes sociais, como fazer o marketing da sua empresa nelas e como usá-las para vender de forma mais efetiva.

Pretendemos mostrar nesse post tudo o que você precisa saber sobre as 4 redes sociais mais usadas na atualidade: Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter.

Não estão em ordem de importância, até porque isso não existe. Cada rede social é a mais importante para uma dada finalidade, em um dado contexto para uma dada persona.

Vamos abordar nesse texto:

  • Melhores estratégias para uso dessas redes;
  • Boas práticas para aumentar o engajamento da sua audiência;
  • Funcionalidades interessantes (e úteis) de cada rede;
  • Quais conteúdos são melhores de serem promovidos;
  • Considerações gerais das redes sociais.

Instagram

O Instagram é uma das redes sociais que mais cresce atualmente. Tem mais de 600 milhões de usuários ativos e o Brasil ocupa um lugar de destaque entre os países que mais usam a rede e a utilizam para fazer seu marketing.

Na verdade isso era de se esperar, uma vez que o Instagram é extremamente fácil de usar, apenas tirar uma foto, postar e voila. Pronto.

O Insta (como chamamos no dia a dia) tem como principal público jovens de 18 a 35 anos donos de um smartphone. Se for o público alvo da sua empresa você precisa estar presente.

Crie um perfil para sua empresa e comece a se divulgar.

Criar um perfil para sua empresa

Acho que você já até cansou de escutar sobre como criar um perfil empresarial nas redes acima, não é mesmo? Mas para não deixarmos de abordar, vamos lá:

  • Adicione seu nome;
  • faça o upload de uma foto de perfil;
  • escreva uma descrição;
  • inclua um link na descrição.

Para se ter sucesso nessa rede você deve ter objetivos bem definidos.

Ou seja, pensar quem é seu público alvo, qual linguagem é a mais apropriada e em como você vai atrair esse público.

Ter um calendário de postagem constante faz toda a diferença.

Como a rede não permite postagem de conteúdos em texto grandes (mesmo que permitisse seria um desperdício escrever, pois é uma rede extremamente visual e de leitura rápida), você deve ter um planejamento de temas para publicar e um calendário para isso. Evite cair na mesmice.

Aproveite e use esse espaço curto para interagir com seu público, manter um diálogo e fazer com que sua audiência saia dali e vá para dentro da sua casa, ou seja, dentro do seu blog ou do seu site.

Use vídeos. Muitos. Sempre. Como todo mundo está postando fotos, vídeos curtos chamam a atenção e fazem toda a diferença.

Siga sua audiência e siga de volta aqueles que estão te seguindo. E engaje com seu público. Uma boa ideia é fazer alguns sorteios e pedir pra que eles compartilhem.

Tráfego orgânico X Tráfego pago

O Insta Ads é a maneira de gerar o tráfego pago do seu aplicativo.

No começo, o Instagram selecionou apenas algumas marcas que poderiam fazer anúncios pagos na rede, assim seria uma espécie de teste para ver se o público não ficava cansado.

Porém, desde 2015, qualquer um pode pagar para anunciar e ter suas publicações mais vistas. A única premissa é: não faça publicidade barata.

Compartilhe imagens e conteúdos que saem do lugar comum e que aprimorem a experiência do usuário.

Tráfego orgânico – dicas para conseguir mais seguidores

Conecte sua conta do Instagram a outras redes sociais

Sabemos que os usuários de uma rede social, muito provavelmente estarão também em outras redes sociais, o que aumenta o engajamento das marcas ao serem seguidas em várias redes e não apenas uma.

Sabemos bem que uma é mais rápida, a outra mais visual e ai vai. Assim, eles tendem a se complementar.

Use Hashtags

Capriche na foto, na legenda e nas hashtags. Mas antes de sair por ai colocando hashtags, faça uma pesquisa sobre o que está em alta, quais termos usar, o que seu mercado está escrevendo e o que você deve escrever.

Use com discernimento. Mas não abuse é muito chato ler #textos #escritos #assim.

Interaja constantemente

Faça sua audiência se engajar com você. faça perguntas, sorteios, peça comentários e lembre se de sempre responder e cumprir o que prometeu.

Use fotos de pessoas

Fotos de pessoas tendem a ter 35% mais engajamento do que aqueles sem ninguém. Acredita nisso?

Facebook

A diferença do Facebook quando comparado a outras redes sociais, podemos dizer que ele tem um enorme potencial para negócios. Como assim?

No Facebook é possível fazer páginas empresariais, anúncios pagos segmentados, permite o engajamento com sua audiência e um contato direto com ela.

Essa rede social é mais popular entre as mulheres, entre pessoas de 18 a 29 anos e conta hoje com mais de 1.28 bilhão de usuários. Se sua empresa tem como audiência esse perfil, você já tem meio caminho andado.

Se você não tem, não se preocupe! Apesar dessa persona mais forte, bilhões de pessoas estão cadastradas e utilizam quase que diariamente a rede.

Ou seja, pense duas vezes antes de decidir não criar uma fan page da sua empresa por achar que seu público não está ali.

Tráfego orgânico X Tráfego pago

Existem duas formas de gerar tráfego dentro do Facebook: pagando por ele, ou então, de forma mais saudável, conquistando tráfego orgânico.

Ao longo dos anos, a rede recebeu atualizações em seu algoritmo, sendo a mais importante delas, em 2011, quando criou uma incrível ferramenta que aprende com o comportamento de cada usuário, desde cliques, compartilhamentos e curtidas até os conteúdos que o usuário ignora.

Dessa forma ele “escolhe” apresentar na timeline individual só aquilo que é interessante para cada um.

Para conseguir mais acessos orgânicos, você deve investir em conteúdos únicos e diferenciados, para que sejam atrativos para seu público alvo e sejam a chave do sucesso.

Já o tráfego pago, como o próprio nome já diz, é comprado e se chama Facebook Ads.

Esses anúncios podem ser extremamente segmentados, de acordo com gênero, idade, idioma e geografia e seguem 8 padrões:

  • Um impulsionamento para seus fãs, para aumentar curtidas e compartilhamentos;
  • Anúncios para base de fãs, para estimular as curtidas;
  • Anúncio que faz com que os cliques sejam direcionados para o site;
  • Anúncios focados em conversões nos sites;
  • Anúncios que estimulam os usuários a baixar seu aplicativo;
  • Anúncios que tem como objetivo o engajamento com seu aplicativo;
  • Anúncios para promover um evento;
  • Anúncios que promovem uma oferta.

Vale lembrar que as chamadas métricas de vaidade (curtidas e compartilhamentos) são bacanas mas não te ajudam a monetizar, ou seja, de fato ganhar dinheiro.

Por isso esses não devem ser os únicos indicadores levados em conta na hora de ver se a rede social está sendo efetiva ou não para sua estratégia.

Para os anúncios que promovem uma oferta é importante levar em consideração as quatro etapas do ciclo de uma rede social, que deve levar em conta ouvir sua audiência, entender as principais dúvidas, formar parcerias com autoridades naquele assunto e só então apresentar um produto para venda.

Se você não ouvir o que sua audiência quer, muito provavelmente não vai fazer uma oferta interessante para eles.

Uso do Facebook para gerar negócios

Existem algumas boas práticas que você deve seguir na página da sua empresa, para ajudar ela a ser mais eficiente.

Confira os passos:

  1. Adicione uma foto de perfil de boa resolução. Muitas vezes é interessante usar sua logo/marca;
  2. Usar uma foto de capa atraente. Ela é mais uma forma de divulgar sua marca e causar um impacto positivo;
  3. Complete seu perfil com todas as informações que são importantes: site, endereço, descrição, missão, telefone e email.
  4. Adicione seus colaboradores;
  5. Define o tom de voz usado para a comunicação;
  6. Planeje o conteúdo que você vai divulgar (lembre-se de ouvir sua audiência antes de sair escrevendo)
  7. Promova sua página e publicações;
  8. Mensure seus resultados, lembrando mais uma vez que curtidas e compartilhamentos por si só não dão dinheiro).

