5 Ferramentas on-line para criar seu site

Você sabia que hoje mais da metade da população tem acesso à internet? Pois é, mais de 100 milhões de brasileiros passa a maior parte do dia conectada à grande rede. E é por isso que você precisa ter um website, seja sobre você, sobre um assunto, sua empresa ou sua loja.

  1. Wix
    Atualmente, Wix é a maior plataforma de criação de sites do Brasil. Esta plataforma mundial está no país há mais de 10 anos e vem evoluindo a cada ano. É ideal para o pequeno / médio empresário que não tem conhecimento técnico e pode criar um site profissional em poucos minutos.
  2. Hostgator
    A Hostgator é uma plataforma mundial conhecida principalmente por sua forte oferta de servidor e por ser uma excelente opção para criar sistemas e sites mais desenvolvidos, como WordPress, criação de e-mail, sistemas em nuvem e muito mais.
  3. Webnode
    Webnode é uma plataforma para construir sites extremamente simples. Criada em 2008, a empresa ajudou mais de 22 milhões de usuários a criar seus sites. Não importa se você precisa de um site para sua empresa, um belo portfólio ou uma loja virtual de sucesso, aqui você encontra a ferramenta certa para sua necessidade.
  4. WordPress
    O WordPress surgiu em 2003 e é um projeto de código aberto que você pode usar para criar sites, blogs ou aplicativos. Com ênfase em acessibilidade, desempenho, segurança, facilidade no uso, ótimos designs, recursos poderosos e a liberdade para construir o que você quiser. O programa básico do WordPress é simples e previsível, assim você pode começar rapidamente. Ele também oferece recursos poderosos para quem quer crescer. WordPress é livre e inestimável ao mesmo tempo.
  5. Jimdo
    O Jimdo foi criado em 2007 e permite a criação de sites em poucos cliques. Oferece facilidade no uso, segurança e várias opções de designs. Você pode editar o site a qualquer momento e otimizá-lo para os mecanismos de pesquisa sem precisar saber como codificar.Acesse agora, faça seu site e confira!

O que é ROI? Descubra se seus investimentos estão valendo a pena

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) em cada investimento realizado.

 

A única maneira de escolher corretamente os investimentos que devem ser feitos por uma empresa é entendendo bem quais são as estratégias que dão resultados e são capazes de aproximar o negócio de suas metas.

Mas, com tantas táticas de aquisição e fidelização de clientes por aí, como saber o que funciona melhor para a sua empresa, especificamente?

Parece complicado, não é?

Mas a resposta é calcular o ROI com precisão e agir em cima dele. A grande vantagem é que, no marketing digital, isso é totalmente possível.

Ainda não conhece muito bem o que é o ROI, como calcular e para que serve? Então fique conosco, vamos explicar tudo que você precisa saber sobre ROI!

Neste post você vai aprender:

  • O que é ROI
  • Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio
  • Como calcular o ROI
  • Como avaliar os seus resultados
  • Quais as limitações do ROI
  • 5 desafios para usar o ROI da forma correta
  • 5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Afinal, o que é ROI?

O termo ROI é uma sigla para a expressão em inglês “Return over Investment”, ou “Retorno sobre Investimento”. Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) com cada investimento realizado.

Isso inclui tudo o que for feito visando algum lucro futuro, como campanhas de marketing, treinamentos de vendas, aquisição de ferramentas de gestão, novas estratégias de retenção de clientes, etc.

Dessa forma, fica claro não só quais investimentos valem a pena, mas também como otimizar aqueles que já estão dando certo, a fim de que tenham um desempenho melhor.

O ROI pode ser calculado em diversas áreas como:

  • ROI do Marketing de Conteúdo;
  • ROI de Email Marketing;
  • ROI das Mídias Sociais;
  • ROI das campanhas no Google AdWords;
  • ROI do Blog Corporativo;
  • ROI do SEO, etc.

Por que o ROI é importante para o sucesso do meu negócio?

O Marketing Digital é muito amplo, e oferece uma gama incrível de métodos e ferramentas para quem quer fazer negócios na internet.

Mas, tantas opções podem confundir mesmo quem já conhece bem o assunto.

Fora isso, se lembre que as ações de marketing digital, apesar de confiáveis e eficazes, podem dar resultados diferentes dependendo do seu nicho de mercado, público-alvo, entre outros detalhes.

Por isso, acompanhar o retorno sobre investimento é fundamental. Ele ajuda a responder algumas perguntas profundas sobre o seu negócio, como estas:

  • Quais são as maiores fontes de lucro da empresa?
  • Quais são os canais de comunicação mais eficazes?
  • O desempenho das campanhas de marketing está de acordo com o esperado?
  • O processo de vendas tem se mostrado eficiente?
  • O atendimento ao cliente está contribuindo para a fidelização ou deixa a desejar?

É claro que não adianta esperar encontrar informações detalhadas somente com a análise do retorno sobre investimento, mas ele vai te dar uma boa direção de onde procurar.

Daí, usando outras métricas e indicadores importantes, você poderá se aprofundar melhor nos pontos que precisam de melhorias.

Como calcular o ROI

A maneira mais simples de calcular o ROI é seguindo esta fórmula:

Fórmula de ROI

Essa fórmula pode ser utilizada de modo abrangente —  para analisar o negócio como um todo — ou específico —  para avaliar um projeto ou área, individualmente .

Trabalhando dessa forma, é possível identificar erros e problemas em qualquer parte do negócio.

Além disso, o resultado final será em porcentagem, o que facilita a comparação entre o ROI de diferentes ações ou estratégias.

O que é classificado como “receita”?

Receita é tudo aquilo que a empresa arrecada por conta das vendas.

Ao calcular o ROI de uma área ou de uma campanha em específico, lembre-se de utilizar apenas o valor levantado pelo segmento escolhido.

Por exemplo, para calcular o retorno sobre investimento de uma plataforma de e-commerce, o valor da receita deve representar apenas as vendas desse canal e não o da loja como um todo.

O que são os “custos”?

Os custos são todas aquelas despesas necessárias para permitir a viabilidade do investimento.

No caso do exemplo anterior, da plataforma de e-commerce, os custos são representados pelo valor pago para utilizar a plataforma, o preço de hospedagem do site, os investimentos em anúncios pagos, as despesas com internet, telefone e o que mais for necessário.

Como avaliar os seus resultados

Para explicar melhor essa métrica, vamos analisar o caso fictício da loja virtual citada anteriormente.

Vamos supor que a empresa, como um todo, tenha recebido R$ 70.000,00 em vendas e que R$ 25.000,00 tenham vindo da loja virtual.

Para manter o site funcionando é preciso gastar R$ 5.000,00, enquanto a loja física precisa de 15.000,00.

Neste caso, o ROI do nosso e-commerce seria:

Fórmula de ROI

ROI = 25.000 – 5.000 x 100
5.000

ROI = 20.000 x 100
5.000

ROI = 400%

Em outras palavras, você teria ganho 400% de retorno, ou seja, a cada 1 real investido, você recebe R$ 4,00 de lucro.

Enquanto isso, o ROI da loja física seria:

Fórmula de ROI

ROI = 45.000 – 15.000 x 100
15.000

ROI = 30.000 x 100
15.000

ROI = 200%

Vale lembrar que o resultado final pode variar bastante. Tudo depende da ação realizada, da qualidade do planejamento, da execução, entre outros detalhes.

O importante é que com o ROI em mãos, é possível analisar:

  • O que foi feito (ou deixou de ser feito) que pode ter influenciado nesse resultado?
  • Existe alguma relação entre os investimentos de alto retorno?
  • O que as ações de alto ROI possuem que é possível replicar nas demais?
  • Suas campanhas possuem um retorno semelhante as dos meus concorrentes?
  • A sua empresa possui resultados melhores do que as demais do setor?

No exemplo acima, o resultado foi positivo, mas o resultado também pode ser negativo.

Nestes casos, isso significa que o investimento fez a empresa perder dinheiro. Embora isso não seja uma boa notícia, essa informação permite que a empresa investigue o problema e faça as mudanças necessárias.

Limitações do ROI

Embora o cálculo acima pareça a solução para todas as suas dúvidas em relação aos investimentos da sua empresa e das suas campanhas de marketing, saiba que ele possui limitações.

Por exemplo, um ROI de 5% é bom ou ruim? Depende!

E nós explicamos o por que:

O ROI não leva em conta a duração do investimento

Se nós estamos falando de um ROI de 5% ao dia, esse investimento é maravilhoso. Mas se nós estamos falando de investimento de longo prazo como, por exemplo, 1 ano, isso já não é uma boa notícia, afinal:

O ROI não considera as flutuações de valor devido à inflação

O cálculo do ROI também não leva em conta o aumento (ou redução) da inflação.

Ou seja, um retorno de 5% ao ano seria dissolvido pelo aumento da inflação ou por outras questões bancárias (impostos, tarifas, etc).

O ROI não leva em conta a sazonalidade

Outra limitação dessa métrica é que o seu resultado não leva em conta a sazonalidade.

Se você utilizar o ROI para medir um investimento de médio ou longo prazo, pode obter um resultado positivo e achar que está tudo bem, sendo que isso não é verdade.

Dependendo do investimento em questão, esse número pode ter sido influenciado por alguma ocasião e mascarar os resultados negativos de certos períodos.

O cálculo do ROI pode ser manipulado

Por fim, ao analisar os resultados é muito importante entender de onde vieram os números utilizados no cálculo.

Um empresário pode comparar o ROI de dois produtos dividindo o lucro bruto gerado por cada um deles e considerar como custo as despesas da equipe de marketing.

Enquanto isso, a equipe do financeiro pode fazer a mesma análise utilizando números completamente diferentes como, por exemplo, o lucro líquido de cada produto como receita e o valor total de todos os recursos empregados para produzir e vender o produto como custo.

Por conta disso, quem utiliza o ROI para avaliar um investimento deve se certificar de que conhece a origem dos números utilizados e garantir que todos os cálculos utilizam o mesmo padrão.

5 desafios para usar o ROI da forma correta

Talvez você já esteja empolgado para começar a analisar seus investimentos e descobrir no que vale a pena se dedicar mais daqui para frente. E isso é ótimo!

Mas, antes disso, é importante vencer certos desafios que podem atrapalhar o bom uso do ROI nas suas estratégias futuras. Veja o que precisa fazer:

Esqueça as métricas de vaidade

O retorno sobre investimento é apenas um de muitos indicadores que podemos usar para entender melhor como anda a saúde de um negócio.

Porém, em certos casos, pode ser que o ROI aponte algo diferente de métricas bastante conhecidas.

Se esse for o caso, provavelmente o que está envolvido é o uso do que chamamos de métricas de vaidade.

Elas são ótimas para te fazer se sentir bem com relação às estratégias usadas, mas pouco contribuem para manter o negócio forte.

Por exemplo, um aumento no tráfego do seu site pode indicar que a estratégia adotada para esse canal está funcionando.

Mas, o que importa nesse caso são as conversões — leads gerados, clientes conquistados, etc. — , e o que mostra isso é o acompanhamento cuidadoso do retorno sobre investimento.

Se adapte rapidamente

Depois de investir tanto tempo, energia, dedicação e muito trabalho em equipe — além do dinheiro — para colocar uma campanha em ação, pode ser difícil mudar de direção.

Mas, se os resultados mostrados não estão contribuindo para o desenvolvimento do negócio, não hesite em mudar os pontos que se mostraram deficientes.

Seja por fazer grandes mudanças no planejamento ou mesmo abandonar de vez aquela proposta que parecia a solução ideal para determinado problema, é importante se adaptar rapidamente.

A capacidade de entender as mudanças de circunstâncias e reagir a elas prontamente é uma das características mais importantes para quem deseja usar as informações do ROI da melhor forma possível.

Continue atento ao mercado

Nada é permanente no marketing digital, então continue atento ao que acontece no mercado. A estratégia que dá certo hoje pode não ser tão boa amanhã, e o contrário também é verdade.

Mas, o que está envolvido em prestar atenção ao mercado? Isso inclui observar de perto a evolução dos gostos, desejos e necessidades do seu público.

Os avanços tecnológicos e até o que os concorrentes estão fazendo também são fatores a levar em conta.

