5 Ferramentas on-line para criar seu site

Você sabia que hoje mais da metade da população tem acesso à internet? Pois é, mais de 100 milhões de brasileiros passa a maior parte do dia conectada à grande rede. E é por isso que você precisa ter um website, seja sobre você, sobre um assunto, sua empresa ou sua loja.

  1. Wix
    Atualmente, Wix é a maior plataforma de criação de sites do Brasil. Esta plataforma mundial está no país há mais de 10 anos e vem evoluindo a cada ano. É ideal para o pequeno / médio empresário que não tem conhecimento técnico e pode criar um site profissional em poucos minutos.
  2. Hostgator
    A Hostgator é uma plataforma mundial conhecida principalmente por sua forte oferta de servidor e por ser uma excelente opção para criar sistemas e sites mais desenvolvidos, como WordPress, criação de e-mail, sistemas em nuvem e muito mais.
  3. Webnode
    Webnode é uma plataforma para construir sites extremamente simples. Criada em 2008, a empresa ajudou mais de 22 milhões de usuários a criar seus sites. Não importa se você precisa de um site para sua empresa, um belo portfólio ou uma loja virtual de sucesso, aqui você encontra a ferramenta certa para sua necessidade.
  4. WordPress
    O WordPress surgiu em 2003 e é um projeto de código aberto que você pode usar para criar sites, blogs ou aplicativos. Com ênfase em acessibilidade, desempenho, segurança, facilidade no uso, ótimos designs, recursos poderosos e a liberdade para construir o que você quiser. O programa básico do WordPress é simples e previsível, assim você pode começar rapidamente. Ele também oferece recursos poderosos para quem quer crescer. WordPress é livre e inestimável ao mesmo tempo.
  5. Jimdo
    O Jimdo foi criado em 2007 e permite a criação de sites em poucos cliques. Oferece facilidade no uso, segurança e várias opções de designs. Você pode editar o site a qualquer momento e otimizá-lo para os mecanismos de pesquisa sem precisar saber como codificar.Acesse agora, faça seu site e confira!

Inbound Marketing x Outbound Marketing: quem ganha?

Ao longo dos últimos anos, o mundo do marketing está vivenciado uma reviravolta. Com o desenvolvimento do meio digital, o outbound marketing vem cedendo lugar ao inbound marketing.

O outbound é o marketing tradicional que já estamos acostumados. Ele se materializa nas grandes mídias e em anúncios e processos de venda que soam mais intrusivos ao consumidor.

Já a metodologia inbound, desenvolve técnicas que atraem o consumidor com conteúdo relevante e de qualidade, proporcionando uma jornada de compra mais confortável, uma vez que a lead chegará por conta própria através do fluxo de nutrição.

92% dos profissionais de marketing nos EUA afirmam que o inbound é essencial para as empresas. Porém, muitas pessoas têm se enganado na concepção de que, por terem uma abordagem oposta, o outbound ficou para o passado e o certo é investir somente na outra vertente.

Assim como a Internet não acabou com a televisão, que por sua vez não acabou com o rádio, nem com a mídia impressa, o outbound não vai acabar devido ao inbound. Ambos podem — e devem — coexistir em estratégias conjuntas para um resultado incrível.

Você já sabe tudo sobre as diferenças entre esses dois tipos de marketing e onde um se sobressai ao outro? Então, continue a leitura e descubra!

Inbound Marketing

No meio digital, os usuários têm o poder de decidir por onde navegam, o que buscam e o consomem. O processo de compra também mudou: 93% dos processos de compra começam com uma busca online. A partir dessa liberdade, o modo de atrair novos clientes também teve que se atualizar. Daí surge o inbound marketing.

Através da produção de conteúdos relevantes e que levam a compra do produto final, um visitante é levado em um processo de nutrição até se tornar um cliente.

O sucesso está em não importunar o internauta, mas conquistá-lo por meio de materiais que ele busca, criando um processo de vendas menos invasivo, que respeita suas decisões e cria relacionamentos.

Por ser tudo em meio digital, ele costuma sair 62% mais barato comparado aos investimentos em outbound marketing, e ainda apresenta um ROI de 275%, segundo estudos recentes da Hubspot. Dizer que o custo é menor não é certo, afinal com os mesmos investimentos que seriam gastos totalmente em outras estratégias, é possível atingir um retorno melhor.

A metodologia inbound se define em 4 etapas:

  • Atrair: por meio de conteúdos de qualidade, os usuários da web devem se tornar visitantes. A dica é atrair por meio de canais receptivos, como blogs e redes sociais.
  • Converter: esses mesmos visitantes devem gostar do material e, a partir disso, se convertem em leads, que vão passar pelo processo de nutrição. Essa etapa se dá por meio de call-to-actions, formulários e landing pages de materiais ricos, que o levam para o fluxo.
  • Fechar: depois de ser tornar uma lead, ela deve ser nutrida, a fim de fazer ela perceber o problema que possui e mostrar como resolvê-lo. Por fim, é hora de se mostrar como a solução perfeita e passar essa lead para o time de vendas, até torná-la um cliente.
  • Encantar: após a compra, é necessário criar um relacionamento e torná-lo um fã.. Por meio das redes sociais e de campanhas de e-mail marketing, esse diálogo se torna possível, ajudando na satisfação do cliente e garantindo fidelidade à marca.

 

Durante o processo, diversas técnicas e materiais devem ser trabalhados. Entre eles, temos:

  • SEO;
  • Palavras-chave;
  • Copywriting;
  • Redes sociais;
  • Link building;
  • CTAs;
  • Landing pages;
  • Automação de marketing;
  • Email marketing.

Uma estratégia contínua e bem alinhada com esses componentes leva a resultados fantásticos e facilmente mensuráveis. Afinal, por se tratar do meio digital, é possível conferir métricas, como tráfego e conversões, com ferramentas como Google Analytics e mecanismos de automação de marketing.

Porém, como é notável, são diversos os passos que devem ser tomados. Além disso, leva algum tempo até obter tráfego relevante para o projeto começar a escalar, de tal modo que o ROI só se mostra relevante a médio-longo prazo.

Como se trata de uma metodologia recente, também pode ser um pouco difícil encontrar profissionais de qualidade para tocar o inbound. Por sorte, já existem plataformas, como o Rockjobs, que permitem encontrar ótimos candidatos em marketing digital.

Outbound Marketing

O outbound marketing já é bem conhecido por ser aquele que anuncia a marca para os prospects, desde grandes campanhas em mídias televisivas e impressas, até ligações de telemarketing.

Hoje, existem diversas dificuldades para esse mercado, como filtros de spam, bloqueio de listas de telefones, entre outros. O público já não é receptivo às mesmas técnicas invasivas de antes, então foi preciso que o outbound também se renovasse.

Definitivamente, ele não está morto. As pessoas continuam a consumir produtos midiáticos, ainda atendem telefonemas e observam outdoors, não é mesmo?

Para chamar sua atenção, é essencial elaborar técnicas e conteúdos criativos, e investir em um público que realmente vai se conectar com eles. Uma boa forma de chegar no consumidor assertivamente é através das personas, representação do cliente ideal, que guiam a produção de todo tipo de material que serve para ela.

O digital também abriu inúmeras portas para esse tipo de marketing. É possível fazer anúncios virtuais por meio de Facebooks Ads e Google AdWords, que são ótimos para a promoção de conteúdo também.