Melhores conteúdos para o Facebook

O Facebook é uma rede social super abrangente e permite o uso de vários tipos de conteúdo.

A única coisa que você deve fazer é entender sua persona para planejar qual tipo de conteúdo será melhor aceito por ela para que você não perca tempo fazendo um trabalho pouco focado.

Você pode usar e abusar de artigos escritos, de imagens, de checklists, de vídeos e até mesmo usar a rede para promover seus ebooks e outros materiais ricos.

Alguma dicas para aliar o marketing nas redes sociais e uma comunicação empresarial efetiva

Seja mobile friendly

As pessoas, em todos os lugares, estão usando cada vez mais os smartphones para abrir sites, consultar a internet, ler artigos e emails e checar as redes sociais!

Ao fazer um conteúdo para o facebook certifique de que ele é próprio para ser acessado por um celular ou tablet, já que boa parte de seus acessos devem vir por esses dispositivos.

Adicione imagens

As imagens são de extrema importância quando pensar em uma comunicação via Facebook.

Ajudam a aumentar o engajamento com sua audiência e destacar o que você está promovendo.

Use e abuse de imagens mas não deixe de mensurar qual está sendo mais efetiva para sua rede.

Defina seu público

Você pode definir seu público através das ferramentas oferecidas pela rede social. Você pode definir filtros de segmentação como gênero, idade, idioma, educação, local de trabalho, status de relacionamento entre outros.

Segmentar de forma certa seus anúncios mostra que você realmente conhece sua audiência e se comunica com ela e faz você investir de forma mais certeira.

Use os relatórios do Facebook para mensurar seu sucesso

Não devem ser as únicas métricas, mas através dos relatórios disponibilizados pelo Facebook você consegue saber quais posts e imagens estão sendo mais acessadas, curtidas e compartilhadas.

Pelo menos ele te ajuda a definir os assuntos que são mais bem aceitos pelo seu público.

Faça perguntas

Se engajar com sua audiência é uma das melhores formas de gerar leads para seu negócio.

Faça perguntas para que respondam e compartilhem suas atualizações e anúncios.

Não deixe comentários sem resposta

Lembra que falamos acima sobre a importância de ouvir o que está sendo falado para então gerar mais e melhores conteúdos?

Parte disso consiste em responder todos os comentários deixados na sua página para que um atual ou futuro cliente veja a atenção que sua empresa dá a eles.

Estude os melhores horários para publicações

Através do Facebook Insights você consegue descobrir quais os picos de acesso da sua página, assim pode postar nos horários mais interessantes para que o público veja sua empresa.

 

Linkedin

O Linkedin é uma rede social que teve expressivo crescimento nos últimos anos. A rede social é focada principalmente em profissionais e empresas.

E hoje já conta com mais de 380 milhões de usuários ativos.

Quando falamos de marketing nas redes sociais, é impossível deixar de lado o Linkedin. Seja para fazer negócios, promover sua marca ou mesmo se posicionar como autoridade.

Se sua empresa é B2B, você não pode nem cogitar a possibilidade de não estar presente e atuante lá.

É interessante saber, que o Linkedin atua como uma rede de networking, não sendo bem aceito conteúdos que não dizem respeito ao mundo empresarial.

Ali são falados de temas como contratação, produtividade, RH, empreendedorismo, entre outros e se você tem qualquer coisa a dizer esteja preparado.

Assim como no Facebook é importante ouvir o que sua audiência está falando.

O Linkedin até permite curtidas, comentários e compartilhamentos, mas a grande sacada é ver o que está sendo acessado e falado pela sua rede.

Quais os assuntos? Quais as empresas? Quais as pessoas chave?

Para que o Linkedin é usado?

O Linkedin é basicamente usado para quatro grandes tópicos e sua empresa pode se beneficiar de cada um deles:

  • Se conectar com outros profissionais – é a sua hora de se posicionar como autoridade em um assunto e vincular isso à sua empresa;
  • Obter informações através de notícias e artigos – você deve estar lá, ouvindo o que eles querem e produzindo conteúdo para entreter e ajudá-los. Mais uma chance de se posicionar como autoridade em algo;
  • Encontrar oportunidades de trabalho – você pode achar seu próximo colaborador lá;
  • Se conectar com marcas e empresas que lhe interessam – e você precisa ser uma dessas!

Como criar um perfil empresarial vencedor

Para criar a página da sua empresa, não precisa seguir passos muito diferentes dos já falados para o Facebook não.
Atraia seguidores, estabeleça presença e engaje sua audiência. Simples assim.

Basicamente você deve fazer uma página da sua empresa que contenha todos os dados importantes dela, coloque imagens de perfil e de capa que tenham a ver com a marca e com o negócio, otimize seu perfil para buscas e mantenha sempre atualizado.

Tráfego orgânico X tráfego pago

Assim como no Facebook, existem duas formas de criar uma audiência seguidora no Linkedin: de forma orgânica e de forma paga.

O Linkedin Pulse é uma ferramenta de publicações no Linkedin onde antes, apenas pessoas convidadas, chamadas de influenciadores, podia escrever algum artigo.

Essa atualização enviada via notificação para toda sua bae. Imaginem como o conteúdo não se espalhava?

Após a última atualização, o Linkedin Pulse passou a ser aberto a todos que querem escrever. Quando você escreve, sua base também recebe uma notificação.

Você ganha autoridade e seguidores. E não existem limites de publicações ou imagens.

Para se tornar autoridade em algum assunto escreva. E seja compartilhado. E faça o link disso com sua empresa, para não só você mas ela também, ser uma referência.

Já para tráfego pago temos o Linkedin Ads. Nele para criar cada anúncio, você deve escolher o nome para uma nova campanha, o idioma, o tipo de mídia, escrever seu anúncio, escolher a forma de pagamento, definir horários para os impulsionamentos e por fim, mensurar! Simples assim.

Tipos de conteúdo

Temos que ter em mente que o Linkedin é uma rede voltada para negócios.

Como dito acima, artigos escritos tem a grande preferência dos usuários, mas nada impede você de compartilhar ebooks e outros materiais ricos.

Imagens são muito importante mas nada de gatinhos fofinhos. As imagens devem dizer algo a alguém.

Dicas para usar o Linkedin para um bom marketing

Encontre clientes e conexões altamente segmentados de acordo com seu negócio

Você pode ajustar suas campanhas para um determinado público, tipo e tamanho de empresa, segmentando de maneira eficiente aquilo que você está produzindo de material.

Gere leads

Identifique o perfil desejado e ofereça a ele webinários e ebooks.

Faça contatos inbound e outbound. Garanta uma geração de leads barata e simples.

Publique conteúdo de qualidade

Como já dito anteriormente, através do Pulse você pode publicar qualquer artigo que ele será notificado para toda sua base.
Por isso tudo que você enviar deve ser bem planejado e escrito, para ajudar alguém a resolver um problema, se posicionar como autoridade e garantir que sua rede continue te seguindo e recebendo suas atualizações.

Monitore o perfil dos seus funcionários

Garanta que seus funcionários tenham um perfil no Linkedin, que digam que trabalham na sua empresa, façam uma boa descrição de seu trabalho/posição e tenham material consistente sobre seu negócio.

Faça conexões e construa relacionamentos

As conexões feitas devem ser estratégicas. Conecte-se com seus potenciais parceiros e clientes.

Muna-os de informação e conteúdo interessante e a partir disso construa um relacionamento com eles, que podem falar bem ou mal de você, comprar ou não comprar de sua empresa.

 

Twitter

O Twitter é a rede social rápida. O que quero dizer com isso?

Você deve conhecer ou pelo menos já ter ouvido falar nos famosos “tweets”. Aquelas postagens curtas, de no máximo 140 caracteres, que servem para atualizar sobre alguma coisa sobre você de forma rápida.