Por fazer isso, sempre continuará testando a relevância das ações atuais e sairá na frente ao decidir as estratégias que serão adotadas no futuro.

Acompanhar o ROI é bem mais que um jogo de números, pois requer também percepção e sensibilidade por parte dos tomadores de decisão para trocar o que não funciona e melhorar o que já está bom.

Não esconda informações da sua equipe

Mais do que acompanhar o retorno sobre investimento de cada campanha e ação, é vital compartilhar os objetivos e observações com todos na empresa.

Se fizer isso, encontrará pouca ou nenhuma resistência quando precisar tomar um novo rumo, talvez afetando o trabalho árduo de outros profissionais.

Esconder o porquê desse tipo de mudança passa uma impressão errada, de que a decisão foi completamente arbitrária e sem sentido.

Por outro lado, quando todos entendem a importância de trabalhar com o ROI em mente, ninguém se sentirá tão apegado a esforços particulares, e sim ao resultado final.

Tenha paciência ao avaliar os investimentos

Nós sempre falamos do quanto o marketing digital tem evoluído com o passar dos anos e, consequentemente, da importância de se manter atualizado com o que funciona no momento.

Contudo, não se esqueça de que mesmo as ações mais eficazes levam algum tempo para dar os resultados esperados.

Por isso, ao calcular o seu ROI, dê um tempo razoável para que as campanhas tragam retorno. Caso contrário, pode desperdiçar uma estratégia que daria certo por fazer mudanças antes da hora.

Uma boa solução para saber quando agir é acompanhar o aumento do ROI com o passar dos meses, e comparar esse progresso com o prazo estimado de retorno, definido no início da campanha.

Mas, e depois disso tudo? Está se perguntando o que acontece depois de superar esses desafios? Continue lendo para conhecer algumas das vantagens que o ROI traz.

5 vantagens de saber trabalhar com base no ROI

Depois do esforço vem a recompensa, certo? Então, nada mais justo do que ver os bons frutos de calcular o ROI e agir com base nisso da maneira correta.

Conheça as vantagens de ter o retorno sobre investimento como peça central do planejamento de negócios:

Corte de gastos desnecessários

Analisar o retorno sobre investimento e agir em cima dos dados encontrados vai muito além de oferecer segurança para a tomada de decisões importantes.

O efeito prático dessa avaliação é que realmente nos interessa: por mostrar quais são os investimentos que vale a pena manter, automaticamente se evidenciam também as táticas que se deve abandonar.

Desse modo, os gastos desnecessários — todo investimento que não produz lucro — serão eliminados aos poucos.

Aumento nos lucros

Cortar gastos desnecessários já contribui para o aumento das receitas e, por sua vez, dos lucros. Mas, não vamos parar por aí!

Basicamente, por usar o dinheiro disponível da melhor forma possível —  tirando de métodos ineficazes e aplicando em outros que dão certo — o resultado só pode ser um: aumento nos lucros.

Afinal, você terá mais recursos e tempo para usar nas campanhas que estão funcionando, a fim de otimizá-las com o passar do tempo.

Resultados duradouros

Não faz sentido ter um crescimento astronômico por alguns meses e depois voltar a um padrão de desperdício e investimentos mal feitos, não acha?

Pensando nisso, acompanhar o retorno sobre investimento é um processo contínuo, nunca pode ser deixado de lado.

Como o objetivo final é ser lucrativo de maneira consistente, não importa quanto tempo passe, uma vez estabelecido o hábito de fazer esse cálculo, você pode esperar resultados duradouros.

A única coisa necessária para isso é manter o ciclo de acompanhamento e ações rápidas para corrigir os problemas encontrados.

Aumento no moral da equipe

Quem não gostaria de trabalhar em uma empresa que sempre tem um bom desempenho, em que os projetos criados funcionam bem e os objetivos traçados sempre são alcançados?

Pois, esse é justamente o tipo de ambiente que você estará ajudando a criar por trabalhar com o ROI sempre em mente!

Agora, consegue imaginar a diferença de ter uma equipe motivada trabalhando a todo vapor, em comparação com um time que tem dúvidas com relação ao próprio sucesso?

Fortalecimento da cultura

Não é exagero dizer que acompanhar o ROI pode ter efeito até mesmo na formação da cultura da empresa. Por quê?

Avaliar bem esse indicador e trabalhar baseado nele ajuda todos a:

  • Ter um olhar analítico sobre o trabalho;
  • Focar nos resultados, não apenas em realizações pessoais;
  • Ser imparciais ao tomar decisões;
  • Entender melhor o que funciona para a empresa.

Sem dúvida, esses são valores que valem a pena ter como parte da cultura organizacional.

Diante disso, fica claro que o ROI tem um profundo impacto sobre a saúde da sua empresa, tanto nos resultados imediatos de marketing e vendas quanto na capacidade de se manter relevante no mercado. Por isso, use essas informações como ponto de partida para tomar boas decisões e lucrar mais!

O que é KPI: Descubra como ele ajuda a medir os seus resultados!

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. São aquelas métricas mais relevantes para sua estratégia e que determinam seu sucesso ou não.

 

Você sabe o que estratégias de sucesso têm em comum?

Todas elas acompanham constantemente como as ações estão performando.

Segundo a Content Trends 2017, 78,1% das empresas que documentam sua estratégia se consideram bem sucedidas. Em empresas que não fazem documentação, essa porcentagem cai para 25,2%. Você pode conferir outros dados da pesquisa no relatório completo.
Esse acompanhamento é o que permite determinar o que está funcionando e o que não está. Basicamente, é a melhor maneira de analisar os resultados. Mas essa análise precisa de números!

Esses números são a melhor forma de saber se os seus resultados estão de acordo com os objetivos da sua estratégia de marketing digital e se a sua empresa está tendo o ROI desejado.

Para te ajudar a medir esses resultados, vamos falar tudo o que você precisa saber sobre os famosos KPI’s.

Nesse artigo você vai aprender:

  • O que é KPI
  • Qual a diferença entre KPI e Métrica
  • Como escolher um bom KPI
  • Por que likes no Facebook não são bons KPIs principais
  • Quais são os tipos de KPI

O que é KPI?

KPI vem da sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance. É uma forma de medir se uma ação ou um conjunto de iniciativas estão efetivamente atendendo aos objetivos propostos pela organização.

Existem milhares de indicadores que podem ser medidos. Estamos em uma época em que o fluxo de informação é imenso e constante! O ponto central é saber escolher quais são os indicadores a serem medidos.

Um KPI pode ser um número ou um percentual.

Por exemplo, se você quer medir quantas páginas um visitante viu no blog que você criou para sua empresa durante uma visita, você terá um número (3 páginas por visita, por exemplo).

Já a taxa de rejeição de uma página do seu blog é um percentual – 70%, por exemplo.

Qual a diferença entre KPI e Métrica?

Essa é uma confusão muito comum.

KPI’s não são o mesmo que métricas, mas uma métrica pode se tornar um indicador-chave de performance.

Eu sei, parece confuso, mas eu explico!

Os KPI’s são indicadores importantes para o seu negócio e o seu objetivo, uma métrica é apenas algo a ser medido.

Se por algum motivo essa métrica se torna relevante para a sua estratégia, ela vira um indicador-chave! Entendeu?

O importante é entender o que pode ajudar na tomada de decisão dentro da sua empresa. Essa é a premissa básica para a escolha de qualquer KPI e é como uma métrica se torna um indicador.

Um indicador-chave de performance precisa ser valioso para o negócio e auxiliar você e os seus superiores a tomar decisões inteligentes.

E isso nos leva ao próximo tópico!

Como escolher um bom KPI?

Antes de tudo ele precisa ser relevante para o seu objetivo. Se você quer mais visitantes no seu blog, acompanhar o preço médio das compras do seu cliente dentro do e-commerce não é interessante (não agora, pelo menos!).

Os KPI’s são intrinsecamente ligados aos objetivos por um motivo muito simples: são eles que medem a performance de cada um dos objetivos, indicadores errados mostram performances erradas.

Assim, você pode ter a impressão que está indo muito bem, mas na verdade não está, e vice-versa!

Para facilitar essa escolha, listamos 5 características de um bom KPI!

1. Disponibilidade para ser mensurado

Parece óbvio, mas é a verdade! Para escolher um KPI principal ele precisa estar disponível, para que possa ser mensurado e analisado corretamente. Por exemplo: você só pode quantificar leads após começar a gerá-las.

2. Importância para a base do negócio

O KPI mostra que a sua estratégia está tendo resultados e que o objetivo principal está sendo atigindo.

Se você crescer o seu negócio e vender mais, o seu KPI deve te mostrar que você está realmente crescendo e vendendo mais.

3. Relevância

Um dos maiores erros na escolha de indicadores é escolher indicadores de vaidade, ou seja, números que não mostram nenhum resultado mas que fazem a equipe de marketing ficar feliz.

Indicadores primários como comentários, curtidas e compartilhamentos em redes sociais não mostram resultados concretos, eles apenas parecem importantes. Foque no que realmente importa!

4. Ajudar em escolhas inteligentes

Dados e informações são a base de boas escolhas. O seu indicador-chave de performance primário precisa te ajudar a fazer escolhas inteligentes.

De que adianta bons dados, se eles não são a base para escolher o melhor caminho para a sua empresa?

5. Ter periodicidade

O KPI precisa ser medido constantemente, esse acompanhamento é o que permite entender o que funciona e o que não funciona e se o ROI é interessante.

Escolha KPI’s que podem ser medidos periodicamente e podem ajudar na tomada de decisões periódicas.

 

Porque likes no Facebook não são bons KPIs principais

Sim, nós sabemos. Você já sugeriu usar a quantidade de comentários ou curtidas no Facebook como um indicador. A partir de hoje vamos combinar uma coisa: não faça isso!

Um bom indicador-chave de performance é aquele que mostra como o seu objetivo está trazendo mais negócios ou oportunidades de negócio para a sua empresa. Um like sozinho não é uma forma precisa de analisar isso.

A única forma de usar interações sociais como KPI’s é relacioná-las com outros fatores.

Por exemplo, quantos clientes que vieram do Facebook comentaram na sua publicação? Quantos curtiram? Essas correlações podem trazer dados interessantes, mas uma interação social sozinha não!

A nossa dica aqui é focar no que realmente importa e no que está mais claro para ser mensurado e acompanhado.

Os tipos de KPI que você pode usar

Como você deve imaginar existe uma infinidade de indicadores que podem ser importantes para a sua estratégia (e para o seu chefe, no caso). Mas muitos deles só fazem sentido se suportados por dados, ou por testes no dia a dia.

Por isso você pode usar diferentes tipos de indicadores de acordo com os interesses de quem está analisando os resultados.

Para ficar mais simples, vamos dividi-los em três categorias: primários, secundários e práticos. Sem enrolar mais, vamos ao que interessa:

KPIs primários

Esses são os indicadores-chave de performance que os seus diretores e C-levels querem ver. São os principais para o seu objetivo e eles indicam que você está ajudando a empresa a ganhar mais dinheiro. Simples assim.

Analisando as estratégias de inbound marketing e marketing digital, a maioria delas terá como KPI primário alguma dessas opções:

  • Leads;
  • Tráfego;
  • Custo de aquisição por lead;
  • Taxa de conversão;
  • Receita total;
  • Receita por compra;

Ao mostrar os resultados para os seus superiores, sempre relembre-os do objetivo principal!

KPIs secundários

Se você possui gerentes e/ou supervisores, eles acompanham mais de perto o desenvolvimento da estratégia e os resultados.

Por isso, eles têm a necessidade (e o tempo) de analisar outros indicadores-chave de performance mais de perto.

Os KPI’s que você trabalha e informa ao seu gerente precisam mostrar que os seus testes e gerenciamento da estratégia estão no caminho certo. Esses indicadores precisam reforçar os primários e mostrar os porquês.

Alguns indicadores-chave de performance secundários interessantes:

  • Custo por lead em cada estágio do funil;
  • Assinantes da newsletter;
  • Assinantes do blog;
  • Visitas recorrentes no blog;
  • Custo por visitante;
  • Origem do tráfego (orgânico, pago, redes sociais, direto, e-mail e outros);
  • Preço médio por transação.