Entretanto, a possibilidade de mensuração fica mais restrita ao meio digital. Para estratégias que envolvem materiais e técnicas físicas, ainda é difícil analisar os resultados, uma vez que dependem de longas, caras e demoradas pesquisas de percepção do público.

Além disso, o outbound também continua bem sucedido na prospecção de clientes. Beneficiados pelos avanços digitais, é possível alcançar os prospects corretos, conquistar leads em maior quantidade e reduzir o ciclo de vendas.

Para isso, surgem times de inteligência comercialSDRs — Sales Development representatives — e executivos de vendas, que se dividem na tarefa de caçar os prospects, nutrir as leads e fechar o processo de venda.

Dessa forma, o processo de venda é renovado e feito de modo mais direcionado e organizado entre equipes especializadas para cada etapa.

Como o processo de vendas é milenar, já existem diversos profissionais qualificados no mercado. Quanto às campanhas, o mercado publicitário já consegue atender essa demanda, mesmo também estando em transformação. Tudo isso torna mais fácil compor um time de excelência.

As maiores vantagens do outbound marketing são ter um ROI perceptível mais rapidamente, uma vez que é possível conseguir leads a partir do momento de prospecção, e conseguir um contato mais próximo durante todo o processo de venda.

Por isso, é normal que as estratégias nessa vertente sejam mais caras e, com a transição do mercado, passem a gerar menos resultados como era antes, mesmo com novas práticas e mais cuidado ao executá-las.

Quadro comparativo: Inbound X Outbound

Inbound

  • Comunicação mais indireta.
  • Modelo de comunicação em via dupla: mais diálogo e interação.
  • Custo relativamente mais baixo.
  • Engaja mais pois o conteúdo da mensagem é mais envolvente e relevante para o público.
  • É possível acompanhar resultados em tempo real e modificar a estratégia imediatamente, se necessário.

Outbound

  • Comunicação mais direta.
  • Modelo de comunicação em massa.
  • Velocidade de ROI mais alta.
  • Atinge resultados mais rapidamente.

Situações complementares

Apesar de trabalharem em vertentes opostas, o inbound e o outbound marketing geram resultados impressionantes quando trabalhados juntos.

Novos negócios

Quando um negócio ainda está no início, divulgação é essencial para atrair clientes e conquistá-los, correto?

Como a metodologia inbound é uma estratégia de médio-longo prazo, é impossível contar somente com ela nesse período. Até conquistar boas posições nos mecanismos de busca e conseguir fazer a máquina girar, leva um certo tempo, no qual os clientes já se fazem necessários para movimentar o caixa.

Por isso, o outbound serve como uma ótima oportunidade para já prospectar clientes, conseguir receita e impedir que a equipe responsável pelas vendas fique ociosa.

Além disso, é possível já conquistar clientes estratégicos que dão credibilidade ao nome do negócio e o divulgam indiretamente no mercado. Basta fazer a prospecção corretamente e ir com garra.

Ticket alto

De acordo com a Hubspot, 90% dos investimentos em marketing são direcionados para o outbound marketing, restando somente 10% para o inbound.

Logo, não é surpresa que o outbound iria continuar trazendo mais lucros de modo geral, certo? Porém, a maior rentabilidade parte de clientes com ticket alto, que chegam mais por essa vertente.

Em toda venda, é essencial que o cliente se sinta confortável e tenha confiança na empresa para finalizar a compra. Isso requer contato humano, de forma que o time de SDR e executivos de vendas precisam nutrir mais suas leads. Especialmente em compras de alto valor, esse contato precisa ser ainda mais próximo.

Por desenvolver esse aspecto desde o início, o outbound ainda performa melhor na prospecção de grande empresas e quando o ticket é extremamente alto. Ainda assim, o inbound é um grande auxiliar no processo de venda com a produção de conteúdo.

Redução do ciclo de vendas

O processo do outbound envolve valores mais altos, uma vez que a lead é nutrida por uma pessoa e isso requer tempo do time comercial.

Nessa situação, os conteúdos do inbound surgem como uma solução fantástica, uma vez que ao ser enviada para uma lead, já a deixa preparada para reuniões estratégicas. O conteúdo está disponível 24 horas por dia, assim ela pode consumí-lo quando quiser e também continuar a consultá-los após as calls.

Assim, essa estratégia promove conforto para o cliente e ajuda o time de outbound a otimizar seu tempo focando em pontos estratégicos. Dessa forma, o ciclo de vendas diminui e se torna possível fechar mais deals em menos tempo.

Treinamento da equipe e educação do mercado

Todo time de vendas precisa ser expert no que está vendendo. Afinal só assim consegue lidar com objeções com maestria, não é mesmo?

O inbound marketing não serve somente para conquistar clientes, mas melhora também a qualificação dentro da empresa. Os conteúdos facilitam o treinamento de novos membros de uma equipe, fornecendo uma base fundamentada para o serviço e preparando-os para a prática.

Eles servem também para educar o mercado e nutrir até mesmo futuros candidatos de um processo seletivo.

Dessa forma, o inbound marketing não promove somente para a aquisição de novas leads, mas a educação como um todo do mercado e da empresa, garantindo reconhecimento de marca e aprimoramento dos funcionários.

A aplicação do outbound e do inbound podem se complementar em diversas formas, otimizando os resultados que seriam obtidos caso as estratégias seguissem somente uma vertente.

É preciso analisar quais os objetivos da empresa e, assim, montar uma estratégia matadora, alinhando os pontos de como cada tipo de marketing deve se comportar na rotina de trabalho e na aquisição de prospects e leads.

Tudo indica que o inbound é o futuro do marketing, que vem se tornando mais relevante a cada ano, com resultados cada vez melhores.

Ainda assim, o outbound marketing vai continuar presente. Para ter sucesso, só é preciso ter criatividade e continuar encontrando formas de inovar, assim como em qualquer estratégia.

Principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços

Você está analisando seus resultados de maneira eficaz? Descubra aqui as principais métricas de Marketing que você deve mensurar para validar seus esforços!

 

O marketing, aos olhos de quem observa de longe, pode parecer uma arte —  e de certa forma é  — , já que envolve atrair o público a uma mensagem, convencê-lo dela e, por fim, fazê-lo pagar por isso.

Mas para quem vivencia a rotina diária do marketing digital, sabe que também há um elemento de ciência por trás de estratégias vencedoras.

Afinal, fazer testes e acompanhar métricas são parte vital do trabalho.

E falando nisso, são tantas opções de métricas que pode ficar até difícil saber a quais dar prioridade, não é mesmo?

Pensando nisso, separamos algumas das principais métricas de marketing que você precisa acompanhar de perto para saber se seus esforços estão surtindo efeito. Vamos lá!

Nest post você vai ver:

  • Métricas de atração
  • Preparando o terreno para a sua análise
    • Número total de visitas
    • Número de visitantes recorrentes
    • Fontes de tráfego
    • Tráfego em dispositivos móveis
    • Conteúdo compartilhado
  • Métricas de conversão
    • Bounce rate
    • Total de conversões
    • Taxa de conversão do funil
    • Taxa de cliques
    • Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes
  • Métricas de receita
    • CAC — Custo de aquisição por cliente
    • LTV — Lifetime value
    • MRR — Receita mensal recorrente
    • ROI — Retorno sobre investimento
    • NPS — Net promoter score

 

Preparando o terreno para sua análise

Antes de nos aprofundarmos nas métricas de marketing mais importantes, é preciso preparar o terreno para realizar uma análise de qualidade, que realmente dê resultados.