Muitos decidem escrever coisas pessoais como “comendo um sanduíche super gostoso” ou ate mesmo “indo pra casa depois do trabalho”.

Mas esse era o começo da rede. Hoje em dia ela é muito usada para comentar notícias da hora, política, futebol e até mesmo outros assuntos que a gente prefere “não discutir para não brigar”.

Aceitar postagens curtas não quer dizer que ela é pior por isso.

Exatamente por isso, é uma rede super acessada pelo celular e tablets. A mensagem de adequa melhor e permite uma interação rápida e constante.

São mais de 300 milhões de usuários e mais de 500 milhões de postagens diárias. Imagina isso?

Vamos falar um pouquinho sobre o uso do Twitter para negócios. É possível? É eficiente?

Usar o Twitter para sua empresa

Antes de tudo, como já falado para começar um bom marketing nas redes sociais, é preciso preparar a casa. Ou seja, seu perfil deve estar completo e otimizado.

Para isso não se esqueça de colocar:

  • Nome
  • Foto de perfil
  • Foto de capa
  • Background
  • Bio

Tráfego orgânico X Tráfego pago

Vamos começar esse tópico falando de como conseguir tráfego pago para seu perfil. Usando o Twitter Ads, é óbvio.

Os tweets pagos podem ter o formato de tweets promovidos, contas promovidas ou assuntos promovidos. Cada um deles tem uma indicação específica.

Se você quer promover um tweet, trazer tráfego para algum link, oferecer cupons e promoções, gerar leads ou atrair atenção para sua marca você deve usar a função de tweets promovidos.

Se você quer aumentar o número de seguidores de uma maneira rápida, você deve usar a função de contas promovidas.

Se você quer aproveitar a onda dos assuntos mais discutidos naquele período e aumentar sua visibilidade, você pode usar os assuntos promovidos.

Atrair seguidores e monitorar a rede

Para promover no Twitter você deve sempre começar analisando seu orçamento disponível, segmentando e por fim, como em todas as outras mensurando.

Para monitoramento existem algumas ferramentas que podem te ajudar imensamente.

SocialBro, MentionMap, The Archivist, Twenty Feet, Tweetsmap, Twitter Counter e outros estão nessa lista.

Dicas para usar o Twitter de forma eficaz para gerar negócios

  • Siga as pessoas, retweet e favorite seus tweets;
  • Analise sua audiência
  • Você deve responder a todas as menções e mensagens
  • Veja os assuntos que seus concorrentes estão usando para ter ideias do que compartilhar;
  • Não foque em vendas, mas sim em construir relacionamento e gerar valor
  • Encontre pessoas através de hashtags
  • Participe de conversas da área de atuação da sua empresa
  • Publique fotos
  • Faça perguntas e retweet as respostas;
  • Faça testes A/B

 

Tentamos resumir em poucas palavras tudo aquilo que é possivel fazer de marketing nas redes sociais. É claro que muita coisa pode e deve ser aprofundada.

O que você deve ter sempre em mente é: como eu posso usar essas redes a meu favor e a favor da minha empresa?

O objetivo deve ser sempre engajar com seu público, aumentar o reconhecimento da sua marca e gerar oportunidades de negócio.

Marketing de Conteúdo – Tudo que você precisa saber para se tornar um especialista no assunto

Que o Marketing Digital deixou de ser uma tendência de mercado para se tornar um investimento indispensável na maioria das empresas você já sabe, certo? Quem quer continuar relevante para seus clientes na atualidade, precisa ter visibilidade online.

Por isso, o ponto hoje não é mais a necessidade de estar na internet, mas como se colocar nela para ganhar a atenção do público e se destacar em meio à concorrência, que já está lá.

Você precisa adotar as melhores e mais modernas estratégias de aquisição de clientes, sendo o principal elemento de uma estratégia de Inbound Marketing. Uma das principais é o Marketing de Conteúdo, que é usado e recomendado pelos maiores especialistas do mundo.

Se você ainda não conhece o Marketing de Conteúdo ou não domina essa estratégia por completo, preparamos esse guia definitivo para que você aprenda tudo o que precisa saber para se tornar um especialista nesta metodologia também.

  • O que é Marketing de Conteúdo
  • A metodologia Inbound
  • Benefícios do Marketing de Conteúdo
  • Visão Geral de uma estratégia de conteúdo
  • Planejamento
  • Execução
  • Mensuração
  • Ferramentas

O que é Marketing de Conteúdo?

Marketing de Conteúdo é uma maneira de engajar seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes por meio da criação de conteúdo relevante e valioso.  Você atrai, envolve e gera valor para as pessoas de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e, assim, gerar mais negócios.

Bom, essa é a definição que usamos aqui na Rock Content. Inclusive é a definição que  apresentamos a nossos clientes para explicar o conceito..

Mas, para deixar ainda mais claro na sua mente, vou destrinchá-lo e explicá-lo em detalhes agora:

“Marketing de Conteúdo é uma maneira de engajar com seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes…”

Primeiro, você precisa entender que foi-se aquele tempo em que éramos obrigados a assistir passivamente aos comerciais de TV. Hoje, o público possui mais poder do que nunca para escolher o conteúdo que quer consumir e como responder a ele. E você tem o poder e o conhecimento para produzir exatamente o conteúdo que o seu público deseja.

“…através da criação de conteúdo relevante e valioso…”

Profissionais tradicionais têm dificuldade em parar de falar de seus produtos e focar no desejo do público, que é um conteúdo realmente útil para ele. O bom conteúdo não é focado em vender, mas em trazer algum benefício para quem o lê, como resolver um problema, esclarecer uma dúvida ou ensinar algo. A venda é apenas uma consequência desse processo.

“…atrai, envolve e gera valor para as pessoas…”

O conteúdo que você cria não é apenas útil, mas passa a mensagem certa ao público certo no momento que ele mais precisa! Você supera as expectativas provendo um conteúdo tão incrível que seu público vai querer compartilhá-lo com outras pessoas.

“…de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e assim gerar mais negócios.”

Essa é a parte mais legal! Como você ajudou seu público no momento em que ele precisava, o público passa a ter uma visão positiva sobre a sua marca. E as pessoas são mais propensas a fazer negócios com marcas que conhecem e gostam do que com marcas desconhecidas.

O objetivo final do marketing é esse: sempre trazer resultados positivos para a empresa! E, com o Marketing de Conteúdo, esse objetivo pode ser alcançado.

Como? Vou explicar melhor agora.

A metodologia Inbound

O Inbound Marketing é a principal estratégia de Marketing Digital da atualidade. E, dentro dele, está o Marketing de Conteúdo. Neste tópico vamos mostrar como os princípios do Inbound fazem toda a diferença na estratégia de conteúdo.

Para falar dos benefícios e da importância do Marketing de Conteúdo, é fundamental entender antes o que é a metodologia Inbound.

Inbound Marketing é qualquer estratégia de marketing que busque captar o interesse das pessoas de forma não invasiva ou interruptiva.

Ao contrário das propagandas agressivas que jogam anúncios na cara das pessoas quando elas não estão preparadas, seu objetivo é atrair o público sutilmente.

Você deixa que ele venha até sua empresa no tempo dele e dê permissão para que você passe a sua mensagem. Por isso o Inbound também chamado é chamado de marketing de atração.

Para conseguir fazer isso, o Inbound se baseia em quatro pilares:

  • Atrair: por meio de conteúdo relevante, o inbound atrai visitantes interessados no negócio;
  • Converter: aqui, o intuito é transformar visitantes em leads, aproximando-os mais do seu negócio e transformando-os em potenciais vendas;
  • Vender: seu lead está interessado no produto ou serviço que sua empresa oferece? Este é o momento de mostrar que sua solução é a melhor e fechar a venda;
  • Encantar: a relação entre sua empresa e seu cliente não termina após a compra. O Inbound prega um relacionamento duradouro, em que você ofereça todo o suporte necessário, além de encantar o cliente com materiais interessantes e um atendimento competente.