Lembre-se, o KPI secundário deve justificar o primário, ele mostra como aqueles resultados estão sendo atingidos.

KPIs práticos

Aqui vamos falar um pouco do conteúdo para nerds! Mas não se assuste, tudo vai continuar muito bem explicado e fácil de entender.

Dentro de uma campanha de marketing digital e inbound marketing, quem gerencia e administra o dia a dia precisa realizar testes constantemente e acompanhar dados mais detalhados sobre comportamento, aquisição e características do usuário.

Por isso, você (ou o seu analista de marketing) precisa acompanhar uma listinha de indicadores um pouco mais longa, alguns deles são:

  • Pageviews;
  • Páginas/visita;
  • Bounce rate;
  • Melhores landing pages;
  • Page rank;
  • Palavras-chave mais pesquisadas (de acordo com seu negócio);
  • Conteúdos mais lidos/visitados;
  • Tráfego;
  • Visitantes (novos x recorrentes);
  • Interações sociais.

Essa lista pode continuar por muito, muito tempo. O importante é entender o que importa para o seu objetivo e o que vai te ajudar a entregar melhores resultados para sua diretoria.

Se você quer aprender como mensurar e analisar esses indicadores, confira nosso Guia Completo do Google Analytics.

É importante entender que, conforme você desce na categoria dos KPI’s (primário, secundário e práticos), é preciso acompanhar os anteriores!

Ou seja, o seu analista de marketing precisa acompanhar todos os indicadores escolhidos, mas para o seu diretor é interessante aquele que vai trazer mais ganhos financeiros para a empresa, aquele que vai provar o ROI do investimento.

Na prática

Talvez alguns conceitos ainda estejam um pouco confusos. Mas não se desespere! A melhor forma para entender como escolher KPI’s corretamente é colocando em prática toda a teoria!

Por isso vamos criar 4 exemplos para você entender melhor como funciona a escolha de indicadores-chave de performance. Vamos escolher os primários e secundários, ok?

KPIs de geração de leads

Sua empresa quer gerar leads! Como vamos fazer isso? Com uma super estratégia de inbound marketing e um blog bem feitol!

O que escolher como KPI?

Parece fácil, né? Leads!

Mas o segredo está nos indicadores secundários. Se você quer gerar leads através do blog, é preciso tráfego, portanto tráfego total é um KPI secundário interessante.

Porém uma boa estratégia de marketing de conteúdo vai trazer muito acesso orgânico para o blog, através de blog posts que trabalham palavras-chave interessantes.

Podemos então considerar também o tráfego orgânico! Temos 3 KPI’s, já é o suficiente.

KPI’s de quem precisa educar o mercado

Empresas de tecnologia (startups principalmente), possuem áreas de atuação e negócios específicos, que não são tão bem entendidos pelo mercado.

Por isso, é preciso educar o mercado sobre aquele produto ou serviço.

Para educar o mercado é preciso que as pessoas acompanhem o seu blog constantemente, leiam os blog posts e entendam sobre o seu produto.

Um KPI interessante para esse objetivo é o tráfego total. Para educar o mercado você precisa de visitas!

Mas novamente, não se engane! Você precisa acompanhar como esse tráfego se comporta.

Por isso, visitantes recorrentesnovos visitantes (ou novas sessões), assinantes da newsletter, páginas/visita e bounce rate são indicadores secundários que você deve acompanhar.

Um visitante único é aquele que acessa o seu blog de um mesmo endereço IP.

Portanto, se você tem muitas visitas únicas, você tem pessoas sendo educadas pelo seu conteúdo, o que também se aplica a assinantes da sua newsletter.

Lembre-se do orgânico também. 🙂

KPI’s para e-commerce

KPI’s funcionam muito bem para e-commerces (tão bem, que o Google Analytics tem métricas criadas especialmente para negócios online).

Vamos supor que você deseja aumentar o ticket médio das compras dentro da sua loja online. Para isso você pode utilizar diversas táticas: descontos, combos, frete grátis, etc e etc.

Mas como saber se o ticket realmente está aumentando?

Acompanhando a receita média por transação!

Se ele crescer, você está fazendo um bom trabalho, se não está, algo pode estar errado! E como descobrir isso?

Com KPI’s secundários. 😉

O seu visitante pode não estar comprando mais porque o seu checkout tem algum problema ou as informações não estão bem distribuídas dentro do site.

Você pode acompanhar o bounce rate para descobrir quais páginas tem mais desistências, o  average time on page para descobrir quanto tempo os visitantes passam em dada página e ainda o pages/visit para saber se ele está navegando pelo seu site, descobrindo e pesquisando os seus produtos.

Você percebeu que o uso dos KPIs é muito ligado ao objetivo.

Alguns indicadores que eu citei como comumente secundários ou práticos se tornam mais importantes dentro de uma dada estratégia.

Por esse motivo é importante você sempre levar em conta o contexto. Um KPI importante para a Rock Content pode não ser tão importante para a sua empresa.

Por isso, trabalhe bem o seu objetivo e crie estratégias que condizem com o que a sua empresa espera. Só então selecione os KPIs que realmente importam e comece a acompanhar.

Mas não deixe para a última hora! Analisar o resultado deve ser uma prática seguida desde o início dos esforços e deve ser acompanhado constantemente.

Lembre-se que os seus superiores gostam (e muito) de relatórios, nada melhor que mostrar dados concretos.

Principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços

Você está analisando seus resultados de maneira eficaz? Descubra aqui as principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços!

 

O marketing, aos olhos de quem observa de longe, pode parecer uma arte —  e de certa forma é  — , já que envolve atrair o público a uma mensagem, convencê-lo dela e, por fim, fazê-lo pagar por isso.

Mas para quem vivencia a rotina diária do marketing digital, sabe que também há um elemento de ciência por trás de estratégias vencedoras.

Afinal, fazer testes e acompanhar métricas são parte vital do trabalho.

E falando nisso, são tantas opções de métricas que pode ficar até difícil saber a quais dar prioridade, não é mesmo?

Pensando nisso, separamos algumas das principais métricas de marketing que você precisa acompanhar de perto para saber se seus esforços estão surtindo efeito. Vamos lá!

Nest post você vai ver:

  • Métricas de atração
  • Preparando o terreno para a sua análise
    • Número total de visitas
    • Número de visitantes recorrentes
    • Fontes de tráfego
    • Tráfego em dispositivos móveis
    • Conteúdo compartilhado
  • Métricas de conversão
    • Bounce rate
    • Total de conversões
    • Taxa de conversão do funil
    • Taxa de cliques
    • Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes
  • Métricas de receita
    • CAC — Custo de aquisição por cliente
    • LTV — Lifetime value
    • MRR — Receita mensal recorrente
    • ROI — Retorno sobre investimento
    • NPS — Net promoter score

 

Preparando o terreno para sua análise

Antes de nos aprofundarmos nas métricas de marketing mais importantes, é preciso preparar o terreno para realizar uma análise de qualidade, que realmente dê resultados.

Essa preparação pode ser dividida em dois passos: a definição dos objetivos e a escolha das ferramentas certas. Veja um pouco sobre cada um deles:

Definição de objetivos

Definir os seus objetivos de marketing é o primeiro passo para que sua análise de métricas seja bem-sucedida.

À partir do momento em que sabe aonde quer chegar com cada campanha, se torna mais fácil mensurar os resultados e avaliar seu progresso com o passar do tempo.

Com isso em mente, pense bem no que você planeja conquistar e defina prazos para cada objetivo. Isso vai garantir que as métricas sejam realmente usadas para melhorar seu desempenho.

Escolha de ferramentas

Há tantas ferramentas disponíveis para fazer análise de métricas que é até fácil se confundir um pouco. Por isso, vale a pena fazer um trabalho de curadoria desde o início, a fim de manter o trabalho simples e ágil.

Enquanto algumas ferramentas são extremamente completas e elaboradas, outras atendem a questões específicas. Algumas das principais são:

  • Google Analytics: É a ferramenta mais conhecida e usada no que diz respeito a análise de métricas. O GA é completo, simples de implementar e oferece até a opção de personalizar os relatórios;
  • Mixpanel: Essa ferramenta tem sido cada vez mais usada por algumas das empresas mais respeitadas do mundo em seus segmentos — incluindo a Rock Content! — , e foca nas ações que seus visitantes tomam em tempo real;
  • Kissmetrics: O software da Kissmetrics acompanha o comportamento do usuário para identificar pontos falhos e o que precisa ser melhorado para aumentar as conversões.

 

Métricas de atração

Já que a primeira parte do trabalho de marketing é atrair o público, é por aí que vamos começar nossa análise.

Mais do que acompanhar o número de pessoas que chegam até seus canais de marketing, é importante entender como usar as informações encontradas para otimizar a atração de novos visitantes.

Veja algumas das principais métricas de atração a que você precisa ficar atento:

Número total de visitas

Alguns acham que métricas mais abrangentes como o número total de visitas de um site não são de proveito, mas isso não é verdade. Ter esses dados à mão pode sim ser de grande ajuda.

É claro que sozinho esse indicador não fará grande diferença para os seus resultados, afinal será vago demais para te ajudar a chegar a qualquer conclusão acertada.

E mesmo que apresente um grande aumento, o número de visitas por si só não diz muito sobre como anda sua estratégia de marketing, de modo geral.

Porém, se for usado em conjunto com outras métricas o número total de visitas sem dúvida será de ajuda para identificar como anda seu poder de atrair o público.

Como medir o número total de visitas? É muito simples. Qualquer ferramenta de análise terá esse recurso entre suas principais funcionalidades, de modo que você só precisará dar atenção aos relatórios para ver.

Número de visitantes recorrentes

O número de visitas recorrentes já é um pouco mais específico que o número total, pois analisa somente as pessoas que entraram no seu site e resolveram voltar depois.

Quanto mais visitas recorrentes melhor, pois isso é um sinal de que as pessoas estão gostando do que encontram no primeiro acesso, e desejam voltar outras vezes.

Além disso, é possível afunilar ainda mais a busca à partir daí: por observar quais são as ações dos visitantes recorrentes, poderá identificar o que mais interessa seu público e os faz retornar.

Por exemplo, se a maior parcela dos que revisitam seu site estiver sendo direcionada ao blog, é o conteúdo que prendeu sua atenção.

Por outro lado, se o interesse principal é pela página de produtos ou serviços, sua abordagem de vendas pelo site está funcionando.

Por fim, observe a proporção de visitantes recorrentes com o passar do tempo para ver como o novo conteúdo que produz está fazendo efeito.

Assim, se notar que com o passar dos meses o número só aumenta, o conteúdo novo está indo bem. Caso contrário, reavalie o material com que conseguia melhores resultados e entenda como voltar a produzi-lo.

Para medir esse aspecto também basta observar os relatórios da sua ferramenta favorita, junto do total de acessos.

Fontes de tráfego

As fontes de tráfego — de onde os visitantes vem quando acessam sua página — são essenciais para o bom desempenho do seu planejamento de marketing.

Dessa forma, é possível saber se são seus próprios esforços — como perfis nas redes sociais, SEO bem feito, links de guest posts, etc. — são responsáveis pelos acessos.

Se notar que os canais de atração não estão atraindo tanto tráfego para o seu site, poderá ver o que precisa de ajuste em cada um deles.

Por sua vez, é possível também se dedicar ainda mais aos canais que dão bons resultados, a fim de continuar a otimizá-los.

Ao usar o Google Analytics, por exemplo, as fontes de tráfego são mostradas até em detalhes: além de saber de que sites seus visitantes vieram, recebe até dados demográficos sobre eles (país, idioma, idade, etc.).

 

Tráfego em dispositivos móveis

Que dizer do número de pessoas que acessa seu conteúdo por meio de dispositivos móveis? Esse aspecto, mais do que nunca, precisa ser levado em conta por quem leva o marketing digital a sério.

Já se foi o tempo em que a grande maioria das pessoas usavam a internet em computadores de mesa ou notebooks. Hoje, tablets e smartphones são a regra.

Isso faz com que os sites de design responsivo ou que têm versão mobile tenham a preferência e ganhem maior tráfego.