Essa preparação pode ser dividida em dois passos: a definição dos objetivos e a escolha das ferramentas certas. Veja um pouco sobre cada um deles:

Definição de objetivos

Definir os seus objetivos de marketing é o primeiro passo para que sua análise de métricas seja bem-sucedida.

À partir do momento em que sabe aonde quer chegar com cada campanha, se torna mais fácil mensurar os resultados e avaliar seu progresso com o passar do tempo.

Com isso em mente, pense bem no que você planeja conquistar e defina prazos para cada objetivo. Isso vai garantir que as métricas sejam realmente usadas para melhorar seu desempenho.

Escolha de ferramentas

Há tantas ferramentas disponíveis para fazer análise de métricas que é até fácil se confundir um pouco. Por isso, vale a pena fazer um trabalho de curadoria desde o início, a fim de manter o trabalho simples e ágil.

Enquanto algumas ferramentas são extremamente completas e elaboradas, outras atendem a questões específicas. Algumas das principais são:

  • Google Analytics: É a ferramenta mais conhecida e usada no que diz respeito a análise de métricas. O GA é completo, simples de implementar e oferece até a opção de personalizar os relatórios;
  • Mixpanel: Essa ferramenta tem sido cada vez mais usada por algumas das empresas mais respeitadas do mundo em seus segmentos — incluindo a Rock Content! — , e foca nas ações que seus visitantes tomam em tempo real;
  • Kissmetrics: O software da Kissmetrics acompanha o comportamento do usuário para identificar pontos falhos e o que precisa ser melhorado para aumentar as conversões.

 

Métricas de atração

Já que a primeira parte do trabalho de marketing é atrair o público, é por aí que vamos começar nossa análise.

Mais do que acompanhar o número de pessoas que chegam até seus canais de marketing, é importante entender como usar as informações encontradas para otimizar a atração de novos visitantes.

Veja algumas das principais métricas de atração a que você precisa ficar atento:

Número total de visitas

Alguns acham que métricas mais abrangentes como o número total de visitas de um site não são de proveito, mas isso não é verdade. Ter esses dados à mão pode sim ser de grande ajuda.

É claro que sozinho esse indicador não fará grande diferença para os seus resultados, afinal será vago demais para te ajudar a chegar a qualquer conclusão acertada.

E mesmo que apresente um grande aumento, o número de visitas por si só não diz muito sobre como anda sua estratégia de marketing, de modo geral.

Porém, se for usado em conjunto com outras métricas o número total de visitas sem dúvida será de ajuda para identificar como anda seu poder de atrair o público.

Como medir o número total de visitas? É muito simples. Qualquer ferramenta de análise terá esse recurso entre suas principais funcionalidades, de modo que você só precisará dar atenção aos relatórios para ver.

Número de visitantes recorrentes

O número de visitas recorrentes já é um pouco mais específico que o número total, pois analisa somente as pessoas que entraram no seu site e resolveram voltar depois.

Quanto mais visitas recorrentes melhor, pois isso é um sinal de que as pessoas estão gostando do que encontram no primeiro acesso, e desejam voltar outras vezes.

Além disso, é possível afunilar ainda mais a busca à partir daí: por observar quais são as ações dos visitantes recorrentes, poderá identificar o que mais interessa seu público e os faz retornar.

Por exemplo, se a maior parcela dos que revisitam seu site estiver sendo direcionada ao blog, é o conteúdo que prendeu sua atenção.

Por outro lado, se o interesse principal é pela página de produtos ou serviços, sua abordagem de vendas pelo site está funcionando.

Por fim, observe a proporção de visitantes recorrentes com o passar do tempo para ver como o novo conteúdo que produz está fazendo efeito.

Assim, se notar que com o passar dos meses o número só aumenta, o conteúdo novo está indo bem. Caso contrário, reavalie o material com que conseguia melhores resultados e entenda como voltar a produzi-lo.

Para medir esse aspecto também basta observar os relatórios da sua ferramenta favorita, junto do total de acessos.

Fontes de tráfego

As fontes de tráfego — de onde os visitantes vem quando acessam sua página — são essenciais para o bom desempenho do seu planejamento de marketing.

Dessa forma, é possível saber se são seus próprios esforços — como perfis nas redes sociais, SEO bem feito, links de guest posts, etc. — são responsáveis pelos acessos.

Se notar que os canais de atração não estão atraindo tanto tráfego para o seu site, poderá ver o que precisa de ajuste em cada um deles.

Por sua vez, é possível também se dedicar ainda mais aos canais que dão bons resultados, a fim de continuar a otimizá-los.

Ao usar o Google Analytics, por exemplo, as fontes de tráfego são mostradas até em detalhes: além de saber de que sites seus visitantes vieram, recebe até dados demográficos sobre eles (país, idioma, idade, etc.).

 

Tráfego em dispositivos móveis

Que dizer do número de pessoas que acessa seu conteúdo por meio de dispositivos móveis? Esse aspecto, mais do que nunca, precisa ser levado em conta por quem leva o marketing digital a sério.

Já se foi o tempo em que a grande maioria das pessoas usavam a internet em computadores de mesa ou notebooks. Hoje, tablets e smartphones são a regra.

Isso faz com que os sites de design responsivo ou que têm versão mobile tenham a preferência e ganhem maior tráfego.

O mais interessante é que esse trafego é qualificado, ou seja, composto por pessoas que têm real intenção de compra.

Até porque a experiência de navegação ainda não é tão boa em dispositivos móveis quanto em aparelhos maiores.

Por isso os usuários “perdem menos tempo” apenas observando, preferem usar seus aparelhos quando realmente pretendem fazer uma compra.

Mais do que o número de acessos, as ferramentas de análise tornam possível descobrir até os navegadores ou sistemas operacionais usados pelos usuários, o que pode ser de grande utilidade ao criar um app nativo.

Conteúdo compartilhado

Quanto do seu conteúdo é compartilhado por outros? É verdade que muitas pessoas compartilham material que nem sequer consumiram, mas essa ainda é uma métrica valiosa. Por quê?

Quanto mais pessoas verem seu conteúdo, maiores as chances de clicarem nele e tirarem proveito do que foi preparado.

Além disso, se alguém resolveu compartilhar, no mínimo o título fez um bom trabalho de chamar atenção, não é mesmo?

Pense da seguinte forma: cada compartilhamento é como uma semente do seu conteúdo que se espalha pela web e pode dar frutos se cair no solo certo, ou seja, se chegar até sua persona.

Há muitas formas de medir o volume de compartilhamentos. Ferramentas como HootsuiteBuffer e Bitly são excelentes para isso.

Todos eles identificam quantas pessoas compartilharam, quantos cliques o link conseguiu com base nesses compartilhamentos, e uma série de outras informações relevantes.

Métricas de conversão

Quanto mais pessoas você atrair, melhores serão suas chances de converter visitantes em leads e, futuramente, em clientes.

Mas, não adianta nada ter um alto volume de visitantes se os seus mecanismos de conversão não forem eficientes.

Para garantir que não haja desperdício, vamos ver algumas métricas de conversão a que você precisa dar atenção:

Bounce rate

O bounce rate, ou taxa de rejeição, se refere a quantas pessoas saíram do seu site na mesma página em que entraram, sem visitar outras páginas do site ou se interessar por qualquer material adicional.

Por que é importante acompanhar o bounce rate? Por que ele pode indicar algumas das principais fraquezas do seu site, como páginas que não cumprem o que o título do SEO prometia, navegação ruim, etc.