Basicamente, o que você precisa saber é que fazer Marketing de Conteúdo é seguir a metodologia Inbound.

Ou seja, é atrair seu público de forma a ganhar sua confiança e conquistar seguidores fiéis para sua marca. Mas existem vários outros benefícios do Marketing de Conteúdo para seu negócio, como eu vou explicar agora.

Benefícios do Marketing de Conteúdo

Por que usar Marketing de Conteúdo? Neste tópico vamos mostrar as principais vantagens da estratégia para sua empresa atingir os objetivos de negócio.

Para você ter uma ideia da importância do Marketing de Conteúdo, 71% das empresas brasileiras já adotam essa metodologia na sua estratégia de aquisição de clientes e 68,9% das que ainda não utilizam pretendem adotá-la em breve.

Esses são dados da edição 2017 da Content Trends, a maior pesquisa sobre Marketing de Conteúdo do país.

De acordo com os números, a maioria absoluta das empresas do Brasil já viu os benefícios dessa metodologia.

Mas por que essas empresas estão apostando nisso?

Bom, as razões são várias e muito interessantes para o seu negócio! Além de gerar valor para sua persona, o Marketing de Conteúdo:

Aumenta o tráfego do seu site

De acordo com a Content Trends 2017, 84,7% das pessoas utiliza o Google para se informar. Ou seja, o seu site é a porta de entrada principal para novos clientes e o Google é o caminho até ele.

Produzir conteúdo relevante é a melhor forma de colocar seu site na primeira página do Google, onde ele sempre será encontrado pelo seu público, e deixar essa porta convidativa para que ele entre.

Prova disso é que as empresas que utilizam Marketing de Conteúdo tem, em média, 2,2 vezes mais visitas em seus sites. E, se você produz mais de 13 conteúdos por mês, esse número sobe para 4,2 vezes!

Gera brand awareness

A produção de conteúdo contribui para que mais pessoas reconheçam sua marca e conheçam os produtos e/ou serviços que sua empresa oferece.

Como já expliquei, as pessoas possuem maior propensão a comprar marcas que lhes são familiares e que lhes agradam.

Um leitor assíduo de seu blog, por exemplo, vai preferir a sua marca quando precisar comprar um produto ou serviço. Afinal de contas, ele já te conhece e você o ajudou diversas vezes com seu conteúdo.

Aumenta o engajamento com a marca

Enquanto o brand awareness aumenta a quantidade de pessoas que conhecem e possuem uma percepção positiva de sua marca, o engajamento busca construir um relacionamento próximo e constante com uma audiência mais seletiva.

Produzindo conteúdo de qualidade, você aumenta as interações das pessoas com sua marca, criando esse engajamento.

O resultado disso são evangelizadores que a recomendam e até a defendem.

Educa o mercado

Muitas vezes, seu público-alvo não entende bem o mercado em que você está inserido, para que servem os produtos oferecidos pela sua empresa etc.

Nesse caso, não desista! Produza conteúdo que responde às dúvidas dos clientes e os ensina tudo que precisam saber para tomar a decisão de compra por si mesmos.

Se o seu conteúdo for realmente de qualidade, você vai quebrar objeções e aumentar a satisfação dos clientes, pois eles chegarão à compra com consciência total do seu produto e como utilizá-lo.

Gera vendas

Aposto que você está pensando: mas Peçanha, toda empresa não quer gerar vendas?

Claro que sim! No entanto, nem sempre esse é o objetivo final do processo de Marketing de Conteúdo.

Aumentar o número de vendas, nesse caso, significa focar sua produção de conteúdo para guiar os leads por todo o processo de compra e prepará-los para a tomada de decisão.

Mas esses são apenas alguns exemplos de objetivos. O importante é que você identifique o seu para direcionar seu planejamento de forma correta.

Impulsiona a geração de leads

Ok, você já tem visitantes no seu site. Mas sem informações sobre eles, você não conseguirá enviar o conteúdo certo para transformá-los em oportunidades e colocá-los em contato com um vendedor.

É por isso que gerar leads é o objetivo principal de 64,7% das empresas brasileiras! E algumas delas já estão conseguindo 3,2 vezes mais leads fazendo Marketing de Conteúdo.

E o melhor: com uma estratégia sólida, que continuará trazendo resultados a longo prazo, gerando tráfego e leads mesmo que você não produza conteúdo regularmente.

 

Aumenta o lifetime-value

Lifetime-value (LTV) é o valor total que um cliente gasta em sua empresa como um todo. Por exemplo: se seus clientes compram em média duas vezes um produto de R$50,00, o seu LTV é de R$100,00.

Todo dono de empresa sabe que é mais barato vender de novo para um cliente atual do que trazer um novo cliente. Então, usar uma estratégia de conteúdo com esse objetivo é uma boa jogada porque mantém o cliente engajado com a sua empresa.

Você pode usar vários tipos de conteúdos no pós-venda, como newsletters exclusivas para clientes, para oferecer novos produtos ou descontos em sua loja.

Reduz o Custo de Aquisição de Clientes

O CAC, Custo de Aquisição de Clientes, é uma métrica que aponta o valor que você investe nas áreas de Marketing e Vendas para conseguir um novo cliente.

Se conquistar um novo cliente é barato, a receita gerada por ele cobre as despesas criadas até ali e ainda dá lucro. Por isso, o objetivo de qualquer empresa é que seu CAC seja o mais baixo possível.

Mas por que eu estou explicando isso? Porque a maioria das empresas ainda mantém um grande time comercial focado em prospecção e injeta dinheiro em mídias pagas para conseguir novos clientes.

Essas ações dão resultado sim, mas também resultam em um CAC alto. Até porque pessoal e propaganda não são nada baratos, concorda?

Com uma estratégia de Marketing de Conteúdo você reduz o CAC fornecendo materiais que acabam com as dúvidas dos clientes na hora da compra e munindo seu time de vendas com e-books, webinars e outros conteúdos que podem diminuir o processo de vendas.

Você ainda pode utilizar o Marketing de Conteúdo para treinar sua equipe de Vendas, melhorar a conversão das suas leads, construir autoridade no mercado etc., só para citar alguns benefícios.

Mas é claro que, antes de colher os benefícios, você precisará de uma estratégia bem definida.

Visão geral de uma estratégia de conteúdo

Um dos aspectos mais negligenciados por quem faz Marketing de Conteúdo é que ele deve se basear em uma estratégia organizada e estruturada para gerar resultados. Entenda agora o que é necessário para uma estratégia de sucesso.

Colocar um blog corporativo no ar e escrever um post quando der na telha não é Marketing de Conteúdo! Longe disso, na verdade.

Marketing de Conteúdo, em geral, é um trabalho em três etapas: planejamento, execução e mensuração. E é isso que eu vou te ensinar a fazer agora.

Planejamento

Marketing de Conteúdo vai muito além de escrever. Na verdade, essa é a menor parte. Antes é necessário definir objetivos, estratégias a utilizar e quais métricas avaliar. Entenda como fazer um planejamento consistente para obter bons resultados!

O planejamento é tudo aquilo que vem antes de começar a criar conteúdo de fato: a escolha de temas, de linguagem, de palavras-chave.

É o momento em que você deixa claro os resultados que deseja obter com a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, o caminho que vai traçar para chegar lá e como irá mensurar seu progresso.

Produzir conteúdo sem planejamento é como fazer uma viagem de carro sem um GPS — você pode até se divertir no caminho (principalmente se tiver um carrão), mas provavelmente acabará perdido no meio do nada com um pneu furado.

É por isso que, na etapa de planejamento, nós definimos todos os passos da estratégia de Marketing de Conteúdo da empresa, começando pela persona.