O mais interessante é que esse trafego é qualificado, ou seja, composto por pessoas que têm real intenção de compra.

Até porque a experiência de navegação ainda não é tão boa em dispositivos móveis quanto em aparelhos maiores.

Por isso os usuários “perdem menos tempo” apenas observando, preferem usar seus aparelhos quando realmente pretendem fazer uma compra.

Mais do que o número de acessos, as ferramentas de análise tornam possível descobrir até os navegadores ou sistemas operacionais usados pelos usuários, o que pode ser de grande utilidade ao criar um app nativo.

Conteúdo compartilhado

Quanto do seu conteúdo é compartilhado por outros? É verdade que muitas pessoas compartilham material que nem sequer consumiram, mas essa ainda é uma métrica valiosa. Por quê?

Quanto mais pessoas verem seu conteúdo, maiores as chances de clicarem nele e tirarem proveito do que foi preparado.

Além disso, se alguém resolveu compartilhar, no mínimo o título fez um bom trabalho de chamar atenção, não é mesmo?

Pense da seguinte forma: cada compartilhamento é como uma semente do seu conteúdo que se espalha pela web e pode dar frutos se cair no solo certo, ou seja, se chegar até sua persona.

Há muitas formas de medir o volume de compartilhamentos. Ferramentas como HootsuiteBuffer e Bitly são excelentes para isso.

Todos eles identificam quantas pessoas compartilharam, quantos cliques o link conseguiu com base nesses compartilhamentos, e uma série de outras informações relevantes.

Métricas de conversão

Quanto mais pessoas você atrair, melhores serão suas chances de converter visitantes em leads e, futuramente, em clientes.

Mas, não adianta nada ter um alto volume de visitantes se os seus mecanismos de conversão não forem eficientes.

Para garantir que não haja desperdício, vamos ver algumas métricas de conversão a que você precisa dar atenção:

Bounce rate

O bounce rate, ou taxa de rejeição, se refere a quantas pessoas saíram do seu site na mesma página em que entraram, sem visitar outras páginas do site ou se interessar por qualquer material adicional.

Por que é importante acompanhar o bounce rate? Por que ele pode indicar algumas das principais fraquezas do seu site, como páginas que não cumprem o que o título do SEO prometia, navegação ruim, etc.

Como cada página terá sua própria taxa de rejeição, fica fácil também perceber quais páginas precisam de mais trabalho para atingir as expectativas do público e prender sua atenção.

Porém, é importante também pensar no propósito de cada página. Enquanto uma taxa de rejeição alta no seu blog é preocupante, o mesmo índice em uma página de contato não seria tão ruim, em certas circunstâncias.

Suponha que a página contenha apenas um e-mail que o usuário pode usar para entrar em contato. Nesse caso, o fato dele sair da página não indica necessariamente falta de sucesso.

O que pode ser feito é tomar alguma medida prática para incentivá-lo a explorar mais, como um CTA bem colocado em um ponto estratégico da página.

Visto que também é medido automaticamente pelas principais ferramentas de análise, você não precisa saber nenhuma fórmula para calcular o bounce rate.

Total de conversões

As conversões são o objetivo primário de qualquer campanha de marketing, por isso essa é uma das métricas mais importantes a acompanhar.

Antes de mais nada, vamos definir o que são conversões: cada passo que o visitante dá rumo a se tornar cliente pode ser considerado uma conversão.

Em outras palavras, pode ser desde assinar sua newsletter, baixar um e-book, se inscrever em um webinar, usar a versão de testes do seu produto ou mesmo se tornar cliente, de modo definitivo.

Um número baixo de conversões torna necessário encontrar os problemas que estão afastando os visitantes, e podem ser vários — desde um website mal projetado a conteúdo sem profundidade.

Algumas ferramentas, como o Google Analytics, permitem definir metas específicas e acompanhar o alcance delas. Dessa forma, você pode selecionar cada um dos seus pontos de conversão e observá-los separadamente.

Taxa de conversão do funil

A melhor forma de gerenciar suas estratégias de marketing é tendo como base o funil, uma maneira simples e eficiente de conduzir os clientes pela jornada de compra.

Pensando nisso, em vez de analisar apenas o número total de conversões, é de grande benefício avaliar também o quanto sua estratégia é eficiente em cada parte do funil.

Fazendo isso, talvez você note que a maior parte dos problemas de conversão se concentram em uma etapa específica do funil, enquanto as outras desempenham bem.

Realizar um diagnóstico rápido e preciso dessa forma torna muito mais fácil encontrar uma solução para o problema e melhorar os resultados.

Como fazer esse acompanhamento? Uma boa maneira é por manter um registro de quantas pessoas passam de uma etapa para outra do funil, e quais são os mecanismos que ajudam a prever como essa transição vai ocorrer.

Taxa de cliques

A taxa de cliques — também conhecida como Click-through rate, ou CTR — é outra forma pertinente de medir o sucesso de suas campanhas de e-mail marketing e anúncios pagos. Por quê?

No caso do e-mail marketing, ela mostra qual a proporção de pessoas que clicaram no conteúdo dos e-mails com relação as que o abriram.

Por exemplo, se mil pessoas abrirem um e-mail, e 250 delas clicarem em um link contido nele, sua taxa de cliques é de 25%.

Saber disso é útil para determinar se suas campanhas estão sendo bem recebidas pelos assinantes, e ajudar a otimizá-las ainda mais.

Já no caso dos anúncios patrocinados, quanto maior for o seu CTR, menor será o custo por clique, o que pode significar mais visitantes por um preço menor.

Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes

Como já dissemos, diversas ações podem representar uma conversão, mas existe ainda outro detalhe que precisa ser levado em consideração.

Analisar a proporção de conversões conquistadas na primeira visita e das que são realizadas por visitantes recorrentes ensinam lições valiosas para o seu planejamento.

Uma delas é quanto o seu site é eficiente: muitas conversões na primeira visita mostram que todas as peças estão bem encaixadas.

Porém, o mais comum é que algumas visitas sejam necessárias até que a conversão aconteça. Nesse caso, qual a média de visitas até conseguir uma?

Ter esses dados à disposição será muito útil para entender melhor o comportamento dos seus visitantes e otimizar seu site com base nisso para aumentar os resultados.

 

Métricas de receita

Será que o acompanhamento termina quando os leads se tornam clientes e passam a pagar pelos seus produtos ou serviços? Longe disso!

É vital continuar observando métricas para saber se os investimentos feitos realmente estão valendo a pena.

Sendo assim, note 4 indicadores que ajudarão a tornar o planejamento de marketing mais eficiente e barato, ao mesmo tempo:

CAC — Custo de aquisição por cliente

O Custo de aquisição por cliente, ou simplesmente CAC, serve para mostrar exatamente quanto você gasta para conseguir cada novo consumidor para o seu produto ou serviço.

Isso é fundamental, pois se os esforços de marketing estiverem esgotando demais os recursos da empresa estará montada a receita para o fracasso.

Como medir o CAC, afinal de contas? Não é tão complicado. Basta somar todas as suas despesas com marketing por um determinado período e comparar isso com os resultados conquistados.

Por exemplo, suponha que seus gastos com marketing foram de R$5.000,00 em um período de dois meses, e conseguiu 10 novos clientes em resultado disso.

Isso daria uma média de R$2.500,00 gastos e 5 clientes conquistados por mês, ou seja, seu CAC seria de R$500,00. À partir daí, poderá ver se o valor encontrado é aceitável ou não.

LTV — Lifetime value

Depois de encontrar o valor do CAC, como saber se o investimento feito está sendo alto demais ou não? Por compará-lo com o Lifetime value, ou valor vitalício do cliente.

O que é isso? O LTV consiste, basicamente, em prever quanto dinheiro você deve esperar ganhar, em média, com cada cliente pelo tempo em que ele comprar de você.

O cálculo do lifetime value também não é difícil, apesar de depender de outras métricas.

Você precisa do ticket médio e da taxa de abandono dos clientes, para saber quanto tempo em média eles usam seu produto.

Nesse caso, multiplicamos o ticket médio mensal pelo tempo de permanência dos clientes.

Supondo que o seu ticket médio seja de R$200,00 e o tempo de permanência de 12 meses, temos o seguinte cálculo:

200 (ticket médio) x 12 (tempo de permanência) = R$2.400,00 (LTV).

MRR — Receita mensal recorrente

A receita mensal recorrente — ou Monthly recurring revenue (MRR) — é muito útil principalmente para empresas que operam no modelo de assinaturas.

Essas empresas precisam se manter atentas à quantia que entra todo mês em caixa para realizar um bom planejamento financeiro e se manter relevantes no mercado.

É bom lembrar que negócios que adotam esse modelo precisam ter uma alta taxa de retenção, ou seja, manter os clientes pelo máximo de tempo possível.

O MRR é um bom indicativo de como você está se saindo nisso, sem contar que se trata de uma métrica que indica a situação real do negócio, os resultados não mentem.

Por somar a receita recorrente com as demais métricas, poderá avaliar também a necessidade de fazer mudanças na estratégia de preços.

ROI — Retorno sobre investimento

O retorno sobre investimento, que declara o quanto seus esforços de marketing estão realmente produzindo lucro para a empresa, também é uma métrica indispensável.

Na verdade, podemos até dizer que o ROI é a principal métrica de marketing que você deve seguir, pois no fim das contas o objetivo é um só: conseguir lucro.

E para calcular o retorno sobre investimento, a conta é simples:

ROI = receita -custo do investimento/custo do investimento

Para ficar mais fácil de entender, suponha que você gastou R$8.000,00 com sua estratégia de marketing, e teve R$10.000,00 de receita, a conta fica:

ROI = 10.000–8.000/8.000

ROI = 2.000/8.000

ROI = 0,25

Seu retorno, nesse caso, seria de 0,2 (ou 20%) sobre o valor investido.

NPS — Net promoter score

Em uma escala de 0 a 10, qual seria a probabilidade de seus clientes o recomendarem para alguém?

Essa é a ideia do Net promoter score, medir o grau de satisfação e o potencial de marketing de seus clientes atuais.

Quanto mais alto for o seu NPS, maior será o “boca a boca” gerado em favor da sua marca e as chances de cada campanha se tornar um sucesso.

Por isso, se esforce em descobrir o NPS do seu negócio e aumentar esse número cada vez mais, para conseguir promotores e alavancar seus esforços de marketing.

Por fim, essa métrica vai até um pouco além de ver se sua estratégia de marketing está funcionando, pois ajuda a descobrir também se a empresa, como um todo, está entregando o que promete.

Seguindo essas métricas de marketing — tanto individualmente quanto em conjunto — e agindo com base nos dados coletados, você vai conseguir validar seus esforços com precisão e manter sua estratégia em dia, conquistando resultados cada vez melhores.

Conteúdo para o funil de vendas: como criar uma máquina de gerar negócios

Aprenda como utilizar o marketing de conteúdo de maneira estratégica, alinhado com as etapas do funil de vendas, para gerar negócios de maneira inteligente.

inbound marketing é uma das estratégias digitais mais poderosas. Afinal, ele utiliza todos os principais canais de marketing online para transformar usuários em clientes.

Seus números são impressionantes: nada menos que 68% dos profissionais que empregam essa estratégia a consideram um sucesso. Já a pesquisa Content Trends 2017 aponta que mais de 70% das empresas brasileiras já adotam o marketing do conteúdo, um dos pilares do inbound.

Se sua organização é uma delas, você provavelmente sabe que a base dessa metodologia é o funil de vendas. No entanto, uma dúvida sobre o assunto persiste: “que tipo de conteúdo devo utilizar em cada etapa?”.

Se você também se pergunta isso, não se preocupe. Neste post, descobrirá os tipos e formatos para cada passo dado pelo seu consumidor. Aprenda, de uma vez por todas, a produzir o melhor conteúdo para funil de vendas:

O que é o funil de vendas?

Primeiramente, é preciso entender o que é o funil de vendas e como é sua funcionalidade.

Basicamente, esse termo é uma metáfora para explicar o processo e cada uma das diferentes fases pelas quais passa um usuário de internet (jornada do cliente).