Como cada página terá sua própria taxa de rejeição, fica fácil também perceber quais páginas precisam de mais trabalho para atingir as expectativas do público e prender sua atenção.

Porém, é importante também pensar no propósito de cada página. Enquanto uma taxa de rejeição alta no seu blog é preocupante, o mesmo índice em uma página de contato não seria tão ruim, em certas circunstâncias.

Suponha que a página contenha apenas um e-mail que o usuário pode usar para entrar em contato. Nesse caso, o fato dele sair da página não indica necessariamente falta de sucesso.

O que pode ser feito é tomar alguma medida prática para incentivá-lo a explorar mais, como um CTA bem colocado em um ponto estratégico da página.

Visto que também é medido automaticamente pelas principais ferramentas de análise, você não precisa saber nenhuma fórmula para calcular o bounce rate.

Total de conversões

As conversões são o objetivo primário de qualquer campanha de marketing, por isso essa é uma das métricas mais importantes a acompanhar.

Antes de mais nada, vamos definir o que são conversões: cada passo que o visitante dá rumo a se tornar cliente pode ser considerado uma conversão.

Em outras palavras, pode ser desde assinar sua newsletter, baixar um e-book, se inscrever em um webinar, usar a versão de testes do seu produto ou mesmo se tornar cliente, de modo definitivo.

Um número baixo de conversões torna necessário encontrar os problemas que estão afastando os visitantes, e podem ser vários — desde um website mal projetado a conteúdo sem profundidade.

Algumas ferramentas, como o Google Analytics, permitem definir metas específicas e acompanhar o alcance delas. Dessa forma, você pode selecionar cada um dos seus pontos de conversão e observá-los separadamente.

Taxa de conversão do funil

A melhor forma de gerenciar suas estratégias de marketing é tendo como base o funil, uma maneira simples e eficiente de conduzir os clientes pela jornada de compra.

Pensando nisso, em vez de analisar apenas o número total de conversões, é de grande benefício avaliar também o quanto sua estratégia é eficiente em cada parte do funil.

Fazendo isso, talvez você note que a maior parte dos problemas de conversão se concentram em uma etapa específica do funil, enquanto as outras desempenham bem.

Realizar um diagnóstico rápido e preciso dessa forma torna muito mais fácil encontrar uma solução para o problema e melhorar os resultados.

Como fazer esse acompanhamento? Uma boa maneira é por manter um registro de quantas pessoas passam de uma etapa para outra do funil, e quais são os mecanismos que ajudam a prever como essa transição vai ocorrer.

Taxa de cliques

A taxa de cliques — também conhecida como Click-through rate, ou CTR — é outra forma pertinente de medir o sucesso de suas campanhas de e-mail marketing e anúncios pagos. Por quê?

No caso do e-mail marketing, ela mostra qual a proporção de pessoas que clicaram no conteúdo dos e-mails com relação as que o abriram.

Por exemplo, se mil pessoas abrirem um e-mail, e 250 delas clicarem em um link contido nele, sua taxa de cliques é de 25%.

Saber disso é útil para determinar se suas campanhas estão sendo bem recebidas pelos assinantes, e ajudar a otimizá-las ainda mais.

Já no caso dos anúncios patrocinados, quanto maior for o seu CTR, menor será o custo por clique, o que pode significar mais visitantes por um preço menor.

Conversão de novos visitantes x visitantes recorrentes

Como já dissemos, diversas ações podem representar uma conversão, mas existe ainda outro detalhe que precisa ser levado em consideração.

Analisar a proporção de conversões conquistadas na primeira visita e das que são realizadas por visitantes recorrentes ensinam lições valiosas para o seu planejamento.

Uma delas é quanto o seu site é eficiente: muitas conversões na primeira visita mostram que todas as peças estão bem encaixadas.

Porém, o mais comum é que algumas visitas sejam necessárias até que a conversão aconteça. Nesse caso, qual a média de visitas até conseguir uma?

Ter esses dados à disposição será muito útil para entender melhor o comportamento dos seus visitantes e otimizar seu site com base nisso para aumentar os resultados.

 

Métricas de receita

Será que o acompanhamento termina quando os leads se tornam clientes e passam a pagar pelos seus produtos ou serviços? Longe disso!

É vital continuar observando métricas para saber se os investimentos feitos realmente estão valendo a pena.

Sendo assim, note 4 indicadores que ajudarão a tornar o planejamento de marketing mais eficiente e barato, ao mesmo tempo:

CAC — Custo de aquisição por cliente

O Custo de aquisição por cliente, ou simplesmente CAC, serve para mostrar exatamente quanto você gasta para conseguir cada novo consumidor para o seu produto ou serviço.

Isso é fundamental, pois se os esforços de marketing estiverem esgotando demais os recursos da empresa estará montada a receita para o fracasso.

Como medir o CAC, afinal de contas? Não é tão complicado. Basta somar todas as suas despesas com marketing por um determinado período e comparar isso com os resultados conquistados.

Por exemplo, suponha que seus gastos com marketing foram de R$5.000,00 em um período de dois meses, e conseguiu 10 novos clientes em resultado disso.

Isso daria uma média de R$2.500,00 gastos e 5 clientes conquistados por mês, ou seja, seu CAC seria de R$500,00. À partir daí, poderá ver se o valor encontrado é aceitável ou não.

LTV — Lifetime value

Depois de encontrar o valor do CAC, como saber se o investimento feito está sendo alto demais ou não? Por compará-lo com o Lifetime value, ou valor vitalício do cliente.

O que é isso? O LTV consiste, basicamente, em prever quanto dinheiro você deve esperar ganhar, em média, com cada cliente pelo tempo em que ele comprar de você.

O cálculo do lifetime value também não é difícil, apesar de depender de outras métricas.

Você precisa do ticket médio e da taxa de abandono dos clientes, para saber quanto tempo em média eles usam seu produto.

Nesse caso, multiplicamos o ticket médio mensal pelo tempo de permanência dos clientes.

Supondo que o seu ticket médio seja de R$200,00 e o tempo de permanência de 12 meses, temos o seguinte cálculo:

200 (ticket médio) x 12 (tempo de permanência) = R$2.400,00 (LTV).

MRR — Receita mensal recorrente

A receita mensal recorrente — ou Monthly recurring revenue (MRR) — é muito útil principalmente para empresas que operam no modelo de assinaturas.

Essas empresas precisam se manter atentas à quantia que entra todo mês em caixa para realizar um bom planejamento financeiro e se manter relevantes no mercado.

É bom lembrar que negócios que adotam esse modelo precisam ter uma alta taxa de retenção, ou seja, manter os clientes pelo máximo de tempo possível.

O MRR é um bom indicativo de como você está se saindo nisso, sem contar que se trata de uma métrica que indica a situação real do negócio, os resultados não mentem.

Por somar a receita recorrente com as demais métricas, poderá avaliar também a necessidade de fazer mudanças na estratégia de preços.

ROI — Retorno sobre investimento

O retorno sobre investimento, que declara o quanto seus esforços de marketing estão realmente produzindo lucro para a empresa, também é uma métrica indispensável.

Na verdade, podemos até dizer que o ROI é a principal métrica de marketing que você deve seguir, pois no fim das contas o objetivo é um só: conseguir lucro.