Definição de objetivo e KPIs

Um objetivo claro ajuda seu time a perceber quais métricas devem ser acompanhadas e quais ações devem ser tomadas para melhorar os resultados. Toda estratégia deve perseguir um objetivo que traga benefícios reais para o negócio!

Listei acima alguns dos benefícios do Marketing de Conteúdo para sua empresa e que podem ser utilizados como objetivos:

  • Gerar brand awareness;
  • Aumentar o engajamento com a marca;
  • Educar o mercado;
  • Gerar vendas;
  • Diminuir o custo por venda;
  • Aumentar o lifetime-value.

Esses exemplos englobam boa parte dos casos que vemos no dia a dia. Então avalie quais resultados você precisa atingir no momento atual do seu negócio e qual objetivo te ajudará a chegar lá mais rápido.

Objetivo definido, o próximo passo no planejamento da sua estratégia de Marketing de Conteúdo é definir  seus KPIs, os indicadores-chave de performance.

É essencial que essa definição seja bem feita porque existem dois tipos de pessoas que não sabem se suas campanhas estão performando bem: as que não acompanham métricas o suficiente e as que olham para métricas demais. E as duas geram o mesmo tipo de problema!

No primeiro caso, se você não está medindo nenhum resultado, está andando às cegas, sem saber se o caminho que está seguindo é o correto.

No segundo caso, acompanhar toda e qualquer métrica disponível é possuir uma quantidade enorme de dados, mas nenhuma informação relevante.

O conceito de KPIs são as métricas mais importantes para determinar o sucesso de sua estratégia.

Algumas características de um bom KPI são:

  • Ser importante: na hora de escolher as métricas que serão usadas como KPI, é crucial que elas possuam impacto no alcance do objetivo. Escolher uma métrica de “vaidade” ou só porque possui uma performance melhor nela é perigoso;
  • Ser simples de entender: um KPI não pode ser um índice extremamente complicado. Ele deve ter fácil entendimento para que possa ser compartilhado de maneira clara com todo o time;
  • Ser facilmente mensurável: para que possa ser colocado em contexto e associado a um objetivo, é necessário ser mensurado de forma simples. Um KPI de número de assinantes de e-mail, por exemplo, é facilmente medido e atrelado a uma meta de 10% de crescimento ao mês;
  • Ser capaz de levar à ação positiva: esse é o ponto mais importante. Se a análise de seus KPIs não trouxer atitudes para melhorar a posição da empresa em relação a seus objetivos, você escolheu os KPIs errados.

Definir os KPIs é o próximo passo após a escolha de objetivos, porque eles estão diretamente relacionados. A seguir, vamos mostrar um objetivo e quais KPIs podem ser observados para acompanhar o sucesso:

  • Brand awareness: curtidas no Facebook, seguidores no Twitter, visualizações de vídeos no YouTube, visitas no site;
  • Engajamento com a marca: compartilhamento em redes sociais, número de páginas visitadas no site, baixa taxa de rejeição, comentários em postagens;
  • Educação do mercado: número de páginas visitadas no site, subscribers em sua newsletter e assinantes do feed RSS;
  • Geração de leads: conversões em landing pages, crescimento da base de contatos;
  • Geração de vendas: número de vendas, vendas/ leads;
  • Custo por venda: tempo gasto para efetuar uma venda, número de vendas, CAC (custo de aquisição de cliente);
  • Lifetime-value: tempo de contrato de cada cliente.

E assim por diante.

Então olhe para seu objetivo e reflita: quais métricas vão me mostrar que eu estou no caminho certo para cumprir meu objetivo, sendo as únicas métricas que não posso deixar de monitorar?

Definição de Personas

Um dos pilares do Marketing de Conteúdo é que você não quer atrair qualquer pessoa para seu site. Você quer a pessoa certa, aquela que realmente tem perfil para se tornar cliente.

É por isso que todo planejamento deve ser fundamentado no conhecimento sobre a sua persona, buscando ajudá-la em todas as suas dores e conduzi-la pelo funil de vendas.

O conceito de persona é totalmente diferente do de público-alvo. Enquanto o público-alvo é baseado na descrição de um grupo demográfico que você procura atingir, a persona é uma descrição semi-fictícia do seu cliente ideal.

Semi-fictícia porque o processo de criação de personas passa por entrevistas aprofundadas com seus melhores clientes, na tentativa de identificar traços comuns entre eles e que devem se repetir nos futuros clientes.

Vou dar um exemplo para deixar mais claro, ok?

Vamos supor que o público-alvo de uma determinada marca de xampu pode ser descrito como mulheres entre 20 e 30 anos, que trabalham e estudam e não tem tempo para ir ao salão de beleza cuidar do cabelo.

Mas essas informações não dizem muito sobre as preferências das clientes, como elas pensam ou agem.

Então essa marca entrevistou algumas de suas clientes mais fiéis e traçou um perfil composto pelas características que melhor descrevem sua cliente ideal.

O resultado disso é a persona Joana, uma jovem universitária de 25 anos que trabalha meio expediente como professora particular, gosta de sair aos finais de semana para dançar, preza pela saúde do seu bolso buscando economizar sempre e lê blogs de beleza à procura de dicas práticas que possa replicar sozinha.

Como a persona é mais detalhada, ela te permite ações mais certeiras, como produzir um conteúdo perfeito para ajudar mulheres como a Joana.

Além disso, conhecer sua persona é fundamental para mapear a jornada de compra do seu cliente ideal, o passo a passo que ele segue do momento em que encontra você até a hora em que toma a decisão de realmente comprar.

E é claro que você pode produzir conteúdo que faça sua persona passar mais rápido de um passo para o outro. Falaremos sobre isso agora.

Funil de Vendas e Conteúdo: como encaixar na sua estratégia

O funil de vendas já é usado há muito tempo pelos profissionais de marketing porque é uma maneira simples de ilustrar o processo de vendas, do primeiro contato com o público até o momento em que a venda é efetivada.

Assim como um funil é capaz de receber muito volume no topo mas, no fim, deixa passar pouca matéria; o funil de vendas demonstra que, das muitas pessoas que chegam a você, apenas uma parcela passará por todo o processo e chegará de fato a se tornar cliente.

Essa representação é extremamente importante para classificar em que ponto da conversão um possível cliente se encontra e quais esforços são necessários para levá-lo para a próxima etapa até que ele chegue à decisão de compra.

Tradicionalmente, boa parte do processo de vendas é feito pelo time comercial. No entanto, podemos usar o Marketing de Conteúdo para tornar esse processo ainda mais eficiente hoje em dia, encurtando o ciclo de vendas!

Uma das bases do Marketing de Conteúdo é gerar conteúdo relevante que interesse seu público, promovendo interações e engajamento com sua marca, certo? Mas, trabalhar com Marketing de Conteúdo é, essencialmente, um trabalho estratégico.

Logo, se queremos usar o conteúdo para otimizar o processo de vendas, temos que pensar em conteúdos que ajudem no andamento de cada uma das etapas do funil.

 

Conteúdo para topo do funil

O topo do funil é a etapa do aprendizado e da descoberta.

O público aqui ainda não está buscando soluções para nenhum problema. Muitas das vezes, ele nem sabe que há um problema a ser resolvido e está apenas buscando se informar.

Por isso, o objetivo do topo do funil é atrair a atenção para a descoberta do problema e levar o público para dentro do processo de venda.

Leve em conta que o leitor ainda não possui um relacionamento com a sua marca e entende pouco do seu serviço. Por isso, seu conteúdo deve ter pouca ou nenhuma barreira de consumo e jamais deve ser publicitário.

Crie conteúdos interessantes, que farão com que ele retorne ao seu blog com frequência e se familiarize com sua marca. Isso pode ajudar a trazer o visitante para dentro do funil, levando-o, futuramente, a fechar negócio com sua empresa.

Alguns exemplos de conteúdo que podem ser produzidos para o topo do funil são posts de blog, vídeos, podcasts e ebooks informativos, como guias completos sobre determinado assunto.