Um funil é um objeto usado para transferir líquidos de um recipiente para outro. É exatamente o que se faz ao coar café — o que torna a analogia ainda mais precisa, já que o funil virtual é uma espécie de filtro, como você verá mais adiante.

Nessa alegoria, o líquido representa os clientes e o funil, a estratégia. O objetivo é fazer com que os usuários iniciem a trajetória pelo topo do funil, passem pelo meio e cheguem ao fundo. Ao sair dele, sua empresa terá mais um cliente.

O mais interessante nessa técnica é que, ao fim da buyer‘s journey, você fará uma proposta somente para as pessoas certas. Ou seja, com real potencial de fechar um negócio.

E, para isso, você deve usar uma série de recursos de marketing digital, como SEO, redes sociais, e-mail marketing e, em alguns casos, até mesmo os links patrocinados.

Quer entender como funciona o método na prática? Então confira o tópico a seguir:

Quais são as etapas do funil de vendas?

Um usuário de internet que nunca teve nenhum contato com sua marca se encontra fora do seu funil de vendas. Na teoria, qualquer internauta pode representar um prospect, ou seja, alguém que pode se tornar um cliente.

Porém, o inbound marketing vai além. Você não quer vender uma camisa do Flamengo para um corintiano, assim como não pretende vender vestidos de casamento para homens, não é mesmo?

E essa é a 1ª filtragem do funil de vendas. Por isso, para utilizá-la da maneira correta, é muito importante que você defina sua persona.

Dica: você pode desenvolvê-la com o Gerador de Personas.

Topo do funil

Objetivo: atrair visitantes para o site.

No topo do funil, o objetivo é atrair usuários que podem ter interesse em se relacionar com sua marca. Para isso, foque na sua persona e desenvolva textos que respondam suas dúvidas.

O usuário que aqui se encontra ainda não sabe que possui um problema, então não faz sentido oferecer uma solução imediata. Essa é a fase da descoberta.

Observe, mais uma vez, que o topo do funil (o objeto mesmo) possui uma circunferência maior. Isso ocorre com seu análogo digital, pois se trata da etapa para a qual mais se cria conteúdo.

Afinal, é como jogar uma isca em um oceano e esperar que os peixes interessados se aproximem. Quanto mais iscas, mais fisgadas.

Quer um exemplo prático? Então vamos lá!

José é um empresário que possui um hobby: o aeromodelismo. Nas horas vagas, ele navega na internet em busca de informações sobre seu principal passatempo e, em uma delas, depara-se com um texto. O título é “Como montar um aeromodelo elétrico?”.

Logo de cara, é possível identificar uma tática de Searching Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca, em português). Isso porque a palavra-chave “aeromodelo elétrico” possui um volume de buscas razoável e baixa concorrência segundo ferramentas como o SEMrush e o Planejador de Palavras-Chave.

Se você tivesse uma loja virtual de peças de aviões elétricos, provavelmente gostaria que José a visitasse, não é mesmo? Perceba que José, desde o topo do funil, tem boas chances de seguir a jornada do cliente.

Ótimo. Agora um simples usuário acaba de fazer o seguinte caminho:

usuário → visitante

A partir do momento em que ele entra no site, ele entra no funil de vendas. Mas as coisas não são tão fáceis assim. Lembre-se: o funil de vendas é uma estratégia complexa, mas que traz resultados extremamente satisfatórios.

Formatos de conteúdo para o topo do funil

Blog posts

O tipo de conteúdo mais comum do topo do funil são os blog posts. Eles são fáceis de criar e gerenciar por meio de um CRM.

Nesse estágio, geralmente são criados posts mais curtos (cerca de 500 palavras) e em grande quantidade. A ideia é responder dúvidas que possam ser pesquisadas nos motores de buscas.

Algumas boas sugestões são guias, dicas, listas, tutoriais e respostas objetivas. Os textos devem ser educativos e úteis.

O conteúdo viral também é uma ótima pedida, já que podem gerar tráfego orgânico nas redes sociais.

Webinars

Webinars são videoconferências, geralmente ao vivo, nas quais um especialista comenta sobre um assunto.

Na verdade, eles são utilizados em qualquer etapa do funil, mas é preciso se adequar à persona para definir o estágio específico.

No topo, eles devem ter como objetivo responder questões mais básicas, pois o usuário tem interesse no tema, mas não o compreende a fundo.

Vídeos

Sem dúvidas, os vídeos são o formato do momento. Plataformas que investem no audiovisual, como o YouTube, o Instagram e o Vimeo são poderosas ferramentas para atrair visitantes.

Assim como nos textos de topo de funil, eles devem ser curtos, objetivos e responder as dúvidas mais elementares para atrair os usuários.

O importante é lembrar que, nesse estágio, o usuário ainda não possui conhecimento aprofundado acerca do que você vende. Então, o conteúdo deve ser abrangente, mas de qualidade.

Meio do funil

Objetivo: converter visitantes em leads.

O principal objetivo do meio do funil é converter os visitantes em leads. Ou seja, fazer com que ele inicie um diálogo com a empresa.

Existem diversos meios para isso, como enviar um e-mail, seguir em redes sociais e fazer um comentário no blog. Porém, na estratégia do funil, o mais importante deles é o cadastro em uma newsletter.

Voltemos ao nosso exemplo. José acaba de entrar no blog e começa a consumir o que foi publicado.

Provavelmente, se o conteúdo da página de destino for prolixo, supérfluo ou não responder suas dúvidas, ele provavelmente a abandonará e buscará outras fontes.

Agora, pense em um texto informativo, bem redigido e com dicas valiosas para o usuário. Nesse caso, José ficará encantado e, provavelmente, dará credibilidade à marca em questão.

Esse é seu 1º objetivo: estabelecer uma relação de confiança com o usuário. É bem provável que ele navegue por outras abas e volte ao site para sanar outras dúvidas.

Então, ao ler a chamada para a ação no fim do texto, José decide se inscrever na newsletter. Sendo assim, ele acaba de passar para próxima etapa do funil de vendas, fazendo o seguinte caminho:

visitante → lead

Nessa etapa, José provavelmente gostaria de ter acesso a conteúdos mais completos. Por exemplo: “peças que compõem um aeromodelo”, “como funciona a tecnologia dos controles remotos” e “principais aplicativos para quem gosta de aeromodelismo”.

Formatos de conteúdo para o meio do funil

Quando está no meio do funil, o usuário já possui um conhecimento maior e, portanto, o conteúdo é mais aprofundado do que aqueles produzidos no topo do funil. Sendo assim, é preciso responder a perguntas mais específicas e se aprofundar ainda mais no tema.

Blog posts

Aí estão eles de novo. Porém, como o objetivo principal do meio do funil é converter, é possível criar conteúdos mais extensos e elaborados. Afinal, o usuário tem sede pelo conhecimento, e você pode saciá-la.

Posts mais completos, acima de mil palavras, são bastante utilizados nesse estágio. As informações são mais avançadas e destrincham temas que foram abordados de maneira superficial no topo do funil.

E-books

É extremamente recomendado que você ofereça conteúdos mais desenvolvidos ao usuário. Diferentemente dos blog posts, o e-books demandam mais trabalho para serem compostos, já que necessitam de diagramação, imagens trabalhadas e conversão de formatos.

Porém, esse modelo permite o recolhimento de mais informações mais específicas do usuário, como dados geográficos, demográficos, comportamentais etc.

Além disso, pessoas que baixam um e-book revelam que possuem interesse no seu conteúdo, o que é um ótimo indicador de que ele está engajado.

Podcasts

O consumo de mídia em áudio é muito frequente no mundo atual. Isso porque, ao contrário de outros formatos, não exige total concentração do usuário, podendo ser consumida ao mesmo tempo em que o usuário realiza outras atividades, como malhar, dirigir ou caminhar.

Os podcasts são ótimas soluções, já que funcionam como programas de rádio e podem ter uma duração maior.

Apresentações de slides

As apresentações de slides também são muito utilizadas no meio do funil, já que permitem controle do usuário sobre o conteúdo consumido e podem trazer gráficos, imagens e diversos outros recursos inseridos.

Infográficos

Outro formato bastante comum nesse estágio, mas que demanda certo conhecimento técnico para produção, é o infográfico. Nele, agrupam-se texto e imagem para facilitar a compreensão das informações.

Fundo do funil

Objetivo: fechar um negócio.

Agora, é com você. É preciso engajar esse potencial comprador e mostrar a ele que seu negócio pode ser útil na resolução dos seus problemas.

Mas como? Por meio de mais conteúdo relevante, é claro! Agora a empresa possui um canal de contato com José. Então, que tal encantá-lo ainda mais com o envio regular de informações úteis?

Continuemos com a nossa história. Alguns dias depois de assinar a newsletter, José recebe uma mensagem que o convida para acessar outros posts que podem ser de seu interesse.

Temas como “onde comprar aeromodelos baratos”, “dicas para melhorar a técnica de voo” ou “locais em São Paulo para praticar aeromodelismo” parecem bastante relevantes para ele, certo?

Tudo isso deve ser enviado a ele por meio dos canais nos quais ele se cadastrou.

O essencial é focar na persona e proporcionar experiências únicas. Isso tem como objetivo estabelecer um relacionamento e se posicionar como um aliado. No momento em que José decidir pela compra, pode ter certeza que ele vai se lembrar do seu negócio.

Como ele é um usuário cadastrado na sua mailing list, as plataformas de e-mail marketing poderão identificar o engajamento. Para isso, são consideradas métricas como:

  • cliques nos links;
  • taxa de downloads;
  • visualizações no vídeo;
  • cliques em botões sociais;
  • e taxa de abertura de mensagens.

Assim, é possível medir o nível de relacionamento de José. Quando um usuário apresenta altos índices, é chegado o momento de fazer uma oferta. Assim, temos o seguinte caminho:

lead → cliente

Pronto. José acaba de se tornar um cliente. Porém, sua jornada ainda não chegou ao fim, como você verá mais adiante.

Formatos de conteúdo para o fundo do funil

Usuários no fundo do funil estão muito próximos de fechar um negócio. Por isso, ele está interessado em ouvir falar sobre sua marca.

Cases de clientes

Como potencial comprador, usuários nessa etapa dão abertura ao diálogo sobre o que você tem a oferecer.

Então que tal mostrar a ele situações de clientes que tiveram sucesso com o que você oferece? Utilize qualquer um dos formatos para mostrar que seu produto ou serviço pode ajudá-lo.

Ferramentas avançadas

Usuários no fundo do funil possuem alto nível de engajamento. Então o oferecimento de trials, ferramentas gratuitas e versões de demonstração são muito bem-vindas.

Depoimentos

Como dito, as pessoas que estão no fundo do funil estão a um passo da compra. Portanto, é possível mostrar testimoniais de compradores que já tiveram sucesso como seus clientes.

Reviews de produtos

No nosso exemplo, utilizamos uma loja de aeromodelos. Então, que tal mostrar como é a utilização dos aviões na prática, por exemplo? Isso certamente facilitará a decisão de compra.

Depois do funil de vendas

Objetivo: encantar e reter o cliente.

Se você acha que seu objetivo foi cumprido após a venda, está enganado. É muito mais fácil manter um cliente do que conquistar novos. Então, é chegada a hora de você encantar José e torná-lo um consumidor frequente.

A lealdade a uma marca é um dos mais importantes fatores no mundo digital. Portanto, após todas as etapas do funil de vendas, você deve continuar a produzir conteúdo para usuários que compraram.

Formatos de conteúdo para encantar e reter clientes

Nessa etapa, diversos formatos de conteúdo citados anteriormente podem ser utilizados. Acrescentam-se a isso:

  • ofertas especiais;
  • vídeos explicativos;
  • suporte especializado;
  • e tutoriais avançados sobre seu produto ou serviço.

Lembre-se: qualquer formato pode ser utilizado em todas as etapas do funil de vendas. O que realmente define qual deles deve ser utilizado varia de acordo com o nível de educação do usuário e a estratégia escolhida.

10 dicas para melhorar sua produção de conteúdo

Saiba como deixar seus conteúdos irresistíveis!

Se você trabalha na internet, com certeza sabe a importância da produção de conteúdo tanto para atrair clientes em potencial, como para se tornar uma autoridade na área que você atua.