E para calcular o retorno sobre investimento, a conta é simples:

ROI = receita -custo do investimento/custo do investimento

Para ficar mais fácil de entender, suponha que você gastou R$8.000,00 com sua estratégia de marketing, e teve R$10.000,00 de receita, a conta fica:

ROI = 10.000–8.000/8.000

ROI = 2.000/8.000

ROI = 0,25

Seu retorno, nesse caso, seria de 0,2 (ou 20%) sobre o valor investido.

NPS — Net promoter score

Em uma escala de 0 a 10, qual seria a probabilidade de seus clientes o recomendarem para alguém?

Essa é a ideia do Net promoter score, medir o grau de satisfação e o potencial de marketing de seus clientes atuais.

Quanto mais alto for o seu NPS, maior será o “boca a boca” gerado em favor da sua marca e as chances de cada campanha se tornar um sucesso.

Por isso, se esforce em descobrir o NPS do seu negócio e aumentar esse número cada vez mais, para conseguir promotores e alavancar seus esforços de marketing.

Por fim, essa métrica vai até um pouco além de ver se sua estratégia de marketing está funcionando, pois ajuda a descobrir também se a empresa, como um todo, está entregando o que promete.

Seguindo essas métricas de marketing — tanto individualmente quanto em conjunto — e agindo com base nos dados coletados, você vai conseguir validar seus esforços com precisão e manter sua estratégia em dia, conquistando resultados cada vez melhores.

Vendarketing: alinhando Marketing e Vendas com resultados excepcionais

O termo Vendarketing (que, como você já deve ter notado, é uma junção das palavras vendas + marketing), representa uma união desses dois departamentos através do alinhamento de objetivos, métricas e processos para aumentar drasticamente a eficiência da aquisição de clientes.

Esse termo deriva do inglês Smarketing (Sales + Marketing).

A boa notícia é que empresas realmente dedicadas ao marketing de conteúdo já estão um passo à frente na implementação do Vendarketing, pois uma boa estratégia de conteúdo vai muito além de só chamar a atenção do público.

Através do mapeamento de conteúdo no funil é possível acompanhá-lo até a tomada de decisão de compra (ou quase), o que já aproxima naturalmente os departamentos de marketing e vendas.

E não precisa confiar somente no que eu digo: segundo um estudo do Aberdeen Group, organizações com times de marketing e vendas alinhados “alcançam 20% de crescimento anual de receitas enquanto as outras viram suas receitas caírem 4% ano a ano”

Mas o que é realmente necessário para implementar uma estratégia de Vendarketing eficiente?

1. Todo mundo falando a mesma língua

Em empresas “tradicionais” é incrível o abismo que às vezes existe entre o departamento de marketing e vendas.

Um departamento simplesmente desconhece como o outro funciona e, basicamente, falam “linguas diferentes” dentro da empresa.

Afinal, quem é o cliente ideal? Qual o objetivo do outro departamento? Quais ações de marketing mais impactam vendas? Qual a duração do ciclo de vendas?

Quando ambos os departamentos não conseguem responder a perguntas como essas, há uma perda de informação, alinhamento e eficiência no processo.

Um time de marketing que foca só no que produzir – para um público que ele acha ser o ideal – pouco ajuda o time de vendas.

Ao mesmo tempo um time de vendas que enxerga o marketing como um departamento subordinado, que serve somente para fazer aqueles flyers bonitinhos para ajudar na venda, não está ajudando em nada o processo de aquisição.

Por esse motivo é importante que os dois departamentos estejam alinhados em relação a definições, termos e processos básicos, como, por exemplo:

  • Qual é a persona que a empresa quer atingir?
  • O que é uma lead?
  • Qual o objetivo final do processo de aquisição?
  • Como é a jornada do cliente no marketing?
  • Quais são as etapas do processo de vendas?
  • etc.

Basicamente, o processo como um todo deve ser o mesmo na cabeça de todos os profissionais envolvidos.

Isso cria uma unidade conceitual que evita erros de interpretação na comunicação entre os dois times.

2. Comunicação entre os times

De nada adianta o chefe de algum departamento simplesmente criar um dicionário, entregar para todo mundo e dizer que agora os departamentos falam a mesma lingua.

O dia-a-dia de departamentos de marketing e vendas é extremamente dinâmico e a troca de informações deve ser constante, para que sempre haja aprendizado.

Para que o vendarketing seja bem implementado é necessário que haja uma comunicação estruturada e constante entre os dois times para troca de informações.

Afinal, como o marketing irá saber se as leads enviadas são boas? Ou se as campanhas estão funcionando? Ou, do outro lado, como vendas poderá se preparar para alguma ação pontual do marketing?

Crie reuniões frequentes entre os times (eu sugiro que sejam no mínimo semanais) para troca de experiências, adote algum software de comunicação – como o Slack, por exemplo – e sempre incentive os profissionais de ambos os departamentos a levantarem da cadeira e irem tirar dúvidas com outros colegas de trabalho.

Essa troca de informações irá levar naturalmente a processos mais eficientes, decisões feitas com mais embasamento e, de tabela, vai diminuir as panelinhas na festa de fim de ano da empresa.

3. Um acordo formal de trabalho (SLA)

funil de vendas

Até o momento todos os pontos mostrados para a implementação do Vendarketing estão focados em melhorar a comunicação entre os times, o que é essencial para que a empresa alcance seus objetivos.

Agora é hora de determinar, dentro do processo de aquisição de clientes, o que cada departamento deve fazer para que isso tudo funcione de maneira eficiente.

E para isso acontecer é essencial que exista um acordo entre os departamentos, chamado de SLA (Service Level Agreement).

Na prática, um SLA é o conjunto de regras que determina as ações e os entregáveis em cada ponto de contato entre os departamentos, evitando que fatores subjetivos façam com que um time culpe o outro caso objetivos não sejam alcançados (se você já trabalhou em uma empresa mais tradicional, sabe como isso acontece o tempo todo e é extremamente estressante).

Aqui vão alguns exemplos de SLAs que podem ser implementados em um processo de vendarketing:

  • Marketing
    • Entregar 100 MQLs por mês para o time de vendas
    • Uma MQL é uma empresa com mais de 100 funcionários, que interagiu com algum conteúdo da empresa no último mês e com budget de marketing acima de R$ 100 mil / mês
  • Vendas
    • Entrar em contato com cada lead em no máximo 1h após ela ser passada pelo marketing
    • Tentar pelo menos 4 conexões antes de desistir de uma lead.

Quando regras assim estão bem definidas, os papéis de cada departamento estão claros e mensuráveis.

A partir daí nenhum vendedor poderá mais reclamar que as leads estão ruins e o departamento de marketing não terá mais argumento para dizer que são os vendedores que não estão sabendo trabalhar as leads.

Desde que todos sigam o acordo, percepções subjetivas estão fora do processo.

Ah, e ajuda muito a trazer paz e harmonia para o ambiente de trabalho 😉

Por últimos, não se esqueça de avaliar os SLAs de tempo em tempo para ver se é possível melhorá-los para que tragam resultados ainda melhores.

4. Métricas, métricas e mais métricas

Essa é a nossa parte favorita de todo o Vendarketing, mas que alguns profissionais de marketing possuem certa dificuldade em entender (vendedores já são mais acostumados): todas as pessoas envolvidas no processo devem ter objetivos específicos e númericos.

Além disso, a performance de cada departamento em cada etapa do processo deve ser medida para que seja possível entender os pontos de falha e oportunidades e seja possível mensurar, financeiramente, o impacto de cada uma dessas etapas.