Conteúdo para meio do funil

O meio do funil é a etapa do reconhecimento e da consideração.

As pessoas aqui já descobriram que possuem uma necessidade e estão procurando por maneiras de resolver seus problemas. Por essa razão, já é possível criar uma barreira maior para o consumo do conteúdo, como um formulário com mais campos, que irá transformar um interessado em lead.

O conteúdo do meio do funil também é diferente do topo do funil. Posts de blog e conteúdos multimídia continuam sendo uma boa opção, mas devem ter um foco maior em soluções do que em informar.

Por serem uma ótima maneira de se conseguir leads qualificadas, e-books e whitepapers são cruciais no meio do funil.

Webinars, além de ajudarem a sanar dúvidas dos leads, também são uma poderosa maneira de se posicionar como um grande expert na sua área de atuação, colocando sua solução entre as que o leitor está cogitando.

Conteúdo para fundo do funil

O fundo do funil é a etapa da decisão, onde a mágica acontece!

Nesse ponto, as pessoas já estão considerando adquirir seu produto e procuram informações que irão ajudá-las a tomar essa decisão. Então, quanto mais contato e mais informação elas tiverem, mais confiança terão em comprar da sua empresa.

Os materiais de fundo de funil devem ser abertamente focados na sua empresa ou produto.

Depoimentos e cases de clientes são bons exemplos de conteúdos para essa etapa, pois mostram como sua empresa já resolveu problemas semelhantes e pode fazer isso pelo novo cliente também.

Webinars focados no produto e demos de utilização, além de eliminar qualquer dúvida sobre o valor da solução, podem levar o provável cliente diretamente para a compra

Landing pages com ofertas específicas como descontos, trials do produto, dentre outras, também podem ser o impulso final para a venda. Aposte!

Conteúdo para o pós-venda

O pós-venda é a etapa de retenção.

Um dos grandes erros de qualquer empresa é achar que os investimentos em Marketing terminam no momento em que a venda é efetuada.

Se você também pensa assim, saiba que adquirir um novo cliente é muito mais caro do que fazer com que alguém que já tenha comprado com você — e, claro, tenha tido uma experiência positiva — volte a fazer negócios.

E o Marketing de Conteúdo pode ajudar muito para que esse relacionamento com o novo cliente dure. Afinal, sua empresa já possui várias informações sobre ele e pode oferecer conteúdo super personalizado, que o ajude a tirar maior proveito do produto comprado e resolver o problema mais rapidamente.

Vale apostar em blog posts, infográficos, webinars… Qualquer formato que gere valor para alguém que já adquiriu a solução e o mantenha satisfeito com a compra!

Canais

Agora que você já tem uma persona bem estruturada e um funil de vendas traçado, é hora de escolher em quais canais de aquisição de clientes investir. Ou seja, onde você vai distribuir seu conteúdo.

Aqui é importante ressaltar que um bom canal é aquele onde a sua persona está. Não adianta nada postar conteúdo no Twitter se a sua persona sequer conhece essa rede social, combinado?

Além disso, escolha apenas canais aos quais você poderá se dedicar de verdade. É preferível não estar em um canal do que ter uma presença ruim, que só posta de vez em quando e nunca cria um relacionamento de fato.

Dito isso, vamos aos principais canais de aquisição que existem atualmente, suas vantagens e alguns dados:

Blog

Segundo a Content Trends 2017, o blog é o segundo canal mais utilizado pelas empresas, com 64,2% de adesão. Ele perde apenas para os sites institucionais, com 75% da preferência.

Ele é geralmente o alicerce de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, porque oferece uma gama de possibilidades, tanto em tipos de conteúdo suportados como em opções para converter os leads e gerar mais oportunidades de negócio.

Mas o maior benefício do blog para uma estratégia é que todo tráfego que você consegue para o blog é seu. Você não fica sujeito a perder toda a sua audiência com um tráfego emprestado de outra plataforma, como acontece nas redes sociais.

Além disso, o simples ato de postar em blog impulsiona o tráfego do seu site. Prova disso é que empresas que publicam posts em blog recebem cerca de 3,7 vezes mais visitas por mês!

Redes Sociais

Hoje em dia é impossível pensar em uma estratégia de Marketing de Conteúdo que não inclua redes sociais. Isso porque os benefícios dessas plataformas são muitos — divulgação da marca, engajamento da audiência, geração de tráfego para o blog e de oportunidades para vendas etc.

Além disso, a procura por conteúdo nas redes sociais cresce a cada ano. Uma pesquisa da Hubspot revelou que, apenas entre 2014 e 2016, o consumo de conteúdo no Facebook aumentou em 57%, no Twitter, 25%, e no LinkedIn, 21%.

Não é a toa que 94,4% das empresas brasileiras estão presentes nas redes sociais, de acordo com a Social Media Trends 2018.

Vídeos

O uso de vídeos em sua estratégia de Marketing de Conteúdo é uma iniciativa poderosa para aumentar a sua autoridade no mercado e educar seu público e que deve crescer ainda mais nos próximos anos.

A previsão é que, em 2019, 80% do tráfego na internet seja de vídeos, segundo relatório da Cisco.

Uma das grandes vantagens do conteúdo em vídeo é que ele é de fácil consumo em vários tipos de dispositivos, como celulares, tablets etc. Além disso, esse formato possui uma alta percepção de valor por quem assiste, ao passo que é mais barato e fácil de fazer do que parece.

 

Materiais ricos

Materiais ricos são peças como e-books, templates e white papers, que possuem um conteúdo ainda mais valioso e informativo do que posts de blog.

Produzir materiais ricos é uma excelente maneira de mostrar que sua empresa é autoridade em algum assunto. Afinal, você tem conhecimento o suficiente para falar sobre aquilo com profundidade e ainda educar o mercado.

Mas o maior valor desses materiais está na sua capacidade de gerar leads e aumentar sua base de contatos.

Pensa comigo: quanto maior o valor percebido por um conteúdo, maior a disposição do público para superar alguma barreira a fim de obtê-lo.

Essa barreira pode ser um formulário de cadastro, por exemplo, que vai te ajudar a obter informações valiosas sobre as suas leads, como se ela já utiliza uma solução como a sua ou não. Pense nisso!

Email

Aqui sempre é importante falar que não, o email marketing não morreu. Pelo contrário, embora seja desacreditado por muita gente, o email é um dos canais com maior ROI (retorno sobre o investimento) em uma estratégia de Marketing de Conteúdo.

Além disso, de acordo com o Radicati Group, o uso de email em todo o mundo atingirá 3 bilhões de usuários em 2020. Ou seja, o email não está nem perto de morrer.

Além disso, ele oferece vantagens muito boas, como a previsibilidade de alcance e o custo baixo, já que você precisa apenas de uma ferramenta e um analista para realizar os disparos e sabe exatamente quantas pessoas receberam, abriram e clicaram na sua mensagem.

Outros

Mas esses são apenas alguns canais que você pode utilizar. Existem empresas que possuem estratégias bem sucedidas utilizando outros, como apresentações no SlideShare, webinars e até mesmo formatos offline, como revistas ou jornais.

Então mantenha-se sempre informado sobre as novidades do mercado e saiba identificar quais novos canais podem realmente ajudar sua empresa a ter bons resultados para não cair na armadilha da Síndrome do Objeto Brilhante.

Só porque algo é novo e está chamando a atenção, não significa que, necessariamente, vai ser positivo para a sua estratégia de conteúdo. Certifique-se de que sua persona está ativa, engajada e que você realmente é capaz de produzir conteúdo relevante para aquele canal.

A verdade é que, sem planejamento e dedicação, o investimento em qualquer canal será um desperdício de dinheiro!

Execução

Com o planejamento em mãos, é hora de realmente pôr a mão na massa! Entenda o que é necessário para colocar sua estratégia em prática.