Há várias maneiras para entregar conteúdos atrativos que eduquem sua audiência, entre elas, o blog tem grande destaque. Afinal, essa é uma estratégia prática e simples para compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.

Porém, de nada adianta ter um blog se os conteúdos que você compartilha não são lidos.

Quer saber como deixar sua produção de conteúdo melhor?

Acompanhe as 10 dicas que separamos para te ajudar na hora que você estiver escrevendo os textos de seu blog:

1. Escreva para seu público

Uma boa produção de conteúdo é aquela que é feita para um público específico. Afinal, quando você quer atingir várias pessoas com perfis completamente diferentes, pode ser que não consiga abordar tudo que todos procuram em um mesmo texto.

É por isso que o primeiro passo que você deve tomar ao começar a escrever um texto é pensar exatamente para quem você está escrevendo.

Faça uma pesquisa de persona para conhecer sua audiência e utilize essas informações para pensar nos temas que você irá abordar e na maneira como seu texto será escrito. E quando falamos disso, estamos dizendo que você precisa pensar desde os tópicos de seu texto até a linguagem que usará para se comunicar com sua persona.

2. Encontre tendências

Você já viu que sua produção de conteúdo deve ser voltada para sua audiência, mas é possível também ir além das informações que você acha que seu público quer.

Com sua pesquisa de persona em mãos, você consegue entender quais são as principais dúvidas das pessoas a respeito de sua área de atuação e pode fornecer informações completas sobre esses assuntos.

Porém, além disso, é possível também procurar tendências para desenvolver textos que podem atrair mais audiência para seu blog.

Uma das maneiras de encontrar essas tendências é utilizando o Google Trends.

Com essa ferramenta, você consegue encontrar informações sobre os desejos e atitudes das pessoas na internet. O Google Trends oferece esse tipo de dado conforme as pesquisas feitas pelos usuários no Google.

A partir dessas informações, você consegue entender quais palavras-chave são mais procuradas em um período de tempo e um país específicos e, assim, pode planejar sua produção de conteúdo a respeito daquele tema.

3. Crie títulos atrativos

Você provavelmente já deve ter deixado de clicar em algum conteúdo durante suas pesquisas no Google porque não achou que fosse encontrar todas as respostas que esperava lendo apenas o título de um texto, não é mesmo?

Quando as pessoas pesquisam algum termo na internet, a primeira coisa que elas veem são os títulos dos artigos.

É por esse motivo que você precisa pensar em um título que seja atrativo e, ao mesmo tempo, seja um resumo daquilo que você abordará em seu conteúdo.

4. Planeje suas pautas

Crie um calendário editorial com todas as pautas que você já abordou em seu blog e com os temas que você ainda falará.

Isso é muito importante pois fará com que sua produção de conteúdo não seja repetitiva. Sem contar que te ajudará a planejar com antecedência os tópicos que você precisa estudar mais para desenvolver textos melhores para sua audiência.

5. Produza conteúdo com frequência

De nada adianta ter um blog para educar sua audiência se você não produzir e publicar conteúdos com uma certa frequência.

As pessoas procuram seu blog para se informarem a respeito de assuntos relacionados a seu nicho. Imagine se elas precisarem de alguma informação e você não tiver atualizado suas postagens?

Sabemos que, no início, pode ser difícil desenvolver e publicar um texto por dia, principalmente se você trabalhar sozinho. Mas, mesmo assim, você precisa pensar na frequência de suas publicações.

Se você escolher publicar seus posts duas vezes por semana, faça isso todas as semanas e sempre nos mesmos dias. Assim, seu público saberá exatamente quando procurar informações novas em seu blog.

6. Use links relevantes

É muito importante usar links em seus textos que levem os usuários para outros conteúdos dentro seu blog. Isso faz com que as pessoas fiquem mais tempo em seu site, além de ser ótimo para quem está lendo, porque ele terá acesso a mais informações relevantes a respeito daquele conteúdo.

O grande problema é colocar muitos links apenas com a intenção de manter o usuário mais tempo no site.

Por isso, para ter uma boa produção de conteúdo, sempre que você utilizar a estratégia de backlinks, pense em informações que serão realmente interessantes para sua audiência.

7. Evite erros de português

Além de desenvolver bem todo o conteúdo de seus textos, você precisa ficar muito atento à escrita.

Acredite ou não, erros de português podem prejudicar sua produção de conteúdo. Afinal, é difícil ler até o final um texto com muitos desvios gramaticais.

Mesmo que você não seja um expert na língua portuguesa, há certos erros que você consegue evitar fazendo exercícios gramaticais online ou até mesmo com a prática da escrita. Parece clichê, mas a verdade é que quanto mais você escreve, mais você aprende a escrever.

8. Revise seus textos

Uma boa produção de conteúdo é aquela que vai desde o planejamento dos temas que serão abordados em seus textos até a revisão e publicação destes posts.

Por isso, antes de publicar qualquer texto, lembre-se de revisar tanto em questão de conteúdo quanto gramática, links e até mesmo as imagens que você usará para deixar seu texto visualmente melhor.

Se você trabalha sozinho, uma dica importante é deixar a revisão para um ou dois dias depois de você escrever. Assim, você terá uma distância temporal entre o texto e a revisão, o que ajudará a perceber com mais facilidade as melhorias que você pode aplicar em seu conteúdo.

Mas, se for possível ter outra pessoa para fazer essa parte, aconselhamos que você peça para ela ler seu texto e sugerir algumas mudanças. Um olhar diferente em seu texto pode te ajudar a enxergar melhorias que você não teria percebido sozinho.

9. Tenha domínio das técnicas de SEO

Depois de planejar e desenvolver seu texto, chegou o momento de publicá-lo.

Se seu objetivo é aparecer nas primeiras posições dos mecanismos de busca (e, acredite, essa deve ser sua meta), você precisa conhecer as técnicas de SEO e aplicá-las em todos seus conteúdos.

São essas práticas que vão te ajudar a atrair mais visitantes de maneira orgânica para seu site.

10. Não escreva conteúdos repetidos

É claro que você pode e, inclusive, deve pesquisar o que seus concorrentes abordam em suas páginas. Afinal, monitorar a concorrência é uma prática que te ajuda a entender o que outras pessoas de seu nicho estão fazendo para pensar em estratégias que façam você se destacar.

O grande problema é quando sua produção de conteúdo passa a ser idêntica ao que já foi criado por outras pessoas.

Lembra de nossa primeira dica? Ela é fundamental aqui.

Pense sempre nas informações que ainda faltam para quem pesquisa sobre determinado tema e em como seus textos podem ser úteis para completar essas lacunas.

Assim, você evita escrever conteúdos repetidos e ainda consegue fazer com que seus textos sejam realmente relevantes para sua audiência.

5 dicas para fazer boas parcerias para seu negócio

Nem sempre é fácil encontrar o parceiro certo para o seu negócio. Aprenda a identificar o stakeholder que pode ajudar a alavancar suas vendas.

Quem atua no mercado digital sabe que fazer boas parcerias pode ser uma estratégia extremamente útil para expandir o alcance da sua empresa ou produto. O que você talvez não saiba é que parcerias de negócios não são firmadas apenas entre empresas, podendo ser entre empresas e colaboradores.

Sabemos que nem sempre é tarefa fácil reconhecer o parceiro certo. Por isso listamos 5 dicas imperdíveis para você se dar bem nesse quesito, a partir de agora!

1. Identifique possíveis parcerias

Para uma parceria de negócios render bons frutos ela precisa ser vantajosa para todos os envolvidos. Por isso, antes de abordar seus stakeholders, deixe claro o que cada parte tem a ganhar com esta associação.

Identifique quais as competências que faltam a você, quais delas podem ser desenvolvidas internamente e quais poderia alavancar por meio de parcerias. Seu objetivo aqui é descobrir as práticas que podem ser integradas aos seus processos, para gerar uma vantagem competitiva para seu empreendimento, e vice-versa.

Como você levantará esses dados?

A resposta mais uma vez está na internet: faça benchmarking para conhecer seu mercado, acesse as páginas de seu parceiro em potencial e descubra quem é o cliente deles. Vale lembrar que seu parceiro nem sempre será do mesmo nicho/subnicho do que o seu, mas o público alvo deles deve compartilhar os mesmos interesses de sua persona para que a divulgação seja assertiva.

Imagine um Produtor que venda cursos de culinária japonesa e tenha um produto faça muito sucesso na comunidade oriental. Ele pode expandir o alcance de seu negócio, criando um curso sobre cultura japonesa, e se associar a outros Produtores que tenham cursos de japonês ou sobre Anime.

Repare que, apesar dos nichos serem diferentes, os dois produtos se destinam à pessoas que têm interesse pela cultura oriental. Dessa forma todos os Produtores e Afiliados envolvidos conquistam novas parcelas do mercado.

2. Associe-se a empresas que pensam como você 

Quando você já tiver identificado as pessoas e empresas que atuam em determinada área, é hora de pensar em alianças mais fortes e duradouras. Para tanto, você precisa levar em conta os valores e princípios éticos com os quais já trabalha e verificar em sua rede onde eles também se encontram.

Procure líderes e empreendedores que estejam alinhados com seus valores e crenças. Isto refletirá no futuro de suas negociações de forma impactante. Empresas de maior porte com administração tradicional e hierarquia bem definida terão dificuldade de se associar a empresas com horários mais flexíveis e processos menos rígidos, não acha?

Você conseguiria se adaptar à uma cultura muito diferente da sua? Na dúvida se o esforço de adaptação vale a pena, lembre-se do primeiro tópico desse texto: as parcerias só são benéficas quando suprem as necessidades de todos os envolvidos.

O importante aqui é pensar que dentre todos os possíveis stakeholders que você mapeou, existem alguns que serão aliados  para uma ação pontual e aqueles que serão estratégicos durante muito tempo. Por isso, é importante que eles tenham a mesma visão de negócios que você, caso contrário, vocês vão discordar em tudo e, eventualmente, perder o timing em decisões que poderiam trazer bons resultados para o empreendimento de ambos.

3. Avalie todos os cenários possíveis

Como parcerias envolvem mais de uma pessoa opinando sobre as principais decisões é importante discutir todos os aspectos que dizem respeito à associação, sejam eles subjetivos, legais ou financeiros.

Confronte os planos de negócios com seu parceiro e vejam se suas metas coincidem, principalmente no que diz respeito aos resultados que cada um espera obter com a parceria. No caso dos empreendedores digitais esses detalhes podem ser alinhados por e-mail ou por Skype, desde que os registros dessas conversas fiquem arquivados por todo o período em que a relação de negócios for mantida.

O ideal é criar um documento formalizando os tópicos principais dessa conversa, como:

  • Quais são as obrigações de cada um;
  • Se a associação está atrelada à metas específicas;
  • Como as decisões futuras serão tomadas;
  • Como a divulgação será feita;
  • Como os parceiros dividirão o lucro (no caso de produtos desenvolvidos em conjunto);
  • Como dissolver a parceria, caso os resultados não sejam os esperados.

4. Faça networking constantemente

Já ouviu aquele ditado popular: quem não é visto, não é lembrado? Nesse caso o “ser visto” é o equivalente a ter uma sólida rede de contatos, e para construir essa rede de contatos, você precisará fazer networking.

Nós sabemos, a palavra networking ainda é um pesadelo para os mais tímidos, mas ainda é a melhor forma de encontrar parceiros estratégicos para seu negócio!

Mas não pense que fazer networking se restringe a comparecer em eventos. O bom networking consiste em manter contato com profissionais do seu segmento, se possível, oferecendo conteúdo que gere valor para essas conexões. Não basta enviar mensagens sobre seu produto pelo Facebook ou pelo Linkedin. Para ser lembrado você precisará focar em empreendedores em quem você vê potencial de relacionamento, seja como parceiro de negócios, sócio ou Afiliado.

Acredite, a relevância de sua rede de contatos dependerá muito mais da qualidade das conexões que você estabelece do que da quantidade de pessoas que você adiciona. Se você investir em criar um relacionamento duradouro com seus contatos, perceberá que com o tempo eles se tornarão os maiores embaixadores da sua marca.