Exemplo:

exemplo de investimento

Existe muito o que ser analisado e aprimorado nesse funil, como taxas de conversão, custo por lead, etc; mas vamos pelo mais simples: o custo de aquisição de cada cliente (CAC) está em R$ 2.500,00, você sabe me dizer se isso é um bom número?

E aí?

Ok, ok, a pergunta em si é uma pegadinha, pois uma informação essencial ainda falta para você saber a resposta: o que está sendo vendido?

Se o produto em questão for um micro-ondas de R$ 400,00 esse custo de aquisição está altíssimo, mas se for um carro de R$ 80.000,00, a situação se inverte e o custo está ótimo! O que importa é o ROI!

E, na nossa opinião, o foco em métricas é a melhor coisa que pode acontecer para qualquer departamento de marketing.

Pense bem: sem o Vendarketing o departamento de marketing é muitas vezes somente um centro de custo, que é cortado assim que existe alguma crise ou alguma redução de custos.

Afinal, como você mede o ROI de um outdoor ou flyer, por exemplo? Ou até mesmo de um anúncio no Facebook, se as leads geradas não estiverem sendo rastreadas até a venda?

Agora, a partir do momento em que o marketing mostra que com R$2.500,00 de investimento ele gera 50.000 leads e, por exemplo, vende um carro de R$80.000,00, o jogo muda e ele se torna uma fonte de receitas!

Aí é só pedir para seu diretor aumentar seu budget e você irá aumentar as vendas (ok, simplificamos levemente, mas é quase isso).

Logo, marketeiros (e publicitários), é hora de perder o medo do Excel.

5. Integração de softwares

Esse é um dos “segredos” que faz com que o time de vendas aqui da Rock Content seja extremamente eficiente: quando ele recebe uma lead através do CRM ela já possui todo o histórico de interações com os conteúdos e ações do marketing.

Com isso o vendedor já conhece muito mais o estágio de maturidade do cliente em relação ao nosso serviço, os interesses dele, entre várias outras coisas.

Muitos de nossas ligações do time de vendas começam com: “Olá, reparei que baixou um ebook nosso e está interessado em marketing de conteúdo, correto?”.

Esse tipo de conexão é extremamente poderosa.

Para que isso funcione bem é importantíssimo que informações não se percam entre os softwares usados pelo time de vendas e o time de marketing. E você não precisa usar sistemas extremamente complexos para isso:

  • Se você já está em um estágio mais avançado, conecte sua plataforma de automação de marketing a seu CRM através de APIs.
  • Caso ainda não use um CRM, dê acesso à plataforma de automação para todos seus vendedores.
  • Ou, em último caso, se você usa planilhas, garanta que todo mundo tenha acesso a elas.
  • Agora, se você não rastreia nada, é hora de repensar seriamente seu marketing e vendas.

Conclusão

Se você chegou até aqui espero que tenha entendido que o Vendarketing é, acima de tudo, uma mudança de mentalidade em relação à maneira como as empresas encaram a aquisição de clientes.

Todos os processos e as dicas citadas aqui são somente uma consequência prática dessa mentalidade e, por causa disso, se você quiser criar seus próprios processos, sinta-se à vontade, não há nada de errado nisso.

Na verdade, se você tiver uma ótima ideia, compartilhe com a gente!

Estratégia de marketing: 11 elementos para atrair clientes

Aprenda o que é estratégia de marketing e conheça 11 maneiras de atrair mais clientes e divulgar sua marca.

Estratégia de marketing é o planejamento de todas as ações que serão utilizadas para divulgar uma marca, produto ou serviço. Esse planejamento é acompanhado constantemente para ter certeza de que os resultados esperados para cada uma das ações previstas estão sendo realmente positivos e, principalmente, para melhorar o que precisa de ajustes.

Em qualquer área de atuação, ter uma estratégia de marketing bem definida e implementada é ideal para que seu negócio cresça e seja divulgado das formas mais variadas possíveis. Isso porque é a partir dessas estratégias que você consegue fazer com que mais pessoas conheçam sua marca e, assim, pode atrair mais clientes.

Como o mercado digital está em constante expansão, hoje, não adianta mais apenas ter um bom produto/serviço e esperar que seu trabalho fale por si só. Você não pode definir seu negócio apenas pelo seu produto, afinal, sempre é possível encontrar melhorias no que você faz.

Se você definir seu negócio por apenas um produto, pode ser que, quando ele sair de moda, você perca todo seu empreendimento e tempo investido nisso. É por isso que você precisa pensar sempre em sua estratégia de marketing e nas personas para quem você vende. Assim, você consegue construir um negócio completo, e não apenas um produto sazonal.

O que é estratégia de marketing?

Antes de falarmos sobre os elementos fundamentais para te ajudar a atrair mais clientes, é necessário explicar o que é a estratégia de marketing.

Esse termo é muito utilizado, principalmente no mercado digital, porém, não significa que por ele ser tão difundido todas as pessoas realmente o compreendem como um todo. (Há vários outros termos do mundo online que você pode entender melhor o significado com este glossário do empreendedor digital.)

Basicamente, a estratégia de marketing nada mais é do que planejar com antecedências todas as ações de divulgação de sua marca, produto ou serviço e acompanhar os resultados dessas ações para entender o que deve ser mantido e o que pode ser melhorado.

Além disso, ter uma estratégia de marketing é também conseguir divulgar seu produto/serviço para um cliente em potencial da melhor maneira possível. Isso significa não tentar vender o tempo inteiro e dizer o que as pessoas devem ou não fazer, mas sim entregar valor para as pessoas com o que você disponibiliza e indicá-las soluções que elas podem tomar.

É claro que toda divulgação de produto envolve também campanhas e lançamentos (falaremos sobre isso mais para frente), mas a estratégia de marketing não se resume só a isso. Ela é um conjunto de elementos que conseguem levar as pessoas por uma jornada desde o conhecimento de seu produto até a compra final.

É por isso que você precisa entender e planejar as mais variadas formas de divulgar sua marca para conseguir atrair público de diversos canais de comunicação.

Por que é importante ter uma estratégia de marketing?

É claro que o melhor marketing de algum produto é aquele que consegue vender o que você oferece para seu público. Porém, você precisa ter uma estratégia de marketing bem estruturada antes de começar a efetuar suas ações de divulgação porque, mais do que vender, é muito importante entregar algo de valor para as pessoas.

Mesmo que você esteja vendendo algo pela internet, o processo de vendas ainda é pessoal e exige que seu foco esteja no consumidor. Você precisa empreender com um propósito, e ajudar o consumidor a suprir alguma dor é uma ótima meta.

Se você pensa em estratégias que possam, de alguma forma, mostrar o quanto seu produto ou serviço pode mudar a vida das pessoas, você consegue atrair seus clientes de maneira orgânica, o que ajuda também a aumentar seu lucro, já que suas ações de marketing não terão gastos muito altos.

O mais importante em planejar suas ações de marketing é que, assim, você consegue pensar em estratégias de baixo custo, alto impacto, que sejam criativas e realmente voltadas para a persona de seu negócio. Quanto mais específico forem suas ações para seu nicho, maiores serão suas possibilidades de atrair clientes.

Como atrair clientes com a estratégia de marketing?

Agora que você já entendeu o que é uma estratégia de marketing e sabe como ela é importante para seu negócio, vamos te ajudar com alguns elementos fundamentais para que você consiga atrair mais clientes.

É claro que cada negócio tem um público diferente que quer atingir. Por isso, não significa que todas as ações serão adequadas para você. O importante aqui é perceber a quantidade de elementos que você pode usar para aumentar sua divulgação e utilizar aquelas que são mais assertivas para sua persona.