Várias e várias vezes eu já vi planos de negócios espetaculares indo por água abaixo no momento em que vão ser executados.

Para evitar que isso ocorra, é fundamental não perder de vista o que foi definido na etapa de planejamento e manter a frequência de geração e distribuição de conteúdo.

Entenda também que sua execução deve estar aberta a pequenas mudanças de trajeto em direção ao objetivo final.

Isso pode parecer complicado agora, mas vou explicar passo a passo como conduzir sua estratégia começando pela produção do conteúdo.

Produção de conteúdo

A produção é o coração de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, onde todo o seu planejamento toma forma!

Criar conteúdo de qualidade não é uma tarefa fácil e exige investimento de tempo, dedicação e trabalho. Mas, seguindo algumas recomendações, esse processo pode se tornar muito menos trabalhoso.

Alguns dos fatores que devem ser levados em consideração são:

Escolha de palavras-chave

Palavras-chave são termos ou frases que as pessoas utilizam ao realizar uma busca na internet. Elas são o principal peça na hora de fazer SEO (Search Engine Optimization), a otimização de seu conteúdo para aparecer bem rankeado nos mecanismos de busca.

A ideia é que você descubra palavras-chave relevantes para o seu negócio e invista sua produção nessa temática.

Mas lembre-se: seu texto é direcionado a um público e não a um motor de buscas. Nunca atrapalhe a experiência do usuário em favor do Google.

Tamanho e formato do conteúdo

O tamanho e formato de um conteúdo devem variar de site para site. Afinal, o mais importante é entregar valor para o leitor.

Mas existem algumas dicas que podem ajudar a orientar a sua produção, como evitar textos desnecessariamente longos e complicados ou curtos demais e vazios de informação.

Um bom tamanho para começar é 500 palavras, suficiente para responder às dúvidas da persona e longo o bastante para ser beneficiado pelo Google, que tende a favorecer textos mais completos.

Além disso, é importante variar no formato para manter sua audiência engajada. Ofereça infográficos, podcasts e experimente novos formatos para ver o que tem maior aderência com a sua persona.

Vídeos são uma grande tendência e contam pontos no SEO quando comparados à concorrentes que não oferecem esse tipo de conteúdo em seus sites. Aposte!

Escaneabilidade

Trabalhar a escaneabilidade é formatar seu texto para que ele fique atrativo ao olhar.

Antes de ler um conteúdo, todas as pessoas “passam o olho” por ele para ver do que se trata e se vale a pena continuar lendo. Ou seja, elas escaneiam o texto.

Intertítulos, imagens, listas e negritos são ótimos para aumentar a escaneabilidade de um conteúdo por fugirem do padrão do texto corrido.

Como são diferentes, esses recursos chamam a atenção do olhar e informam que aqueles pontos são importantes e precisam ser lidos. Invista!

E não se esqueça de usar frases curtas e parágrafos enxutos. Blocos grandes de texto prejudicam a compreensão da mensagem onde começa e onde termina uma linha de raciocínio.

Revisão

Um texto cheio de erros de ortografia pode acabar com toda a autoridade que você lutou tanto para construir.

Por isso, revise todo conteúdo que produzir, não apenas para encontrar erros, mas para ver se ele se encaixa nos padrões citados acima.

O ideal é esperar algum tempo após a escrita para fazer a revisão, pois se você a fizer logo em seguida, alguns erros que estão debaixo do seu nariz podem passar despercebidos.

Otimização para os motores de busca (SEO)

Com o seu conteúdo de qualidade pronto, não basta publicá-lo. Você precisa otimizá-lo para que ele seja encontrado pela sua persona.

E é aí que entra o SEO (Search Engine Optimization), uma das principais estratégias da metodologia Inbound, que são as práticas de otimização para os motores de busca.

Veja bem, buscadores como o Google e o Bing utilizam algoritmos para classificar todos os conteúdos indexados.

É por meio desses algoritmos que o Google, por exemplo, define que o artigo X é mais importante que o Y e por isso deve ser o primeiro colocado na página quando uma pessoa fizer a busca de determinada palavra-chave.

Quanto mais relevante os motores considerarem o seu conteúdo, melhor colocado ele será no ranking. E estar bem colocado no ranking é fundamental para chegar à sua persona, já que, segundo um relatório do Internet Marketing Ninjas, o primeiro lugar ganha 21% dos cliques!

A mesma pesquisa diz que o segundo ganha 10%, o terceiro apenas 7% e esse número vai caindo cada vez mais. Ou seja, se você não está bem colocado, é quase como se não existisse.

Porém, como algoritmos são lógicos, é possível seguir alguns princípios para mostrar aos buscadores que o seu conteúdo é realmente relevante.

O principal deles é a presença da palavra-chave ao longo do texto de forma orgânica. Ou seja, não a repetição frenética da palavra-chave, mas variações dela que se aproximem à linguagem falada.

E não só a presença da palavra-chave organicamente no texto, mas também no título, na URL, na meta-descrição, no alt-text da imagem.

Mas esse é só o principal fator. Existem muitos outros como: links de sites com domínio forte, site otimizado para mobile, autoridade da página, etc.

 

Divulgação de Conteúdo

Por mais que o Google seja um buscador eficiente, você não pode contar apenas com ele para que seu conteúdo seja encontrado.

É preciso colocá-lo à vista de todos, levando-o até seu público e incentivando as pessoas a lerem esse trabalho que você vem desenvolvendo com tanta dedicação.

Uma promoção de conteúdo eficiente influencia diretamente nos resultados da sua estratégia. Portanto, não a deixe em segundo plano e nem poupe esforços em torná-la cada vez melhor!

Separei dois canais de divulgação que são interessantes para qualquer estratégia de Marketing de Conteúdo. Confira:

Redes Sociais

Como já expliquei nesse guia, as redes sociais são um importante canal de aquisição de clientes. Para você ter uma ideia, 92% dos profissionais de marketing dizem que as mídias sociais são importante para seus negócios (Social Media Examiner).

Mas divulgar o conteúdo que você está produzindo vai um pouco além de somente postar um link no Facebook. Até porque talvez você nem precise estar no Facebook.

Para conseguir resultados por meio das redes sociais, você precisa fazer parte somente das redes em que seu público está presente. Se sua persona não está no Facebook, você não tem razões para distribuir conteúdo lá, concorda?

Outro ponto importante é entender que cada um dos ambientes em que você publica seu conteúdo conta com públicos e expectativas diferentes. Conheça o tom a ser usado em cada rede social, quais formatos fazem mais sucesso e o que as pessoas desejam ler em cada uma delas.

O Twitter, por exemplo, é uma rede mais dinâmica, que pede textos curtos e aceita linguagem informal, memes, conteúdo interativo. Já o LinkedIn pede que você seja um pouco mais formal, compartilhando apenas conteúdo relevante para o seu mercado e deixando as brincadeiras para outras redes.

Email marketing

O email é um poderoso canal para promoção de conteúdo porque você entrega diretamente para o usuário e consegue acompanhar seu engajamento.

A maneira mais comum de divulgar conteúdo por meio de email marketing é com o envio de newsletters, compilados com os principais conteúdos produzidos pela sua empresa dentro de um espaço de tempo determinado por você.

Mas você também pode fazer disparos específicos para cada momento da jornada de compra do cliente, oferecendo conteúdos que o ajudarão a avançar pelo funil, como ebooks e outros materiais ricos.

Também é possível divulgar conteúdo nos fluxos de nutrição, workflows de emails baseados no comportamento do usuário, engatilhado por um evento específico, como o download de um e-book, por exemplo. Basta recomendar nos emails do fluxo alguns materiais complementares ao conteúdo que serviu como gatilho.

 

Geração de leads

Como você já aprendeu no tópico sobre funil de vendas, o volume de pessoas que chegam aos conteúdos do topo é alto, mas precisamos colocar essas pessoas para dentro do funil onde podem ser trabalhadas para se tornarem oportunidade.