Algumas dicas simples podem te ajudar a fazer um bom networking:

  • Em eventos de negócios evite conversar apenas com pessoas que você já conhece;
  • Demonstrar interesse e construir uma conversa é essencial para manter suas conexões engajadas. Em poucas palavras, não mencione o seu produto logo de cara, a menos que haja contexto para isso;
  • Manter a comunicação recorrente é importante. Parabenizar por um novo cargo, enviar recomendações e compartilhar artigos que podem interessar aquela conexão são todos exemplos de práticas recomendáveis;
  • Para contribuir com o negócio de outras pessoas muitas vezes basta dar uma opinião, divulgar um evento e compartilhar um link. Atitudes simples que geram empatia na rede que você está construindo.

5. Aposte em uma comunicação eficiente

Você que trabalha no mercado online sabe da importância de contar com parcerias estratégicas e colaboradores motivados. Gente competente que dá o suporte necessário para que seu negócio cresça. Mas para alcançar esse cenário, você precisará investir em uma comunicação eficiente com todos os agentes envolvidos em seu empreendimento.

Deixe claro os deveres e responsabilidades de cada um e esteja aberto a sugestões que podem melhorar sua performance. Quando os parceiros estão alinhados em torno dos mesmos objetivos fica mais fácil convencer os clientes sobre as vantagens de adquirir os produtos/soluções que vocês estão comercializando o que, por sua vez, melhorará sua taxa de conversão.

 

Preocupe-se em gerar valor

Contribuindo com outros empreendedores, desenvolvendo suas habilidades e tornando-se reconhecido por elas, você será capaz de estabelecer boas parcerias para seu negócio e fazer com que seu produto tenha cada vez mais alcance e relevância no mercado.

Quais são as melhores opções de publicidade online?

Entenda como os pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público!

Anunciar na internet se tornou um fator determinante para que um produto seja bem-sucedido no mercado, e isso é algo completamente lógico. Depois que um empreendedor fez tanto esforço para materializar sua ideia e ter seu produto pronto para ser lançado no mercado, é necessário unir esforços para que as pessoas o conheçam e comprem.

Hoje em dia, as diferentes plataformas disponíveis na web permitem que as pessoas divulguem produtos físicos, digitais e serviços de forma muito fácil, barata e eficiente para alcançar o público desejado.

Graças a plataformas como o Facebook, o Instagram ou o próprio Google, pequenos e novos empreendedores podem desenvolver campanhas publicitárias e alcançar diretamente seu público.

Se você está prestes a iniciar seu próprio negócio ou já começou, mas ainda não consegue obter os resultados esperados de vendas, este post foi feito para você. Mostraremos quais são as principais plataformas que você pode usar para anunciar online e como utilizar cada uma delas.

Mas, primeiro, vamos aprofundar um pouco mais sobre as vantagens da publicidade online.

Vantagens da publicidade online

É mais barata do que a mídia tradicional

A publicidade online é ideal para qualquer tipo de negócio ou empreendimento, já que é basicamente capaz de se adaptar a qualquer orçamento.

Além disso, em comparação com a mídia tradicional, é muito mais barato. Um anúncio no rádio ou na televisão, por exemplo, só é possível para grandes empresas, enquanto na internet há espaço para todos.

É fácil de fazer

Você não precisa contratar uma agência de publicidade ou um especialista em marketing digital para anunciar na internet.

Aqui no blog, por exemplo, temos muitos tutoriais das principais ferramentas de publicidade online como:

  • Instagram;
  • Facebook;
  • Google AdWords.

Você pode alcançar pessoas do mundo inteiro

Quando você desenvolve campanhas publicitárias na internet, os limites geográficos deixam de existir, pois você pode oferecer seus produtos para pessoas do mundo inteiro.

Permite segmentar suas campanhas

Outra grande vantagem da publicidade online é que cada centavo é bem gasto, uma vez que as plataformas permitem segmentar o público que você deseja alcançar, o que obviamente permite obter melhores resultados.

Você pode medir o resultado de suas campanhas

A publicidade online oferece a possibilidade de medir, em tempo real, o resultado de cada anúncio, quantos cliques foram feitos em seu banner, quantas compras ele gerou, de onde os usuários vieram e muito mais.

Isso permite que você saiba exatamente o que funciona e o que precisa ser melhorado.

Principais formas para fazer publicidade online

Anúncio no Google AdWords

O Google AdWords é uma ferramenta ideal de links patrocinados para divulgar seu produto ou serviço, atrair novos clientes, aumentar suas vendas online e se destacar na internet.

Existem cinco formas de anunciar nessa plataforma:

  1. Rede de Pesquisa;
  2. Rede de Display;
  3. Google Shopping;
  4. Vídeo;
  5. Universal para apps.

Uma das maiores vantagens dessa plataforma é que você pode anunciar sem ter que gastar muito ou investir mais do que o planejado, já que você pode definir um orçamento diário disponível para cada campanha e ele será descontado à medida que seus anúncios receberem cliques.

Como anunciar no Google AdWords?

A primeiro passo que você deve tomar é criar uma conta na página do AdWords.

Em seguida, você deve criar sua campanha, selecionar o tipo de anúncio e preencher os campos solicitados para fazer a configuração.

Anúncio no Instagram

O Instagram se tornou uma das redes sociais mais influentes dos últimos anos e é uma ótima opção para empreendedores, pois oferece a possibilidade de incluir anúncios para empresas ou marcas que desejam atingir um determinado público.

Com o Instagram Ads, você pode colocar anúncios em formato de imagem ou vídeo e, assim, atingir metas de publicidade, como impulsionar suas publicações, promover sua página, enviar pessoas para seu site, aumentar as conversões e muito mais.

Como anunciar no Instagram?

  • Crie uma conta no gerenciador de negócios do Facebook;
  • Configure uma conta do Instagram;
  • Crie sua campanha;
  • Defina o orçamento diário e o tempo de publicação da campanha;
  • Segmente o público-alvo de sua campanha;
  • Mude a localização;
  • Crie seu anúncio;
  • Revise seu conteúdo e publique.

Anúncio no Facebook

O Facebook é outra alternativa muito boa se você quer investir em publicidade online para posicionar seu negócio e ter mais vendas.

O melhor é que você só precisa seguir alguns passos simples para desenvolver uma campanha publicitária nessa rede social:

  • Escolha o que anunciar (promover suas publicações, promover sua página, atrair pessoas para seu website, aumentar as conversões em seu site etc.);
  • Escolha o tipo de anúncio com base em suas metas;
  • Preencha as informações nos campos, coloque a imagem do anúncio, o título, a descrição, a data de validade e crie seu anúncio;
  • Você pode criar quantos anúncios quiser. O ideal é que você combine diferentes textos, títulos e imagens para ver quais produzem os melhores resultados;
  • Verifique a pré-visualização: o Facebook oferece uma prévia do anúncio para corrigir erros ou alterar especificações, se necessário;
  • Segmente seu público. Você pode segmentar de acordo com a faixa etária, localização, sexo, gostos etc;
  • Escolha o gasto diário que você deseja ter, analise a campanha, programe e defina as datas de início e término.

É importante observar que você pode modificar as campanhas do Facebook Ads, pausá-las e reativá-las quantas vezes quiser.

Além disso, você tem um gestor chamado Ads Manager, que oferece um monitoramento abrangente e em tempo real dos resultados de suas campanhas.

Anúncio no Youtube

YouTube é outra rede social que oferece serviços de anúncio pago para grandes empresas, marcas e empreendedores.

A popular plataforma de vídeo tornou-se um meio ideal para trocar conhecimento, entreter e anunciar produtos e serviços. E o melhor é que você pode fazer tudo no AdWords, como mostramos no primeiro item deste post.

Passos para anunciar no Youtube com o AdWords:

  • Vincule seu canal do Youtube com sua conta do AdWords;
  • Selecione o vídeo que deseja promover;
  • Estabeleça as características da promoção (orçamento, calendário, segmentação, etc.);
  • Clique em Criar e lançar campanha e aguarde a notificação de aprovação do YouTube e do Google AdWords (essa notificação pode levar até 24 horas para ser concluída).

Anúncio nativo (native ads)

O anúncio nativo, mais conhecido como native ads, é uma maneira de anunciar na internet sem interferir na experiência do usuário em suas redes sociais.

Esse tipos de publicidade online se tornou muito popular, porque tem uma alta taxa de aceitação, não é intrusivo e parece ser um conteúdo do próprio site. E é também uma forma de alcançar pessoas que ainda não conhecem sua marca.

Existem muitas opções para criar campanhas publicitárias nativas, todas dependem do canal de comunicação escolhido para chegar a seu mercado.

No entanto, aqui estão quatro etapas essenciais para começar a fazer anúncio nativo:

  1. Defina sua persona ou o público que você deseja alcançar.
  2. Entenda os padrões de consumo de seu público;
  3. Selecione as plataformas para desenvolver sua campanha (Facebook, Instagram, blogs etc.).
  4. Selecione o formato do conteúdo a ser usado (uma imagem, um post, um vídeo) e aborde temas de interesse de seu público.

Como divulgar sua marca sem gastar dinheiro?

Se você está apenas começando e ainda não tem orçamento para investir em anúncios pagos, não se preocupe!

Felizmente, hoje podemos encontrar outras estratégias de publicidade online com as quais é possível obter tráfego em seu site, aumentar as vendas e conquistar muitos clientes, como o marketing de conteúdo e o SEO.

O marketing de conteúdo é  uma estratégia de marketing não paga com a qual se pretende influenciar um determinado nicho de mercado, oferecendo conteúdo útil e gratuito a seu público. Pode ser desenvolvido por meio de blogs, newsletters, vídeos e redes sociais.

Além disso, temos o SEO, um conjunto de técnicas que podem complementar seu marketing de conteúdo e fazer com que seus sites apareçam na primeira página de resultados do Google, quando alguém faz uma pesquisa.

Algumas vantagens do marketing de conteúdo e do SEO

  • São gratuitos;
  • Permitem conseguir o tão sonhado posicionamento na internet;
  • Permitem fortalecer relações e criar vínculos duradouros com seus clientes, já que oferecer conteúdo valioso e útil é importante para eles;
  • Criam a oportunidade de você se tornar uma referência na internet;
  • São estratégias ideais para fortalecer sua marca pessoal.

Dicas para fazer publicidade online

A publicidade online é, sem dúvida, um excelente recurso para empresas ou empreendedores que querem se destacar na web.

Para conseguir que seu orçamento de publicidade tenha o melhor rendimento e permita obter os melhores resultados, é importante criar uma campanha publicitária bem pensada e planejada.

Aqui estão algumas dicas gerais para anunciar na internet:

  1. Jamais comece a anunciar sem antes definir sua persona.
  2. Combine sua estratégia de anúncio pago com algumas opções não pagas, como o marketing de conteúdo e o SEO, para maximizar os resultados.
  3. Defina um orçamento exato para desenvolver a estratégia e, assim, evitar problemas financeiros.
  4. Selecione boas imagens e conteúdos para seus anúncios publicitários.
  5. Acompanhe seus anúncios publicitários com um título chamativo, uma proposta de valor e uma chamada para a ação (call to action).
  6. Meça os resultados.

A publicidade é a alma de qualquer negócio: é inútil criar um produto ou oferecer um ótimo serviço no mercado, se ninguém o conhece.

Por isso, te convidamos a se basear em todas essas ferramentas e começar a promover seus produtos ou serviços para alcançar seus objetivos e se tornar um empreendedor de sucesso.

17 estratégias de Marketing Digital para implementar com pouco esforço

Conheça ações possíveis de fazer sem grandes esforços, mas que trarão resultados relevantes para sua empresa

 

Quando se fala em Marketing Digital é natural que os gestores de empresas imaginem que apenas estratégias muito complexas é que trarão resultados.

E é verdade que os benefícios principais demoram um pouco a aparecer. No entanto, existem vários ajustes feitos com facilidade — e pouco investimento em tempo e recursos — que trazem grandes melhorias.

Este post reúne várias ações simples que podem trazer vantagens como melhorar a indexação das páginas e impulsionar o tráfego para seu site, além de incrementar taxas de conversão e de abertura de email.