Além disso, saiba também que você não precisa escolher apenas uma estratégia de marketing para seu negócio. Com planejamento, é possível criar mais de uma ação para sua marca. Com o tempo, você perceberá o que funciona e poderá desfazer aquilo que não é relevante para seu negócio.

1. Blog

O blog é uma das estratégias mais conhecidas e utilizadas por quem quer atrair clientes de maneira orgânica na internet e entregando conteúdo educativo e de qualidade. Isso porque, quando você tem um blog, consegue escrever posts que respondam dúvidas diversas (desde as mais básicas até as mais técnicas) e que mostrem soluções específicas para sua audiência.

2. SEO

De nada adianta ter um blog com muito conteúdo interessante para sua audiência se seus posts não forem acessados. É por isso que você precisa aplicar técnicas de SEO (Search Engine Optimization) em seus post, para que sua página apareça nos primeiros lugares dos mecanismos de busca, como Google.

Trabalhe bem as palavras-chave em seus textos, teste títulos que chamem a atenção dos usuários, escreva conteúdos completos e que realmente eduquem sua audiência. O importante é otimizar todos seus posts para que as pessoas cheguem a seu conteúdo sempre que pesquisarem por algum termo relacionado a seu nicho.

3. E-mail marketing

Muitas pessoas ainda têm a ideia de que o e-mail não é mais uma boa estratégia de marketing, afinal, muitos usuários nem se dão o trabalho de ler as mensagens encaminhadas. Porém, não é bem isso que acontece, principalmente se seus e-mails tiverem conteúdos interessantes para as pessoas, e não apenas propagandas de seus produtos ou serviços.

Crie, por exemplo, uma newsletter e encaminhe informações importantes via e-mail para pessoas que deixarem seus endereços de e-mail em sua página. Envie também materiais ricos, como e-books mais elaborados.

Essa é uma maneira de manter a comunicação com seus clientes em potencial via e-mail e ainda manter o engajamento dessas pessoas com sua marca.

4. Redes sociais

As redes sociais em geral são ótimos canais de comunicação com o público, principalmente porque, atualmente, é difícil encontrar alguém que não use nenhuma dessas maneiras de socializar.

Como estratégia de marketing, o que você precisa fazer é entender onde está sua persona: Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter, Snapchat?

É bem provável que você tenha que fazer ações de marketing em mais de uma rede social, mas fique atento para não se esforçar demais em locais onde sua audiência não está.

E lembre-se: suas redes sociais também precisam trazer conteúdo que agregue valor para os usuário. Por isso, não fique apenas fazendo propaganda de sua marca o tempo inteiro.

5. Canal de vídeo

Você sabia que mais de 40% das pessoas dizem ter preferência em consumir conteúdo em formato de vídeo?

É por isso que plataformas como o YouTube estão cada vez mais famosas e sendo utilizadas por diversos setores, sejam eles online ou não.

A verdade é que, quando você cria vídeos, consegue passar informações valiosas para sua audiência de uma maneira fácil para ser consumida. Então, por que não utilizar vídeos para divulgar seus produtos e serviços?

Além do YouTube, existem outras formas de rentabilizar com vídeos, e você pode entender melhor sobre isso lendo este texto sobre como ganhar dinheiro com vídeos na internet – além do YouTube.

6. Links patrocinados

Os links patrocinados são anúncios vinculados em outras páginas, geralmente alguma que esteja relacionada a seu negócio, pelos quais você paga para serem divulgados.

O objetivo desses links é que outras pessoas que buscam por temas parecidos com o seu, mas que ainda não conhecem seu produto ou serviço, consigam te encontrar em outros blogs, redes sociais e sites em geral que eles seguem.

Um estratégia de marketing que tem agradado muito os usuários são os native ads. Isso porque esse tipo de publicidade paga não atrapalha a navegação e a experiência dos usuários nas páginas em que eles estão.

7. Mídia digital out of home (OOH)

Recentemente, é comum encontrarmos painéis de LED ou algumas telas em elevadores e ônibus, por exemplo, com propagandas diversas.

Se seu objetivo é promover uma divulgação e expansão de seu negócio em sua região geográfica, essa é uma outra maneira de difundir mais sua marca. Porém, mais uma vez, você precisa sempre pensar onde seu público está e se essa estratégia é mesmo interessante para seu negócio.

8. Rádio, TV, revistas e jornais

Assim como a mídia digital OOH, fazer divulgação em veículos de comunicação em massa e na mídia impressa depende muito de seu tipo de negócio e dos canais de comunicação que seu público mais utiliza.

Além disso, você precisa planejar também nos gastos que terá, afinal, esse tipo de estratégia de marketing, geralmente, exige um investimento maior.

9. Eventos

Independentemente se seu negócio é físico ou online, fazer eventos para interagir com seu mercado é sempre uma ótima maneira de também divulgar sua marca.

É possível realizar desde eventos pequenos, para alguma empresa com a qual você queira fazer parceria, ou até mesmo eventos maiores e abertos para o público, a fim de atrair novos clientes e educar sua audiência pessoalmente.

Mesmo para quem trabalha com a internet, tudo que envolve pessoas exige empatia. Por isso, é muito interessante criar eventos para que as pessoas te conheçam e consigam até mesmo se enxergarem em você. Isso fará com que elas percebam possibilidades que, se fosse apenas online, poderiam passar despercebidas.

10. Parcerias

Fazer parcerias, principalmente no mercado digital, é uma maneira eficiente para aumentar o alcance de seu negócio. Porém, encontrar parceiros bons e que estejam alinhados com seu modelo de trabalho nem sempre é uma tarefa fácil.

Há vários tipos de parcerias que você pode fazer, por exemplo:

  • Trocas de guest post com outros blogs;
  • Collab em algum canal do YouTube (quando um youtuber grava com outro e ambos os canais);
  • Co-produção de e-books ou newsletter;
  • Divulgação em uma rede social de algum influenciador digital.

O importante nesse tipo de estratégia de marketing é você conseguir identificar parceiros que pode te ajudar a atrair mais clientes e para os quais você consiga fazer o mesmo. Assim, você terão um aumento na audiência de ambos.

11. Promoções

Por último, crie promoções que incentivem os usuários a comprarem mais ou a levarem novos clientes para sua página.

Você já viu alguns perfis de Instagram fazendo sorteios de brindes sendo que o regulamento é você comentar com o @ de outras pessoas que ainda não conhecem aquela marca?

Essa é uma estratégia de marketing que alguns perfis usam para ficarem mais conhecidos e também para ganhar mais seguidores.

Outro tipo de promoção que você pode fazer é o up-sell, down-sell ou o cross-sell assim que uma pessoa terminar de comprar algum de seus produtos. Com isso, pode ser que o usuário tenha interesse em efetuar uma outra compra em seu site.

Como definir sua estratégia de marketing?

Agora que você já viu 11 formas de atrair mais clientes, é importante saber o que você precisa fazer para escolher exatamente a melhor estratégia de marketing para seu negócio. Afinal, não é porque você aplica todos esses elementos que significa que sua audiência aumentará.

Então, antes mesmo de sair por aí criando ações em todos os canais de comunicação, leve em consideração:

  1. A persona para quem você criou seu produto ou serviço;
  2. O mercado no qual você está inserido;
  3. As tendências de sua área de atuação;
  4. Aquilo que seus concorrentes têm feito;
  5. Os resultados que você espera de suas ações de marketing;
  6. A taxa de conversão em cada canal de comunicação que você está utilizando;
  7. O investimento máximo que você está disposto a fazer.