A esse processo de colocá-las dentro do funil damos o nome de geração de leads.

Leads são pessoas que demonstraram interesse pelo seu conteúdo a ponto de oferecer informações como email e telefone em troca dele.

Elas são importantes para uma estratégia de Marketing de Conteúdo porque, a partir do momento em que você tem informações sobre uma pessoa, pode enviar conteúdo personalizado para fazê-la andar no funil mais rapidamente.

A maneira mais efetiva de gerar leads é criando pontos de conversão no seu blog. Esses pontos podem ser formulários, onde o visitante cadastra seu email para receber uma newsletter, por exemplo; ou landing pages, nas quais ele responde a campos personalizados em troca de uma peça de conteúdo específica.

Tudo com o objetivo de construir uma grande base de leads prontas para serem nutridas, como explicarei a seguir.

Nutrição de leads

Com as leads na sua base, é preciso trabalhá-las para que elas sigam para a próxima etapa do funil e estejam cada vez mais preparadas para serem abordadas pelo time de vendas.

A melhor maneira de fazer isso é através do que chamamos de nutrição de leads. Isto é, “alimentar” suas leads com conteúdo de maneira a obter cada vez mais informações sobre elas, ao mesmo tempo em que aumenta o interesse e o conhecimento sobre sua empresa.

Geralmente fazemos isso através do envio programado de e-mails, com o intuito de educar a lead, melhorar a percepção da sua marca para com ela e guiá-la até o momento da compra. Cada novo e-mail qualifica um pouco mais a lead em relação ao e-mail anterior.

Essa sequência de emails, chamada de fluxo de nutrição, deve ser baseada em algum evento ou característica que identifique esse público: o download de um material, o preenchimento de um formulário, a quantidade de funcionários, dentre outros.

Para criar bons fluxos de nutrição são necessários vários testes. Se esse processo for feito de maneira eficiente, os resultados serão claros — e é sobre resultados o nosso próximo tópico.

Mensuração

Agora que você já sabe como planejar e executar, vamos aprender a mensurar a efetividade das suas ações! Essa parte é delicada e merece atenção extra na escolha das métricas para realmente entender os resultados obtidos.

A análise dos resultados é um dos momentos mais delicados de toda a estratégia de Marketing de Conteúdo. É por meio da mensuração que você vai descobrir o que está funcionando e o que não está, e assim fazer as correções de percurso que falei lá no comecinho desse guia.

A maior vantagem do Marketing Digital sobre as outras mídias é que nele possível acompanhar os KPIs em tempo real e alterar estratégias rapidamente para evitar grandes perdas. Coisa que você não consegue fazer em um comercial de TV, por exemplo.

Além disso, como é possível rastrear todos os passos de um visitante, saber exatamente quantas oportunidades de negócio foram geradas com um conteúdo, quais canais estão gerando mais leads, você consegue saber exatamente qual retorno sua estratégia de Marketing de Conteúdo está trazendo para a empresa. Então vamos lá?

Frequência de mensuração

Cada métrica tem uma frequência ideal de mensuração. Algumas são diárias, algumas semanais e temos métricas até mesmo semestrais.

Para saber a frequência ideal de acompanhamento, é preciso conhecer bem cada uma delas e descobrir o tempo de coleta de dados ideal para obter relevância estatística.

Por exemplo, checar o custo de aquisição de clientes (CAC) diariamente é desnecessário, já que esse número tende a ser mais estável e são necessárias muitos acontecimentos para provocar uma mudança relevante.

Mas checar o tráfego do seu site nessa frequência pode fazer sentido, pois uma queda de apenas algumas horas pode significar um impacto enorme em todo seu funil de vendas.

Uma boa maneira de descobrir a frequência ideal de mensuração é fazendo benchmarking com empresas parceiras e especialistas do mercado. Experimente!

ROI do Marketing de Conteúdo

O ROI é uma das métricas mais importantes para toda estratégia de Marketing de Conteúdo e, provavelmente, a métrica mais amada pelo chefes e pelos diretores. Ele é usado para medir a eficiência de um investimento, expresso através de porcentagem.

Para calcular seu ROI, basta pegar o que você ganhou em uma ação menos o quanto você gastou e dividir pelo quanto você gastou. É uma medida bem simples de trabalhar que serve para dar uma noção geral da performance de qualquer tipo de investimento.

Uma das maiores dificuldades no cálculo de ROI é entender o conceito de “valor gerado”, uma vez que o Marketing de Conteúdo possui objetivos variados, alguns de longo prazo e difícil mensuração direta.

Entretanto, ele é extremamente útil em especial com objetivos “mais concretos”, como o número de clientes conquistados ou a renda obtida em um determinado período. Não deixe de acompanhar.

Ferramentas

Como você viu, uma estratégia de Marketing de Conteúdo exige muito trabalho de todos os envolvidos! Mas existem maneiras de facilitar a rotina desses profissionais sem descuidar dos processos e mantendo o olho em todas as métricas importantes.

Felizmente, contamos com várias ferramentas completas e eficientes no mercado. Essas plataformas podem te ajudar a medir os resultados de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, automatizar processos e aumentar o volume de conteúdo criado e divulgado pela sua equipe.

Quer conhecer algumas? Eu separei para você as ferramentas mais conhecidas e acessíveis em algumas categorias.

Ferramentas para blog

Muito mais do que escrever e postar textos, cuidar de um blog exige que você crie uma estrutura de navegação, modere os comentários dos visitantes, melhore o layout (aparência) do seu blog, acompanhe dados de acesso e muito mais.

É por isso que todo profissional de blog precisa de um Content Management System (CMS) — em português, um sistema de gerenciamento de conteúdo.

Algumas opções são o Joomla, o Drupal e o WordPress, o CMS mais popular do mundo.

Ferramentas para SEO

Para quem trabalha com SEO, os desafios são: fazer pesquisa de palavras-chave, encontrar oportunidades de rankeamento, realizar otimizações que podem levar um conteúdo à primeira página e monitorar a concorrência.

Algumas ferramentas úteis para isso são o SEMRush, o Ahrefs, o BuzzSumo e o Keyword Planner do Google.

 

Ferramentas para mídias sociais

O gerenciamento de mídias sociais é um trabalho que precisa de ferramentas que permitam o agendamento de postagens em várias redes, o monitoramento do alcance e engajamento da audiência com essas postagens e ainda gerem relatórios de resultados.

Algumas opções nessa área são o Buffer, o Hootsuite, o SimplyMeasured e o Quintly. E também existem outras específicas para algumas redes sociais, como o Postgrain (antigo Instamizer) para o Instagram, o Fanpagekarma para o Facebook e o Commun.it para o Twitter.

Ferramentas de automação

O profissional responsável pela nutrição de leads precisa escrever e disparar emails, segmentar a base de leads, criar de fluxos e muito mais.

Fazer esse trabalho sem uma ferramenta é impensável! Mas existem opções muito boas no mercado, que dão conta de boa parte desse trabalho.

As opções mais conhecidas e recomendadas são a Hubspot, a RD Station e o MailChimp.

Ferramentas de monitoramento

Todo profissional de Marketing precisa monitorar o desempenho da sua estratégia. Existem várias ferramentas que ajudam nessa tarefa, inclusive as já citadas.

Uma ferramenta de monitoramento essencial é o Google Analytics, pois traz os números por cada canal de aquisição de tráfego do seu blog — tráfego vindo de email, tráfego vindo do orgânico, tráfego de social…

Outra muito boa é o Power BI, que centraliza todas as métricas do seu Marketing e oferece a visualização de dados de forma interativa, o que proporciona mais insights.

As opções são muitas, mas o que torna uma ferramenta realmente ideal é suprir as necessidades da sua empresa!

Tudo vai depender dos números que você precisa monitorar. Então identifique primeiro os números que você precisa analisar e depois escolha a ferramenta de monitoramento.