Para facilitar a implantação de suas ações, utilize esse post como um guia e aproveite os links relacionados com cada tópico para se aprofundar um pouco mais nas estratégias.

Ações no blog ou site

1. Evite exibir posts inteiros na página inicial

Entre os motivos para não exibir posts completos na sua home estão garantir agilidade ao carregamento da página (e preservar a paciência do visitante), medir com maior precisão quantas visualizações cada conteúdo está recebendo e evitar conteúdo duplicado — que pode confundir as ferramentas de busca.

Se o seu blog é no WordPress e estiver exibindo os posts inteiros na home, uma forma rápida de resolver isso é incluindo o parâmetro “more” em seus posts.

estratégias de marketing digital

2. Baseie-se nas palavras-chave mais buscadas na hora de escrever títulos

Como o page title (a frase que aparece na aba do navegador) é muito valorizado pelo Google, é importante que aborde os termos que sua empresa esteja mirando para ficar bem posicionada nas buscas.

Para dicas mais avançadas de como escolher as palavras-chave mais adequadas para sua empresa, confira nosso Guia Completo do SEO.

3. Inclua CTAs no seu site

Impulsione as conversões incluindo CTAs (Calls-to-Action) em todo e qualquer lugar que você conseguir: páginas do site, em cada post publicado e até mesmo nos materiais que sua empresa disponibiliza para download.

 

4. Use imagens atraentes em posts e materiais

Procure por boas imagens relacionadas ao tema para incluir em seus posts e nos materiais para download. Elas vão torná-los mais atrativos e garantem maior destaque nas mídias sociais ao compartilhar a URL.

 

5. Use o atributo alt nas imagens

Essa é uma dica super fácil de ser implementada e que ajuda o Google a entender melhor seu conteúdo.

Ao incluir as imagens nos posts, preencha o atributo alt, informando do que ela trata. Esse indicativo também funciona como uma legenda quando a imagem não é exibida.

Os buscadores leem esse atributo como parte do conteúdo, o que auxilia no posicionamento de sua página — se a descrição da imagem estiver relacionada com ele, claro.

Confira na imagem abaixo:

estratégias de marketing digital

6. Divulgue seus links na assinatura de email

Inclua links para o blog da empresa ou até mesmo perfis nas redes sociais na sua assinatura de email.

Isso vai fazer com que pessoas que você está começando a se relacionar já percebam que o seu negócio tem alguns canais de Marketing Digital.

7. Insira botões de compartilhamento para redes sociais

Se sua empresa utiliza o WordPress, pode facilmente incluir um widget de compartilhamento em redes sociais, como esse que temos aqui ao lado esquerdo da página.

No WordPress há vários plugins gratuitos que podem ser instalados e inseridos no seu blog.

8. Cuidado com conteúdos duplicados

Confira se o site da sua empresa tem conteúdo duplicado nos endereços com www e sem www. Caso os dois endereços estejam coexistindo sem redirecionamento, podem estar diluindo sua autoridade. Para resolver o problema, eles devem ser unificados por meio do Redirect 301.

 

Ações nas redes sociais

9. Aproveite melhor o conteúdo publicado

Se sua empresa já possui vários posts e materiais publicados, é bastante positivo aproveitar esse conteúdo publicando chamadas para eles nas redes sociais.

É uma boa oportunidade de os visitantes mais novos conhecerem os materiais mais antigos e de gerar mais tráfego para seu site. Vale até criar uma planilha com a lista dos conteúdos para gerenciar a publicação.

10. Inclua links para Landing Pages em posts nas redes sociais

Aproveite a capacidade de disseminação de conteúdo das redes sociais também para divulgar Calls-to-Action com link direto para suas Landing Pages. Essa simples ação pode impulsionar o número de Leads captados.

11. Invista no “Impulsionar” do Facebook para divulgar suas ofertas

Como o Facebook limita a visualização de seus posts, investir na ferramenta “Impulsionar” para alcançar mais pessoas vai garantir resultados melhores para divulgar um eBook, por exemplo, e captar mais Leads.

Ações no Email Marketing

12. Use template HTML em seus emails em vez de uma imagem única

Um erro de várias empresas é utilizar uma única imagem no corpo do email para divulgar uma campanha. Um bom motivo para você desistir dessa ideia é que a maioria dos serviços mais populares de email tem um bloqueio por padrão de segurança.

Ou seja, o usuário só vai visualizar caso habilite a visualização no momento de abertura do email, e certamente muitos vão ignorar sua mensagem antes de fazer isso.

13. Segmente seus emails

Hoje em dia, nada é mais importante em Email Marketing do que entregar ao destinatário o conteúdo que seja de seu interesse.

Investindo na segmentação de seus contatos, você consegue enviar a eles emails relacionados a tópicos que eles já tenham demonstrado interesse ao baixar seus materiais.

14. Envie ofertas em um email exclusivo

Sempre que publicar um novo material para download (eBook, webinar, planilha etc.), envie para sua base um email com o convite para acessar o conteúdo.

Essa prática gera muito mais resultados do que só enviar, por exemplo, em uma newsletter, recheada de outros materiais.

Ações de conversão

15. Crie Landing Pages

Essa é a nossa principal dica para conduzir seus visitantes ao longo do processo de conversão até que eles se tornem clientes: crie Landing Pages como porta de acesso ao seu conteúdo rico ou mesmo para a solicitação de trials ou conversas com algum consultor.

16. Simplifique o formulário de conversão

Mesmo que você já tenha criado várias Landing Pages, talvez não saiba, mas excluindo apenas um campo do formulário sua empresa pode incrementar — e muito — o número de conversões de visitantes em Leads.

Verifique que informações são realmente essenciais para que sua equipe possa montar o perfil do Lead e abordá-lo futuramente. Além do mais, ferramentas como o RD Station Marketing, oferecem a opção de formulários inteligentes. Isto é, os campos vão sendo alterados de acordo com as informações que você já possui de cada Lead.

Assim, toda vez que seu Lead preencher um formulário de Landing Page, você estará coletando novas informações ao decorrer do tempo, mantendo seus formulários curtos e simples de serem completados.

17. Insira um pop-up no site

Escolha páginas estratégicas de seu site para inserir um pop-up e gerar mais Leads para seu negócio. Mas não esqueça de oferecer um benefício, como o download de um material, cupom de desconto, consultoria gratuita ou assinatura de newsletter.

O que é Marketing de Oportunidade?

Sabe quando alguém pega carona no “sucesso” alheio? Ou quando pessoas e empresas de mídia se aproveitam de um tema que já está em alta, criando assim o seu próprio marketing de oportunidade.

Você já parou pra pensar que diariamente bilhões de pessoas acessam a internet procurando tendências, comentando receitas, buscando respostas para suas dúvidas e medos.

Porém, com tanto conteúdo sendo produzido e compartilhado, se torna cada vez mais difícil conseguir chamar a atenção e se destacar. Por isso, pequenas médias e grandes corporações precisam do apoio de agências e publicitários engajados e muito, mas muito bem informados.

É que, quase que diariamente, surgem ideias e possíveis chances de pegar carona para criar o seu marketing de oportunidade.

Mas afinal, o que é marketing de oportunidade?

marketing de oportunidade tem o objetivo criar uma campanha buscando algum outro tema que possa estar em alta nas redes sociais e na mídia de forma em geral.

Pode ser uma data comemorativa, o lançamento de um produto ou programa de televisão que já está dando o que falar, a por que não pegar um gancho na situação polícia do país?

Trata-se de uma estratégia bastante comum e muito utilizada, porém, nem sempre da maneira certa. Existem algumas empresas que acabam realizando o marketing de oportunidade até mesmo sem se dar conta.

É preciso ter muito cuidado ao fazer uso do marketing de oportunidade para não gerar uma resposta negativa, e acabar causando o efeito contrário do marketing.

Afinal, quando se cria uma campanha de marketing, não importa qual estilo seja, a empresa sempre espera se destacar positivamente e criar um impacto diante de seus consumidores.

Caso Marisa e o marketing de oportunidade feito de forma infeliz

Para ficar bem claro para você sobre o que se trata o marketing de oportunidade, vamos dar um exemplo recente e bastante infeliz de como a estratégia foi usada, porém de forma errada, causando grande repulsa e ódio entre os consumidores.

A empresa em questão foi alvo de diversas críticas nas redes sociais, e provavelmente deve estar até agora envergonhada e trabalhando para que a próxima campanha de marketing de oportunidade possa ser feita com bom senso.

Afinal, como comentamos anteriormente, uma campanha de marketing de oportunidade, quando não pensada estrategicamente e de forma lúcida, pode gerar um impacto ruim para a imagem da empresa, e muitas vezes ela jamais será esquecida devido aquela campanha problemática.

Neste caso em questão, a empresa que realizou uma campanha de marketing de oportunidade mal feita foi a loja Marisa.

O mais curioso é que a campanha pegou gancho em duas oportunidades que estão em alta na mídia e também no imaginário popular: o Dia das Mães e a crise política do Brasil.

Através da frase “Se a sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa”, a loja fazia referência à data comemorativa que se aproximava, e tentava lançar perante aos consumidores as promoções e produtos especiais que havia preparado para o Dia das Mães.

Porém, a campanha de marketing de oportunidade errou quando, ao falar sobre a “culpa não é da Marisa”, a marca pegava o gancho que o ex-presidente Lula deu durante depoimento na Lava Jato.

Lula, tentando explicar sobre a possível compra de um tríplex no Guarujá, disse ao juiz Sergio Moro que tinha sido sua esposa falecida Marisa, que havia feito uma possível visita ao local e que o interesse de compra era dela.

A mídia e alguns populares entendeu o depoimento do ex-presidente como se ele estivesse colocando a culpa em sua mulher, que faleceu recentemente. Desta forma, nem ela poderia se defender, nem o juiz contestar muito.

Não demorou muito para a loja Marisa lançar sua campanha de marketing de oportunidade, gerando muitas críticas da imprensa e dos consumidores.

Como usar o marketing de oportunidade?

Existem diversos cases de sucesso de marketing de oportunidade, e ele sem dúvida é uma excelente estratégia para as marcas que querem gerar impacto diante dos clientes.

Porém, como você pode observar, é necessária muita análise e cuidado para não gerar uma mensagem negativa e desagradar aos consumidores.

Procure, antes de tudo, verificar se a mensagem que você pretende passar não irá gerar outras compreensões e dar espaço para o lado negativo. Outra dica é realizar a campanha de marketing de oportunidade sempre de forma bem humorada, eliminando ofensas e críticas do assunto ou data que você irá pegar o gancho.

Cases de marketing de oportunidade bem sucedidos

Na internet, se você fizer uma pequena busca, poderá conhecer alguns cases de marketing de oportunidade bem sucedidos e que caíram no gosto popular. Sem dúvida, esse é o grande objetivo ao fazer uma campanha de marketing de oportunidade: engajar pessoas, pensar em um possível viral, alto número de compartilhamento e empatia do público.

A loja Ponto Frio, por exemplo, já demonstrou que sabe criar muito bem suas campanhas de marketing em geral, e chegou a criar certa vez um novo logo onde se apropriava da série Breaking Bad para brincar com o seu nome e fazer referência ao mascote da marca, o pinguim. Os consumidores adoraram a brincadeira.

Uma boa ideia bem pensada para uma campanha de marketing em geral pode gerar um dia ruim para uma empresa e um dia de glória para outra.

Nesta história, quem se deu bem foi restaurante Entre Amigos. Ele aproveitou a frustração de um cliente, do Outback, chamado Daniel, que chegou 1 minuto depois do horário de fechamento de uma das unidades e não conseguiu ser atendido. Lembrando que o Outback fecha às 23 e Daniel chegou 23h01…

Foi então que o restaurante Entre Amigos criou a campanha de marketing de oportunidade onde informava “Daniel, pode chegar às 23h01 no Entre Amigos, a essa hora, a noite está só começando.

Conseguiu compreender o objetivo do marketing em geral? Sem dúvida, atualmente com o fortalecimento das redes sociais, diariamente as marcas podem criar campanhas com tantas oportunidades que aparecem todos os dias.

Mas é preciso ter muita cautela!