Com essas informações bem esclarecidas, você conseguirá perceber quais são as estratégias que estão funcionando em seu negócio e poderá se dedicar mais àquelas que realmente trazem retorno. Lembre-se: é muito importante medir tudo o que você faz para ter certeza de que seu trabalho não está sendo feito em vão e que você está tendo lucro.

10 dicas para melhorar sua produção de conteúdo

Saiba como deixar seus conteúdos irresistíveis!

Se você trabalha na internet, com certeza sabe a importância da produção de conteúdo tanto para atrair clientes em potencial, como para se tornar uma autoridade na área que você atua.

Há várias maneiras para entregar conteúdos atrativos que eduquem sua audiência, entre elas, o blog tem grande destaque. Afinal, essa é uma estratégia prática e simples para compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas.

Porém, de nada adianta ter um blog se os conteúdos que você compartilha não são lidos.

Quer saber como deixar sua produção de conteúdo melhor?

Acompanhe as 10 dicas que separamos para te ajudar na hora que você estiver escrevendo os textos de seu blog:

1. Escreva para seu público

Uma boa produção de conteúdo é aquela que é feita para um público específico. Afinal, quando você quer atingir várias pessoas com perfis completamente diferentes, pode ser que não consiga abordar tudo que todos procuram em um mesmo texto.

É por isso que o primeiro passo que você deve tomar ao começar a escrever um texto é pensar exatamente para quem você está escrevendo.

Faça uma pesquisa de persona para conhecer sua audiência e utilize essas informações para pensar nos temas que você irá abordar e na maneira como seu texto será escrito. E quando falamos disso, estamos dizendo que você precisa pensar desde os tópicos de seu texto até a linguagem que usará para se comunicar com sua persona.

2. Encontre tendências

Você já viu que sua produção de conteúdo deve ser voltada para sua audiência, mas é possível também ir além das informações que você acha que seu público quer.

Com sua pesquisa de persona em mãos, você consegue entender quais são as principais dúvidas das pessoas a respeito de sua área de atuação e pode fornecer informações completas sobre esses assuntos.

Porém, além disso, é possível também procurar tendências para desenvolver textos que podem atrair mais audiência para seu blog.

Uma das maneiras de encontrar essas tendências é utilizando o Google Trends.

Com essa ferramenta, você consegue encontrar informações sobre os desejos e atitudes das pessoas na internet. O Google Trends oferece esse tipo de dado conforme as pesquisas feitas pelos usuários no Google.

A partir dessas informações, você consegue entender quais palavras-chave são mais procuradas em um período de tempo e um país específicos e, assim, pode planejar sua produção de conteúdo a respeito daquele tema.

3. Crie títulos atrativos

Você provavelmente já deve ter deixado de clicar em algum conteúdo durante suas pesquisas no Google porque não achou que fosse encontrar todas as respostas que esperava lendo apenas o título de um texto, não é mesmo?

Quando as pessoas pesquisam algum termo na internet, a primeira coisa que elas veem são os títulos dos artigos.

É por esse motivo que você precisa pensar em um título que seja atrativo e, ao mesmo tempo, seja um resumo daquilo que você abordará em seu conteúdo.

4. Planeje suas pautas

Crie um calendário editorial com todas as pautas que você já abordou em seu blog e com os temas que você ainda falará.

Isso é muito importante pois fará com que sua produção de conteúdo não seja repetitiva. Sem contar que te ajudará a planejar com antecedência os tópicos que você precisa estudar mais para desenvolver textos melhores para sua audiência.

5. Produza conteúdo com frequência

De nada adianta ter um blog para educar sua audiência se você não produzir e publicar conteúdos com uma certa frequência.

As pessoas procuram seu blog para se informarem a respeito de assuntos relacionados a seu nicho. Imagine se elas precisarem de alguma informação e você não tiver atualizado suas postagens?

Sabemos que, no início, pode ser difícil desenvolver e publicar um texto por dia, principalmente se você trabalhar sozinho. Mas, mesmo assim, você precisa pensar na frequência de suas publicações.

Se você escolher publicar seus posts duas vezes por semana, faça isso todas as semanas e sempre nos mesmos dias. Assim, seu público saberá exatamente quando procurar informações novas em seu blog.

6. Use links relevantes

É muito importante usar links em seus textos que levem os usuários para outros conteúdos dentro seu blog. Isso faz com que as pessoas fiquem mais tempo em seu site, além de ser ótimo para quem está lendo, porque ele terá acesso a mais informações relevantes a respeito daquele conteúdo.

O grande problema é colocar muitos links apenas com a intenção de manter o usuário mais tempo no site.

Por isso, para ter uma boa produção de conteúdo, sempre que você utilizar a estratégia de backlinks, pense em informações que serão realmente interessantes para sua audiência.

7. Evite erros de português

Além de desenvolver bem todo o conteúdo de seus textos, você precisa ficar muito atento à escrita.

Acredite ou não, erros de português podem prejudicar sua produção de conteúdo. Afinal, é difícil ler até o final um texto com muitos desvios gramaticais.

Mesmo que você não seja um expert na língua portuguesa, há certos erros que você consegue evitar fazendo exercícios gramaticais online ou até mesmo com a prática da escrita. Parece clichê, mas a verdade é que quanto mais você escreve, mais você aprende a escrever.

8. Revise seus textos

Uma boa produção de conteúdo é aquela que vai desde o planejamento dos temas que serão abordados em seus textos até a revisão e publicação destes posts.

Por isso, antes de publicar qualquer texto, lembre-se de revisar tanto em questão de conteúdo quanto gramática, links e até mesmo as imagens que você usará para deixar seu texto visualmente melhor.

Se você trabalha sozinho, uma dica importante é deixar a revisão para um ou dois dias depois de você escrever. Assim, você terá uma distância temporal entre o texto e a revisão, o que ajudará a perceber com mais facilidade as melhorias que você pode aplicar em seu conteúdo.

Mas, se for possível ter outra pessoa para fazer essa parte, aconselhamos que você peça para ela ler seu texto e sugerir algumas mudanças. Um olhar diferente em seu texto pode te ajudar a enxergar melhorias que você não teria percebido sozinho.

9. Tenha domínio das técnicas de SEO

Depois de planejar e desenvolver seu texto, chegou o momento de publicá-lo.

Se seu objetivo é aparecer nas primeiras posições dos mecanismos de busca (e, acredite, essa deve ser sua meta), você precisa conhecer as técnicas de SEO e aplicá-las em todos seus conteúdos.

São essas práticas que vão te ajudar a atrair mais visitantes de maneira orgânica para seu site.

10. Não escreva conteúdos repetidos

É claro que você pode e, inclusive, deve pesquisar o que seus concorrentes abordam em suas páginas. Afinal, monitorar a concorrência é uma prática que te ajuda a entender o que outras pessoas de seu nicho estão fazendo para pensar em estratégias que façam você se destacar.

O grande problema é quando sua produção de conteúdo passa a ser idêntica ao que já foi criado por outras pessoas.

Lembra de nossa primeira dica? Ela é fundamental aqui.

Pense sempre nas informações que ainda faltam para quem pesquisa sobre determinado tema e em como seus textos podem ser úteis para completar essas lacunas.

Assim, você evita escrever conteúdos repetidos e ainda consegue fazer com que seus textos sejam realmente relevantes para sua audiência.